Questões de Concurso Sobre áudio e vídeo

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Q1630982 Áudio e Vídeo
Em relação aos movimentos considera-se equivocado afirmar que...
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Q1630981 Áudio e Vídeo
Sobre ângulo é possível afirmar:
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Q1630980 Áudio e Vídeo
A key light, na iluminação de três pontos:
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Q1630979 Áudio e Vídeo
Sobre iluminação não é possível afirmar que:
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Q1630978 Áudio e Vídeo
Em relação à linguagem estética utilizada durante a apresentação dos telejornais ao longo das suas quase sete décadas no Brasil, não se pode afirmar que:
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Q1630838 Áudio e Vídeo
Em uma edição de áudio podemos aumentar ou diminuir gradual o nível de um sinal de áudio. Como é o nome dado a esse processo?
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Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN
Q1226296 Áudio e Vídeo
Na cena, o diretor deve informar o telespectador sobre a passagem do tempo com a seguinte inscrição eletrônica na tela do vídeo: “Alguns anos depois”. Nesse caso, o assistente de direção e produção deve solicitar a utilização da técnica de
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Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN
Q1226279 Áudio e Vídeo
Na gravação de uma cena externa, o diretor deu o seguinte comando para o cinegrafista: “Comece com take fechado da porta do palácio e abra até mostrá-lo por completo”. Nesse caso, o cinegrafista deve fazer o movimento de
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Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN
Q1226243 Áudio e Vídeo
Em uma tomada de imagem no ambiente externo, o diretor quis contemplar toda a paisagem agrupando os elementos presentes na cena, desde que mostrasse os atores por inteiro. Um recurso para atender às necessidades de imagem do diretor é fazer bom uso do plano 
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Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN
Q1219769 Áudio e Vídeo
A mesa de áudio ou de controle de áudio é um equipamento essencial em um estúdio e, independente do modelo ser analógico ou digital, ela tem como uma de suas funções principais
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Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN
Q1219734 Áudio e Vídeo
Para minimizar a distorção, ao reduzir as diferenças de nível entre trechos com volume baixo e alto num som gravado ou transmitido, o sonoplasta deverá fazer uso de um
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Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN
Q1219726 Áudio e Vídeo
Um recurso que facilita e torna mais ágil a montagem de uma peça sonora durante a edição é a decupagem do áudio. O sonoplasta deve entender esse processo, que consiste em
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Ano: 2017 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Santa Rosa - RS
Q1209314 Áudio e Vídeo
“É possível classificar microfones tanto devido ao princípio de conversão, quanto a _____________ No primeiro caso, podemos classifica-los como microfones de fita ou ______________. Já no segundo, eles podem ser _______________, cardioides ou supercardioides.
Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
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Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN
Q1186809 Áudio e Vídeo
No ensaio de uma cena, o diretor percebeu que o ator estava com uma das mãos mais pálida em relação ao rosto. Considerando que o ator fará uma tomada das mãos em close, o assistente de direção e produção, a fim de resolver o problema da forma mais breve possível, deve convocar um
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Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN
Q1186800 Áudio e Vídeo
No trabalho de pós-produção, o diretor recolheu as imagens e os áudios e se encaminhou à ilha de edição digital. Para ele, esse processo seria mais prático e rápido, por possibilitar a autonomia das fontes. A edição digital também é conhecida como
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Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN
Q1186504 Áudio e Vídeo
Um assistente de direção e produção recebeu orientação do diretor para conferir, no estúdio, se o grid estava ajustado conforme as necessidades da gravação da cena. Grid está relacionado ao sistema de
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Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN
Q1183546 Áudio e Vídeo
Trabalho escravo é ainda uma realidade no Brasil
Esse tipo de violação não prende mais o indivíduo a correntes, mas acomete a liberdade do trabalhador e o mantém submisso a uma situação de exploração Natalia Suzuki (*) e Thiago Casteli
O trabalho escravo ainda é uma violação de direitos humanos que persiste no Brasil. A sua existência foi assumida pelo governo federal perante o país e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) em 1995, o que fez com que o Brasil se tornasse uma das primeiras nações do mundo a reconhecer oficialmente a escravidão contemporânea em seu território. Daquele ano até 2016, mais de 50 mil trabalhadores foram libertados de situações análogas a de escravidão em atividades econômicas nas zonas rural e urbana. Quem é o trabalhador escravo? Em geral, são migrantes que deixaram suas casas em busca de melhores condições de vida e de sustento para as suas famílias. Saem de suas cidades atraídos por falsas promessas de aliciadores ou migram, forçadamente, por uma série de motivos, que pode incluir a falta de opção econômica, guerras e até perseguições políticas. No Brasil, os trabalhadores provêm de diversos estados das regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte, mas também podem ser migrantes internacionais de países latino-americanos – como a Bolívia, Paraguai e Peru –, africanos, além de procedentes do Haiti e do Oriente Médio. Essas pessoas podem se destinar à região de expansão agrícola ou aos centros urbanos à procura de oportunidades de trabalho. Tradicionalmente, o trabalho escravo é empregado em atividades econômicas na zona rural, como a pecuária, a produção de carvão e os cultivos de cana-de-açúcar, soja e algodão. Nos últimos anos, essa situação também é verificada em centros urbanos, principalmente na construção civil e na confecção têxtil. No Brasil, 95% das pessoas submetidas ao trabalho escravo rural são homens. Em geral, as atividades para as quais esse tipo de mão-de-obra é utilizado exigem força física, por isso, os aliciadores buscam principalmente homens e jovens. Os dados oficiais do Programa SeguroDesemprego de 2003 a 2014 indicam que, entre os trabalhadores libertados, 72,1% são analfabetos ou não concluíram o quinto ano do Ensino Fundamental. Muitas vezes, o trabalhador submetido ao trabalho escravo consegue fugir da situação de exploração, colocando a sua vida em risco. Quando tem sucesso em sua empreitada, recorre a órgãos governamentais ou a organizações da sociedade civil para denunciar a violação que sofreu. Diante disso, o governo brasileiro tem centrado seus esforços para o combate desse crime, especialmente na fiscalização de propriedades e na repressão por meio da punição administrativa e econômica de empregadores flagrados utilizando mão-de-obra escrava. Enquanto isso, o trabalhador libertado tende a retornar a sua cidade de origem, onde as condições que o levaram a migrar permanecem as mesmas. Diante dessa situação, o indivíduo pode novamente ser aliciado para outro trabalho em que será explorado, perpetuando uma dinâmica que chamamos de “Ciclo do Trabalho Escravo”. Para que esse ciclo vicioso seja rompido, são necessárias ações que incidam na vida do trabalhador para além do âmbito da repressão do crime. Por isso, a erradicação do problema passa também pela adoção de políticas públicas de assistência à vítima e prevenção para reverter a situação de pobreza e de vulnerabilidade de comunidades. Dentre essas políticas, estão as ações formativas no âmbito da educação, como aquelas propostas pelo programa Escravo, nem pensar!
No último parágrafo do texto, predomina a
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Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN
Q1183313 Áudio e Vídeo
Trabalho escravo é ainda uma realidade no Brasil
Esse tipo de violação não prende mais o indivíduo a correntes, mas acomete a liberdade do trabalhador e o mantém submisso a uma situação de exploração Natalia Suzuki (*) e Thiago Casteli
O trabalho escravo ainda é uma violação de direitos humanos que persiste no Brasil. A sua existência foi assumida pelo governo federal perante o país e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) em 1995, o que fez com que o Brasil se tornasse uma das primeiras nações do mundo a reconhecer oficialmente a escravidão contemporânea em seu território. Daquele ano até 2016, mais de 50 mil trabalhadores foram libertados de situações análogas a de escravidão em atividades econômicas nas zonas rural e urbana. Quem é o trabalhador escravo? Em geral, são migrantes que deixaram suas casas em busca de melhores condições de vida e de sustento para as suas famílias. Saem de suas cidades atraídos por falsas promessas de aliciadores ou migram, forçadamente, por uma série de motivos, que pode incluir a falta de opção econômica, guerras e até perseguições políticas. No Brasil, os trabalhadores provêm de diversos estados das regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte, mas também podem ser migrantes internacionais de países latino-americanos – como a Bolívia, Paraguai e Peru –, africanos, além de procedentes do Haiti e do Oriente Médio. Essas pessoas podem se destinar à região de expansão agrícola ou aos centros urbanos à procura de oportunidades de trabalho. Tradicionalmente, o trabalho escravo é empregado em atividades econômicas na zona rural, como a pecuária, a produção de carvão e os cultivos de cana-de-açúcar, soja e algodão. Nos últimos anos, essa situação também é verificada em centros urbanos, principalmente na construção civil e na confecção têxtil. No Brasil, 95% das pessoas submetidas ao trabalho escravo rural são homens. Em geral, as atividades para as quais esse tipo de mão-de-obra é utilizado exigem força física, por isso, os aliciadores buscam principalmente homens e jovens. Os dados oficiais do Programa SeguroDesemprego de 2003 a 2014 indicam que, entre os trabalhadores libertados, 72,1% são analfabetos ou não concluíram o quinto ano do Ensino Fundamental. Muitas vezes, o trabalhador submetido ao trabalho escravo consegue fugir da situação de exploração, colocando a sua vida em risco. Quando tem sucesso em sua empreitada, recorre a órgãos governamentais ou a organizações da sociedade civil para denunciar a violação que sofreu. Diante disso, o governo brasileiro tem centrado seus esforços para o combate desse crime, especialmente na fiscalização de propriedades e na repressão por meio da punição administrativa e econômica de empregadores flagrados utilizando mão-de-obra escrava. Enquanto isso, o trabalhador libertado tende a retornar a sua cidade de origem, onde as condições que o levaram a migrar permanecem as mesmas. Diante dessa situação, o indivíduo pode novamente ser aliciado para outro trabalho em que será explorado, perpetuando uma dinâmica que chamamos de “Ciclo do Trabalho Escravo”. Para que esse ciclo vicioso seja rompido, são necessárias ações que incidam na vida do trabalhador para além do âmbito da repressão do crime. Por isso, a erradicação do problema passa também pela adoção de políticas públicas de assistência à vítima e prevenção para reverter a situação de pobreza e de vulnerabilidade de comunidades. Dentre essas políticas, estão as ações formativas no âmbito da educação, como aquelas propostas pelo programa Escravo, nem pensar!
O Ciclo do Trabalho Escravo mencionado no texto significa a
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Q1024286 Áudio e Vídeo
Programas de computador para edição de áudio são parte fundamental de uma pós-produção audiovisual. Porém, as edições relativas aos aspectos sonoros da produção, como mixagens, colagens, correções, etc., são realizadas em programas específicos para áudio. Existem vários programas no mercado como, por exemplo, o Pro Tools da AVID, o Logic Pro da Apple, o Cubase da Steinberg, o Reaper da Cockos, e alguns outros menos populares mas ainda assim eficientes no processo de edição e mixagem.
As principais funções que um programa de mixagem e edição de áudio deve ter são:
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Q1024285 Áudio e Vídeo
Um dos formatos de áudio comprimido mais populares é o mp3 – MPEG Audio Layer III. Segundo Stephen Witt em seu livro Como a música ficou grátis, “as informações da Era Digital eram armazenadas em unidades binárias de zero ou um chamada de “bits”, e o objetivo da compressão era usar o mínimo possível de bits. O áudio nos CDs usava 1,4 milhão de bits para armazenar um único segundo de som estéreo. Seitzer (Dieter Seitzer – um dos idealizadores do mp3) queria fazer com 128 mil”.
Pode-se dizer então que o mp3:
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Respostas
3081: C
3082: E
3083: A
3084: D
3085: A
3086: A
3087: D
3088: C
3089: A
3090: B
3091: B
3092: C
3093: C
3094: B
3095: A
3096: A
3097: C
3098: B
3099: B
3100: B