Questões de Concurso
Comentadas sobre herança ligada ao sexo em biologia
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I. Em uma população endogâmica, o tamanho efetivo tende a diminuir geração a geração. II. Alelos recessivos letais são eliminados mais vagarosamente em populações endogâmicas do que em populações panmíticas. III. Em uma população endogâmica, as frequências alélicas se mantêm geração a geração, mas as frequências genotípicas se alteram. IV. Em populações endogâmicas, a variabilidade genética intrapopulacional geralmente é alta, e a variabilidade genética interpopulacional é baixa. V. A depressão endogâmica geralmente é atribuída ao aumento da frequência de homozigotos recessivos.
Entre as informações genéticas importantes na identificação deindivíduos, temos os dados relativos aos grupos sanguíneos.Considere o seguinte heredograma de uma família em relação aosistema ABO, em que:
• 1, 2, 5 e 7 têm o fenótipo A,
• 8 tem o fenótipo B,
• 4 e 9 são homozigotos recessivos.
Com relação ao sistema ABO e as informações acima, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.
( ) O genótipo do homem 6 é IB i.
( ) O único genótipo possível para a mulher 3 é IA i.
( ) A chance do menino 10 ser o receptor universal em relação ao sistema ABO é 1/2.
As afirmativas são, respectivamente,
Observe a seguir o esquema que mostra o resultado parcial do sequenciamento de duas amostras de DNA, provenientes de dois indivíduos diferentes (I e II). Os picos mostram o resultado para o gene da amelogenina.
Considerando a inexistência de alterações cromossomiais, a análise do eletroferograma permite concluir que
(Fonte: https://andrologylab.gr/en/services/genetic-testing/karyotype/)
A explicação possível para o fato de este casal ter tido um filho daltônico é ter ocorrido a não disjunção dos(as)
Assinale a alternativa que indica corretamente a porcentagem de chance de uma criança manifestar a doença sendo filho de um casal onde ambos são heterozigotos para o referido gene.
A chance deste casal ter uma criança surda é
A cromatina sexual está presente, predominantemente, em indivíduos de sexo

Considerando os alelos responsáveis pela herança dos antígenos ABO e D, o indivíduo testado pode, por exemplo, apresentar genótipos como

A hemofilia é uma doença genética cuja herança é
A descoberta tornou-se o registro mais antigo da síndrome de
A fenilcetonúria ou PKU, como é mundialmente conhecida, é uma doença genética causada por uma mutação no gene que codifica a enzima fenilalanina-hidroxilase, responsável pela transformação do aminoácido fenilalanina (PHE) em tirosina.
A elevação de fenilalanina no sangue acima de 10mg/dL permite a passagem em quantidade excessiva para o sistema nervoso central, no qual o acúmulo tem efeito tóxico. A PKU é determinada por um alelo recessivo do gene que codifica a enzima e a doença é, comumente, detectada pelo "teste do pezinho".
(adaptado de https://www.scielo.br/j/rn/a/nL4Sv4c8k8hXxjXMRCdcnNh/?lang=pt)
Em um casal, o marido é fenilcetonúrico e a esposa não, porém filha de um casal heterozigoto para a característica.
Eles querem saber a chance de terem uma criança com a doença. A resposta a esta pergunta é
Figura 5A2

Os perfis genéticos dos indivíduos I-1 e I-2 para um
determinado marcador genético são 11-15 e 14-16,
respectivamente.
Figura 5A2

Os perfis genéticos dos indivíduos I-1 e I-2 para um
determinado marcador genético são 11-15 e 14-16,
respectivamente.
História familial: Três diferentes famílias, A, B e C, têm vários casos de surdez. A análise do padrão de herança em cada família demostra que indivíduos surdos são sempre filhos de indivíduos surdos ou, quando os indivíduos que compõem o casal são heterozigotos, cerca de ¼ dos filhos nascem com surdez. Observa-se, porém, que, quando os indivíduos com surdez da família A têm filhos com indivíduos com surdez da família B, todas as crianças nascem com surdez, como é o esperado. Por outro lado, quando indivíduos com surdez das famílias A ou B têm filhos com indivíduos com surdez da família C, todas as crianças nascem sem surdez.
Certamente isso ocorreu porque
O cromossomo Y humano é amplamente utilizado na análise forense de DNA, particularmente nos casos em que o perfil de DNA autossômico padrão não é informativo. O uso forense do DNA do cromossomo Y foi bastante relevante em um caso que ocorreu em Queensday, Holanda, em 30 de maio de 1999. Nesse caso, uma menina de 16 anos foi participar de um evento para comemorar o aniversário da rainha. Na volta para casa à noite, ela foi estuprada e assassinada, com sua garganta sendo cortada. Vestígios de sêmen foram encontrados dentro e sobre seu corpo. Não havia testemunha, e nenhuma pista do perfil de DNA autossômico padrão permitiu a resolução do caso. O caso só foi resolvido após 14 anos, por meio de uma análise inovadora de alelos de loci STR do cromossomo Y. Um dos suspeitos na época do crime era um homem refugiado, oriundo do Iraque. Inclusive, logo após o crime, a população local expressou veementemente sua convicção de que o assassino deveria ser um refugiado. Contundo, a partir das análises do cromossomo Y, foi concluído que os ancestrais paternos eram originários do noroeste da Europa. Isso só foi possível, por meio da comparação dos dados do cromossomo Y obtidos do sêmen do assassino com aqueles armazenados em um banco de dados de referência de haplótipos do cromossomo Y (YHRD). Pensando na aplicabilidade do cromossomo Y, qual alternativa apresenta corretamente o motivo do DNA do cromossomo Y ser útil para inferir ancestralidade, em especial ao se considerar a ancestralidade biogeográfica?