Questões de Concurso
Sobre história e teoria do urbanismo em arquitetura
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Os mapas de ruído são ferramentas que se dispõem a subsidiar o planejamento das cidades e o ordenamento territorial, ofertando elementos significativos para a tomada de decisões.
I. A infraestrutura de _______________ é a porta de entrada para o desenvolvimento de soluções digitais e avanços tecnológicos, gerando impactos em todos os setores através da modernização e digitalização.
II. Entre os serviços de infraestrutura de _______________ , estão: tratamento e distribuição de água, coleta e tratamento de esgoto, coleta de lixo, limpeza urbana e serviços de drenagem e manejo das águas pluviais.
III. A infraestrutura ______________ está diretamente ligada aos modais de transportes devido ao processo de escoamento, conservação e segurança de cargas e mercadorias comercializadas.
IV. A infraestrutura de _____________ refere-se a todos os modais de transporte, mobilidade urbana e estruturas necessárias para a circulação de pessoas, frotas, cargas e mercadorias.
Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas.

Neste texto, o autor recorre a Carlos Lemos, para conceituar o partido arquitetônico como uma “consequência formal derivada de uma série de condicionantes ou de determinantes; seria o resultado físico da intervenção sugerida" (LEMOS, Carlos. O que é arquitetura. São Paulo, Brasiliense, 2003, p. 40-41). Com base no texto apresentado, avalie quais dos itens abaixo são determinantes do partido arquitetônico.
I. A técnica construtiva, conforme os recursos locais, tanto humanos como materiais, que inclui intenção plástica compreendendo o clima e as condições físicas e topográficas do sítio onde se intervém.
II. O programa das necessidades, segundo os usos, costumes populares ou conveniências do empreendedor em respeito a normas sociais e de funcionalidade.
III. As condições financeiras do empreendedor dentro do quadro econômico da sociedade sem considerações a legislações regulamentadoras.
Está(ão) correto(s)
Conforme o Manual DOTS Cidades, ao se calcular o grau de conectividade de uma comunidade urbana, com 24 segmentos de vias e 16 interseções, obtém-se a pontuação de
Esse movimento que desponta em várias cidades americanas é chamado de
( ) A revitalização e regeneração de territórios centrais abandonados nas grandes metrópoles é chamada de “urban sprawl”.
( ) Megacidades são oficialmente definidas pela Organização das Nações Unidas como cidades com mais de 10 milhões de habitantes.
( ) As grandes cidades, que inovam e lideram o progresso da sociedade em suas épocas de auge no planeta, sempre enfrentaram ciclos de decadência, ressurgimento e reinvenção.
( ) Os clusters urbanos são projetos públicos que promovem a construção de habitações de interesse social, gerando mais empregos e renda no ciclo virtuoso da cidade criativa.
( ) As metrópoles contemporâneas compactas, densas, vivas e diversificadas nas suas áreas centrais propiciam um maior desenvolvimento sustentável, concentrando tecnologia e gerando inovação e conhecimento em seu território.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é
Avalie as afirmações sobre os sentidos e escala nos projetos de arquitetura e urbanismo.
I - A distância de 100 metros nos permite ver movimentos e linguagem corporal em linhas gerais, sendo a distância de referência para arenas esportivas e grandes eventos.
II - Ao dirigirmos um carro, a escala dos 60 km/h tem amplos espaços e vias largas, proporcionando uma experiência sensorial rica, detalhada e multifacetada.
III - A comunicação entre pessoas no nível térreo e nos edifícios altos e seus arredores é possível até o quinto andar. Nesse pavimento do edifício ainda é possível participar da vida urbana e interagir com as pessoas.
IV - O campo de visão social de cerca de 200 metros se reflete no tamanho da maior parte das praças das cidades antigas, sendo ainda hoje a distância de referência para que o pedestre tenha uma visão geral do que acontece na praça.
V - Em ruas estreitas e espaços pequenos, onde podemos ver com detalhes as pessoas e os prédios, a situação urbana é muitas vezes percebida como impessoal e fria. Isso contrasta com a experiência em cidades e complexos urbanos onde os edifícios e espaços públicos são enormes, proporcionando uma cena calorosa e convidativa.
Está correto apenas o que se afirma em
Planejamento Urbano e Territorial pode ser definido como um processo de tomada de decisão com o objetivo de alcançar metas econômicas, sociais, culturais e ambientais, por meio do desenvolvimento de visões, estratégias e planos territoriais e da aplicação de um conjunto de princípios de políticas, ferramentas, mecanismos institucionais e participativos de procedimentos regulatórios (UN-HABITAT, 2015). O desenho urbano é um subconjunto do conceito de planejamento urbano. Este, possui ligação direta, pois possui efeitos práticos no desenho de ação efetiva no processo. No cenário do desenho urbano, a formulação do cenário físico destinado à vida em cidades envolve um conjunto de ações, em relação a isso, qual alternativa não representa a o desenho urbano?


Em relação aos princípios urbanísticos e tecnológicos dessa arquitetura, constata-se que
I. A periferia é vista como um território de inovação, de criação, daquilo que não foi feito e, portanto, instiga de alguma forma a aventura. Uma aventura do desenho, da técnica, humana. A periferia não vista como repositório da degradação, em oposição ao centro constituído, bonito. II. A solução tecnológica se trata do rearranjo de peças de um material bastante tradicional, o tijolo cerâmico, de maneira a que conforme painéis pré-moldados levemente armados, de dimensões relativamente pequenas para serem leves e fáceis de executar. III. Cada edificação é definida por um volume simples, determinado, num conjunto nitidamente dividido em grandes categorias, onde o aspecto formal acusa a diferença de funções. A peça chave da unidade residencial é o grande edifício de planta serpenteante. IV. A questão da técnica não é dissociada da questão do desenho. Os desenhos construtivos, a configuração dos materiais, a interligação de técnicas e materiais e mão de obra, enfim, todas as questões construtivas estão intimamente ligadas à discussão da arquitetura.
Está correto o que se afirma APENAS em
Considere os seguintes princípios desta carta para a região, o bairro, a quadra, a rua e o edifício:
I. Os espaços urbanos devem ser definidos por um projeto paisagístico e arquitetônico que celebre a prática edilícia, a ecologia, o clima e a história locais. II. Todos os edifícios devem dar a seus moradores uma noção clara do tempo, do espaço e do clima. Os métodos naturais de aquecimento e refrigeração podem proporcionar um uso mais eficiente dos recursos do que os sistemas mecânicos. III. A unificação dos componentes arquitetônicos deveria contribuir para dar a nossas cidades uma homogeneidade salutar que é a marca própria de uma cultura urbana superior. Uma prudente limitação a alguns tipos de edifícios aumenta sua qualidade, elevando o nível social da população. IV. Nos bairros, um amplo leque de tipos e preços de moradia pode facilitar a interação diária de pessoas de diferentes idades, raças e níveis de renda, fortalecendo os vínculos pessoais e cívicos, essenciais para uma verdadeira comunidade.
É correto o que se afirma em
Considere as seguintes reflexões e ideias desse texto:
I. A tectônica e o detalhe significativo constituem uma crítica tanto às fórmulas convencionais do modernismo ortodoxo como à superficialidade do historicismo pós-moderno. A construção, como processo de “formação”, desenvolve-se às vezes como uma narrativa material. Deixar a estrutura à mostra, que uma parte da arquitetura moderna e pós-moderna associa à autenticidade, coincide com o “desvelamento” do ato poético.
II. A origem do significado em arquitetura está situado na construção, especialmente nas “junções e formas reais” entre materiais e espaços. A junção − o detalhe original − é a geradora da construção e, portanto, do sentido. O detalhe tectônico é, portanto, o lócus da inovação e da invenção. A arquitetura pode ser definida como o resultado do projeto de detalhes, e de sua resolução e substituição.
III. É extraordinária a incongruência entre a perfeição e a instantânea completude dos projetos arquitetônicos modernistas e a inflexível simplicidade, quase infantil, dos desenhos urbanos, imaginados como se a complexidade da vida urbana pudesse ser prontamente conciliada na liberdade oferecida pela planta livre, ou como se toda experiência de fragmentação e tudo o que representou para a perspectiva pudesse ocorrer sem perturbar o território da cidade.
IV. Dois motivos concorrem para fazer dos espaços urbanos vazios uma linha importante de combate para as pessoas que se preocupam com a cidade. O primeiro: é bem mais fácil controlar o espaço vazio do que jogar com volumes cheios e formas aglomeradas que se tornaram incontroláveis. O segundo: vazio, paisagem, espaço − se quisermos usá-los como meio, incluindo-os num projeto − podem tornar-se um campo de batalha e obter apoio genérico de quase todo mundo.
Está correto o que se afirma em