Questões de Concurso
Sobre émile durkheim e os fatos sociais em sociologia
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I. É geral na extensão de uma sociedade dada, apresentando uma existência própria, independente das manifestações individuais que possa ter. II. É objetivo, contudo, não generalizável a toda sociedade. III. É objetivo, coercitivo e generalizável. IV. É subjetivo, coercitivo e generalizável.
Assinale a alternativa correta.
Quanto ao pensamento de Durkheim, julgue o item subseqüente.
Durkheim entende a sociedade como um organismo em
adaptação, que apresenta, portanto, estágios de normalidade
e de patologia.
Quanto ao pensamento de Durkheim, julgue o item subseqüente.
O estudo dos fatos sociais, que devem ser vistos como
coisas, pressupõe uma abordagem objetiva e despida de
preconceitos por parte do cientista.
Quanto ao pensamento de Durkheim, julgue o item subseqüente.
Entre as características dos fatos sociais, podem-se citar a
coerção social, a subjetividade e a generalidade.
Quanto ao pensamento de Durkheim, julgue o item subseqüente.
Em uma de suas obras fundamentais, As Regras do Método
Sociológico, Durkheim define como objeto de estudo da
sociologia os fatos sociais.
Quanto ao pensamento de Durkheim, julgue o item subseqüente.
Durkheim é considerado o criador da sociologia e um de
seus primeiros grandes teóricos.
Tânia Quintaneiro et al. Um toque de clássicos: Durkheim, Marx e Weber. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1995, p. 96.
O texto acima corresponde a
E. Durkheim Educação e sociologia. São Paulo: Melhoramentos, 1978, p. 45 (com adaptações).
Segundo Durkheim, a educação é a
Texto para a questão
Na obra O Suicídio (1897), Durkheim se propôs analisar o fenômeno sob um outro prisma, investigando o conjunto dos suicídios cometidos numa certa sociedade num período de tempo. Seu objetivo era justamente o de demonstrar que o ato aparentemente individual do suicídio estava diretamente relacionado ao grau maior ou menor de coesão/integração do indivíduo à sociedade. A tese central é de que o suicídio varia na razão inversa do grau de integração dos grupos sociais (religião, família, sociedade política) dos quais o indivíduo faz parte. Assim, por exemplo, notou que a baixa nas taxas médias de suicídio coincide com períodos de crise e revoluções, na medida em que nesses períodos há o envolvimento dos indivíduos em movimentos de cunho social mais amplo, o que faz diminuir as taxas de suicídio. Da mesma forma, argumenta que o fato de as estatísticas indicarem um número menor de suicídio entre mulheres seria explicado pelo fato destas não participarem tão ativamente da vida coletiva quanto os homens. No que se refere à religião, os protestantes são os mais propensos ao suicídio, seguidos pelos católicos e, por último, pelos judeus: as diferenças nesses casos seriam devido às estruturas religiosas capazes de integrar os indivíduos.
L. M. Lemos e B. B. Gusmão. Émile Durkheim: Contribuições para se pensar a sociedade. Rio de Janeiro: Revista Vértices, ano 5, n.º 2, maio/ago./2003, p. 81-3 (com adaptações)
Texto para a questão
Na obra O Suicídio (1897), Durkheim se propôs analisar o fenômeno sob um outro prisma, investigando o conjunto dos suicídios cometidos numa certa sociedade num período de tempo. Seu objetivo era justamente o de demonstrar que o ato aparentemente individual do suicídio estava diretamente relacionado ao grau maior ou menor de coesão/integração do indivíduo à sociedade. A tese central é de que o suicídio varia na razão inversa do grau de integração dos grupos sociais (religião, família, sociedade política) dos quais o indivíduo faz parte. Assim, por exemplo, notou que a baixa nas taxas médias de suicídio coincide com períodos de crise e revoluções, na medida em que nesses períodos há o envolvimento dos indivíduos em movimentos de cunho social mais amplo, o que faz diminuir as taxas de suicídio. Da mesma forma, argumenta que o fato de as estatísticas indicarem um número menor de suicídio entre mulheres seria explicado pelo fato destas não participarem tão ativamente da vida coletiva quanto os homens. No que se refere à religião, os protestantes são os mais propensos ao suicídio, seguidos pelos católicos e, por último, pelos judeus: as diferenças nesses casos seriam devido às estruturas religiosas capazes de integrar os indivíduos.
L. M. Lemos e B. B. Gusmão. Émile Durkheim: Contribuições para se pensar a sociedade. Rio de Janeiro: Revista Vértices, ano 5, n.º 2, maio/ago./2003, p. 81-3 (com adaptações)
Considere o trecho abaixo:
(...) O capítulo o “Iluminismo como mistificação das massas” abre com uma refutação de suas teses sociológicas. Com efeito, ...... pensava que o crescimento da divisão do trabalho levaria a um processo de diferenciação social que só poderia ser integrado ao todo social no seio de um novo tipo de solidariedade, a solidariedade .......
(Adaptado de: ORTIZ, R. A Escola de Frankfurt e a Questão da Cultura, RBCS, n. 1, vol. 1, jun. 1986)
Preencha, correta e respectivamente, as lacunas da frase acima:
(...) dispomos unicamente de um processo comprovativo de que um fenômeno é a causa do outro, de acordo com o qual se comparam os casos em que estes se encontram simultaneamente presentes ou ausentes (...) como os fenômenos sociais escapam evidentemente à ação do operador, o método comparativo é o único que convém à sociologia.
(DURKHEIM, E. As Regras do Método Sociológico, São Paulo: Abril Cultural, 1978).
O sinônimo do método comparativo, o qual Durkheim julga como adequado à sociologia, é