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5 lições que aprendemos com os Jogos Olímpicos de Tóquio

O lugar mais alto no pódio é o grande objetivo de um atleta olímpico. No entanto, a Olimpíada de Tóquio nos mostrou que as conquistas nos jogos vão muito além das medalhas. Encerrados os 19 dias de competições, fica o aprendizado que os atletas deixaram.

Superação é a palavra de destaque de Tóquio 2020 que aconteceu em 2021, em decorrência da pandemia do novo coronavírus (Covid-19). Mas também não podemos nos esquecer dos recordes batidos, conquistas eletrizantes e das histórias inspiradoras. Afinal, quem não se encantou com a “fadinha do skate” e se emocionou com a difícil decisão da ginasta Simone Biles de desistir dos jogos?

Neste artigo, você vai encontrar 5 lições importantes que os Jogos Olímpicos de Tóquio nos ensinaram, em especial a quem está na corrida para conquistar um cargo público.

Faça o melhor que puder, com as condições que tiver

Não é sempre que a conjuntura é favorável aos estudos. Alguns não têm espaço adequado, e o tempo é o único investimento disponível.

Os atletas que competiram em Tóquio deram um exemplo de como enfrentar as adversidades. Com a pandemia da Covid-19, muitos foram obrigados a adaptarem os treinos.

Sem acesso à piscina, Fernando Scheffer improvisou raias com isopor e passou cerca de três meses nadando em um açude. O resultado foi uma medalha de bronze nos 200m livre.

Já o arremessador de peso Darlan Romani teve que treinar em um terreno baldio, sem a presença do treinador, pois contraiu Covid-19. Todas as circunstâncias o levavam para a desistência, mas Romani chegou a Tóquio. A medalha olímpica não veio — Darlan ficou na quarta colocação — mas a superação ficou como exemplo e inspiração para Paris 2024.

Se cair, levante!

A reprovação não é fácil de lidar e pode ser, muitas vezes, desanimadora. Entretanto, para se chegar ao objetivo, é preciso superar os obstáculos e seguir em frente. Foi o que fez a atleta holandesa Sifan Hassan na eliminatória dos 1.500 metros.

Durante a prova, Sifan tropeçou em uma adversária e caiu na pista. Poderia ser um indicativo de fim de linha, porém a holandesa se levantou e finalizou a prova em primeiro lugar. A vontade de vencer foi maior do que a queda.

A melhor hora sempre é o agora

Há quem pense que é cedo demais para começar a estudar para concurso público e há aqueles que têm receio de ser muito tarde, como começar a estudar após o lançamento do edital e retomar a preparação depois de uma sequência de reprovações.

A Olimpíada nos mostrou que a idade não é um empecilho para conquistar a medalha. Com apenas 13 anos, Rayssa Leal, a fadinha, brilhou nas manobras com seu skate e voltou para casa com uma medalha de prata e sendo a campeã olímpica mais nova do país.

O que dizer de Carol Gattaz, do vôlei feminino. Aos 40 anos, a atleta se tornou a medalhista brasileira mais velha em olimpíadas. Como sabem, as atletas do vôlei foram prata em Tóquio!

Rayssa e Gattaz são exemplos de que não importa o momento que vive. A dedicação é que ajudará a ficar mais perto da aprovação.

Conheça seus limites

Um tema comum abordado no estudo para concursos é o planejamento do tempo para que o excesso não prejudique o rendimento.

A ginasta estadunidense Simone Biles mostrou em Tóquio que é preciso conhecer seus limites. Maior medalhista da ginástica artística nos Jogos Olímpicos do Rio em 2016, a atleta surpreendeu o mundo ao desistir de algumas provas por não se sentir mentalmente bem para competir.

A ginasta explicou que sofre de “twisties”, um fenômeno em que o atleta perde a referência de espaço e se “perde no ar” durante os saltos.Ao desistir de competir na final por equipes e nas finais individuais de solo, barras assimétricas e salto, Simone afirmou na coletiva de imprensa que é mais do que as medalhas na ginástica. “Sou um ser humano”.

É importante salientar que Biles decidiu competir na final da trave de equilíbrio e conquistou a medalha de bronze nas olimpíadas de Tóquio.

Não desista dos seus sonhos

Cada atleta que participou dos Jogos Olímpicos de 2021 tinha o sonho de conquistar uma medalha e reconhecimento do esforço empregado no esporte. E a maior lição que fica é não desistir dos sonhos.

O brasileiro Bruno Fratus mostrou a todos nós que “quem espera sempre alcança”. Após uma sequência de derrotas nas últimas olimpíadas, o nadador poderia ter desistido e encerrado a sua carreira antes de Tóquio. Mas ele tomou o caminho oposto e acabou deixando o Japão com o tão sonhado pódio, e levou uma medalha de bronze.

Se você tem o objetivo de seguir a carreira no setor público, não deixe que obstáculos atrapalhem a estratégia. Contorne-o e siga em frente. A nomeação, o ouro do concurseiro, pode chegar antes do que imagina.


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