Questões de Concurso Sobre acessibilidade e desenho universal em arquitetura

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Ano: 2006 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Caixa Prova: CESPE - 2006 - Caixa - Arquiteto |
Q347464 Arquitetura
O Decreto-Lei n.º 25, de 30 de novembro de 1937, assinado por Getúlio Vargas e Gustavo Capanema, define o patrimônio histórico e artístico nacional como o conjunto de bens móveis e imóveis existentes no nosso país cuja preservação seja do interesse público, quer por sua vinculação a fatos memoráveis da nossa história, quer por seu excepcional valor arqueológico ou etnográfico, bibliográfico ou artístico. Contudo, há importantes formalidades a serem cumpridas para que um determinado bem se torne oficialmente parte do patrimônio histórico e artístico nacional, como as determinações para que não ocorra a apropriação indevida de um bem de grande, de irrecusável valor artístico ou histórico - especialmente aquelas que poderiam implicar na nacionalização súbita ou forçada de uma obra. A acessibilidade aos bens tombados também é outro fundamental aspecto para seu usufruto como patrimônio histórico e artístico (tratado, em especial, pela Instrução Normativa N.º 1, de 25 de novembro de 2003). Considerando as diretrizes das peças normativas citadas, julgue os itens seguintes.


Há casos de edificações e espaços construídos inscritos no respectivo livro de tombo que são de difícil acesso a pessoas portadoras de deficiência e que devem esperar pela tecnologia mais adequada para que seu uso seja liberado para esse segmento de público. Nesses casos, o procedimento técnico recomendado pelas instruções normativas é de interdição do acesso, gradual ou total, assegurando-se o bem- estar do público formado pelas pessoas portadoras de deficiência.
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Caixa Prova: CESPE - 2006 - Caixa - Arquiteto |
Q347463 Arquitetura
O Decreto-Lei n.º 25, de 30 de novembro de 1937, assinado por Getúlio Vargas e Gustavo Capanema, define o patrimônio histórico e artístico nacional como o conjunto de bens móveis e imóveis existentes no nosso país cuja preservação seja do interesse público, quer por sua vinculação a fatos memoráveis da nossa história, quer por seu excepcional valor arqueológico ou etnográfico, bibliográfico ou artístico. Contudo, há importantes formalidades a serem cumpridas para que um determinado bem se torne oficialmente parte do patrimônio histórico e artístico nacional, como as determinações para que não ocorra a apropriação indevida de um bem de grande, de irrecusável valor artístico ou histórico - especialmente aquelas que poderiam implicar na nacionalização súbita ou forçada de uma obra. A acessibilidade aos bens tombados também é outro fundamental aspecto para seu usufruto como patrimônio histórico e artístico (tratado, em especial, pela Instrução Normativa N.º 1, de 25 de novembro de 2003). Considerando as diretrizes das peças normativas citadas, julgue os itens seguintes.


A intervenção arquitetônica ou urbanística nas soluções para acessibilidade em edificações inscritas no respectivo livro de tombo deverá contar com o registro e a indicação da época de implantação do sistema integrado de elementos em acessibilidade, do tipo de tecnologia e de material utilizados, indicando, se possível, os fabricantes de cada elemento e suas especificações precisas.
Alternativas
Q1227675 Arquitetura
Arquitetura é, antes de mais nada, construção; mas construção concebida com o propósito primordial de ordenar o espaço para determinada finalidade e visando a determinada intenção.                                                                                                                                                                                                                            Lúcio Costa. In: Considerações sobre arte contemporânea, 1952. 
Julgue o item subseqüente, com relação aos assuntos relativos à arquitetura, à construção civil e ao Código de Edificações do DF.
O guarda-corpo de proteção contra quedas em varandas, terraços e eirados situados acima do pavimento térreo ou do pilotis deverá ter altura mínima de 1,10 m a contar do nível do piso do pavimento acabado.
Alternativas
Ano: 2005 Banca: IPAD Órgão: CBTU
Q1184949 Arquitetura
O atendimento prioritário e o tratamento diferenciado às pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida não abrangem de modo obrigatório e específico, conforme legislação brasileira atualizada em vigor, a seguinte condição:
Alternativas
Q1371565 Arquitetura

Considerando a norma NBR 9050, que assegura a acessibilidade de pessoas portadoras de necessidades especiais, julgue o seguinte item.


As rampas para portadores de necessidades especiais seguem normas de projeto para dar conforto e segurança a quem faz uso de cadeira de rodas e devem ter barras laterais, piso antiderrapante e uma inclinação de 8% a 12%.

Alternativas
Q1371564 Arquitetura

Considerando a norma NBR 9050, que assegura a acessibilidade de pessoas portadoras de necessidades especiais, julgue o seguinte item.


No início e ao final de cada segmento de rampa, devem ser previstos patamares que meçam, no mínimo, 1,20 m na direção do movimento.

Alternativas
Ano: 2004 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: IEMA - ES
Q1202217 Arquitetura
A arborização urbana de jardins públicos (ruas, avenidas, alamedas, praças, estacionamentos etc.), jardins particulares, jardins culturais, entre outros, deve ser feita de forma criteriosa, haja vista a grande importância social, cultural, econômica etc., desses jardins. Acerca da arborização dos mais variados tipos de jardins, julgue o item a seguir.
As avenidas dos jardins públicos devem possuir árvores de porte grande a médio, com flores e frutos grandes, devendo estar localizadas a uma considerável distância da rede elétrica. Nas alamedas, as árvores devem possuir porte médio a grande e com solo revestido de grama e outras plantas apropriadas.
Alternativas
Ano: 2004 Banca: ESAF Órgão: MPU Prova: ESAF - 2004 - MPU - Analista - Arquitetura |
Q59028 Arquitetura
As rampas de cadeirantes devem ter, aproximadamente, para distâncias de mais de 1 m:
Alternativas
Ano: 2004 Banca: ESAF Órgão: MPU Prova: ESAF - 2004 - MPU - Analista - Arquitetura |
Q59026 Arquitetura
De acordo com a NBR 9050/1994, as áreas de circulação de cadeira de rodas devem ser dimensionadas, assegurando- se uma faixa de circulação livre de barreiras ou obstáculos. A largura mínima para transposição de uma cadeira de rodas, pelas portas e obstáculos fixos é de
Alternativas
Ano: 2004 Banca: ESAF Órgão: MPU Prova: ESAF - 2004 - MPU - Analista - Arquitetura |
Q59015 Arquitetura
Em uma circulação de edifício público as placas indicativas de sanitários devem estar localizadas
Alternativas
Respostas
961: E
962: E
963: C
964: B
965: E
966: C
967: E
968: B
969: E
970: A