Questões de Concurso Sobre áudio e vídeo

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Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN
Q1186504 Áudio e Vídeo
Um assistente de direção e produção recebeu orientação do diretor para conferir, no estúdio, se o grid estava ajustado conforme as necessidades da gravação da cena. Grid está relacionado ao sistema de
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Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN
Q1183546 Áudio e Vídeo
Trabalho escravo é ainda uma realidade no Brasil
Esse tipo de violação não prende mais o indivíduo a correntes, mas acomete a liberdade do trabalhador e o mantém submisso a uma situação de exploração Natalia Suzuki (*) e Thiago Casteli
O trabalho escravo ainda é uma violação de direitos humanos que persiste no Brasil. A sua existência foi assumida pelo governo federal perante o país e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) em 1995, o que fez com que o Brasil se tornasse uma das primeiras nações do mundo a reconhecer oficialmente a escravidão contemporânea em seu território. Daquele ano até 2016, mais de 50 mil trabalhadores foram libertados de situações análogas a de escravidão em atividades econômicas nas zonas rural e urbana. Quem é o trabalhador escravo? Em geral, são migrantes que deixaram suas casas em busca de melhores condições de vida e de sustento para as suas famílias. Saem de suas cidades atraídos por falsas promessas de aliciadores ou migram, forçadamente, por uma série de motivos, que pode incluir a falta de opção econômica, guerras e até perseguições políticas. No Brasil, os trabalhadores provêm de diversos estados das regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte, mas também podem ser migrantes internacionais de países latino-americanos – como a Bolívia, Paraguai e Peru –, africanos, além de procedentes do Haiti e do Oriente Médio. Essas pessoas podem se destinar à região de expansão agrícola ou aos centros urbanos à procura de oportunidades de trabalho. Tradicionalmente, o trabalho escravo é empregado em atividades econômicas na zona rural, como a pecuária, a produção de carvão e os cultivos de cana-de-açúcar, soja e algodão. Nos últimos anos, essa situação também é verificada em centros urbanos, principalmente na construção civil e na confecção têxtil. No Brasil, 95% das pessoas submetidas ao trabalho escravo rural são homens. Em geral, as atividades para as quais esse tipo de mão-de-obra é utilizado exigem força física, por isso, os aliciadores buscam principalmente homens e jovens. Os dados oficiais do Programa SeguroDesemprego de 2003 a 2014 indicam que, entre os trabalhadores libertados, 72,1% são analfabetos ou não concluíram o quinto ano do Ensino Fundamental. Muitas vezes, o trabalhador submetido ao trabalho escravo consegue fugir da situação de exploração, colocando a sua vida em risco. Quando tem sucesso em sua empreitada, recorre a órgãos governamentais ou a organizações da sociedade civil para denunciar a violação que sofreu. Diante disso, o governo brasileiro tem centrado seus esforços para o combate desse crime, especialmente na fiscalização de propriedades e na repressão por meio da punição administrativa e econômica de empregadores flagrados utilizando mão-de-obra escrava. Enquanto isso, o trabalhador libertado tende a retornar a sua cidade de origem, onde as condições que o levaram a migrar permanecem as mesmas. Diante dessa situação, o indivíduo pode novamente ser aliciado para outro trabalho em que será explorado, perpetuando uma dinâmica que chamamos de “Ciclo do Trabalho Escravo”. Para que esse ciclo vicioso seja rompido, são necessárias ações que incidam na vida do trabalhador para além do âmbito da repressão do crime. Por isso, a erradicação do problema passa também pela adoção de políticas públicas de assistência à vítima e prevenção para reverter a situação de pobreza e de vulnerabilidade de comunidades. Dentre essas políticas, estão as ações formativas no âmbito da educação, como aquelas propostas pelo programa Escravo, nem pensar!
No último parágrafo do texto, predomina a
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Ano: 2017 Banca: COMPERVE - UFRN Órgão: UFRN
Q1183313 Áudio e Vídeo
Trabalho escravo é ainda uma realidade no Brasil
Esse tipo de violação não prende mais o indivíduo a correntes, mas acomete a liberdade do trabalhador e o mantém submisso a uma situação de exploração Natalia Suzuki (*) e Thiago Casteli
O trabalho escravo ainda é uma violação de direitos humanos que persiste no Brasil. A sua existência foi assumida pelo governo federal perante o país e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) em 1995, o que fez com que o Brasil se tornasse uma das primeiras nações do mundo a reconhecer oficialmente a escravidão contemporânea em seu território. Daquele ano até 2016, mais de 50 mil trabalhadores foram libertados de situações análogas a de escravidão em atividades econômicas nas zonas rural e urbana. Quem é o trabalhador escravo? Em geral, são migrantes que deixaram suas casas em busca de melhores condições de vida e de sustento para as suas famílias. Saem de suas cidades atraídos por falsas promessas de aliciadores ou migram, forçadamente, por uma série de motivos, que pode incluir a falta de opção econômica, guerras e até perseguições políticas. No Brasil, os trabalhadores provêm de diversos estados das regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte, mas também podem ser migrantes internacionais de países latino-americanos – como a Bolívia, Paraguai e Peru –, africanos, além de procedentes do Haiti e do Oriente Médio. Essas pessoas podem se destinar à região de expansão agrícola ou aos centros urbanos à procura de oportunidades de trabalho. Tradicionalmente, o trabalho escravo é empregado em atividades econômicas na zona rural, como a pecuária, a produção de carvão e os cultivos de cana-de-açúcar, soja e algodão. Nos últimos anos, essa situação também é verificada em centros urbanos, principalmente na construção civil e na confecção têxtil. No Brasil, 95% das pessoas submetidas ao trabalho escravo rural são homens. Em geral, as atividades para as quais esse tipo de mão-de-obra é utilizado exigem força física, por isso, os aliciadores buscam principalmente homens e jovens. Os dados oficiais do Programa SeguroDesemprego de 2003 a 2014 indicam que, entre os trabalhadores libertados, 72,1% são analfabetos ou não concluíram o quinto ano do Ensino Fundamental. Muitas vezes, o trabalhador submetido ao trabalho escravo consegue fugir da situação de exploração, colocando a sua vida em risco. Quando tem sucesso em sua empreitada, recorre a órgãos governamentais ou a organizações da sociedade civil para denunciar a violação que sofreu. Diante disso, o governo brasileiro tem centrado seus esforços para o combate desse crime, especialmente na fiscalização de propriedades e na repressão por meio da punição administrativa e econômica de empregadores flagrados utilizando mão-de-obra escrava. Enquanto isso, o trabalhador libertado tende a retornar a sua cidade de origem, onde as condições que o levaram a migrar permanecem as mesmas. Diante dessa situação, o indivíduo pode novamente ser aliciado para outro trabalho em que será explorado, perpetuando uma dinâmica que chamamos de “Ciclo do Trabalho Escravo”. Para que esse ciclo vicioso seja rompido, são necessárias ações que incidam na vida do trabalhador para além do âmbito da repressão do crime. Por isso, a erradicação do problema passa também pela adoção de políticas públicas de assistência à vítima e prevenção para reverter a situação de pobreza e de vulnerabilidade de comunidades. Dentre essas políticas, estão as ações formativas no âmbito da educação, como aquelas propostas pelo programa Escravo, nem pensar!
O Ciclo do Trabalho Escravo mencionado no texto significa a
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Q1024286 Áudio e Vídeo
Programas de computador para edição de áudio são parte fundamental de uma pós-produção audiovisual. Porém, as edições relativas aos aspectos sonoros da produção, como mixagens, colagens, correções, etc., são realizadas em programas específicos para áudio. Existem vários programas no mercado como, por exemplo, o Pro Tools da AVID, o Logic Pro da Apple, o Cubase da Steinberg, o Reaper da Cockos, e alguns outros menos populares mas ainda assim eficientes no processo de edição e mixagem.
As principais funções que um programa de mixagem e edição de áudio deve ter são:
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Q1024285 Áudio e Vídeo
Um dos formatos de áudio comprimido mais populares é o mp3 – MPEG Audio Layer III. Segundo Stephen Witt em seu livro Como a música ficou grátis, “as informações da Era Digital eram armazenadas em unidades binárias de zero ou um chamada de “bits”, e o objetivo da compressão era usar o mínimo possível de bits. O áudio nos CDs usava 1,4 milhão de bits para armazenar um único segundo de som estéreo. Seitzer (Dieter Seitzer – um dos idealizadores do mp3) queria fazer com 128 mil”.
Pode-se dizer então que o mp3:
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Q1024284 Áudio e Vídeo
O áudio digital é:
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Q1024283 Áudio e Vídeo
Microfones são transdutores, ou seja, convertem a energia acústica em energia elétrica. Miguel Ratton, especialista em áudio, divide os microfones em duas categorias: microfones dinâmicos e capacitativos (ou condensadores). Os microfones condensadores podem ser definidos como:
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Q1024282 Áudio e Vídeo
Medimos as frequências sonoras em Hertz e utilizamos a abreviação Hz. Porém, a audição humana possui limites. Pode-se dizer que os limites aproximados da audição humana estão entre:
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Q1024281 Áudio e Vídeo
O formato padrão da televisão digital no Brasil tem aproximadamente 1/4 (um quarto) da resolução em pixels do formato:
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Q1024280 Áudio e Vídeo
Com as mudanças tecnológicas da indústria, toda a cadeia produtiva audiovisual está sofrendo uma alteração. Embora ainda não seja um padrão de transmissão broadcasting, a resolução 4K já está disponível em plataformas como a Netflix. Por conseguinte, para assegurar a longevidade de uma produção audiovisual contemporânea, emissoras e plataformas de players de vídeo comerciais têm exigido das produtoras o envio do material audiovisual com resolução 4K. Ocorre que o processamento computacional desse formato em muitos casos é um gargalo para a agilidade de produção com os equipamentos atuais.
A fim de otimizar o trabalho de edição, ao menos na etapa inicial da decisão de montagem, na qual resoluções mais baixas ainda não se fazem necessárias ao acabamento de finalização de pós-produção, uma alternativa dos softwares de edição não linear é realizar o fluxo de trabalho através de:
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Q1024279 Áudio e Vídeo
Considere um monitor de última geração, com conexões HDMI, DVI e VGA, e um computador com placa de vídeo também de última geração. Assinale a conexão de vídeo que irá assegurar uma melhor qualidade de resolução de imagem e qualidade do sinal de vídeo.
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Q1024278 Áudio e Vídeo
O bit é a unidade binária utilizada em computadores para operações matemáticas. A imagem digital de 24 bits oferece uma possibilidade de combinações dos canais de cor denominada truecolor. Cada um dos pixels da imagem digital rasterizada pode assumir um valor dentre os disponíveis nessa paleta de cores. Isso representa, no sistema decimal, uma quantidade de possibilidade de cores próxima de:
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Q1024277 Áudio e Vídeo
Video Matte é o termo que designa imagens em tons de cinza que são utilizadas para obter-se, a partir de suas informações de luminância, níveis de transparência que serão utilizados para recortar um segunda fonte de vídeo. Considere uma imagem que desaparece gradualmente de cima para baixo, sobreposta a uma imagem de fundo. Assinale a alternativa de matte que irá assegurar o efeito acima proposto.
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Q1024276 Áudio e Vídeo
O YouTube utiliza players com proporção de 16:9. Na produção de um material audiovisual para ser postado no Youtube, e a fim de evitar as barras pretas laterais (letterbox) adicionadas automaticamente ao se fazer o upload de vídeos com relação de aspecto de imagem 4:3, assinale a alternativa de resolução (largura x altura de vídeo) que implicará a adição/exibição do letterbox.
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Q1024275 Áudio e Vídeo
O Adobe Premiere Pro CC oferece suporte a vários formatos de áudio e vídeo, tornando os fluxos de trabalho de pós-produção compatíveis com os formatos de transmissão mais recentes. Alguns desses formatos são nativos do próprio programa, embora alguns deles não sejam necessariamente compatíveis com os sistemas operacionais Windows e OS.
Assinale a alternativa de formato de arquivo NÃO nativo e NÃO compatível com OS do Mac.
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Q1024274 Áudio e Vídeo
No processo de edição e pós-produção em sistemas de edição não lineares é comum a utilização de arquivos de imagem, sejam estáticas ou em movimento, com o canal de transparência já integrado aos canais de cor. É o caso, por exemplo, de material videográfico (iconográfico) como tarjas semitransparentes, logomarcas e letterings para inserção sobre a imagem. Entretanto, somente alguns formatos de arquivos de vídeo e imagem dão suporte ao canal de transparência (Alpha Channel).
Assinale a alternativa de formato de imagem que NÃO dá suporte ao Alpha Channel.
Alternativas
Q1024273 Áudio e Vídeo
Reproduzir com exatidão a cor tal como é vista na natureza, seja num papel, num quadro ou no écran de um monitor não é tarefa fácil. Os modelos de cor foram criados para uniformizar a maneira como são especificadas as cores em formato digital, de modo a reproduzir com rigor a cor pretendida, seja pelo scanner, monitor ou impressora. Um modelo de cor é um sistema utilizado para organizar e definir cores conforme um conjunto de propriedades básicas que são reproduzíveis.
Assinale a alternativa que apresenta o modo de cor utilizado nos monitores de computador e em aparelhos de TV.
Alternativas
Q1024272 Áudio e Vídeo
Considerando ser necessário produzir um material audiovisual de alta qualidade, sem compressão de vídeo, assinale a alternativa que contém a melhor opção de formato Quicktime indicada.
Alternativas
Q1024271 Áudio e Vídeo
A iluminação para vídeo e cinema, seja em estúdio, seja em tomadas externas, é um elemento fundamental para assegurar a qualidade da imagem, tanto técnica quanto dramática. Em relação aos princípios básicos de iluminação para vídeo e cinema, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1024270 Áudio e Vídeo
Sobre os recursos da versão de 2015 do Adobe Premiere Pro CC relativos à criação e manipulação de projetos, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Respostas
3021: A
3022: C
3023: B
3024: B
3025: B
3026: D
3027: C
3028: D
3029: A
3030: X
3031: E
3032: D
3033: A
3034: E
3035: B
3036: A
3037: A
3038: X
3039: E
3040: C