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Q3810999 Matemática
Um reservatório foi projetado no formato de um prisma reto com 5 metros de altura, e seu espaço interno será totalmente preenchido com um fluido. A base desse prisma tem o formato de um setor de coroa circular, correspondente a um ângulo central de 60º. A coroa circular da base é delimitada por um círculo interno de raio igual a 10 metros e por um círculo externo de raio igual a 12 metros. Despreze a espessura das paredes e quaisquer perdas/efeitos físicos.
Sabe-se que:

• O bombeamento do fluido ocorre com uma vazão constante de 360 litros por minuto (L/min);
• Lembre-se que 1 m³ equivale a 1.000 Litros;
• Considere π = 3.

O tempo mínimo necessário para o enchimento total do reservatório, expresso em horas inteiras (após converter o tempo para horas), por excesso (arredondando para cima), é de:
Alternativas
Q3810998 Português
Para responder à questão, utilizar o texto a seguir.


A vida imaginária


       Uma das vantagens de envelhecer – existem algumas sim, sabiam, jovens? – é poder botar em prática aquilo que os orientais chamam de “desiludir-se”, no sentido real da palavra. Embora o termo tenha ganhado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade faz um bem danado. Assentamo-nos calmamente, tomamos um gole de água fresca e começamos a jogar fora as ilusões: conceitos ultrapassados e preconceitos, lembranças, modos repetidos de agir, mágoas, besteiras inúteis, sucatas antigas e tranqueiras gerais. De quebra, temos a chance de esvaziar a mochila carregada com as pedras do caminho, onde tropeçamos e estropiamos os dedões do pé. Como recompensa, vamos ficando mais leves, mais tolerantes com os outros e com nós mesmos; menos chatos, dogmáticos e implicantes.

        Felizmente, por uma gentileza do destino, tive a sorte de ir esvaziando a minha mochila, assim como fizeram outros amigos hoje denominados sexagenários, com os quais vou trocando impressões sobre a riqueza desse ritual típico do outono da vida. Porém, não somos todos afortunados. Com pesar, vejo que existem os que fazem o contrário: não só mantem a mochila abarrotada de velhas pedras pontiagudas como também colecionam novos cascalhos pela estrada. De posse desses pedregulhos constroem fortalezas sombrias dentro das quais se escondem, emburrados e agarrados aos seus frágeis tesouros, a maldizer o mundo. No alto, sobre a ponte levadiça e o fosso dos crocodilos, uma placa enferrujada identifica o jeitão do morador: “Cuidado! Dono bravo!”.

       Percebo que a TV e sobretudo a publicidade são grandes culpadas pelo fornecimento maciço de pedras, tijolos e cimento para a construção daquilo que chamam levianamente de “felicidade”. O castelo fascinante da eterna juventude, por exemplo, anda muito em moda – seja no Instagram ou nas academias. Nada contra uma vida saudável na primeira, segunda e terceira idade, pelo contrário – desde que isso não vire uma obsessão. Vamos fazendo ginástica, alimentando-nos bem, livrando-nos dos estresses inúteis – porém aceitando o inexorável escorrer da areia na ampulheta do deus Cronos, aquele senhor compenetrado que nos lembra que, um belo dia, a coisa acaba mesmo.

      Seriam cômicas se não fossem capciosas as milhares de mensagens que tentam nos empurrar conceitos do tipo “viver é isso” e “isso não é viver” – apenas para vender bugigangas. Com qual autoridade invadem os subconscientes da galera divulgando, impunes, tantas asneiras? Para ser “feliz” depois de velho devo obrigatoriamente possuir um off-road 4X4, trilhar despenhadeiros na Califórnia ou descer as corredeiras de um rio turbulento ao som de música histérica, parado no tempo com a aparência jovial dos 30 anos e sempre a sorrir como um idiota? É muita sacanagem o que andam fazendo com os pobres e incautos telespectadores.

       A tal vida imaginária é mesmo uma pedra pesada na mochila. Ou pior: no sapato. Dura até quando saímos da frente da TV, tomamos coragem, nos livramos dela e pisamos no chão da vida real. Que alívio.


Texto Adaptado

FABBRINI, Fernando. A vida imaginária. O TEMPO, Belo Horizonte, 7 ago. 2025. Opinião.
Disponível em: https://www.otempo.com.br/. Acesso em: 1° set. 2025.
No trecho “Felizmente, por uma gentileza do destino, tive a sorte de ir esvaziando a minha mochila, assim como fizeram outros amigos hoje denominados sexagenários, com os quais vou trocando impressões sobre a riqueza desse ritual típico do outono da vida”, há três ocorrências do vocábulo “a”. Assinale a alternativa que explica corretamente a ausência do acento indicativo de crase em cada caso.
Alternativas
Q3810997 Português
Para responder à questão, utilizar o texto a seguir.


A vida imaginária


       Uma das vantagens de envelhecer – existem algumas sim, sabiam, jovens? – é poder botar em prática aquilo que os orientais chamam de “desiludir-se”, no sentido real da palavra. Embora o termo tenha ganhado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade faz um bem danado. Assentamo-nos calmamente, tomamos um gole de água fresca e começamos a jogar fora as ilusões: conceitos ultrapassados e preconceitos, lembranças, modos repetidos de agir, mágoas, besteiras inúteis, sucatas antigas e tranqueiras gerais. De quebra, temos a chance de esvaziar a mochila carregada com as pedras do caminho, onde tropeçamos e estropiamos os dedões do pé. Como recompensa, vamos ficando mais leves, mais tolerantes com os outros e com nós mesmos; menos chatos, dogmáticos e implicantes.

        Felizmente, por uma gentileza do destino, tive a sorte de ir esvaziando a minha mochila, assim como fizeram outros amigos hoje denominados sexagenários, com os quais vou trocando impressões sobre a riqueza desse ritual típico do outono da vida. Porém, não somos todos afortunados. Com pesar, vejo que existem os que fazem o contrário: não só mantem a mochila abarrotada de velhas pedras pontiagudas como também colecionam novos cascalhos pela estrada. De posse desses pedregulhos constroem fortalezas sombrias dentro das quais se escondem, emburrados e agarrados aos seus frágeis tesouros, a maldizer o mundo. No alto, sobre a ponte levadiça e o fosso dos crocodilos, uma placa enferrujada identifica o jeitão do morador: “Cuidado! Dono bravo!”.

       Percebo que a TV e sobretudo a publicidade são grandes culpadas pelo fornecimento maciço de pedras, tijolos e cimento para a construção daquilo que chamam levianamente de “felicidade”. O castelo fascinante da eterna juventude, por exemplo, anda muito em moda – seja no Instagram ou nas academias. Nada contra uma vida saudável na primeira, segunda e terceira idade, pelo contrário – desde que isso não vire uma obsessão. Vamos fazendo ginástica, alimentando-nos bem, livrando-nos dos estresses inúteis – porém aceitando o inexorável escorrer da areia na ampulheta do deus Cronos, aquele senhor compenetrado que nos lembra que, um belo dia, a coisa acaba mesmo.

      Seriam cômicas se não fossem capciosas as milhares de mensagens que tentam nos empurrar conceitos do tipo “viver é isso” e “isso não é viver” – apenas para vender bugigangas. Com qual autoridade invadem os subconscientes da galera divulgando, impunes, tantas asneiras? Para ser “feliz” depois de velho devo obrigatoriamente possuir um off-road 4X4, trilhar despenhadeiros na Califórnia ou descer as corredeiras de um rio turbulento ao som de música histérica, parado no tempo com a aparência jovial dos 30 anos e sempre a sorrir como um idiota? É muita sacanagem o que andam fazendo com os pobres e incautos telespectadores.

       A tal vida imaginária é mesmo uma pedra pesada na mochila. Ou pior: no sapato. Dura até quando saímos da frente da TV, tomamos coragem, nos livramos dela e pisamos no chão da vida real. Que alívio.


Texto Adaptado

FABBRINI, Fernando. A vida imaginária. O TEMPO, Belo Horizonte, 7 ago. 2025. Opinião.
Disponível em: https://www.otempo.com.br/. Acesso em: 1° set. 2025.
Considerando o trecho “Vamos fazendo ginástica, alimentando-nos bem, livrando-nos dos estresses inúteis – porém aceitando o inexorável escorrer da areia na ampulheta do deus Cronos, aquele senhor compenetrado que nos lembra que, um belo dia, a coisa acaba mesmo”, assinale a alternativa cuja reescritura preserva com maior precisão os sentidos originais, mantendo a correção gramatical e a coesão do período. 
Alternativas
Q3810996 Português
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A vida imaginária


       Uma das vantagens de envelhecer – existem algumas sim, sabiam, jovens? – é poder botar em prática aquilo que os orientais chamam de “desiludir-se”, no sentido real da palavra. Embora o termo tenha ganhado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade faz um bem danado. Assentamo-nos calmamente, tomamos um gole de água fresca e começamos a jogar fora as ilusões: conceitos ultrapassados e preconceitos, lembranças, modos repetidos de agir, mágoas, besteiras inúteis, sucatas antigas e tranqueiras gerais. De quebra, temos a chance de esvaziar a mochila carregada com as pedras do caminho, onde tropeçamos e estropiamos os dedões do pé. Como recompensa, vamos ficando mais leves, mais tolerantes com os outros e com nós mesmos; menos chatos, dogmáticos e implicantes.

        Felizmente, por uma gentileza do destino, tive a sorte de ir esvaziando a minha mochila, assim como fizeram outros amigos hoje denominados sexagenários, com os quais vou trocando impressões sobre a riqueza desse ritual típico do outono da vida. Porém, não somos todos afortunados. Com pesar, vejo que existem os que fazem o contrário: não só mantem a mochila abarrotada de velhas pedras pontiagudas como também colecionam novos cascalhos pela estrada. De posse desses pedregulhos constroem fortalezas sombrias dentro das quais se escondem, emburrados e agarrados aos seus frágeis tesouros, a maldizer o mundo. No alto, sobre a ponte levadiça e o fosso dos crocodilos, uma placa enferrujada identifica o jeitão do morador: “Cuidado! Dono bravo!”.

       Percebo que a TV e sobretudo a publicidade são grandes culpadas pelo fornecimento maciço de pedras, tijolos e cimento para a construção daquilo que chamam levianamente de “felicidade”. O castelo fascinante da eterna juventude, por exemplo, anda muito em moda – seja no Instagram ou nas academias. Nada contra uma vida saudável na primeira, segunda e terceira idade, pelo contrário – desde que isso não vire uma obsessão. Vamos fazendo ginástica, alimentando-nos bem, livrando-nos dos estresses inúteis – porém aceitando o inexorável escorrer da areia na ampulheta do deus Cronos, aquele senhor compenetrado que nos lembra que, um belo dia, a coisa acaba mesmo.

      Seriam cômicas se não fossem capciosas as milhares de mensagens que tentam nos empurrar conceitos do tipo “viver é isso” e “isso não é viver” – apenas para vender bugigangas. Com qual autoridade invadem os subconscientes da galera divulgando, impunes, tantas asneiras? Para ser “feliz” depois de velho devo obrigatoriamente possuir um off-road 4X4, trilhar despenhadeiros na Califórnia ou descer as corredeiras de um rio turbulento ao som de música histérica, parado no tempo com a aparência jovial dos 30 anos e sempre a sorrir como um idiota? É muita sacanagem o que andam fazendo com os pobres e incautos telespectadores.

       A tal vida imaginária é mesmo uma pedra pesada na mochila. Ou pior: no sapato. Dura até quando saímos da frente da TV, tomamos coragem, nos livramos dela e pisamos no chão da vida real. Que alívio.


Texto Adaptado

FABBRINI, Fernando. A vida imaginária. O TEMPO, Belo Horizonte, 7 ago. 2025. Opinião.
Disponível em: https://www.otempo.com.br/. Acesso em: 1° set. 2025.
Assinale a alternativa em que há infração à norma-padrão no que diz respeito à concordância verbal ou nominal.
Alternativas
Q3810995 Português
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A vida imaginária


       Uma das vantagens de envelhecer – existem algumas sim, sabiam, jovens? – é poder botar em prática aquilo que os orientais chamam de “desiludir-se”, no sentido real da palavra. Embora o termo tenha ganhado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade faz um bem danado. Assentamo-nos calmamente, tomamos um gole de água fresca e começamos a jogar fora as ilusões: conceitos ultrapassados e preconceitos, lembranças, modos repetidos de agir, mágoas, besteiras inúteis, sucatas antigas e tranqueiras gerais. De quebra, temos a chance de esvaziar a mochila carregada com as pedras do caminho, onde tropeçamos e estropiamos os dedões do pé. Como recompensa, vamos ficando mais leves, mais tolerantes com os outros e com nós mesmos; menos chatos, dogmáticos e implicantes.

        Felizmente, por uma gentileza do destino, tive a sorte de ir esvaziando a minha mochila, assim como fizeram outros amigos hoje denominados sexagenários, com os quais vou trocando impressões sobre a riqueza desse ritual típico do outono da vida. Porém, não somos todos afortunados. Com pesar, vejo que existem os que fazem o contrário: não só mantem a mochila abarrotada de velhas pedras pontiagudas como também colecionam novos cascalhos pela estrada. De posse desses pedregulhos constroem fortalezas sombrias dentro das quais se escondem, emburrados e agarrados aos seus frágeis tesouros, a maldizer o mundo. No alto, sobre a ponte levadiça e o fosso dos crocodilos, uma placa enferrujada identifica o jeitão do morador: “Cuidado! Dono bravo!”.

       Percebo que a TV e sobretudo a publicidade são grandes culpadas pelo fornecimento maciço de pedras, tijolos e cimento para a construção daquilo que chamam levianamente de “felicidade”. O castelo fascinante da eterna juventude, por exemplo, anda muito em moda – seja no Instagram ou nas academias. Nada contra uma vida saudável na primeira, segunda e terceira idade, pelo contrário – desde que isso não vire uma obsessão. Vamos fazendo ginástica, alimentando-nos bem, livrando-nos dos estresses inúteis – porém aceitando o inexorável escorrer da areia na ampulheta do deus Cronos, aquele senhor compenetrado que nos lembra que, um belo dia, a coisa acaba mesmo.

      Seriam cômicas se não fossem capciosas as milhares de mensagens que tentam nos empurrar conceitos do tipo “viver é isso” e “isso não é viver” – apenas para vender bugigangas. Com qual autoridade invadem os subconscientes da galera divulgando, impunes, tantas asneiras? Para ser “feliz” depois de velho devo obrigatoriamente possuir um off-road 4X4, trilhar despenhadeiros na Califórnia ou descer as corredeiras de um rio turbulento ao som de música histérica, parado no tempo com a aparência jovial dos 30 anos e sempre a sorrir como um idiota? É muita sacanagem o que andam fazendo com os pobres e incautos telespectadores.

       A tal vida imaginária é mesmo uma pedra pesada na mochila. Ou pior: no sapato. Dura até quando saímos da frente da TV, tomamos coragem, nos livramos dela e pisamos no chão da vida real. Que alívio.


Texto Adaptado

FABBRINI, Fernando. A vida imaginária. O TEMPO, Belo Horizonte, 7 ago. 2025. Opinião.
Disponível em: https://www.otempo.com.br/. Acesso em: 1° set. 2025.
Considerando os sinais de pontuação empregados no trecho “No alto, sobre a ponte levadiça e o fosso dos crocodilos, uma placa enferrujada identifica o jeitão do morador: ‘Cuidado! Dono bravo!'.”, assinale a alternativa que analisa corretamente os efeitos de sentido e as funções sintáticas desses sinais.
Alternativas
Q3810994 Português
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A vida imaginária


       Uma das vantagens de envelhecer – existem algumas sim, sabiam, jovens? – é poder botar em prática aquilo que os orientais chamam de “desiludir-se”, no sentido real da palavra. Embora o termo tenha ganhado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade faz um bem danado. Assentamo-nos calmamente, tomamos um gole de água fresca e começamos a jogar fora as ilusões: conceitos ultrapassados e preconceitos, lembranças, modos repetidos de agir, mágoas, besteiras inúteis, sucatas antigas e tranqueiras gerais. De quebra, temos a chance de esvaziar a mochila carregada com as pedras do caminho, onde tropeçamos e estropiamos os dedões do pé. Como recompensa, vamos ficando mais leves, mais tolerantes com os outros e com nós mesmos; menos chatos, dogmáticos e implicantes.

        Felizmente, por uma gentileza do destino, tive a sorte de ir esvaziando a minha mochila, assim como fizeram outros amigos hoje denominados sexagenários, com os quais vou trocando impressões sobre a riqueza desse ritual típico do outono da vida. Porém, não somos todos afortunados. Com pesar, vejo que existem os que fazem o contrário: não só mantem a mochila abarrotada de velhas pedras pontiagudas como também colecionam novos cascalhos pela estrada. De posse desses pedregulhos constroem fortalezas sombrias dentro das quais se escondem, emburrados e agarrados aos seus frágeis tesouros, a maldizer o mundo. No alto, sobre a ponte levadiça e o fosso dos crocodilos, uma placa enferrujada identifica o jeitão do morador: “Cuidado! Dono bravo!”.

       Percebo que a TV e sobretudo a publicidade são grandes culpadas pelo fornecimento maciço de pedras, tijolos e cimento para a construção daquilo que chamam levianamente de “felicidade”. O castelo fascinante da eterna juventude, por exemplo, anda muito em moda – seja no Instagram ou nas academias. Nada contra uma vida saudável na primeira, segunda e terceira idade, pelo contrário – desde que isso não vire uma obsessão. Vamos fazendo ginástica, alimentando-nos bem, livrando-nos dos estresses inúteis – porém aceitando o inexorável escorrer da areia na ampulheta do deus Cronos, aquele senhor compenetrado que nos lembra que, um belo dia, a coisa acaba mesmo.

      Seriam cômicas se não fossem capciosas as milhares de mensagens que tentam nos empurrar conceitos do tipo “viver é isso” e “isso não é viver” – apenas para vender bugigangas. Com qual autoridade invadem os subconscientes da galera divulgando, impunes, tantas asneiras? Para ser “feliz” depois de velho devo obrigatoriamente possuir um off-road 4X4, trilhar despenhadeiros na Califórnia ou descer as corredeiras de um rio turbulento ao som de música histérica, parado no tempo com a aparência jovial dos 30 anos e sempre a sorrir como um idiota? É muita sacanagem o que andam fazendo com os pobres e incautos telespectadores.

       A tal vida imaginária é mesmo uma pedra pesada na mochila. Ou pior: no sapato. Dura até quando saímos da frente da TV, tomamos coragem, nos livramos dela e pisamos no chão da vida real. Que alívio.


Texto Adaptado

FABBRINI, Fernando. A vida imaginária. O TEMPO, Belo Horizonte, 7 ago. 2025. Opinião.
Disponível em: https://www.otempo.com.br/. Acesso em: 1° set. 2025.
No período “Percebo que a TV e sobretudo a publicidade são grandes culpadas pelo fornecimento maciço de pedras, tijolos e cimento para a construção daquilo que chamam levianamente de ‘felicidade’”, os dois termos introduzidos pela conjunção “que” exercem funções sintáticas distintas. Acerca dessas ocorrências, assinale a alternativa que analisa corretamente as orações subordinadas e a função de cada “que” no período. 
Alternativas
Q3810993 Português
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A vida imaginária


       Uma das vantagens de envelhecer – existem algumas sim, sabiam, jovens? – é poder botar em prática aquilo que os orientais chamam de “desiludir-se”, no sentido real da palavra. Embora o termo tenha ganhado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade faz um bem danado. Assentamo-nos calmamente, tomamos um gole de água fresca e começamos a jogar fora as ilusões: conceitos ultrapassados e preconceitos, lembranças, modos repetidos de agir, mágoas, besteiras inúteis, sucatas antigas e tranqueiras gerais. De quebra, temos a chance de esvaziar a mochila carregada com as pedras do caminho, onde tropeçamos e estropiamos os dedões do pé. Como recompensa, vamos ficando mais leves, mais tolerantes com os outros e com nós mesmos; menos chatos, dogmáticos e implicantes.

        Felizmente, por uma gentileza do destino, tive a sorte de ir esvaziando a minha mochila, assim como fizeram outros amigos hoje denominados sexagenários, com os quais vou trocando impressões sobre a riqueza desse ritual típico do outono da vida. Porém, não somos todos afortunados. Com pesar, vejo que existem os que fazem o contrário: não só mantem a mochila abarrotada de velhas pedras pontiagudas como também colecionam novos cascalhos pela estrada. De posse desses pedregulhos constroem fortalezas sombrias dentro das quais se escondem, emburrados e agarrados aos seus frágeis tesouros, a maldizer o mundo. No alto, sobre a ponte levadiça e o fosso dos crocodilos, uma placa enferrujada identifica o jeitão do morador: “Cuidado! Dono bravo!”.

       Percebo que a TV e sobretudo a publicidade são grandes culpadas pelo fornecimento maciço de pedras, tijolos e cimento para a construção daquilo que chamam levianamente de “felicidade”. O castelo fascinante da eterna juventude, por exemplo, anda muito em moda – seja no Instagram ou nas academias. Nada contra uma vida saudável na primeira, segunda e terceira idade, pelo contrário – desde que isso não vire uma obsessão. Vamos fazendo ginástica, alimentando-nos bem, livrando-nos dos estresses inúteis – porém aceitando o inexorável escorrer da areia na ampulheta do deus Cronos, aquele senhor compenetrado que nos lembra que, um belo dia, a coisa acaba mesmo.

      Seriam cômicas se não fossem capciosas as milhares de mensagens que tentam nos empurrar conceitos do tipo “viver é isso” e “isso não é viver” – apenas para vender bugigangas. Com qual autoridade invadem os subconscientes da galera divulgando, impunes, tantas asneiras? Para ser “feliz” depois de velho devo obrigatoriamente possuir um off-road 4X4, trilhar despenhadeiros na Califórnia ou descer as corredeiras de um rio turbulento ao som de música histérica, parado no tempo com a aparência jovial dos 30 anos e sempre a sorrir como um idiota? É muita sacanagem o que andam fazendo com os pobres e incautos telespectadores.

       A tal vida imaginária é mesmo uma pedra pesada na mochila. Ou pior: no sapato. Dura até quando saímos da frente da TV, tomamos coragem, nos livramos dela e pisamos no chão da vida real. Que alívio.


Texto Adaptado

FABBRINI, Fernando. A vida imaginária. O TEMPO, Belo Horizonte, 7 ago. 2025. Opinião.
Disponível em: https://www.otempo.com.br/. Acesso em: 1° set. 2025.
Na frase “Seriam cômicas se não fossem capciosas as milhares de mensagens que tentam nos empurrar conceitos do tipo ‘viver é isso’ e ‘isso não é viver’ – apenas para vender bugigangas”, os tempos e modos verbais empregados estabelecem uma relação semântica específica. Acerca da correlação verbal observada nesse trecho, assinale a alternativa que apresenta a descrição gramatical correta da estrutura condicional expressa.
Alternativas
Q3810992 Português
Para responder à questão, utilizar o texto a seguir.


A vida imaginária


       Uma das vantagens de envelhecer – existem algumas sim, sabiam, jovens? – é poder botar em prática aquilo que os orientais chamam de “desiludir-se”, no sentido real da palavra. Embora o termo tenha ganhado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade faz um bem danado. Assentamo-nos calmamente, tomamos um gole de água fresca e começamos a jogar fora as ilusões: conceitos ultrapassados e preconceitos, lembranças, modos repetidos de agir, mágoas, besteiras inúteis, sucatas antigas e tranqueiras gerais. De quebra, temos a chance de esvaziar a mochila carregada com as pedras do caminho, onde tropeçamos e estropiamos os dedões do pé. Como recompensa, vamos ficando mais leves, mais tolerantes com os outros e com nós mesmos; menos chatos, dogmáticos e implicantes.

        Felizmente, por uma gentileza do destino, tive a sorte de ir esvaziando a minha mochila, assim como fizeram outros amigos hoje denominados sexagenários, com os quais vou trocando impressões sobre a riqueza desse ritual típico do outono da vida. Porém, não somos todos afortunados. Com pesar, vejo que existem os que fazem o contrário: não só mantem a mochila abarrotada de velhas pedras pontiagudas como também colecionam novos cascalhos pela estrada. De posse desses pedregulhos constroem fortalezas sombrias dentro das quais se escondem, emburrados e agarrados aos seus frágeis tesouros, a maldizer o mundo. No alto, sobre a ponte levadiça e o fosso dos crocodilos, uma placa enferrujada identifica o jeitão do morador: “Cuidado! Dono bravo!”.

       Percebo que a TV e sobretudo a publicidade são grandes culpadas pelo fornecimento maciço de pedras, tijolos e cimento para a construção daquilo que chamam levianamente de “felicidade”. O castelo fascinante da eterna juventude, por exemplo, anda muito em moda – seja no Instagram ou nas academias. Nada contra uma vida saudável na primeira, segunda e terceira idade, pelo contrário – desde que isso não vire uma obsessão. Vamos fazendo ginástica, alimentando-nos bem, livrando-nos dos estresses inúteis – porém aceitando o inexorável escorrer da areia na ampulheta do deus Cronos, aquele senhor compenetrado que nos lembra que, um belo dia, a coisa acaba mesmo.

      Seriam cômicas se não fossem capciosas as milhares de mensagens que tentam nos empurrar conceitos do tipo “viver é isso” e “isso não é viver” – apenas para vender bugigangas. Com qual autoridade invadem os subconscientes da galera divulgando, impunes, tantas asneiras? Para ser “feliz” depois de velho devo obrigatoriamente possuir um off-road 4X4, trilhar despenhadeiros na Califórnia ou descer as corredeiras de um rio turbulento ao som de música histérica, parado no tempo com a aparência jovial dos 30 anos e sempre a sorrir como um idiota? É muita sacanagem o que andam fazendo com os pobres e incautos telespectadores.

       A tal vida imaginária é mesmo uma pedra pesada na mochila. Ou pior: no sapato. Dura até quando saímos da frente da TV, tomamos coragem, nos livramos dela e pisamos no chão da vida real. Que alívio.


Texto Adaptado

FABBRINI, Fernando. A vida imaginária. O TEMPO, Belo Horizonte, 7 ago. 2025. Opinião.
Disponível em: https://www.otempo.com.br/. Acesso em: 1° set. 2025.
No trecho “Embora o termo tenha ganhado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade, faz um bem danado”, a conjunção “embora” estabelece uma relação de sentido entre as orações. Considerando esse uso e os mecanismos coesivos empregados, assinale a alternativa que apresenta a descrição correta da função textual e semântica do conectivo em destaque.
Alternativas
Q3810991 Português
Para responder à questão, utilizar o texto a seguir.


A vida imaginária


       Uma das vantagens de envelhecer – existem algumas sim, sabiam, jovens? – é poder botar em prática aquilo que os orientais chamam de “desiludir-se”, no sentido real da palavra. Embora o termo tenha ganhado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade faz um bem danado. Assentamo-nos calmamente, tomamos um gole de água fresca e começamos a jogar fora as ilusões: conceitos ultrapassados e preconceitos, lembranças, modos repetidos de agir, mágoas, besteiras inúteis, sucatas antigas e tranqueiras gerais. De quebra, temos a chance de esvaziar a mochila carregada com as pedras do caminho, onde tropeçamos e estropiamos os dedões do pé. Como recompensa, vamos ficando mais leves, mais tolerantes com os outros e com nós mesmos; menos chatos, dogmáticos e implicantes.

        Felizmente, por uma gentileza do destino, tive a sorte de ir esvaziando a minha mochila, assim como fizeram outros amigos hoje denominados sexagenários, com os quais vou trocando impressões sobre a riqueza desse ritual típico do outono da vida. Porém, não somos todos afortunados. Com pesar, vejo que existem os que fazem o contrário: não só mantem a mochila abarrotada de velhas pedras pontiagudas como também colecionam novos cascalhos pela estrada. De posse desses pedregulhos constroem fortalezas sombrias dentro das quais se escondem, emburrados e agarrados aos seus frágeis tesouros, a maldizer o mundo. No alto, sobre a ponte levadiça e o fosso dos crocodilos, uma placa enferrujada identifica o jeitão do morador: “Cuidado! Dono bravo!”.

       Percebo que a TV e sobretudo a publicidade são grandes culpadas pelo fornecimento maciço de pedras, tijolos e cimento para a construção daquilo que chamam levianamente de “felicidade”. O castelo fascinante da eterna juventude, por exemplo, anda muito em moda – seja no Instagram ou nas academias. Nada contra uma vida saudável na primeira, segunda e terceira idade, pelo contrário – desde que isso não vire uma obsessão. Vamos fazendo ginástica, alimentando-nos bem, livrando-nos dos estresses inúteis – porém aceitando o inexorável escorrer da areia na ampulheta do deus Cronos, aquele senhor compenetrado que nos lembra que, um belo dia, a coisa acaba mesmo.

      Seriam cômicas se não fossem capciosas as milhares de mensagens que tentam nos empurrar conceitos do tipo “viver é isso” e “isso não é viver” – apenas para vender bugigangas. Com qual autoridade invadem os subconscientes da galera divulgando, impunes, tantas asneiras? Para ser “feliz” depois de velho devo obrigatoriamente possuir um off-road 4X4, trilhar despenhadeiros na Califórnia ou descer as corredeiras de um rio turbulento ao som de música histérica, parado no tempo com a aparência jovial dos 30 anos e sempre a sorrir como um idiota? É muita sacanagem o que andam fazendo com os pobres e incautos telespectadores.

       A tal vida imaginária é mesmo uma pedra pesada na mochila. Ou pior: no sapato. Dura até quando saímos da frente da TV, tomamos coragem, nos livramos dela e pisamos no chão da vida real. Que alívio.


Texto Adaptado

FABBRINI, Fernando. A vida imaginária. O TEMPO, Belo Horizonte, 7 ago. 2025. Opinião.
Disponível em: https://www.otempo.com.br/. Acesso em: 1° set. 2025.
Com base no texto “A vida imaginária” e nas normas que regem a acentuação gráfica na Língua Portuguesa, assinale a alternativa que apresenta corretamente a regra que justifica o uso do acento na palavra indicada.
Alternativas
Q3810990 Português
Para responder à questão, utilizar o texto a seguir.


A vida imaginária


       Uma das vantagens de envelhecer – existem algumas sim, sabiam, jovens? – é poder botar em prática aquilo que os orientais chamam de “desiludir-se”, no sentido real da palavra. Embora o termo tenha ganhado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade faz um bem danado. Assentamo-nos calmamente, tomamos um gole de água fresca e começamos a jogar fora as ilusões: conceitos ultrapassados e preconceitos, lembranças, modos repetidos de agir, mágoas, besteiras inúteis, sucatas antigas e tranqueiras gerais. De quebra, temos a chance de esvaziar a mochila carregada com as pedras do caminho, onde tropeçamos e estropiamos os dedões do pé. Como recompensa, vamos ficando mais leves, mais tolerantes com os outros e com nós mesmos; menos chatos, dogmáticos e implicantes.

        Felizmente, por uma gentileza do destino, tive a sorte de ir esvaziando a minha mochila, assim como fizeram outros amigos hoje denominados sexagenários, com os quais vou trocando impressões sobre a riqueza desse ritual típico do outono da vida. Porém, não somos todos afortunados. Com pesar, vejo que existem os que fazem o contrário: não só mantem a mochila abarrotada de velhas pedras pontiagudas como também colecionam novos cascalhos pela estrada. De posse desses pedregulhos constroem fortalezas sombrias dentro das quais se escondem, emburrados e agarrados aos seus frágeis tesouros, a maldizer o mundo. No alto, sobre a ponte levadiça e o fosso dos crocodilos, uma placa enferrujada identifica o jeitão do morador: “Cuidado! Dono bravo!”.

       Percebo que a TV e sobretudo a publicidade são grandes culpadas pelo fornecimento maciço de pedras, tijolos e cimento para a construção daquilo que chamam levianamente de “felicidade”. O castelo fascinante da eterna juventude, por exemplo, anda muito em moda – seja no Instagram ou nas academias. Nada contra uma vida saudável na primeira, segunda e terceira idade, pelo contrário – desde que isso não vire uma obsessão. Vamos fazendo ginástica, alimentando-nos bem, livrando-nos dos estresses inúteis – porém aceitando o inexorável escorrer da areia na ampulheta do deus Cronos, aquele senhor compenetrado que nos lembra que, um belo dia, a coisa acaba mesmo.

      Seriam cômicas se não fossem capciosas as milhares de mensagens que tentam nos empurrar conceitos do tipo “viver é isso” e “isso não é viver” – apenas para vender bugigangas. Com qual autoridade invadem os subconscientes da galera divulgando, impunes, tantas asneiras? Para ser “feliz” depois de velho devo obrigatoriamente possuir um off-road 4X4, trilhar despenhadeiros na Califórnia ou descer as corredeiras de um rio turbulento ao som de música histérica, parado no tempo com a aparência jovial dos 30 anos e sempre a sorrir como um idiota? É muita sacanagem o que andam fazendo com os pobres e incautos telespectadores.

       A tal vida imaginária é mesmo uma pedra pesada na mochila. Ou pior: no sapato. Dura até quando saímos da frente da TV, tomamos coragem, nos livramos dela e pisamos no chão da vida real. Que alívio.


Texto Adaptado

FABBRINI, Fernando. A vida imaginária. O TEMPO, Belo Horizonte, 7 ago. 2025. Opinião.
Disponível em: https://www.otempo.com.br/. Acesso em: 1° set. 2025.
Considerando os traços linguístico-discursivos do texto “A vida imaginária”, julgue as proposições abaixo e assinale a alternativa que identifica, com precisão e rigor conceitual, o gênero textual a que o texto pertence, bem como o tipo textual predominante em sua composição.
Alternativas
Q3810989 Português
Para responder à questão, utilizar o texto a seguir.


A vida imaginária


       Uma das vantagens de envelhecer – existem algumas sim, sabiam, jovens? – é poder botar em prática aquilo que os orientais chamam de “desiludir-se”, no sentido real da palavra. Embora o termo tenha ganhado um sentido negativo, desiludir-se não é ruim; na verdade faz um bem danado. Assentamo-nos calmamente, tomamos um gole de água fresca e começamos a jogar fora as ilusões: conceitos ultrapassados e preconceitos, lembranças, modos repetidos de agir, mágoas, besteiras inúteis, sucatas antigas e tranqueiras gerais. De quebra, temos a chance de esvaziar a mochila carregada com as pedras do caminho, onde tropeçamos e estropiamos os dedões do pé. Como recompensa, vamos ficando mais leves, mais tolerantes com os outros e com nós mesmos; menos chatos, dogmáticos e implicantes.

        Felizmente, por uma gentileza do destino, tive a sorte de ir esvaziando a minha mochila, assim como fizeram outros amigos hoje denominados sexagenários, com os quais vou trocando impressões sobre a riqueza desse ritual típico do outono da vida. Porém, não somos todos afortunados. Com pesar, vejo que existem os que fazem o contrário: não só mantem a mochila abarrotada de velhas pedras pontiagudas como também colecionam novos cascalhos pela estrada. De posse desses pedregulhos constroem fortalezas sombrias dentro das quais se escondem, emburrados e agarrados aos seus frágeis tesouros, a maldizer o mundo. No alto, sobre a ponte levadiça e o fosso dos crocodilos, uma placa enferrujada identifica o jeitão do morador: “Cuidado! Dono bravo!”.

       Percebo que a TV e sobretudo a publicidade são grandes culpadas pelo fornecimento maciço de pedras, tijolos e cimento para a construção daquilo que chamam levianamente de “felicidade”. O castelo fascinante da eterna juventude, por exemplo, anda muito em moda – seja no Instagram ou nas academias. Nada contra uma vida saudável na primeira, segunda e terceira idade, pelo contrário – desde que isso não vire uma obsessão. Vamos fazendo ginástica, alimentando-nos bem, livrando-nos dos estresses inúteis – porém aceitando o inexorável escorrer da areia na ampulheta do deus Cronos, aquele senhor compenetrado que nos lembra que, um belo dia, a coisa acaba mesmo.

      Seriam cômicas se não fossem capciosas as milhares de mensagens que tentam nos empurrar conceitos do tipo “viver é isso” e “isso não é viver” – apenas para vender bugigangas. Com qual autoridade invadem os subconscientes da galera divulgando, impunes, tantas asneiras? Para ser “feliz” depois de velho devo obrigatoriamente possuir um off-road 4X4, trilhar despenhadeiros na Califórnia ou descer as corredeiras de um rio turbulento ao som de música histérica, parado no tempo com a aparência jovial dos 30 anos e sempre a sorrir como um idiota? É muita sacanagem o que andam fazendo com os pobres e incautos telespectadores.

       A tal vida imaginária é mesmo uma pedra pesada na mochila. Ou pior: no sapato. Dura até quando saímos da frente da TV, tomamos coragem, nos livramos dela e pisamos no chão da vida real. Que alívio.


Texto Adaptado

FABBRINI, Fernando. A vida imaginária. O TEMPO, Belo Horizonte, 7 ago. 2025. Opinião.
Disponível em: https://www.otempo.com.br/. Acesso em: 1° set. 2025.
Com base na construção argumentativa e no percurso reflexivo do autor ao longo do texto “A vida imaginária”, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3810808 Segurança e Transporte
Os estudos sobre segurança viária destacam que o fator humano é determinante na maioria dos acidentes de trânsito. Considerando esse aspecto, marque o item correto.
Alternativas
Q3810807 Legislação de Trânsito
Os veículos destinados ao transporte de emergência possuem regulamentação própria no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e em normas específicas. Considerando os principais instrumentos legais e as características desses veículos, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3810806 Legislação de Trânsito
O exercício da função de condutor de veículo de emergência exige não apenas conhecimento técnico, mas também conduta ética e responsável, especialmente diante da prioridade de passagem prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Nesse sentido, marque a alternativa que representa um comportamento ético e profissionalmente correto do condutor.
Alternativas
Q3810805 Ética na Administração Pública
 O comportamento ético e responsável no ambiente de trabalho está diretamente relacionado à manutenção de boas práticas profissionais. Dentre as alternativas abaixo, assinale aquela que melhor exemplifica um comportamento ético e responsável.
Alternativas
Q3810804 Segurança e Transporte
Muitas vezes, as sinalizações de trânsito informam-nos sobre algumas das condições adversas das vias. Esse é um dos motivos pelos quais devemos prestar bastante atenção à sinalização quando conduzimos os veículos de emergência. Indique a alternativa que corresponde corretamente ao modelo de placas que é responsável por indicar essas adversidades.
Alternativas
Q3810803 Segurança e Transporte
Sabemos que a Direção Defensiva é de extrema importância para reduzir riscos, preservar vidas e garantir a segurança no trânsito. Dentre os elementos da Direção Defensiva, temos a “Atenção”. Marque a alternativa que corresponde corretamente a uma conduta adotada sobre este elemento.
Alternativas
Q3810802 Legislação de Trânsito
De acordo com a Resolução 970, de 20 de junho de 2022, do Conselho Nacional de Trânsito, quando o veículo de emergência não estiver em efetivo serviço e o condutor acionar a lanterna especial de emergência ou dispositivo sonoro indevidamente, comete infração do CTB no artigo:
Alternativas
Q3810801 Legislação de Trânsito
Sobre as penalidades previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), é correto afirmar que:
Alternativas
Q3810800 Legislação de Trânsito
Conforme previsto no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), no tocante à documentação exigida do condutor e para o veículo, é correto informar que:
Alternativas
Respostas
1301: A
1302: D
1303: B
1304: A
1305: C
1306: B
1307: D
1308: A
1309: B
1310: B
1311: C
1312: C
1313: A
1314: D
1315: B
1316: C
1317: B
1318: D
1319: B
1320: A