Questões de Concurso
Sobre artes gráficas em artes visuais
Foram encontradas 92 questões
(Pierre Levy, 1995, in cultura digotal.br – organização Rodrigo Savazoni, Sergio Cohn – Rio de Janeiro: Beco do Azougue, 2009.).
Sobre a cultura digital, assinale a alternativa que contém afirmação INCORRETA:
Aponte o(s) item(ns) que apresenta(m) ilustre(s) artista(s) atual(is) dessa técnica:
I. Os gêmeos Otavio e Gustavo Pandolfo;
II. O inglês Banksy;
III. OfrancêsXavierProu(BlekleRat);
Qual(is) item(ns) está(ão) correto(s)?

A figura acima é uma ilustração de um artista cearense que fez sua
breve carreira em São Paulo e dedicou parte de sua obra a bordados
em tecidos. Nomes, listas, números, coleções, símbolos e repetições
eram marcas nas obras desse artista, que, além da delicadeza das
formas e a utilização de objetos do cotidiano, deixou seu registro e
sua personalidade na arte contemporânea brasileira, de forma
rápida, porém marcante e inconfundível. Assinale a opção em que
é apresentado o nome do referido artista.

A figura acima é uma ilustração de Gilvan Samico, cuja produção
é particularmente representada pela recuperação do romanceiro
popular e pela literatura de cordel, povoada por personagens da
bíblia, de lendas e por animais fantásticos. Assinale a opção em que
é apresentada a linguagem artística desenvolvida por Gilvan
Samico.

A figura acima é uma ilustração de um artista do Modernismo,
pertencente aos movimentos artísticos de maior importância na
história das artes do Ceará. A produção desse artista é figurativa, e
ele emprega um repertório formal constantemente retomado: aves,
sobretudo os galos; cangaceiros, inspirados nas figuras de cerâmica
popular; gatos, criados com linhas sinuosas; e, ainda, flores e frutas.
Cores intensas e contrastantes também são empregadas em suas
pinturas. Assinale a opção em que se apresenta o nome desse artista.
Há vários processos de produção de provas de cor, utilizadas para a checagem da qualidade das fotos, das cores e do texto e produzidas a partir dos fotolitos. A exceção é da prova digital, que é gerada a partir do arquivo de computador. A prova rapidamente obtida por um processo fotográfico com depósito de pigmentos coloridos e o que dela resulta chama-se
O título da obra refere-se a uma frase muito popular em determinada época, que era usada para se reportar às pessoas que procuravam aparentar o que não eram verdadeiramente. A essas pessoas que viviam de aparência costumava-se dizer a frase: “Fulano só quer ser o que a folhinha não marca”. Nessa imagem há uma gama de possibilidades de interpretações, desde a crítica às falsas aparências, à ideia de calendário, remetendo ao tempo e à fugacidade da beleza, além do alerta ao consumo excessivo, revelado pelo código de barras.
(Disponível em: http://www.riosdeterraseaguas.com.br> Acesso em: 25 de nov. 2012)
TENÓRIO, E. “... o que a folhinha não marca” Objeto com 5 xilogravuras Dimensões: 55cm x 45cm Acervo da artista Disponível em: Acesso em: 25 de nov. 2012.
Considerando a linguagem da gravura, a imagem e o texto acima, avalie as afirmativas abaixo.
1- A xilogravura é uma técnica artística que se realiza pelo ato de gravar. O desenho é feito por meio de incisões em uma superfície de madeira. Em seguida, usa-se um rolo de pintura para passar a tinta sobre a madeira, não dando tempo para que esta seque, e então, imprime-se a madeira sobre o papel.
2- A pirogravura é feita com a goiva a frio em uma matriz de couro.
3- Na calcogravura utiliza-se uma pedra calcária para gravar o desenho em uma chapa de metal.
4- Na litogravura ou litografia, o desenho é feito sobre uma pedra calcária com um lápis gorduroso. A base dessa técnica é o princípio de que a água não se mistura com o óleo.
O correto está em:
”A discussão em torno dos alimentos transgênicos e outros organismos geneticamente modificados há muito saiu do âmbito acadêmico e chegou à sociedade. Também na arte a transgenia ganhou lugar, ocupando o imaginário e a criatividade de artistas. Nesse campo, o brasileiro Eduardo Kac – atualmente ligado à School of the Art Institute of Chicago (Estados Unidos) – destaca-se entre os bioartistas da atualidade, habitando a zona fronteiriça entre arte, ciência e tecnologia”. (GALINDO). Na entrevista concedida a Dolores Galindo, Eduardo Kac afirma: “O universo da ciência é muito especializado, e o artista não trabalha assim. O artista tem especificidades intelectuais, emocionais, filosóficas, e os instrumentos estão a serviço de uma visão maior. Move 36, por exemplo, inclui uma planta geneticamente modificada que passou por várias etapas. Criei uma seqüência genética especificamente para o trabalho, usando o código universal de computadores para traduzir a frase de Descartes "Cogito ergo sum" para as quatro bases que compõem o gene. Enviei a seqüência genética, com 52 bases, por e-mail para um pesquisador no Arizona que, por sua vez, fez a síntese. Em seguida, ele me mandou o material e eu enviei para um laboratório em Dakota do Norte. Já a seqüência do tomate, também usada para criar a planta, veio de uma Universidade da Califórnia e foi mandada para um laboratório de Dakota do Norte. Lá, pesquisadores juntaram ambas as seqüências genéticas e mandaram o material para um outro laboratório da Califórnia onde, finalmente, tudo foi integrado a uma célula de planta e a transformação foi feita. Depois, as sementes foram enviadas para mim em Chicago. E por que isso? Porque cada um desses lugares tinha o conhecimento específico para fazer aquele tipo de trabalho. Sou o compositor e o maestro; fico comandando os músicos. Crio uma partitura, componho uma música e orquestro quem vai tocar qual instrumento...”
GALINDO, Dolores. A Arte Transgênica. Entrevista com Eduardo Kac. Disponível em: Acesso em 24 de nov. 2012.

Considerando obras de arte contemporânea como “Move 36”, de Eduardo Kac, avalie as seguintes afirmativas.
1- Na arte contemporânea, todas as tecnologias podem ser utilizadas. As poéticas atuais, compreendidas como processos formativos e operativos da obra, são compostas a partir da intenção do artista, portanto, podem ser híbridas no que se referem às suas técnicas, suportes, meios e modos de operar.
2- Uma das características da arte contemporânea produzida com as novas tecnologias é a passagem da cultura material para a cultura imaterial, como nas imagens sintéticas, geradas diretamente no computador, por meio de linguagem e cálculo.
3- Nessa obra de Eduardo Kac há uma diluição do conceito de autoria, pois o artista divide sua autoria com os cientistas e técnicos dos laboratórios.
4- Em “Move 36” o artista abandona as técnicas tradicionais e privilegia as técnicas proporcionadas pelas novas tecnologias e pela ciência.
O correto está em:

Acerca dessa obra e do artista, avalie as seguintes afirmativas.
1. As cabeças decepadas causam estranhamento no leitor da obra de arte, e apresentam individualidades, expressas por meio de uma retórica característica do realismo social.
2. Géricault nasceu na Rússia, em 1791. O artista dizia que: “Sem ousadia, extrema ousadia, não há beleza”.
3. O realismo social foi um movimento artístico que sofreu forte influência do pensamento artístico e filosófico da antiguidade clássica, daí sua ênfase ao belo e ideal.
4. A imagem possui um evidente naturalismo, em que o artista apresenta fortes emoções. Na leitura dessa obra, o professor deve valorizar as primeiras impressões, que mesmo contraditórias, poderão motivar pesquisas e descobertas enriquecedoras para os alunos.
O correto está em:
Julgue os itens a seguir, relativos à metodologia em musicoterapia, sob o ponto de vista comparativo dos raciocínios desenvolvidos por K. Bruscia e Lia Rejane Barcellos.
I Improvisar, recriar, compor e ouvir música são considerados métodos de musicoterapia tanto para Bruscia quanto para Barcellos.
II Para Bruscia, um método é um tipo particular de experiência musical utilizada para avaliação diagnóstica, tratamento e(ou) avaliação.
III A metodologia da musicoterapia conta com diferentes conceitos para método, os quais tanto podem estar associados à aplicação de conjunto de regras, quanto podem referir-se ao tipo particular de experiência musical utilizada para diagnóstico, tratamento e(ou) avaliação em musicoterapia.
IV Bruscia e Barcellos comungam da mesma noção de modelo, aplicando-lhe os conhecimentos de psicoterapia sugeridos por Fiorini na prática clínica da musicoterapia e enriquecendo-a com situações específicas da prática musicoterapêutica.
V A utilização da metáfora das redes no campo das ciências humanas e sociais, no qual se inclui a musicoterapia, serve para a análise e a compreensão de processos ou fenômenos constituídos por interações complexas.
Estão certos apenas os itens