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Q3810739 Matemática
Em uma caixa há 5 fichas vermelhas, 3 fichas azuis e 2 fichas verdes. Retira-se ao acaso uma ficha dessa caixa. Se retiramos 3 fichas sem reposição, a probabilidade de exatamente 2 serem vermelhas é de:
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Q3810738 Raciocínio Lógico
Para criar a senha de um cofre devem ser utilizadas todas as letras da palavra CANETA, sem repetição de letras. Desse modo, a quantidade de senhas diferentes que começam com a letra C é de:
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Q3810737 Matemática
Um entregador de aplicativos precisa sair de um restaurante localizado no ponto A (10, 15) do plano cartesiano e levar um pedido até a casa de um cliente, localizada no ponto B (19, 27). A distância que o entregador deve percorrer, se fosse possível seguir em linha reta do restaurante até a casa do cliente, será de:

(Considere cada unidade do plano cartesiano igual a 100 metros).
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Q3810736 Matemática
A soma dos termos da progressão geométrica a seguir: (6, 12, 24, ..., 3072) é igual a:
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Q3810735 Matemática
Francisco escreveu uma sequência numérica de três termos consecutivos: 28, ___, 44, sendo esta uma progressão aritmética. Porém, o termo do meio foi apagado e Francisco ficou curioso para saber o resultado da soma dos 20 primeiros termos dessa sequência. Então, a soma dos 20 primeiros termos dessa progressão aritmética seria:
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Q3810734 Matemática
Um terreno retangular possui 0,021 km de comprimento e 3200 cm de largura. Logo, a medida da área desse terreno em m2 é de:
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Q3810733 Redação Oficial
No que diz respeito à correspondência oficial e sua adequação linguística aos gêneros textuais, indique o item correto.
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Q3810731 Português
Utilize o Texto III para responder à questão.

TEXTO III


Ana Terra descia a coxilha no alto da qual ficava o rancho da estância, e dirigia-se para a sanga, equilibrando sobre a cabeça uma cesta cheia de roupa suja, e pensando no que a mãe sempre lhe dizia: “Quem carrega peso na cabeça fica papudo”. Ela não queria ficar papuda. Tinha vinte e cinco anos e ainda esperava casar. Não que sentisse muita falta de homem, mas acontecia que casando poderia ao menos ter alguma esperança de sair daquele cafundó, ir morar no Rio Pardo, em Viamão ou até mesmo voltar para a Capitania de São Paulo, onde nascera. Ali na estância a vida era triste e dura.


VERÍSSIMO, Érico. Ana Terra. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
Sobre colocação de pronomes átonos em uma oração, marque a opção que analisa corretamente o seguinte trecho do Texto III: “e pensando no que a mãe sempre lhe dizia”.
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Q3810729 Português
Utilize o Texto III para responder à questão.

TEXTO III


Ana Terra descia a coxilha no alto da qual ficava o rancho da estância, e dirigia-se para a sanga, equilibrando sobre a cabeça uma cesta cheia de roupa suja, e pensando no que a mãe sempre lhe dizia: “Quem carrega peso na cabeça fica papudo”. Ela não queria ficar papuda. Tinha vinte e cinco anos e ainda esperava casar. Não que sentisse muita falta de homem, mas acontecia que casando poderia ao menos ter alguma esperança de sair daquele cafundó, ir morar no Rio Pardo, em Viamão ou até mesmo voltar para a Capitania de São Paulo, onde nascera. Ali na estância a vida era triste e dura.


VERÍSSIMO, Érico. Ana Terra. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
Considerando o contexto gramatical do Texto III, o emprego das aspas na frase “Quem carrega peso na cabeça fica papudo” se justifica por
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Q3810727 Português
Utilize o Texto III para responder à questão.

TEXTO III


Ana Terra descia a coxilha no alto da qual ficava o rancho da estância, e dirigia-se para a sanga, equilibrando sobre a cabeça uma cesta cheia de roupa suja, e pensando no que a mãe sempre lhe dizia: “Quem carrega peso na cabeça fica papudo”. Ela não queria ficar papuda. Tinha vinte e cinco anos e ainda esperava casar. Não que sentisse muita falta de homem, mas acontecia que casando poderia ao menos ter alguma esperança de sair daquele cafundó, ir morar no Rio Pardo, em Viamão ou até mesmo voltar para a Capitania de São Paulo, onde nascera. Ali na estância a vida era triste e dura.


VERÍSSIMO, Érico. Ana Terra. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
No trecho “Tinha vinte e cinco anos e ainda esperava casar”, retirado do Texto III, as orações possuem uma relação de  
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Q3810725 Português
Utilize o Texto II para responder à questão.

TEXTO II 


Q4_6.png (205×369)

QUINTANA, Mário. Antologia poética. Rio de Janeiro: Alfaguara, 2015, p. 41.
No Texto II, o autor usou no poema o verbo “Dancemos”. Tendo em vista o emprego e a correlação de tempos e modos verbais na coesão textual, indique a alternativa correta. 
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Q3810723 Português
Utilize o Texto II para responder à questão.

TEXTO II 


Q4_6.png (205×369)

QUINTANA, Mário. Antologia poética. Rio de Janeiro: Alfaguara, 2015, p. 41.
A última estrofe do poema do Texto II diz: “Até que as paineiras tenham por sobre os muros florido!”. Sob a perspectiva da coesão textual, o termo “até que” se configura como 
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Q3810722 Português
Utilize o Texto II para responder à questão.

TEXTO II 


Q4_6.png (205×369)

QUINTANA, Mário. Antologia poética. Rio de Janeiro: Alfaguara, 2015, p. 41.
No poema Canção da primavera (Texto II), o autor utiliza determinados mecanismos de coesão textual. Considerando as definições gramaticais sobre elementos de referenciação, substituição e repetição, assinale a alternativa correta.
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Q3810720 Português
Utilize o Texto I para responder à questão.

TEXTO I


Épico


    O futebol de calçada era com narração, e o próprio jogador fornecia a narração. Jogava e descrevia sua jogada ao mesmo tempo, e nunca deixava de se autoentusiasmar. “Sensacional, senhores ouvintes!” (Naquele tempo os locutores tratavam o público de “senhores ouvintes”).

    “Sensacional! Mata no peito, põe no chão, faz que vai, mas não vai, passa por um, por dois... Fáu! Foi fáu do béque! O juiz não deu! O juiz está comprado, senhores ouvintes!”

    Fáu era “foul” e béque era “back”, na língua daquela terra estranha, o passado. E o juiz, claro, era imaginário. Tudo era imaginário no futebol de calçada, a começar pela nossa genialidade. A bola era de borracha, quando não era qualquer coisa remotamente redonda. A bola número cinco oficial de couro ganhada no Natal não aparecia na calçada, tá doido? Estragar uma bola de futebol novinha jogando futebol?

    Mas éramos gênios na nossa própria narração. 

    “Lá vai ele de novo. Cabeça erguida! Passa a bola e corre para receber de volta... Que lance! O passe não vem! Não lhe devolvem a bola! Assim não dá, senhores ouvintes ... Só ele joga nesse time!” 

    A narração dava um toque épico ao futebol. Lembro que na primeira vez em que fui a um campo, acostumado a só ouvir futebol pelo rádio, senti falta de alguma coisa que não sabia o que era. Tudo era maravilhoso, o público, o cheiro de grama, os ídolos que eu conhecia de fotografias desbotadas no jornal ali, em cores vivas... Mas faltava alguma coisa. Faltava uma voz me dizendo que o que eu estava vendo era mais do que estava vendo. Faltava a narrativa heroica. Faltava o Homero.

    Na calçada éramos os nossos próprios heróis e os nossos próprios Homeros.

    “Atenção. Ele olha para o gol. Vai chutar. Lá vai a bomba. O goleiro treme. Ele chuta! A bola toma efeito. Entra pela janela. E lá vem a mãe, senhores ouvintes! A mãe invade o campo. Ele tenta se esquivar. Dá um drible espetacular na mãe. Dois. A mãe pega ele pela orelha. Pela orelha! E o juiz não vê isso!”

    Mesmo se nem tudo merecesse o toque épico.


Luís Fernando Veríssimo
Disponível em: https://oglobo.globo.com/cultura/. Acesso em: 31 ago. 2025
Na frase do Texto I: “Na calçada éramos os nossos próprios heróis”, a acentuação gráfica empregada nas palavras próprios e heróis se justifica por serem, respectivamente,
Alternativas
Q3810718 Português
Utilize o Texto I para responder à questão.

TEXTO I


Épico


    O futebol de calçada era com narração, e o próprio jogador fornecia a narração. Jogava e descrevia sua jogada ao mesmo tempo, e nunca deixava de se autoentusiasmar. “Sensacional, senhores ouvintes!” (Naquele tempo os locutores tratavam o público de “senhores ouvintes”).

    “Sensacional! Mata no peito, põe no chão, faz que vai, mas não vai, passa por um, por dois... Fáu! Foi fáu do béque! O juiz não deu! O juiz está comprado, senhores ouvintes!”

    Fáu era “foul” e béque era “back”, na língua daquela terra estranha, o passado. E o juiz, claro, era imaginário. Tudo era imaginário no futebol de calçada, a começar pela nossa genialidade. A bola era de borracha, quando não era qualquer coisa remotamente redonda. A bola número cinco oficial de couro ganhada no Natal não aparecia na calçada, tá doido? Estragar uma bola de futebol novinha jogando futebol?

    Mas éramos gênios na nossa própria narração. 

    “Lá vai ele de novo. Cabeça erguida! Passa a bola e corre para receber de volta... Que lance! O passe não vem! Não lhe devolvem a bola! Assim não dá, senhores ouvintes ... Só ele joga nesse time!” 

    A narração dava um toque épico ao futebol. Lembro que na primeira vez em que fui a um campo, acostumado a só ouvir futebol pelo rádio, senti falta de alguma coisa que não sabia o que era. Tudo era maravilhoso, o público, o cheiro de grama, os ídolos que eu conhecia de fotografias desbotadas no jornal ali, em cores vivas... Mas faltava alguma coisa. Faltava uma voz me dizendo que o que eu estava vendo era mais do que estava vendo. Faltava a narrativa heroica. Faltava o Homero.

    Na calçada éramos os nossos próprios heróis e os nossos próprios Homeros.

    “Atenção. Ele olha para o gol. Vai chutar. Lá vai a bomba. O goleiro treme. Ele chuta! A bola toma efeito. Entra pela janela. E lá vem a mãe, senhores ouvintes! A mãe invade o campo. Ele tenta se esquivar. Dá um drible espetacular na mãe. Dois. A mãe pega ele pela orelha. Pela orelha! E o juiz não vê isso!”

    Mesmo se nem tudo merecesse o toque épico.


Luís Fernando Veríssimo
Disponível em: https://oglobo.globo.com/cultura/. Acesso em: 31 ago. 2025
O gênero textual referente ao Texto I é definido como 
Alternativas
Q3810715 Português
Utilize o Texto I para responder à questão.

TEXTO I


Épico


    O futebol de calçada era com narração, e o próprio jogador fornecia a narração. Jogava e descrevia sua jogada ao mesmo tempo, e nunca deixava de se autoentusiasmar. “Sensacional, senhores ouvintes!” (Naquele tempo os locutores tratavam o público de “senhores ouvintes”).

    “Sensacional! Mata no peito, põe no chão, faz que vai, mas não vai, passa por um, por dois... Fáu! Foi fáu do béque! O juiz não deu! O juiz está comprado, senhores ouvintes!”

    Fáu era “foul” e béque era “back”, na língua daquela terra estranha, o passado. E o juiz, claro, era imaginário. Tudo era imaginário no futebol de calçada, a começar pela nossa genialidade. A bola era de borracha, quando não era qualquer coisa remotamente redonda. A bola número cinco oficial de couro ganhada no Natal não aparecia na calçada, tá doido? Estragar uma bola de futebol novinha jogando futebol?

    Mas éramos gênios na nossa própria narração. 

    “Lá vai ele de novo. Cabeça erguida! Passa a bola e corre para receber de volta... Que lance! O passe não vem! Não lhe devolvem a bola! Assim não dá, senhores ouvintes ... Só ele joga nesse time!” 

    A narração dava um toque épico ao futebol. Lembro que na primeira vez em que fui a um campo, acostumado a só ouvir futebol pelo rádio, senti falta de alguma coisa que não sabia o que era. Tudo era maravilhoso, o público, o cheiro de grama, os ídolos que eu conhecia de fotografias desbotadas no jornal ali, em cores vivas... Mas faltava alguma coisa. Faltava uma voz me dizendo que o que eu estava vendo era mais do que estava vendo. Faltava a narrativa heroica. Faltava o Homero.

    Na calçada éramos os nossos próprios heróis e os nossos próprios Homeros.

    “Atenção. Ele olha para o gol. Vai chutar. Lá vai a bomba. O goleiro treme. Ele chuta! A bola toma efeito. Entra pela janela. E lá vem a mãe, senhores ouvintes! A mãe invade o campo. Ele tenta se esquivar. Dá um drible espetacular na mãe. Dois. A mãe pega ele pela orelha. Pela orelha! E o juiz não vê isso!”

    Mesmo se nem tudo merecesse o toque épico.


Luís Fernando Veríssimo
Disponível em: https://oglobo.globo.com/cultura/. Acesso em: 31 ago. 2025
Com relação ao Texto I, o título “Épico” escolhido pelo autor Luís Fernando Veríssimo estabelece uma relação metafórica entre
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Q3808502 Pedagogia
Segundo a Primeira Epistola de Pedro, cap. 3, quem eram os espíritos em prisão aos quais Jesus pregou? 
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Q3808501 Pedagogia
Osborne (2009) cita que há sete middoth ou regras de interpretação que foram atribuídas no Talmude a Hillel, e uma delas diz que “o que é verdadeiro numa situação menos importante, também será verdadeiro numa situação mais importante". Isso ocorre em Romanos 5.15,17: “Todavia, não é assim o dom gratuito como a ofensa; porque, se, pela ofensa de um s6, morreram muitos, muito mais a graça de Deus e o dom pela graça de um só homem, Jesus Cristo, foram abundantes sobre muitos. [...] Se, pela ofensa de um e por meio de um só, reinou a morte, muito mais os que recebem a abundância da graça e o dom da justiça reinarão em vida por meio de um só, a saber, Jesus Cristo.” De acordo com Osborne, qual é o nome dessa middoth?  
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Q3808500 Pedagogia
De acordo com Hale (2011), a respeito dos evangelhos sinóticos, analise as afirmativas abaixo e assinale a opção correta.

|- O adjetivo sinótico vem do grego sunoráo, que significa ver junto, havendo entre eles impressivas concordâncias e coincidências.
|- Os evangelhos sinóticos são Mateus, Marcos e Lucas. - Lucas não era testemunha ocular dos feitos de Jesus, por isso utilizou o Evangelho de Mateus, que era apóstolo para escrever seu evangelho.
IV- Nos primeiros anos da igreja cristã, o evangelho foi transmitido e preservado oralmente.
V- O autor do evangelho de Marcos fez uma versão mais sucinta do evangelho de Mateus. 
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Q3808499 Pedagogia
Conforme o livro de 1l Samuel, cap. 18, qual foi a exclamação do Rei Davi ao receber a notícia de que aquele que tentara usurpar seu trono fora morto? 
Alternativas
Respostas
1381: C
1382: A
1383: D
1384: B
1385: A
1386: D
1387: D
1388: B
1389: D
1390: C
1391: A
1392: C
1393: A
1394: B
1395: A
1396: C
1397: D
1398: B
1399: B
1400: C