🎯 Saiba o que estudar

Avançado com Treinador a partir de R$ 0,76/dia

Questões de Concurso Sobre arquitetura

Questões Discursivas

Foram encontradas 20.511 questões

Q3884525 Arquitetura
A Norma de Desempenho (ABNT NBR 15575) estabelece requisitos para os sistemas que compõem edificações habitacionais, influenciando diretamente a especificação de materiais pelo arquiteto para garantir a Vida Útil de Projeto (VUP). Acerca da especificação de pisos cerâmicos considerando a resistência à abrasão e ao tráfego, registre (V), para as afirmativas verdadeiras, e (F), para as falsas.

(__)Para áreas de tráfego intenso e acesso direto à rua, como halls de entrada de edifícios, deve-se especificar placas cerâmicas com alto índice PEI (Porcelain Enamel Institute) ou preferencialmente Porcelanato Técnico (toda massa), devido à sua alta resistência ao desgaste superficial.

(__)O índice PEI 1 é recomendado para pisos de cozinhas industriais e garagens, pois indica a máxima resistência possível à abrasão superficial e ao ataque químico.

(__)A classe de resistência ao escorregamento (coeficiente de atrito) é um parâmetro irrelevante para a especificação de pisos em áreas molhadas como banheiros e áreas de serviço, focando-se apenas na estética.

(__)O porcelanato polido (brilhante) é altamente recomendado para rampas externas descobertas devido à sua superfície lisa que facilita o escoamento da água da chuva e a limpeza.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima.
Alternativas
Q3884524 Arquitetura
O projeto arquitetônico eficiente deve responder adequadamente à trajetória solar para minimizar o ganho térmico no verão e maximizá-lo no inverno (em climas temperados) ou controlar a insolação excessiva nos trópicos. Considerando uma edificação localizada em uma cidade brasileira na latitude 23°S (Trópico de Capricórnio), assinale a alternativa correta sobre as estratégias de proteção solar (brises).
Alternativas
Q3884503 Arquitetura

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Cobogó é solução 'caseira' para viver no Brasil que bate recorde de calor?



No ponto mais alto do sítio histórico de Olinda, em Pernambuco, o enorme reservatório de água dos anos 1930 não passa despercebido: tem o tamanho de um prédio de seis andares, fica em frente à principal igreja da cidade e destoa do conjunto arquitetônico ao redor.


Mas o que faria esse prisma retangular de concreto entrar na história da arquitetura brasileira está apenas em dois dos lados de sua fachada.


Em vez de ser uma caixa-d'água comum, com quatro lados "cegos" (sem nenhuma abertura), o prédio projetado pelo arquiteto Luiz Nunes utiliza um elemento construtivo que havia sido criado no Recife alguns anos antes: o cobogó.


Era a primeira vez que um edifício de expressão aparecia "vazado" - um estilo que seria replicado nas décadas seguintes em dezenas de prédios do Rio de Janeiro, de Brasília e de São Paulo, além de casas Brasil afora.


Depois de cair em certo esquecimento, a peça tem sido redescoberta por arquitetos nos últimos anos e é vista com potencial de refrescar ambientes em tempos de calor extremo.


É que o cobogó faz uma barreira contra o Sol, ao mesmo tempo que deixa passar alguma luminosidade. Também oferece alguma privacidade para quem está dentro, que consegue ver quem está fora.


E, o mais importante, permite que o vento circule.


Essa peça, que surgiu na indústria da construção pernambucana, acabou fazendo parte de estratégias usadas pelos arquitetos modernistas do século 20 para amenizar o calor em épocas em que o ar-condicionado não havia se popularizado ou sequer sido introduzido no Brasil.


Ele pode criar uma zona de proteção ou de transição num edifício, funcionando como 'colchão' de ar", explica a arquiteta Guilah Naslavsky, especialista em modernismo na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).


"O cobogó é uma solução bioclimática, um ícone que combina a sustentabilidade com a poética da arquitetura brasileira", afirma Marcella Arruda, co-curadora da Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo.


Na caixa-d'água de Olinda, por exemplo, a fachada de cobogós, ao ser barreira de Sol e permitir a passagem de vento, auxiliava para amenizar o calor incidente nas tubulações, preservando e resfriando a temperatura das águas no tanque.


É uma "climatização passiva" que ocorre no edifício por si só. 


Hoje, os prédios construídos no quente Recife, como em tantas cidades brasileiras, pouco utilizam dessas estratégias que fizeram na história ali.


Em endereços mais nobres, fachadas são completamente fechadas em vidros verdes e azuis, um material conhecido por absorver e irradiar calor. Muitas vezes, sem varandas.




"Em vez de ser uma caixa-d'água comum, com quatro lados "cegos" (sem nenhuma abertura), o prédio projetado pelo arquiteto Luiz Nunes utiliza um elemento construtivo que havia sido criado no Recife alguns anos antes: o cobogó."

Considerando o texto-base, é correto afirmar que o reaparecimento do cobogó na arquitetura contemporânea está relacionado principalmente:
Alternativas
Q3884502 Arquitetura

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Cobogó é solução 'caseira' para viver no Brasil que bate recorde de calor?



No ponto mais alto do sítio histórico de Olinda, em Pernambuco, o enorme reservatório de água dos anos 1930 não passa despercebido: tem o tamanho de um prédio de seis andares, fica em frente à principal igreja da cidade e destoa do conjunto arquitetônico ao redor.


Mas o que faria esse prisma retangular de concreto entrar na história da arquitetura brasileira está apenas em dois dos lados de sua fachada.


Em vez de ser uma caixa-d'água comum, com quatro lados "cegos" (sem nenhuma abertura), o prédio projetado pelo arquiteto Luiz Nunes utiliza um elemento construtivo que havia sido criado no Recife alguns anos antes: o cobogó.


Era a primeira vez que um edifício de expressão aparecia "vazado" - um estilo que seria replicado nas décadas seguintes em dezenas de prédios do Rio de Janeiro, de Brasília e de São Paulo, além de casas Brasil afora.


Depois de cair em certo esquecimento, a peça tem sido redescoberta por arquitetos nos últimos anos e é vista com potencial de refrescar ambientes em tempos de calor extremo.


É que o cobogó faz uma barreira contra o Sol, ao mesmo tempo que deixa passar alguma luminosidade. Também oferece alguma privacidade para quem está dentro, que consegue ver quem está fora.


E, o mais importante, permite que o vento circule.


Essa peça, que surgiu na indústria da construção pernambucana, acabou fazendo parte de estratégias usadas pelos arquitetos modernistas do século 20 para amenizar o calor em épocas em que o ar-condicionado não havia se popularizado ou sequer sido introduzido no Brasil.


Ele pode criar uma zona de proteção ou de transição num edifício, funcionando como 'colchão' de ar", explica a arquiteta Guilah Naslavsky, especialista em modernismo na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).


"O cobogó é uma solução bioclimática, um ícone que combina a sustentabilidade com a poética da arquitetura brasileira", afirma Marcella Arruda, co-curadora da Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo.


Na caixa-d'água de Olinda, por exemplo, a fachada de cobogós, ao ser barreira de Sol e permitir a passagem de vento, auxiliava para amenizar o calor incidente nas tubulações, preservando e resfriando a temperatura das águas no tanque.


É uma "climatização passiva" que ocorre no edifício por si só. 


Hoje, os prédios construídos no quente Recife, como em tantas cidades brasileiras, pouco utilizam dessas estratégias que fizeram na história ali.


Em endereços mais nobres, fachadas são completamente fechadas em vidros verdes e azuis, um material conhecido por absorver e irradiar calor. Muitas vezes, sem varandas.




"No ponto mais alto do sítio histórico de Olinda, em Pernambuco, o enorme reservatório de água dos anos 1930 não passa despercebido: tem o tamanho de um prédio de seis andares, fica em frente à principal igreja da cidade e destoa do conjunto arquitetônico ao redor."

De acordo com o texto-base, a comparação feita pelo autor entre a caixa-d'água de Olinda e os prédios modernos de cidades como Recife indica que:
Alternativas
Q3881659 Arquitetura
Embora alguns programas CAD tenham se transformado para combinar suas funcionalidades com as dos programas BIM, eles são essencialmente distintos.

Assinale a afirmativa correta a respeito da diferenciação dos programas CAD e dos programas BIM.
Alternativas
Q3881658 Arquitetura
Anastilose é uma técnica de preservação de edificações históricas norteada por
Alternativas
Q3881657 Arquitetura
São poucos os conjuntos urbanos tombados na Região Norte do Brasil. Um deles é a Vila Serra do Navio no Amapá. A vila foi idealizada entre 1955 e 1960, para abrigar trabalhadores da mineradora Indústria e Comércio de Minérios (ICOMI) numa região de floresta amazônica. A concepção arquitetônica e urbanística buscou conciliar o clima, a vegetação e a realidade amazônica com os ideais modernos de planejamento e moradia coletiva.

O arquiteto responsável pelo projeto foi
Alternativas
Q3881656 Arquitetura
A Carta de Veneza (1964) revisa os princípios estabelecidos pela Carta de Atenas (1931), introduzindo distinções importantes entre conservação e restauração.

A diferença entre os dois conceitos reside no fato de que
Alternativas
Q3881655 Arquitetura
O Parque Mangal das Garças está situado às margens do Rio Guamá, próximo ao centro histórico de Belém do Pará, no bairro Cidade Velha. Trata-se de uma área de cerca de 40.000 m² que, antes da transformação, era um terreno degradado, com extensa área de “aningal” (vegetação típica de pântanos/ribeirinha). Foi inaugurado em 2005. A proposta para o Mangal das Garças não foi “eliminar” o aningal, mas preservar e valorizar a vegetação existente, integrando-a ao desenho do parque. As palafitas e passarelas foram previstas para “flutuar” sobre o aningal, sem destruí-lo.

O paisagista responsável pelo projeto foi
Alternativas
Q3881654 Arquitetura
Um legado importante de Roberto Burle Marx para a conservação de parques e jardins no Brasil é
Alternativas
Q3881653 Arquitetura
A concepção de “cidade esponja” (sponge city) é uma proposta de projeto urbano-paisagístico que repensa a cidade no sentido da gestão sustentável da água. Ela foi desenvolvida na China para enfrentar os problemas de enchentes decorrentes da impermeabilização excessiva do solo urbano. A proposta foi formalizada e difundida pelo arquiteto-paisagista e planejador urbano chinês Kongjian Yu.

Um fundamento relativo ao conceito de “cidade esponja” é oferecer 
Alternativas
Q3881652 Arquitetura

Abaixo estão listados grupos de patologias nas madeiras.


Assinale a opção que apresenta exemplos corretos da respectiva classificação.

Alternativas
Q3881651 Arquitetura
Uma rachadura na alvenaria que pode representar risco estrutural pode ser identificada quando
Alternativas
Q3881650 Arquitetura
Quando uma edificação apresenta infiltração que vem do solo, entre outras, a seguinte medida deve ser adotada:
Alternativas
Q3881648 Arquitetura
A Lei nº 14.133/2021, que substituiu a anterior Lei nº 8.666/1993, prevê que o procedimento licitatório para obras e serviços de engenharia/arquitetura deve se basear em um projeto (conjunto de documentos técnicos) que defina claramente o objeto da licitação.

Considerando as diferentes fases do projeto de arquitetura, identifique a que é mais adequada para atender essa determinação.
Alternativas
Q3881646 Arquitetura
A Norma Regulamentadora (NR-8 – Edificações) estabelece requisitos que devem ser atendidos nas edificações para garantir segurança e conforto aos trabalhadores.

Um desses requisitos está corretamente apresentado na seguinte afirmativa:
Alternativas
Q3881645 Arquitetura
Até 2021 não havia consenso internacional quanto a normas para as necessidades de higiene de um determinado grupo de pessoas.

No Brasil, a sociedade que representa este grupo influenciou a ABNT para a solução indicada abaixo. 

Q66.png (300×272)
ABNT NBR 9050, 2020 – versão corrigida 2021

Essa proposta atende ao grupo de pessoas
Alternativas
Q3881644 Arquitetura
Respeitando as normas de acessibilidade, a inclinação máxima de uma rampa para um desnível de 80 centímetros é de
Alternativas
Q3881643 Arquitetura
A finalidade do piso tátil direcional para pessoas com deficiência visual é
Alternativas
Q3881641 Arquitetura
A energia solar térmica é amplamente utilizada para aquecimento de água em residências, piscinas etc. O coletor solar térmico, um sistema bastante comum, capta a radiação solar e a transforma em calor, transferindo-o para a água armazenada.

Das etapas abaixo, assinale a que não faz parte do processo de funcionamento desse sistema.
Alternativas
Respostas
841: D
842: A
843: D
844: D
845: E
846: D
847: D
848: A
849: B
850: A
851: C
852: B
853: E
854: B
855: E
856: D
857: E
858: C
859: B
860: D