Questões de Concurso Sobre acessibilidade e desenho universal em arquitetura

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Q941207 Arquitetura
No que diz respeito ao tema acessibilidade a edificações e espaços públicos e mobilidade urbana, considerando que a Norma ABNT NBR 9050:2015 Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos não é uma norma de acessibilidade específica para a parcela da população idosa, assinale a opção que corresponde a um documento normativo que pode ser considerado uma tentativa de suprir deficiências da NBR 9050 em relação à população idosa.
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Q941202 Arquitetura
A ABNT NBR 9050:2015 estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados quanto ao projeto, construção, instalação e adaptação do meio urbano e rural, e de edificações às condições de acessibilidade. Em relação ao que preceitua o normativo de acessibilidade, assinale a afirmação verdadeira.
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Q938652 Arquitetura
De acordo com a NBR 9.050/2015 – que trata da “Acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos” – as instalações sanitárias acessíveis nas edificações e espaços de uso público e coletivo devem estar distribuídas em determinadas proporções e especificidades construtivas. Considerando uma edificação existente, de uso público, o número mínimo de sanitários acessíveis com entradas independentes é
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Q931521 Arquitetura
Uma das condições, estabelecida pela NBR 9050:2015, a respeito dos espaços reservados para pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida em um auditório, é que estes espaços deverão
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Q931520 Arquitetura
Uma das características que o arquiteto deverá atender, em consonância com a NBR 9050:2015, para instalar as bacias de um sanitário coletivo para adultos, consiste em utilizar
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Q931519 Arquitetura
Para um local destinado à prática esportiva e terapêutica, o arquiteto projetou vestiários acessíveis, conforme estabelecido pela NBR 9050:2015, que recomenda que os vestiários excedentes ao número mínimo exigido, deverão
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Q931518 Arquitetura

Na impossibilidade de adequação dos corredores de um edifício existente para os portadores de necessidades especiais, o arquiteto optou por implantar bolsões de retorno com dimensões que permitam a manobra completa de uma cadeira de rodas, de acordo com a NBR 9050:2015.


Estes bolsões deverão permitir, no mínimo, um giro de

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Q931517 Arquitetura

Na rampa para pedestre, que permite o acesso da área de estacionamento até o novo edifício da Assembleia Legislativa, o arquiteto utilizará a inclinação de 5%, em respeito à NBR 9050:2015.


Considerando-se que o desnível entre o estacionamento e a edificação é de 1,50m, a largura da rampa de 1,20m e que haverá apenas uma mudança de direção na rampa, calcule o comprimento da projeção horizontal da rampa.

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Q928822 Arquitetura
Uma cidade brasileira do período colonial tombada como patrimônio histórico apresentava revestimento de pedras não niveladas e outros problemas comuns a várias cidades históricas, entre eles: calçadas estreitas, ausência de sinalização adequada, trânsito de veículos pesados no centro e necessidade de melhoria do transporte coletivo. Em razão desse contexto, foi elaborado um plano de acessibilidade e mobilidade para a execução de várias intervenções na cidade. O projeto propôs o alargamento de calçadas em uma das laterais, com a manutenção do meio-fio existente em granito e a complementação da largura em concreto lavado. Também foi proposta a colocação de pisos táteis de alerta e direcionais e de sinalização de orientação, com indicação da localização de pontos turísticos e de interesse histórico e cultural e de zonas de velocidades diferenciadas, que atendessem pedestres, veículos, ciclistas e pessoas com deficiência. Além disso, o plano inovou ao prever a implantação do conceito de espaço compartilhado. 

Tendo como referência essa situação hipotética, julgue o item subsecutivo, com relação a desenho universal, acessibilidade e mobilidade urbana em centros históricos.


O piso tátil direcional é utilizado em áreas de circulação, na ausência ou na interrupção da guia de balizamento, enquanto o piso tátil de alerta é empregado para sinalizar alteração de percurso ou de plano, para alertar a presença de um objeto suspenso que possa comprometer a segurança de deficientes visuais.

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Q928821 Arquitetura
Uma cidade brasileira do período colonial tombada como patrimônio histórico apresentava revestimento de pedras não niveladas e outros problemas comuns a várias cidades históricas, entre eles: calçadas estreitas, ausência de sinalização adequada, trânsito de veículos pesados no centro e necessidade de melhoria do transporte coletivo. Em razão desse contexto, foi elaborado um plano de acessibilidade e mobilidade para a execução de várias intervenções na cidade. O projeto propôs o alargamento de calçadas em uma das laterais, com a manutenção do meio-fio existente em granito e a complementação da largura em concreto lavado. Também foi proposta a colocação de pisos táteis de alerta e direcionais e de sinalização de orientação, com indicação da localização de pontos turísticos e de interesse histórico e cultural e de zonas de velocidades diferenciadas, que atendessem pedestres, veículos, ciclistas e pessoas com deficiência. Além disso, o plano inovou ao prever a implantação do conceito de espaço compartilhado. 

Tendo como referência essa situação hipotética, julgue o item subsecutivo, com relação a desenho universal, acessibilidade e mobilidade urbana em centros históricos.


No espaço compartilhado, o nível da pista de rolamento é elevado ao nível do passeio, o que possibilita melhor acessibilidade e mobilidade dentro do centro histórico.

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Q928820 Arquitetura
Uma cidade brasileira do período colonial tombada como patrimônio histórico apresentava revestimento de pedras não niveladas e outros problemas comuns a várias cidades históricas, entre eles: calçadas estreitas, ausência de sinalização adequada, trânsito de veículos pesados no centro e necessidade de melhoria do transporte coletivo. Em razão desse contexto, foi elaborado um plano de acessibilidade e mobilidade para a execução de várias intervenções na cidade. O projeto propôs o alargamento de calçadas em uma das laterais, com a manutenção do meio-fio existente em granito e a complementação da largura em concreto lavado. Também foi proposta a colocação de pisos táteis de alerta e direcionais e de sinalização de orientação, com indicação da localização de pontos turísticos e de interesse histórico e cultural e de zonas de velocidades diferenciadas, que atendessem pedestres, veículos, ciclistas e pessoas com deficiência. Além disso, o plano inovou ao prever a implantação do conceito de espaço compartilhado. 

Tendo como referência essa situação hipotética, julgue o item subsecutivo, com relação a desenho universal, acessibilidade e mobilidade urbana em centros históricos.


Por se tratar de espaço tombado, o alargamento das calçadas em concreto lavado proposto na situação em apreço está em desacordo com o que preconizam as normas e as práticas de preservação de sítios históricos.

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Q928819 Arquitetura
Uma cidade brasileira do período colonial tombada como patrimônio histórico apresentava revestimento de pedras não niveladas e outros problemas comuns a várias cidades históricas, entre eles: calçadas estreitas, ausência de sinalização adequada, trânsito de veículos pesados no centro e necessidade de melhoria do transporte coletivo. Em razão desse contexto, foi elaborado um plano de acessibilidade e mobilidade para a execução de várias intervenções na cidade. O projeto propôs o alargamento de calçadas em uma das laterais, com a manutenção do meio-fio existente em granito e a complementação da largura em concreto lavado. Também foi proposta a colocação de pisos táteis de alerta e direcionais e de sinalização de orientação, com indicação da localização de pontos turísticos e de interesse histórico e cultural e de zonas de velocidades diferenciadas, que atendessem pedestres, veículos, ciclistas e pessoas com deficiência. Além disso, o plano inovou ao prever a implantação do conceito de espaço compartilhado. 

Tendo como referência essa situação hipotética, julgue o item subsecutivo, com relação a desenho universal, acessibilidade e mobilidade urbana em centros históricos.


A acessibilidade no ambiente físico da cidade pode ser garantida com a eliminação de barreiras e a adoção do desenho universal, de modo que o projeto elaborado atenda a todos os usuários, respeitadas as diferenças entre eles.

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Q928258 Arquitetura

Julgue o item que segue, relativo à acessibilidade em sítios tombados e em edifícios públicos e privados.


Caso seja impossível adaptar áreas ou elementos de um imóvel público para torná-los acessíveis e visitáveis, as condições de acessibilidade podem ser garantidas por meio de informação visual, auditiva e tátil.

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Q928257 Arquitetura
Julgue o item que segue, relativo à acessibilidade em sítios tombados e em edifícios públicos e privados.
O equacionamento das soluções de acessibilidade em sítios tombados é condicionado à avaliação do risco de comprometimento do valor histórico do sítio em razão da incorporação dos equipamentos de acessibilidade, de modo que a imposição de um limite específico para cada sítio deve ser estudada caso a caso.
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Q928256 Arquitetura

    A NBR 9050 apresenta as figuras precedentes para abordar a proteção contra queda ao longo de rotas acessíveis: segmento A, segmento B e segmento C, em que h1 ≤ 60 cm e h2 > 60 cm.

Considerando a figura apresentada, as informações a ela correspondentes e outros aspectos relacionados à acessibilidade, julgue o próximo item, com base nas normas e na legislação brasileira sobre acessibilidade.


Os segmentos B e C da figura protegem o usuário na rota acessível; os recursos utilizados no segmento C são recomendados para desníveis maiores que 60 cm.

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Q928255 Arquitetura

    A NBR 9050 apresenta as figuras precedentes para abordar a proteção contra queda ao longo de rotas acessíveis: segmento A, segmento B e segmento C, em que h1 ≤ 60 cm e h2 > 60 cm.

Considerando a figura apresentada, as informações a ela correspondentes e outros aspectos relacionados à acessibilidade, julgue o próximo item, com base nas normas e na legislação brasileira sobre acessibilidade.


No segmento A da figura apresentada, não há nenhuma proteção contra queda.

Alternativas
Q928254 Arquitetura

    A NBR 9050 apresenta as figuras precedentes para abordar a proteção contra queda ao longo de rotas acessíveis: segmento A, segmento B e segmento C, em que h1 ≤ 60 cm e h2 > 60 cm.
Considerando a figura apresentada, as informações a ela correspondentes e outros aspectos relacionados à acessibilidade, julgue o próximo item, com base nas normas e na legislação brasileira sobre acessibilidade.
De acordo com o Decreto n.º 5.296/2004, um ônibus com plataforma elevatória veicular, com áreas reservadas para acomodação de cadeira de rodas com ocupante e equipado com sistema de comunicação para informação adaptado a usuários com deficiência visual ou auditiva é considerado acessível.
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Q927117 Arquitetura
Julgue o seguinte item, a respeito dos cuidados com relação à circulação de pessoas e à proteção contra intempéries nas edificações.
Nos locais de trabalho, os pisos não devem apresentar saliências nem depressões que prejudiquem a circulação de pessoas ou a movimentação de materiais.
Alternativas
Q927105 Arquitetura

Considerando as disposições do Decreto n.º 5.296/2004 e da ABNT-NBR 9050/2015, acerca de acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos, julgue o item a seguir.


O piso tátil pode ser de dois tipos: piso tátil de alerta e piso tátil direcional.

Alternativas
Q927104 Arquitetura

Considerando as disposições do Decreto n.º 5.296/2004 e da ABNT-NBR 9050/2015, acerca de acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos, julgue o item a seguir.


Em sanitários acessíveis, bacias e assentos sanitários devem ter abertura frontal.

Alternativas
Respostas
1321: D
1322: D
1323: D
1324: A
1325: E
1326: B
1327: C
1328: B
1329: C
1330: C
1331: E
1332: C
1333: C
1334: C
1335: C
1336: E
1337: C
1338: C
1339: C
1340: E