Questões de Concurso
Sobre código de ética e disciplina do conselho de arquitetura e urbanismo em arquitetura
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I. O arquiteto e urbanista deve defender sua opinião, em qualquer campo da atuação profissional, fundamentando-a na observância do princípio da melhor qualidade, e rejeitando injunções, coerções, imposições, exigências ou pressões contrárias às suas convicções profissionais que possam comprometer os valores técnicos, éticos e a qualidade estética do seu trabalho.
II. O arquiteto e urbanista deve aceitar relações de trabalho firmadas em pressupostos não condizentes com os termos deste Código.
Assinale a alternativa correta.
Sobre a ética e atribuição profissional do arquiteto urbanista, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) São requisitos para o registro profissional: capacidade civil; e diploma de graduação em arquitetura e urbanismo, obtido em instituição de ensino superior oficialmente reconhecida pelo poder público.
( ) Ao arquiteto e urbanista é facultado acompanhar a implantação ou execução de projeto ou trabalho de sua autoria, pessoalmente ou por meio de preposto especialmente designado com a finalidade de averiguar a adequação da execução ao projeto ou concepção original.
( ) Constitui uma sanção disciplinar, reproduzir projeto ou trabalho técnico ou de criação, de autoria de terceiros, sem a devida autorização do detentor dos direitos autorais, dentre outras.
( ) É de 3 (três) anos o mandato dos conselheiros do CAU/BR e dos CAUs, não sendo permitida recondução.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Nas condições descritas, e nos termos da Resolução nº 143/2017 e alterações,
I – No caso de relações de trabalho firmadas em pressupostos não condizentes com os termos do Código, o arquiteto e urbanista deve recusar as relações de trabalho firmadas, desde que tal ação não provoque prejuízo aos envolvidos. II – O arquiteto e urbanista deve respeitar os valores e a herança natural e cultural da comunidade na qual ele esteja prestando serviços profissionais, desde que tais valores não afetem o custo total da obra. III – O arquiteto e urbanista deve adotar soluções que garantam a qualidade da construção, o bem-estar e a segurança das pessoas nos serviços de sua autoria e responsabilidade. IV – O arquiteto e urbanista pode oferecer propostas para a prestação de serviços antes de obter informações necessárias e suficientes sobre a natureza e extensão dos serviços profissionais solicitados por seu contratante.
Está(ão) correta(s)
I. São requisitos para o registro capacidade civil e diploma de admissão em arquitetura e urbanismo, obter em instituição de ensino superior oficialmente pelo poder público.
II. É vedado o uso das expressões “arquitetura” ou “urbanismo” ou designação similar na razão social ou no nome fantasia de sociedade que não possuía arquiteto e urbanista entre os sócios com poder de gestão ou entre os empregados permanentes. III. Alterações em trabalho de autoria de arquiteto e urbanista, tanto em projeto como em obra dele resultante, somente poderão ser feitas mediante consentimento por escrito da pessoa natural titular dos direitos autorais, salvo pactuação em contrário. No caso de existência de coautoria, salvo pactuação em contrário, será necessária a concordância de somente um coautor.
Quais estão corretos?
O Código de Ética e Disciplina do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAUBR) é “documento basilar, fundamento efetivo e definidor da própria regulamentação da profissão”, que estabelece Obrigações Gerais, para com o Interesse Público, o Contratante, a Profissão, os Colegas e o CAU.
Uma regra referente a obrigações para com a profissão estabelece que o arquiteto e urbanista deve
O profissional de arquitetura e urbanismo deve considerar o impacto social e ambiental de suas atividades profissionais na execução de obras sob sua responsabilidade, assim como respeitar os valores e a herança natural e cultural da comunidade onde preste seus serviços profissionais.
A chamada reserva técnica (RT), que se caracteriza pelo recebimento de comissão de fornecedores, é uma prática que, apesar de recriminada pelo Conselho de Ética, não é expressamente vedada pela Lei n.º 12.378/2010.