Questões Militares
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A origem da teoria da Tectônica de Placas emergiu no início do século XX, sendo motivada, naquele momento, pela semelhança dos contornos da América do Sul e do continente Africano que se encaixam como um quebra- -cabeça.
(TEIXEIRA, W. et. al. (org.). Decifrando a Terra, 2000, p. 98-9. Adaptado)
O defensor dessa teoria foi o pesquisador
Os limites das placas tectônicas podem ser de diferentes tipos. Temos um tipo de limite de placas tectônicas que se manifesta nas dorsais mesooceânicas, onde as placas se afastam uma da outra, com a formação de nova crosta oceânica.
(TEIXEIRA, W. et. al. (org.). Decifrando a Terra, 2000, p. 103. Adaptado)
Esse tipo de placa tectônica é definido como placas
Observe o gráfico, que retrata um processo de utilização da água de aquífero ocorrido em Lima (Peru).

(TEIXEIRA, W. et. al. (org.). Decifrando a Terra, 2000, p. 432. Adaptado)
A análise do gráfico permite concluir que
As rochas ígneas ou magmáticas se formam a partir de material fundido em partes profundas do interior da terra. À medida que o magna se desloca para regiões “mais frias”, perde calor e se consolida.
(TEIXEIRA, W. et. al. (org.). Decifrando a Terra, 2000, p. 328. Adaptado)
Um exemplo de rocha ígnea ou magmática de amplo uso comercial é
A rede rodoviária do território brasileiro apresenta uma padronização em sua nomenclatura seguindo uma lógica geográfica, com base na orientação predominante das estradas.
(THÉRY, H.; MELLO, N. A. Atlas do Brasil.
Disparidades e dinâmicas do território, 2018, p.273-74. Adaptado)
Essa lógica define que as rodovias norte-sul (longitudinais), leste-oeste (transversais) e noroeste para sudeste ou de nordeste para sudoeste (diagonais) receberão, respectivamente, os códigos iniciais:
Observe a imagem, que apresenta o total de queimadas, em quilômetros quadrados, para o ano de 2012 em todo o território nacional.

(THÉRY, H.; MELLO, N. A. Atlas do Brasil. Disparidades e dinâmicas
do território, 2018, p. 107. Adaptado)
A área destacada com a presença de círculos no mapa corresponde
O crescimento populacional brasileiro nas últimas décadas foi acompanhado de uma reversão da proporcionalidade entre a população rural e a população urbana, com seu ponto de inflexão ocorrido nos anos de 1960.
(THÉRY, H.; MELLO, N. A. Atlas do Brasil.
Disparidades e dinâmicas do território, 2018, p. 121. Adaptado)
Contudo, esse processo, na escala das regiões brasileiras, não foi simultâneo. Sequencialmente tem-se que esse processo ocorreu nas regiões sudeste, sul e centro- -oeste, nordeste e norte, nas décadas de:
A população brasileira está desigualmente distribuída pelo território. Ainda existe uma nítida oposição entre as áreas litorâneas e interioranas. As primeiras são densamente povoadas; as segundas têm ocupação rarefeita.
(THÉRY, H.; MELLO, N. A. Atlas do Brasil. Disparidades e dinâmicas do
território, 2018, p. 117. Adaptado)
Essa distribuição desigual da população no território brasileiro está associada
Observe o mapa, que representa uma grande cultura comercial (2006), com os dados expressos em valor da produção em milhões de reais.

(THÉRY, H.; MELLO, N. A. Atlas do Brasil. Disparidades e dinâmicas do
território, 2018, p. 163. Adaptado)
O mapa e sua legenda representam a distribuição espacial da cultura de
Os sistemas frontais e os anticiclones que avançam pelo sul do país conseguem deslocar-se meridionalmente e atingir baixas latitudes, ultrapassando inclusive a linha do equador.
(CAVALCANTI, I. et al. Tempo e clima no Brasil, 2009,
p. 151-52. Adaptado)
As incursões de massas polares, até baixas latitudes, incluindo a Amazônia, são localmente conhecidos como
É considerado o sistema meteorológico mais importante gerador de precipitação sobre a região equatorial dos oceanos Atlântico, Pacífico e Índico, assim como sobre as áreas continentais adjacentes.
(CAVALCANTI, I. et al. Tempo e clima no Brasil, 2009, p. 25. Adaptado)
O texto faz referência ao conceito de
Um objeto está se deslocando proveniente da direção sudeste (SE). Considerando que mantenha essa trajetória linear, o seu destino será a direção
(MARTINELLI, M. Cartografia temática:
caderno de mapas, 2003, p. 18-20. Adaptado)
As projeções cartográficas podem ser classificadas de acordo com diferentes metodologias que buscam sempre um melhor ajuste da superfície terrestre a ser representada.
(FITZ, P.R. Cartografia Básica, 2008, p. 44. Adaptado)
Aquelas que mantêm a verdadeira forma das áreas a serem representadas e não deformam os ângulos existentes no mapa são definidas como projeções
Um observador situado na longitude de 90º a leste do meridiano de Greenwich tem uma reunião marcada com um observador situado na longitude 45º a oeste de Greenwich.
(FITZ, P.R. Cartografia Básica, 2008, p. 83. Adaptado)
Qual é a diferença de horas entre os dois observadores?
Medindo-se uma distância em uma carta topográfica, acharam-se 22 cm. Sendo a escala do mapa 1:50.000, a distância no terreno será:
(FITZ, P.R. Cartografia Básica, 2008, p. 23. Adaptado)
Observe a imagem.

(AB’SABER, Aziz. Nacib. Os domínios de natureza no Brasil:
potencialidades paisagísticas, 2003, p. 109)
A imagem retrata uma paisagem típica
Termo utilizado para definir manchas de ecossistemas típicos de outras províncias, porém, presentes no interior de um domínio de natureza totalmente diferente, como é o caso das Caatingas de Macaé-Cabo Frio, rodeadas por grandes contínuos de mata atlântica.
(AB’SABER, Aziz. Nacib. Os domínios de natureza no Brasil: potencialidades paisagísticas, 2003, p. 145. Adaptado)
O texto fornece exemplo do conceito de
Apresenta região nuclear onde predominam temperaturas médias de 24 a 27 ºC e as chuvas, em geral, superiores a 1700 mm anuais alcançando até 3500 mm em algumas áreas. Mesmo com variações regionais, é considerado o clima mais homogêneo e de ritmo anual habitual mais constante em todo o Brasil intertropical.
(AB’SABER, Aziz Nacib. Os domínios de natureza no Brasil:
potencialidades paisagísticas, 2003, p. 67. Adaptado)
O texto apresenta elementos do meio físico característicos do domínio morfoclimático:
A compartimentação atual do relevo brasileiro tem fortes ligações genéticas com o soerguimento da plataforma sul-americana e com os processos erosivos que ocorreram principalmente no terciário e se estenderam até o quaternário, em concomitância com o soerguimento da plataforma sul-americana.
(ROSS, J. L. S. (org). Geografia do Brasil, 2019, pg. 52. Adaptado)
Nesse contexto, o relevo brasileiro apresenta três tipos de unidades geomorfológicas, que refletem suas gêneses e que são: