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Mapas mentais: entenda a estratégia usada pelos concurseiros

Durante a jornada de estudos, os concurseiros são bombardeados de informações, distribuídas em livros, cadernos e vídeos. Para lidar com isso, muitos pessoas adotam o método de mapas mentais. A estratégia foi se tornando popular e hoje há até quem comercialize os materiais.

O mapa mental, cujo nome vem de mapa da mente, foi desenvolvido pelo psicólogo inglês Tony Buzan com o objetivo de fortalecer as conexões entre os neurônios responsáveis pelas atividades intelectuais. O método é um tipo de diagrama com ilustrações destinado a sistematizar o fluxo de ideias do cérebro, otimizando assim a aprendizagem e memorização em longo prazo.

A aplicação da estratégia traz diversos benefícios, especialmente para otimização da aprendizagem e organização da produção de conteúdo. É não só isso: a estruturação com desenhos, símbolos, cores e palavras faz com que a pessoa relacione as ideias fragmentadas no conteúdo macro, além de mexer com o bem-estar emocional, instável durante os estudos, despertando mais interesse no assunto e aumentando a confiança.

Comunidade

Uma das características dos mapas mentais, pouco evidenciada, é a criação de uma comunidade. Os materiais facilitam a comunicação entre as pessoas que têm o mesmo objetivo, compartilhando assim o conhecimento.

A servidora pública Reny Oliveira sabe bem disso. Ela implementou o método nos seus estudos no começo de 2015 e hoje tem um site chamado “Mapas Mentais Tribunais”, no qual oferece conteúdos para outros concurseiros.

“Os meus colegas de turma pediam para que eu enviasse os mapas pra eles, por isso resolvi publicar em uma plataforma para que mais pessoas tivessem acesso, e foi assim que nasceu o Instagram Mapas Mentais Tribunais, onde eu compartilho gratuitamente muitos mapas mentais”, relata.

Reny foi aprovada em junho de 2016 e acredita que muito da sua conquista se deve ao método, utilizado para revisar os temas. Apesar de não estar estudando no momento, a servidora segue produzindo os materiais, conciliando o seu trabalho com a criação de conteúdos para concursos públicos.

Mas como fazer?

A engenheira ambiental e economista Rosane de Oliveira Brito começou a usar o meio de estudo para otimizar a preparação. Ela encontrou nos mapas mentais a solução para revisar materiais acumulados de aulas, livros e questões.

“Com essa ferramenta foi possível sintetizar o conteúdo de uma maneira mais fácil para o cérebro recuperar. Os primeiros mapas foram para conteúdos específicos e agora utilizo até no dia a dia”, relembra.

Rosane explica ainda como elabora sua ferramenta:

“A estratégia é tentar facilitar ao máximo a compreensão e deixar evidentes as conexões entre o conteúdo. Começo pelo tema, que fica localizado no centro da página. Partindo do tema realizo as ligações com os tópicos, tentando sempre utilizar imagens que remetem ao conteúdo, palavras-chave e cores”, descreve.

Rosane deseja agora acumular mais de 500 mapas e depois seguir para os mapas mentais digitais, compartilhando com os demais concurseiros, assim como faz Reny atualmente.


Reny e Rosane venceram um concurso de mapas mentais promovido no Instagram do Qconcursos. O mapa da Rosane destacou os Princípios Administrativos Expressos na Constituição Federal utilizando o Mnemônico “LIMPE”, enquanto o mapa feito pela Reny destacou os principais Princípios do Direito Administrativo e usou palavras-chave para conceituar cada um deles.

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