Questões de Concurso Sobre acessibilidade e desenho universal em arquitetura

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Q2097006 Arquitetura

Julque o próximo item, a respeito do fluxogramas A, B e C que foram montados com base nas plantas das casas 1, 2 e 3 mostradas na figura I. 


O fluxograma A corresponde à casa 1, o fluxograma B à casa 2 e o fluxograma C à casa 3.

Alternativas
Q2097004 Arquitetura
Existem alguns parâmetros que visam a economia na construção. Entre esses, podem ser citados:

Item I - Rentabilidade potencial do empreendimento
Percentagem de área útil em relação à área construída. Área equivalente de construção ÷ área privativa total = x%. Parâmetros: 74% a 78% — tipologias residenciais.

Item II - Otimização das circulações
Percentagem da área construída ocupada pelas circulações = x%. Área ocupada pela circulação ÷ área construída. Parâmetros: 7% a 9%.

Item III - Índice de compacidade
Perímetro do círculo de mesma área ÷ perímetro externo da edificação = x%. Quanto mais próximo de 100, mais otimizada está a forma. Parâmetros: 60% — ruim; 65% a 70% — bom; maior que 70% — ótimo.

Item IV - Densidade de paredes internas
Percentagem da área do pavimento-tipo ocupada pela projeção das paredes (comprimento das paredes × 15 cm) = x%. Área de projeção das paredes ÷ área construída = x%. Parâmetros: 1,70% a 2,5%.




A figura I mostra três plantas de casas com programa, área útil e área construída iguais, variando apenas a configuração (forma). A partir do texto, da figura e das tabelas apresentadas, julque o item a seguir, acerca da comparação dos parâmetros das casas 1, 2 e 3.


As plantas lineares das casas 1 e 2 facilitam futuras expansões.

Alternativas
Q2097003 Arquitetura
Existem alguns parâmetros que visam a economia na construção. Entre esses, podem ser citados:

Item I - Rentabilidade potencial do empreendimento
Percentagem de área útil em relação à área construída. Área equivalente de construção ÷ área privativa total = x%. Parâmetros: 74% a 78% — tipologias residenciais.

Item II - Otimização das circulações
Percentagem da área construída ocupada pelas circulações = x%. Área ocupada pela circulação ÷ área construída. Parâmetros: 7% a 9%.

Item III - Índice de compacidade
Perímetro do círculo de mesma área ÷ perímetro externo da edificação = x%. Quanto mais próximo de 100, mais otimizada está a forma. Parâmetros: 60% — ruim; 65% a 70% — bom; maior que 70% — ótimo.

Item IV - Densidade de paredes internas
Percentagem da área do pavimento-tipo ocupada pela projeção das paredes (comprimento das paredes × 15 cm) = x%. Área de projeção das paredes ÷ área construída = x%. Parâmetros: 1,70% a 2,5%.




A figura I mostra três plantas de casas com programa, área útil e área construída iguais, variando apenas a configuração (forma). A partir do texto, da figura e das tabelas apresentadas, julque o item a seguir, acerca da comparação dos parâmetros das casas 1, 2 e 3.


Segundo o item I, as varandas das casas 1 e 2 são mais confortáveis que a da casa 3.

Alternativas
Q2097002 Arquitetura
Existem alguns parâmetros que visam a economia na construção. Entre esses, podem ser citados:

Item I - Rentabilidade potencial do empreendimento
Percentagem de área útil em relação à área construída. Área equivalente de construção ÷ área privativa total = x%. Parâmetros: 74% a 78% — tipologias residenciais.

Item II - Otimização das circulações
Percentagem da área construída ocupada pelas circulações = x%. Área ocupada pela circulação ÷ área construída. Parâmetros: 7% a 9%.

Item III - Índice de compacidade
Perímetro do círculo de mesma área ÷ perímetro externo da edificação = x%. Quanto mais próximo de 100, mais otimizada está a forma. Parâmetros: 60% — ruim; 65% a 70% — bom; maior que 70% — ótimo.

Item IV - Densidade de paredes internas
Percentagem da área do pavimento-tipo ocupada pela projeção das paredes (comprimento das paredes × 15 cm) = x%. Área de projeção das paredes ÷ área construída = x%. Parâmetros: 1,70% a 2,5%.




A figura I mostra três plantas de casas com programa, área útil e área construída iguais, variando apenas a configuração (forma). A partir do texto, da figura e das tabelas apresentadas, julque o item a seguir, acerca da comparação dos parâmetros das casas 1, 2 e 3.


As circulações das casas 1 e 2 estão bem próximas do parâmetro ideal, porém a casa 2, por ser totalmente linear, apresenta um índice melhor que da casa 1.

Alternativas
Q2097000 Arquitetura
Existem alguns parâmetros que visam a economia na construção. Entre esses, podem ser citados:

Item I - Rentabilidade potencial do empreendimento
Percentagem de área útil em relação à área construída. Área equivalente de construção ÷ área privativa total = x%. Parâmetros: 74% a 78% — tipologias residenciais.

Item II - Otimização das circulações
Percentagem da área construída ocupada pelas circulações = x%. Área ocupada pela circulação ÷ área construída. Parâmetros: 7% a 9%.

Item III - Índice de compacidade
Perímetro do círculo de mesma área ÷ perímetro externo da edificação = x%. Quanto mais próximo de 100, mais otimizada está a forma. Parâmetros: 60% — ruim; 65% a 70% — bom; maior que 70% — ótimo.

Item IV - Densidade de paredes internas
Percentagem da área do pavimento-tipo ocupada pela projeção das paredes (comprimento das paredes × 15 cm) = x%. Área de projeção das paredes ÷ área construída = x%. Parâmetros: 1,70% a 2,5%.




A figura I mostra três plantas de casas com programa, área útil e área construída iguais, variando apenas a configuração (forma). A partir do texto, da figura e das tabelas apresentadas, julque o item a seguir, acerca da comparação dos parâmetros das casas 1, 2 e 3.


A casa 3 apresenta a planta mais compacta.

Alternativas
Q2096999 Arquitetura
Existem alguns parâmetros que visam a economia na construção. Entre esses, podem ser citados:

Item I - Rentabilidade potencial do empreendimento
Percentagem de área útil em relação à área construída. Área equivalente de construção ÷ área privativa total = x%. Parâmetros: 74% a 78% — tipologias residenciais.

Item II - Otimização das circulações
Percentagem da área construída ocupada pelas circulações = x%. Área ocupada pela circulação ÷ área construída. Parâmetros: 7% a 9%.

Item III - Índice de compacidade
Perímetro do círculo de mesma área ÷ perímetro externo da edificação = x%. Quanto mais próximo de 100, mais otimizada está a forma. Parâmetros: 60% — ruim; 65% a 70% — bom; maior que 70% — ótimo.

Item IV - Densidade de paredes internas
Percentagem da área do pavimento-tipo ocupada pela projeção das paredes (comprimento das paredes × 15 cm) = x%. Área de projeção das paredes ÷ área construída = x%. Parâmetros: 1,70% a 2,5%.




A figura I mostra três plantas de casas com programa, área útil e área construída iguais, variando apenas a configuração (forma). A partir do texto, da figura e das tabelas apresentadas, julque o item a seguir, acerca da comparação dos parâmetros das casas 1, 2 e 3.


A casa 3 possui a menor área de circulação.

Alternativas
Q2096998 Arquitetura
Existem alguns parâmetros que visam a economia na construção. Entre esses, podem ser citados:

Item I - Rentabilidade potencial do empreendimento
Percentagem de área útil em relação à área construída. Área equivalente de construção ÷ área privativa total = x%. Parâmetros: 74% a 78% — tipologias residenciais.

Item II - Otimização das circulações
Percentagem da área construída ocupada pelas circulações = x%. Área ocupada pela circulação ÷ área construída. Parâmetros: 7% a 9%.

Item III - Índice de compacidade
Perímetro do círculo de mesma área ÷ perímetro externo da edificação = x%. Quanto mais próximo de 100, mais otimizada está a forma. Parâmetros: 60% — ruim; 65% a 70% — bom; maior que 70% — ótimo.

Item IV - Densidade de paredes internas
Percentagem da área do pavimento-tipo ocupada pela projeção das paredes (comprimento das paredes × 15 cm) = x%. Área de projeção das paredes ÷ área construída = x%. Parâmetros: 1,70% a 2,5%.




A figura I mostra três plantas de casas com programa, área útil e área construída iguais, variando apenas a configuração (forma). A partir do texto, da figura e das tabelas apresentadas, julque o item a seguir, acerca da comparação dos parâmetros das casas 1, 2 e 3.
A casa 3 apresenta a maior rentabilidade.
Alternativas
Q2096995 Arquitetura
        Não é necessário fazer muito esforço para que se perceba a crescente privatização dos espaços públicos em todos os âmbitos da sociedade contemporânea. O espaço público, que é tido como espaço aberto a todos, tem sido na verdade palco de práticas excludentes por questões de raça, classe social etc. Este fenômeno encontra-se em estreita relação com o desenvolvimento do mercado e vice-versa: o declínio da esfera pública permitiu que o mercado aumentasse a sua influência, enquanto que a incursão do mercado em nossas vidas contribuiu para o eclipse da esfera pública. A cidade contemporânea, organizada em torno do consumo, se volta para uma busca de neutralização das tensões características da vida citadina por meio da promoção de espaços assexuados e homogêneos para a parcela da população que tem determinado poder aquisitivo.

N.M Vieira. O processo urbano contemporâneo de privatização do espaço público. ArqBr. O habitat digital, 24/01/2003. (com adaptações).


Muitos dos equipamentos de uso público, idealizados ou defendidos pelas vanguardas do início do século XX, transformaram-se, na sociedade contemporânea, em empreendimentos capitalistas.


Considerando o texto apresentado, julgue o item a seguir.


Nas unidades de vizinhança, as áreas verdes e de lazer são de uso público e nos condomínios fechados são de uso restrito. 

Alternativas
Q2096980 Arquitetura
Infelizmente, a casa unifamiliar isolada constitui, quanto à sua forma e às dimensões da parcela do solo em que se situa, freqüentemente apenas uma derivação da casa de campo do século passado. Contudo, a individualidade da casa isolada só se torna possível quando esta goza de uma superfície de terreno suficiente. A individualidade é anulada quando as casas isoladas se encontram alinhadas em um ou em ambos os lados da rua, pois a zona ao ar livre não fica isolada do ruído nem dos olhares dos vizinhos. Nesse caso, as sebes ou as cercas de pedra ou outro material serão o único remédio. E, deste modo, aumentam-se os inconvenientes que deveriam ter sido evitados ao se construir uma casa própria: ausência do sentido de relação social; a individualidade converte-se em isolamento. Com os preços elevados e a escassez de terrenos urbanos, este tipo de habitação é o mais caro e antieconômico, desperdiça-se muito espaço já que a individualidade e a tranqüilidade pressupõem uma dimensão mínima do lote de 1.000 m². Neste caso, porém, o jardim converte-se em uma grande fonte de trabalho. O alinhamento de casas isoladas de ambos os lados da rua provoca o contrário da individualidade desejada: uma estrutura urbana homogênea e monótona, carente de individualidade, tranqüilidade, intimidade e vivacidade.

H. Mausbach. Urbanismo contemporâneo. Lisboa: Presença, s.d., p. 180-3 (com adaptações).

De acordo com o texto acima, julgue o próximo item.


Para garantir a individualidade, é necessária uma ampla fração de terreno, o que contribui para incrementar os custos de construção e de manutenção. 

Alternativas
Q2096979 Arquitetura
Infelizmente, a casa unifamiliar isolada constitui, quanto à sua forma e às dimensões da parcela do solo em que se situa, freqüentemente apenas uma derivação da casa de campo do século passado. Contudo, a individualidade da casa isolada só se torna possível quando esta goza de uma superfície de terreno suficiente. A individualidade é anulada quando as casas isoladas se encontram alinhadas em um ou em ambos os lados da rua, pois a zona ao ar livre não fica isolada do ruído nem dos olhares dos vizinhos. Nesse caso, as sebes ou as cercas de pedra ou outro material serão o único remédio. E, deste modo, aumentam-se os inconvenientes que deveriam ter sido evitados ao se construir uma casa própria: ausência do sentido de relação social; a individualidade converte-se em isolamento. Com os preços elevados e a escassez de terrenos urbanos, este tipo de habitação é o mais caro e antieconômico, desperdiça-se muito espaço já que a individualidade e a tranqüilidade pressupõem uma dimensão mínima do lote de 1.000 m². Neste caso, porém, o jardim converte-se em uma grande fonte de trabalho. O alinhamento de casas isoladas de ambos os lados da rua provoca o contrário da individualidade desejada: uma estrutura urbana homogênea e monótona, carente de individualidade, tranqüilidade, intimidade e vivacidade.

H. Mausbach. Urbanismo contemporâneo. Lisboa: Presença, s.d., p. 180-3 (com adaptações).

De acordo com o texto acima, julgue o próximo item.


A homogeneidade e monotonia das casas isoladas, alinhadas em ambos os lados da rua, refletem a harmonia entre os vizinhos.

Alternativas
Q2096977 Arquitetura
Infelizmente, a casa unifamiliar isolada constitui, quanto à sua forma e às dimensões da parcela do solo em que se situa, freqüentemente apenas uma derivação da casa de campo do século passado. Contudo, a individualidade da casa isolada só se torna possível quando esta goza de uma superfície de terreno suficiente. A individualidade é anulada quando as casas isoladas se encontram alinhadas em um ou em ambos os lados da rua, pois a zona ao ar livre não fica isolada do ruído nem dos olhares dos vizinhos. Nesse caso, as sebes ou as cercas de pedra ou outro material serão o único remédio. E, deste modo, aumentam-se os inconvenientes que deveriam ter sido evitados ao se construir uma casa própria: ausência do sentido de relação social; a individualidade converte-se em isolamento. Com os preços elevados e a escassez de terrenos urbanos, este tipo de habitação é o mais caro e antieconômico, desperdiça-se muito espaço já que a individualidade e a tranqüilidade pressupõem uma dimensão mínima do lote de 1.000 m². Neste caso, porém, o jardim converte-se em uma grande fonte de trabalho. O alinhamento de casas isoladas de ambos os lados da rua provoca o contrário da individualidade desejada: uma estrutura urbana homogênea e monótona, carente de individualidade, tranqüilidade, intimidade e vivacidade.

H. Mausbach. Urbanismo contemporâneo. Lisboa: Presença, s.d., p. 180-3 (com adaptações).

De acordo com o texto acima, julgue o próximo item.


As casas isoladas, localizadas em grandes terrenos, garantem a segurança de seus moradores.

Alternativas
Q2096976 Arquitetura

Para vencer um desnível de 2,4 m em dois lances, será construída uma rampa com 2,0 m de largura e um patamar também de 2,0 m. Nessa situação, essa rampa ocupará uma medida em planta


superior a 10,00 m, se for projetada com inclinação de 8%.

Alternativas
Q2096975 Arquitetura

Para vencer um desnível de 2,4 m em dois lances, será construída uma rampa com 2,0 m de largura e um patamar também de 2,0 m. Nessa situação, essa rampa ocupará uma medida em planta


superior a 26,00 m, se for projetada com inclinação de 10%.

Alternativas
Q2096974 Arquitetura
Uma rampa com 8% de inclinação, projetada para substituir uma escada que possui 20 espelhos de 17 cm e 19 pisos de 30 cm, terá o comprimento de 42,50 m.
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Caixa Prova: CESPE - 2006 - Caixa - Arquiteto |
Q347470 Arquitetura
A Lei n.º 10.098, de 19 de dezembro de 2000, estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, mediante a supressão de barreiras e de obstáculos nas vias e espaços públicos, no mobiliário urbano, na construção e reforma de edifícios e nos meios de transporte e de comunicação. Já a Norma Técnica 9050 (NBR 9050), da Associação Brasileira de Normas Técnicas, estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados quando do projeto, construção, instalação e adaptação de edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos às condições de acessibilidade. Esses dois importantes documentos se juntam a um crescente corpo de orientações normativas que busca criar o máximo de acessibilidade aos espaços construídos - e aos naturais, no caso das áreas ambientalmente protegidas e que são objeto de visitação pública - para as pessoas que apresentam deficiências que limitem a sua mobilidade ou percepção do ambiente construído ou natural. Mais que isso, a observação dessas orientações torna o ambiente construído pelo homem ainda mais confortável e seguro para as pessoas que não apresentem deficiências que dificultem significativamente a sua experiência ambiental. Considerando esse corpo de normas, julgue os itens que se seguem.


Rota de fuga é conceito sinônimo e similar ao de rota acessível, definindo o trajeto contínuo, desobstruído e sinalizado que conecta os ambientes externos ou internos de espaços e edificações, e que possa ser utilizado de forma autônoma e segura por todas as pessoas, inclusive aquelas com deficiência.
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Caixa Prova: CESPE - 2006 - Caixa - Arquiteto |
Q347469 Arquitetura
A Lei n.º 10.098, de 19 de dezembro de 2000, estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, mediante a supressão de barreiras e de obstáculos nas vias e espaços públicos, no mobiliário urbano, na construção e reforma de edifícios e nos meios de transporte e de comunicação. Já a Norma Técnica 9050 (NBR 9050), da Associação Brasileira de Normas Técnicas, estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados quando do projeto, construção, instalação e adaptação de edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos às condições de acessibilidade. Esses dois importantes documentos se juntam a um crescente corpo de orientações normativas que busca criar o máximo de acessibilidade aos espaços construídos - e aos naturais, no caso das áreas ambientalmente protegidas e que são objeto de visitação pública - para as pessoas que apresentam deficiências que limitem a sua mobilidade ou percepção do ambiente construído ou natural. Mais que isso, a observação dessas orientações torna o ambiente construído pelo homem ainda mais confortável e seguro para as pessoas que não apresentem deficiências que dificultem significativamente a sua experiência ambiental. Considerando esse corpo de normas, julgue os itens que se seguem.


Os patamares são elementos essenciais no projeto de rampas, e se destinam a criar oportunidades de descanso para a pessoa portadora de deficiência que se desloca em cadeira de rodas, apoiada em andador, bengala ou outro artefato de apoio ou ajuda técnica, sobre a rampa, em qualquer direção, exceto em rampas curvilíneas, que mudam constantemente de direção.
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Caixa Prova: CESPE - 2006 - Caixa - Arquiteto |
Q347468 Arquitetura
A Lei n.º 10.098, de 19 de dezembro de 2000, estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, mediante a supressão de barreiras e de obstáculos nas vias e espaços públicos, no mobiliário urbano, na construção e reforma de edifícios e nos meios de transporte e de comunicação. Já a Norma Técnica 9050 (NBR 9050), da Associação Brasileira de Normas Técnicas, estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados quando do projeto, construção, instalação e adaptação de edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos às condições de acessibilidade. Esses dois importantes documentos se juntam a um crescente corpo de orientações normativas que busca criar o máximo de acessibilidade aos espaços construídos - e aos naturais, no caso das áreas ambientalmente protegidas e que são objeto de visitação pública - para as pessoas que apresentam deficiências que limitem a sua mobilidade ou percepção do ambiente construído ou natural. Mais que isso, a observação dessas orientações torna o ambiente construído pelo homem ainda mais confortável e seguro para as pessoas que não apresentem deficiências que dificultem significativamente a sua experiência ambiental. Considerando esse corpo de normas, julgue os itens que se seguem.


Rampa, para o projeto orientado à acessibilidade física, é definida como a inclinação da superfície de piso, longitudinal ao sentido de caminhamento. Consideram- se rampas aquelas com declividade igual ou superior a 5%.
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Caixa Prova: CESPE - 2006 - Caixa - Arquiteto |
Q347467 Arquitetura
A Lei n.º 10.098, de 19 de dezembro de 2000, estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, mediante a supressão de barreiras e de obstáculos nas vias e espaços públicos, no mobiliário urbano, na construção e reforma de edifícios e nos meios de transporte e de comunicação. Já a Norma Técnica 9050 (NBR 9050), da Associação Brasileira de Normas Técnicas, estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados quando do projeto, construção, instalação e adaptação de edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos às condições de acessibilidade. Esses dois importantes documentos se juntam a um crescente corpo de orientações normativas que busca criar o máximo de acessibilidade aos espaços construídos - e aos naturais, no caso das áreas ambientalmente protegidas e que são objeto de visitação pública - para as pessoas que apresentam deficiências que limitem a sua mobilidade ou percepção do ambiente construído ou natural. Mais que isso, a observação dessas orientações torna o ambiente construído pelo homem ainda mais confortável e seguro para as pessoas que não apresentem deficiências que dificultem significativamente a sua experiência ambiental. Considerando esse corpo de normas, julgue os itens que se seguem.


Em todas as áreas de estacionamento de veículos, localizadas em vias ou em espaço públicos, deverão ser reservadas vagas próximas dos acessos de circulação de pedestres, devidamente sinalizadas, para veículos que transportem pessoas portadoras deficiência ou com dificuldade de locomoção. Essas vagas deverão ser em número equivalente a dois por cento do total de vagas, devendo ser garantida, no mínimo, uma vaga, devidamente sinalizada e com as especificações técnicas de desenho e traçado de acordo com as normas técnicas vigentes.
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Caixa Prova: CESPE - 2006 - Caixa - Arquiteto |
Q347466 Arquitetura
A Lei n.º 10.098, de 19 de dezembro de 2000, estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, mediante a supressão de barreiras e de obstáculos nas vias e espaços públicos, no mobiliário urbano, na construção e reforma de edifícios e nos meios de transporte e de comunicação. Já a Norma Técnica 9050 (NBR 9050), da Associação Brasileira de Normas Técnicas, estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados quando do projeto, construção, instalação e adaptação de edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos às condições de acessibilidade. Esses dois importantes documentos se juntam a um crescente corpo de orientações normativas que busca criar o máximo de acessibilidade aos espaços construídos - e aos naturais, no caso das áreas ambientalmente protegidas e que são objeto de visitação pública - para as pessoas que apresentam deficiências que limitem a sua mobilidade ou percepção do ambiente construído ou natural. Mais que isso, a observação dessas orientações torna o ambiente construído pelo homem ainda mais confortável e seguro para as pessoas que não apresentem deficiências que dificultem significativamente a sua experiência ambiental. Considerando esse corpo de normas, julgue os itens que se seguem.


A diferença entre área de aproximação e área de transferência, no planejamento de espaços físicos visando a acessibilidade, é que a primeira é o espaço sem obstáculos para que a pessoa que utiliza cadeira de rodas possa manobrar, deslocar-se, aproximar-se e utilizar o mobiliário ou o elemento com autonomia e segurança, e a segunda é o espaço necessário para que uma pessoa utilizando cadeira de rodas possa se posicionar próximo ao mobiliário para o qual necessita transferir- se.
Alternativas
Ano: 2006 Banca: CESPE / CEBRASPE Órgão: Caixa Prova: CESPE - 2006 - Caixa - Arquiteto |
Q347465 Arquitetura
O Decreto-Lei n.º 25, de 30 de novembro de 1937, assinado por Getúlio Vargas e Gustavo Capanema, define o patrimônio histórico e artístico nacional como o conjunto de bens móveis e imóveis existentes no nosso país cuja preservação seja do interesse público, quer por sua vinculação a fatos memoráveis da nossa história, quer por seu excepcional valor arqueológico ou etnográfico, bibliográfico ou artístico. Contudo, há importantes formalidades a serem cumpridas para que um determinado bem se torne oficialmente parte do patrimônio histórico e artístico nacional, como as determinações para que não ocorra a apropriação indevida de um bem de grande, de irrecusável valor artístico ou histórico - especialmente aquelas que poderiam implicar na nacionalização súbita ou forçada de uma obra. A acessibilidade aos bens tombados também é outro fundamental aspecto para seu usufruto como patrimônio histórico e artístico (tratado, em especial, pela Instrução Normativa N.º 1, de 25 de novembro de 2003). Considerando as diretrizes das peças normativas citadas, julgue os itens seguintes.


A definição de rota acessível nas soluções que visam a acessibilidade em edificações inscritas como patrimônio histórico e artístico, prevê percursos contínuos, de um modo geral, mas eventualmente descontínuos, de forma a considerar os casos em que a forma edificada tenha severas limitações quanto a ser tornada acessível à pessoas portadoras de deficiência.
Alternativas
Respostas
1901: E
1902: C
1903: E
1904: E
1905: C
1906: C
1907: E
1908: C
1909: C
1910: E
1911: E
1912: C
1913: E
1914: C
1915: E
1916: E
1917: C
1918: C
1919: C
1920: E