Questões de Concurso Comentadas sobre problemas ambientais e medidas de conservação em biologia

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Q3911851 Biologia
A cidade de Buriticupu, no interior do Maranhão, tornou-se um emblemático caso nacional de desastre socioambiental em progresso. Crateras gigantes, algumas com mais de 70 metros de profundidade e centenas de metros de comprimento, avançam sobre o tecido urbano, tendo já destruído ruas e engolido dezenas de residências. Geólogos apontam que a combinação do solo arenoso e desprotegido da vegetação nativa com a alteração do regime de drenagem pelo crescimento urbano desordenado desencadeou o processo geológico de grande escala que ameaça partir a cidade ao meio. Este fenômeno, classificado como a forma mais severa de erosão hídrica linear, é conhecido como:
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Q3909604 Biologia

As ações antrópicas têm intensificado a redução de populações naturais, elevando o risco de extinção de espécies silvestres. A extinção é um processo irreversível e sua probabilidade aumenta à medida que as populações atingem tamanhos críticos. Nesses casos, torna-se necessário adotar estratégias de Manejo Conservacionista, voltadas à manutenção da viabilidade populacional e da integridade ecológica das espécies.


Considerando os princípios do manejo de fauna silvestre e os fatores associados à conservação de populações em risco, assinale a alternativa CORRETA.

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Q3909601 Biologia

As florestas de manguezal exercem importante função na proteção natural das áreas costeiras em diversas regiões tropicais. Quando esses ecossistemas são suprimidos para obtenção de combustível, implantação de carcinicultura ou expansão de assentamentos humanos, as zonas costeiras tornam-se mais vulneráveis às inundações associadas a eventos climáticos intensos.

De modo semelhante, o represamento de rios pode trazer benefícios como controle de cheias, fornecimento de água para irrigação e geração de energia, mas também pode acarretar alterações ambientais relevantes.


Fonte: Ricklefs, R.E. A Economia da Natureza. Quinta edição. Rio de Janeiro: Editora Guanabara Koogan, 2003.



Em determinados contextos ecológicos, podem ocorrer as alterações negativas descritas a seguir. Assinale a alternativa INCORRETA. 

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Q3873455 Biologia
A avaliação de riscos geológicos é parte integrante do licenciamento ambiental federal, especialmente em empreendimentos de mineração e infraestrutura. Sobre a dinâmica dos processos erosivos e a estabilidade de taludes rurícolas, assinale a alternativa correta.
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Q3872296 Biologia
Assinale a afirmativa INCORRETA: 
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Q4206419 Biologia
     O Brasil tem uma extensão de quase 5 milhões de quilômetros quadrados cobertos por fumaça, o que equivale a cerca de 60% do território nacional, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
     A situação se deve a um índice de queimadas recorde no País, principalmente na Amazônia, que registra o maior número de focos de incêndio em 19 anos.
CartaCapital. 2024.

Entre as alternativas a seguir, além do comprometimento da qualidade do ar, qual delas apresenta uma consequência ambiental das queimadas?
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Q4196565 Biologia
No livro “Do nicho ao lixo: ambiente, sociedade e educação”, Scarlato e Potin utilizam a expressão “reservatório natural”, com sentido semelhante ao de ecossistema. Assim, os autores consideram os manguezais um reservatório natural ameaçado, devido a vários impactos. Uma ação antrópica que é considerada uma causa direta da destruição das áreas de manguezais é
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Q4153765 Biologia
Na abordagem de Noções de Ecologia, a escola busca debater relações entre espécies e fatores ambientais. Dentre as alternativas a seguir, qual pode ser apontada como uma prática que desenvolve consciência ecológica e pensamento crítico? 
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Q4097290 Biologia
O desenvolvimento histórico da classificação das plantas em formas de vida demonstrou a evolução do conhecimento sobre a relação entre a morfologia vegetal e os fatores ambientais. O sistema moderno de formas biológicas, que associa a posição e proteção dos órgãos de crescimento às condições climáticas, foi organizado de modo que:
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Q4090068 Biologia
TEXTO

CORRIDA DO OURO NA AMAZÔNIA FAZ DISPARAR TRÁFICO DE MERCÚRIO


    De abril de 2019 a junho de 2025, foram traficadas aproximadamente 200 toneladas de mercúrio na América Latina, segundo a ONG internacional Agência de Investigação Ambiental (EIA). Trata-se do maior fluxo de mercúrio ilegal já reportado a nível mundial, suficiente para produzir o equivalente a 8 bilhões de dólares (cerca de R$ 43,9 bilhões) em ouro.

    O dado consta do relatório “Traffickers Leave No Stone Unturned” (“Traficantes não deixam pedra sobre pedra”, em tradução livre), que denuncia a produção de mercúrio em minas dentro da área protegida de Sierra Gorda, no estado mexicano de Querétaro. Reconhecido como reserva da biosfera pela Unesco, o local é associado pela ONG ao tráfico de ouro e ao crime organizado no México e na Colômbia.

    “O México é um dos poucos lugares no mundo que continua produzindo mercúrio. Desde as minas começamos a seguir a cadeia de produção, o transporte, o tráfico do México à Bolívia, Colômbia e Peru, o uso nesses países”, explica Julia Urrunaga, diretora da EIA no Peru.

    Os dados compilados pela ONG apontam que algumas das minas são controladas pelo cartel Jalisco Nueva Generación, e que o mercúrio extraído do México abastece garimpos de ouro controlados por cartéis na Bolívia, Colômbia e Peru. A mercadoria escoa em pequenas remessas, por rotas que chegam a incluir até mesmo os Estados Unidos; na Colômbia, parte importante dessas rotas é controlada pelos cartéis de droga.

    “Nossa investigação comprova que a cada ano toneladas de mercúrio são extraídas do México e logo traficadas para fora do país, para serem utilizadas no garimpo artesanal em toda a Amazônia”, afirma Urrunaga. “Levamos cerca de quatro anos para poder revelar o modus operandi de uma das redes transnacionais criminais que operam nesse setor.”

     Em junho de 2025, autoridades aduaneiras no Peru apreenderam aproximadamente 4 toneladas de mercúrio mexicano – a maior quantidade de que se tem notícia em um país amazônico. “O tráfico de mercúrio está associado a atores ilegais sobre os quais os países não têm o controle que deveriam ter. Esse tráfico tem muito a ver com a mineração ilegal na Bolívia, na Colômbia e no Peru, e que é abastecido ilegalmente com mercúrio”, explica Jimena Nieto, professora de tratados ambientais e ex-negociadora do governo colombiano.

    Segundo o relatório da EIA, desde maio há uma “febre do mercúrio” na região, com o insumo sendo vendido pelos traficantes a um valor recorde de 330 dólares por quilo (cerca de R$ 1,8 mil) devido ao aumento do preço do ouro. “Em média, no contexto amazônico, estima-se que sejam necessárias entre 1,5 e 2,5 gramas de mercúrio para a produção de um grama de ouro”, explica Urrunaga.

    Por esse cálculo, segundo ela, as 200 toneladas de mercúrio traficado foram usadas para produzir o equivalente a 8 bilhões de dólares (cerca de R$ 43,9 bilhões) em ouro, em valores atuais. O mercúrio é essencial para o garimpo ilegal de ouro na Amazônia, apesar de ser altamente poluente.

    “O mercúrio usado na mineração de ouro penetra nos corpos d’água quando chove – e, uma vez ali, entra facilmente no ecossistema”, afirma a Aliança Amazônica para a Redução dos Impactos de Mineração do Ouro (Aarimo). “Dado que o mercúrio se une às moléculas orgânicas, acumulando-se nos organismos e se biomagnificando (ampliando sua presença) cada vez que sobe na cadeia alimentar, esse poluente está colocando em risco a sobrevivência de centenas de povos únicos.”

    “O comércio ilegal de mercúrio na América Latina é uma prática que se acentuou nos últimos anos, particularmente desde a adoção da Convenção de Minamata sobre Mercúrio, pois este acordo internacional proíbe ou restringe o comércio entre determinadas fontes e usos de mercúrio, e estabelece rígidos protocolos sobre isso”, pontua Jordi Pon, coordenador regional de contaminação e produtos químicos do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) na América Latina e no Caribe.

    O tratado internacional citado por Pon visa proteger o meio ambiente e a saúde humana das emissões e liberações do metal tóxico. Em vigor desde agosto de 2016, ele regulamenta o fornecimento, comércio, uso, emissões, liberações e armazenamento de mercúrio, bem como a gestão de resíduos e locais contaminados pelo metal pesado.

    O tratado foi ratificado pelo México em setembro de 2015 e em 2018 pela Colômbia. Ainda assim, a Aarimo afirma que o mercúrio “é traficado por nossas fronteiras sem muitas dificuldades devido aos grandes desafios de segurança territorial que a governança enfrenta, especialmente nas paisagens amazônicas”.

    “A eficácia dessas medidas depende da vontade política dos países e dos recursos que destinam para implementar suas leis nacionais em matéria de uso do mercúrio”, ressalta Nieto. A especialista é também membro do Comitê de Implementação e Cumprimento da Convenção de Minamata para o período de 2022-2025, um dos poucos existentes em tratados ambientais.

    Em março de 2025, o Pnuma lançou uma iniciativa para “acelerar o cumprimento da Convenção de Minamata” mediante “melhor compreensão e controle do comércio de mercúrio na América Latina”. A ação, segundo Pon, visa fortalecer a troca de informações e a cooperação regional entre os países mais afetados pelo comércio e uso do mercúrio.

    Entre as primeiras ações do projeto, que será realizado ao longo de três anos em Bolívia, Colômbia, Equador, Honduras, México e Peru, estão a análise das fontes de suprimento de mercúrio, principalmente no México. Mas para solucionar mesmo o problema, segundo Urrunaga, é preciso erradicar a produção contínua de mercúrio no México. “São necessárias ações urgentes para fechar essas minas e garantir uma transição justa para as comunidades mineiras, que na realidade são as primeiras vítimas desse metal tóxico”, aponta.

    Posição semelhante é adotada pela Aarimo – que, apesar de reconhecer a Convenção de Minamata com “um grande passo para agir globalmente frente às consequências do mercúrio”, reclama que “diante dos grandes impactos à saúde e à biodiversidade, as ações deveriam ser mais contundentes e rápidas, já que, devido aos preços e à crescente demanda por ouro, é mais difícil controlar o aumento do uso do mercúrio”.


Disponível em:<https://www.dw.com/pt-br/tráfico-demercúrio-dispara-em-meio-a-corrida-do-ouro-na-amazônia/a73704134>. Adaptado. Acesso em: 18 de setembro de 2025. 
Os efeitos ambientais do mercúrio, segundo o texto, podem ser descritos como: 
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Q4089525 Biologia
TEXTO

VITAIS PARA O ECOSSISTEMA, FUNGOS ESTÃO SOB AMEAÇA



    O reino Fungi – segundo maior reino de seres vivos, depois dos animais – está em um momento de destaque. Não porque sirva como espinha dorsal de ecossistemas saudáveis, mas porque está em risco. Pela primeira vez na história, mais de mil espécies de fungos foram adicionadas à Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), frequentemente chamada de “Barômetro da Vida”.

    Como muitos organismos, essas espécies de fungos – que representam apenas uma pequena fração daquelas que se acredita existirem – estão em risco devido a uma combinação de fatores, incluindo desmatamento, desenvolvimento urbano e toxinas. “Os fungos são especialmente vulneráveis à poluição, principalmente por fertilizantes e emissões de combustíveis fósseis”, disse Lynne Boddy, especialista em ecologia fúngica da Universidade de Cardiff, no Reino Unido.

     Ela afirma que protegê-los exige ações direcionadas, porque eles têm “necessidades específicas e devem ser considerados de acordo com suas próprias características nos esforços de conservação, e não apenas agrupados com outros organismos”. Mas nem sempre é fácil conscientizar as pessoas sobre os fungos – que muitas vezes são vistos como ingrediente de pizza, na forma de cogumelos, ou um complemento indesejado para uma parede úmida, em se tratando de mofo.

     “Muitos se importam com os animais, principalmente se forem organismos fofinhos e amigáveis com os quais as pessoas têm alguma afinidade, como os pandas”, disse Boddy, acrescentando que a maioria dos fungos não tem esse efeito emotivo. “Talvez os humanos não consigam se apegar a eles”, acrescenta.

    Os fungos podem não ganhar concursos de fofura, mas desempenham um papel importante na manutenção da coesão de toda a teia da vida. Dependendo do tipo, os fungos são encontrados em diversos ambientes: do solo e florestas a lagos de água doce, ecossistemas marinhos e até mesmo na pele humana.

     Os fungos micorrízicos sustentam ecossistemas florestais, ajudando as plantas a trocar nutrientes, água e até mesmo informações, formam relações simbióticas com as raízes da maioria da flora e são essenciais para o crescimento de até 90% das espécies de plantas.

      Em outras palavras: “A vida na Terra depende de fungos”, disse Gregory M. Mueller, cientista-chefe do Jardim Botânico de Chicago, nos EUA. Eles também são essenciais para a morte na Terra. Conhecidos como recicladores da natureza, eles desfazem madeira morta ou em decomposição, folhas e outras matérias vegetais. “Sem eles, estaríamos soterrados sob montes de lixo orgânico”, disse Mueller, que lidera os programas de fungos da IUCN e contribuiu para a recente Lista Vermelha.

      Embora florestas e pastagens sejam geralmente consideradas reservas de carbono, são os fungos que ajudam a capturar o carbono no solo. Mueller afirmou que os fungos são “essenciais para o sequestro de carbono a longo prazo”, o processo de retenção de carbono para que não contribua para o aquecimento global. “Sem eles, a mudança climática seria muito pior”, afirmou o especialista.

      Os fungos micorrízicos são responsáveis por armazenar até um terço das emissões globais anuais de combustíveis fósseis no solo. O que os torna a “instalação” de armazenamento de carbono mais eficiente do mundo.

      Ao mesmo tempo, os fungos são afetados pelas mudanças climáticas, em grande parte por meio de alterações nos níveis de hidratação. Mueller cita o exemplo do Brasil, onde as florestas nubladas em montanhas dependem de certos níveis de umidade, que vêm diminuindo paralelamente às mudanças nos padrões de precipitação.

    Ele afirma que isso não apenas altera o habitat, mas “afeta as plantas das quais os fungos dependem; elas secam e impedem que os fungos completem seu ciclo de vida”. Um mundo sem fungos não só se tornaria menos propício à vida humana devido ao aumento das temperaturas globais e aos eventos climáticos extremos relacionados, como também as árvores e as plantações cresceriam mais fracas, mais lentamente e se tornariam mais vulneráveis a doenças e à seca.

    E isso impactaria a disponibilidade de alimentos e medicamentos. Cerca de 40% dos medicamentos modernos no mundo ocidental são derivados de plantas. Entre eles, por exemplo, a galantamina, derivada de Galanthus nivalis para tratar a doença de Alzheimer, ou a apomorfina, um composto semissintético extraído da morfina, Papaver somniferum, usada para tratar a doença de Parkinson.

    Os fungos são uma parte tão integral da teia da vida que, se desaparecessem, a maioria das formas de vida, incluindo os humanos, não sobreviveria. [...]


CHAIKA, Anna. Vitais para o ecossistema, fungos estão sob ameaça. Artigo publicado na página da Deutsche Welle Brasil. Adaptado. Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/vitais-para-o-ecossistemafungos-estão-sob-ameaça-72277284. Acesso em: 18 de abril de 2025.
Com base no texto, assinale a alternativa que expressa CORRETAMENTE a razão pela qual os fungos exigem ações específicas de conservação.
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Q3921859 Biologia
O combate às emissões de gases de efeito estufa é um dos principais desafios da atualidade. Nesse contexto, o processo de descarbonização tem sido incorporado a diversas atividades produtivas, incluindo a agropecuária.

ntre as práticas adotadas, destacam-se:

1. a integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), que promove o uso sustentável do solo e contribui para a redução das emissões de dióxido de carbono;
2. a suplementação alimentar do gado bovino, que diminui a fermentação entérica e, consequentemente, a liberação de metano.

As práticas 1 e 2 auxiliam na descarbonização por reduzir as emissões, respectivamente, dos gases:
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Q3797161 Biologia
“A mudança da consciência ambiental na sociedade deve ocorrer numa ordem evolutiva, contínua, tendo ligação direta com os anseios dessa mesma sociedade. A partir do desenvolvimento da consciência ambiental nas crianças, através dos professores, pretende-se uma mudança na sociedade, em decorrência de uma abordagem social e política da questão” (Oliveira e Brasil, 2007). Dentro desse contexto, pode-se falar que o melhor local para se estudar e viver a educação ambiental é:
(Oliveira e Brasil, 2007).
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Q3793518 Biologia
A perda de biodiversidade em um ecossistema pode levar à:
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Q3757885 Biologia
Uma cooperativa agrícola enfrenta surtos recorrentes de pragas em lavouras de milho. A diretoria pressiona os técnicos a aumentarem o uso de inseticidas químicos, mas a equipe técnica defende a adoção do Manejo Integrado de Pragas (MIP), considerando os impactos ambientais, econômicos e sociais.
Nesse contexto, a estratégia central do MIP consiste em 
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Q3757884 Biologia
Um gestor de projetos agrícolas sustentáveis foi contratado por uma cooperativa que deseja implementar sistemas de produção mais resilientes, integrando práticas agroecológicas consolidadas mundialmente. Para orientar decisões sobre investimentos, treinamento e tecnologias, ele estudou abordagens históricas da agroecologia, desenvolvidas ao longo do século XX, que valorizam a integração ecológica, o conhecimento local e a sustentabilidade.
Com base nesse cenário, analise os itens a seguir:

I. Rudolf Steiner é reconhecido como o pai da agricultura orgânica que valoriza a compostagem, a rotação de culturas e o manejo sustentável sem insumos químicos sintéticos, reconhecida como Agricultura Orgânica

II. A agricultura natural criada por Mokichi Okada no Japão promove a reconexão do ser humano com a natureza por meio de gratidão e respeito à ancestralidade. Dispensa o uso de agrotóxicos preservando o solo.

III. Bill Mollison, na Austrália, criou a permacultura nos anos 1970, propondo sistemas agrícolas integrados e sustentáveis inspirados em padrões da natureza.


Está correto o que se afirma em 
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Q3757876 Biologia
O método usado na recuperação ambiental que se baseia na criação de pequenas “ilhas” de vegetação para estimular a regeneração natural é denominado
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Q3757874 Biologia
O resgate de fauna realizado em áreas de grandes obras tem como principal objetivo
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Q3757871 Biologia
Em relação ao papel das florestas no sistema climático, analise os itens a seguir:

I. A floresta amazônica influencia o regime de chuvas pela evapotranspiração.
II. As florestas atuam como importantes sumidouros de carbono, armazenando grandes quantidades na biomassa.
III. A perda florestal reduz a biodiversidade, mas não interfere nos serviços ecossistêmicos climáticos.


Está correto o que se afirma em
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Q3757868 Biologia
O aumento da ocorrência de eventos extremos de enchentes, como os registrados no Rio Grande do Sul em 2024, ressaltou ainda mais a importância da previsão de enchentes para mitigação de danos. O geoprocessamento constitui uma ferramenta fundamental para identificar áreas mais suscetíveis a enchentes. Nesse cenário, considere as assertivas:

I. Mapeamento de uso e cobertura do solo;
II. Análise hipsométrica da bacia hidrográfica;
III. Mapas de distribuição de espécies ameaçadas.


É essencial para o mapeamento de risco de enchente o que está descrito em
Alternativas
Respostas
141: E
142: D
143: C
144: D
145: B
146: D
147: D
148: C
149: D
150: A
151: C
152: B
153: A
154: B
155: D
156: A
157: B
158: A
159: C
160: B