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Q3285165 Português

Texto 1


O seu CD favorito


Em sua enquete de domingo, há duas semanas, a Folha perguntou ao leitor: "Qual é o seu CD favorito? Você ainda tem exemplares físicos?". Seguiram-se 18 respostas. Li-as atentamente, fazendo uma tabulação de orelhada, apurei o seguinte.


Dos 18 discos citados, há apenas três de artistas brasileiros: Sandy & Junior, Marisa Monte e o Clube da Esquina. Três em 18. Não sei explicar essa desnacionalização do nosso gosto musical. Em outros tempos seriam citados Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Jorge Ben Jor, Wilson Simonal, Rita Lee, Elis Regina, Maria Bethânia, Gal Costa, Beth Carvalho, Clara Nunes, Fagner, Ney Matogrosso e outros, para ficarmos apenas nos artistas de grande vendagem e prestigio. Talvez fosse uma questão de idade — os leitores, certamente mais jovens, já não se identificariam com aqueles nomes, todos dos anos 80 e 70.


Mas, ao observar quais os discos estrangeiros, veem-se George Harrison, Bonnie Tyler, Iron Maiden, Pink Floyd, Queen, os Bee Gees e os Beatles, todos igualmente dos anos 60 e 70, e Madonna, o Tears for Fears e o Destruction, dos anos 80. A caçula das referências é a pop-punk Avril Lavigne, que já tem mais de 20 anos de carreira. Duas citações surpreendentes são o cantor folk-rock-country Kenny Rogers e a orquestra do francês Paul Mauriat, que vieram dos pré-diluvianos anos 50. Não se trata, pois, de uma questão de idade.


Nem de género musical porque, se os roqueiros ingleses e americanos predominam, os brasileiros estão conspicuamente ausentes — ninguém falou em Blitz, Titãs, Legião Urbana, RPM, Paralamas, Sepultura, Gang 90 & Absurdettes, Lobão e os Ronaldos. Ninguém se lembrou de Raul Seixas. E, em outra área, nem de Roberto Carlos, Waldick Soriano, Nelson Ned, Agnaldo Timéteo.


Onze dos 18 leitores ainda escutam "exemplares físicos". Há algo de errado ai — não se diz que ninguém mais quer saber deles?


CASTRO, Ruy. Folha de São Paulo, 20.6.24. 

Observe o seguinte fragmento:

“Não se trata, pois, de uma questão de idade.” (3° §)

A palavra destacada expressa, no texto, valor semântico de: 
Alternativas
Q3285163 Português

Texto 1


O seu CD favorito


Em sua enquete de domingo, há duas semanas, a Folha perguntou ao leitor: "Qual é o seu CD favorito? Você ainda tem exemplares físicos?". Seguiram-se 18 respostas. Li-as atentamente, fazendo uma tabulação de orelhada, apurei o seguinte.


Dos 18 discos citados, há apenas três de artistas brasileiros: Sandy & Junior, Marisa Monte e o Clube da Esquina. Três em 18. Não sei explicar essa desnacionalização do nosso gosto musical. Em outros tempos seriam citados Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Jorge Ben Jor, Wilson Simonal, Rita Lee, Elis Regina, Maria Bethânia, Gal Costa, Beth Carvalho, Clara Nunes, Fagner, Ney Matogrosso e outros, para ficarmos apenas nos artistas de grande vendagem e prestigio. Talvez fosse uma questão de idade — os leitores, certamente mais jovens, já não se identificariam com aqueles nomes, todos dos anos 80 e 70.


Mas, ao observar quais os discos estrangeiros, veem-se George Harrison, Bonnie Tyler, Iron Maiden, Pink Floyd, Queen, os Bee Gees e os Beatles, todos igualmente dos anos 60 e 70, e Madonna, o Tears for Fears e o Destruction, dos anos 80. A caçula das referências é a pop-punk Avril Lavigne, que já tem mais de 20 anos de carreira. Duas citações surpreendentes são o cantor folk-rock-country Kenny Rogers e a orquestra do francês Paul Mauriat, que vieram dos pré-diluvianos anos 50. Não se trata, pois, de uma questão de idade.


Nem de género musical porque, se os roqueiros ingleses e americanos predominam, os brasileiros estão conspicuamente ausentes — ninguém falou em Blitz, Titãs, Legião Urbana, RPM, Paralamas, Sepultura, Gang 90 & Absurdettes, Lobão e os Ronaldos. Ninguém se lembrou de Raul Seixas. E, em outra área, nem de Roberto Carlos, Waldick Soriano, Nelson Ned, Agnaldo Timéteo.


Onze dos 18 leitores ainda escutam "exemplares físicos". Há algo de errado ai — não se diz que ninguém mais quer saber deles?


CASTRO, Ruy. Folha de São Paulo, 20.6.24. 

Assinale a opção em que há dois adjetivos qualificando um único substantivo. 
Alternativas
Q3285162 Português

Texto 1


O seu CD favorito


Em sua enquete de domingo, há duas semanas, a Folha perguntou ao leitor: "Qual é o seu CD favorito? Você ainda tem exemplares físicos?". Seguiram-se 18 respostas. Li-as atentamente, fazendo uma tabulação de orelhada, apurei o seguinte.


Dos 18 discos citados, há apenas três de artistas brasileiros: Sandy & Junior, Marisa Monte e o Clube da Esquina. Três em 18. Não sei explicar essa desnacionalização do nosso gosto musical. Em outros tempos seriam citados Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Jorge Ben Jor, Wilson Simonal, Rita Lee, Elis Regina, Maria Bethânia, Gal Costa, Beth Carvalho, Clara Nunes, Fagner, Ney Matogrosso e outros, para ficarmos apenas nos artistas de grande vendagem e prestigio. Talvez fosse uma questão de idade — os leitores, certamente mais jovens, já não se identificariam com aqueles nomes, todos dos anos 80 e 70.


Mas, ao observar quais os discos estrangeiros, veem-se George Harrison, Bonnie Tyler, Iron Maiden, Pink Floyd, Queen, os Bee Gees e os Beatles, todos igualmente dos anos 60 e 70, e Madonna, o Tears for Fears e o Destruction, dos anos 80. A caçula das referências é a pop-punk Avril Lavigne, que já tem mais de 20 anos de carreira. Duas citações surpreendentes são o cantor folk-rock-country Kenny Rogers e a orquestra do francês Paul Mauriat, que vieram dos pré-diluvianos anos 50. Não se trata, pois, de uma questão de idade.


Nem de género musical porque, se os roqueiros ingleses e americanos predominam, os brasileiros estão conspicuamente ausentes — ninguém falou em Blitz, Titãs, Legião Urbana, RPM, Paralamas, Sepultura, Gang 90 & Absurdettes, Lobão e os Ronaldos. Ninguém se lembrou de Raul Seixas. E, em outra área, nem de Roberto Carlos, Waldick Soriano, Nelson Ned, Agnaldo Timéteo.


Onze dos 18 leitores ainda escutam "exemplares físicos". Há algo de errado ai — não se diz que ninguém mais quer saber deles?


CASTRO, Ruy. Folha de São Paulo, 20.6.24. 

Com base na enquete mencionada no texto 1, o autor conclui que: 
Alternativas
Q3285161 Português

Texto 1


O seu CD favorito


Em sua enquete de domingo, há duas semanas, a Folha perguntou ao leitor: "Qual é o seu CD favorito? Você ainda tem exemplares físicos?". Seguiram-se 18 respostas. Li-as atentamente, fazendo uma tabulação de orelhada, apurei o seguinte.


Dos 18 discos citados, há apenas três de artistas brasileiros: Sandy & Junior, Marisa Monte e o Clube da Esquina. Três em 18. Não sei explicar essa desnacionalização do nosso gosto musical. Em outros tempos seriam citados Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Jorge Ben Jor, Wilson Simonal, Rita Lee, Elis Regina, Maria Bethânia, Gal Costa, Beth Carvalho, Clara Nunes, Fagner, Ney Matogrosso e outros, para ficarmos apenas nos artistas de grande vendagem e prestigio. Talvez fosse uma questão de idade — os leitores, certamente mais jovens, já não se identificariam com aqueles nomes, todos dos anos 80 e 70.


Mas, ao observar quais os discos estrangeiros, veem-se George Harrison, Bonnie Tyler, Iron Maiden, Pink Floyd, Queen, os Bee Gees e os Beatles, todos igualmente dos anos 60 e 70, e Madonna, o Tears for Fears e o Destruction, dos anos 80. A caçula das referências é a pop-punk Avril Lavigne, que já tem mais de 20 anos de carreira. Duas citações surpreendentes são o cantor folk-rock-country Kenny Rogers e a orquestra do francês Paul Mauriat, que vieram dos pré-diluvianos anos 50. Não se trata, pois, de uma questão de idade.


Nem de género musical porque, se os roqueiros ingleses e americanos predominam, os brasileiros estão conspicuamente ausentes — ninguém falou em Blitz, Titãs, Legião Urbana, RPM, Paralamas, Sepultura, Gang 90 & Absurdettes, Lobão e os Ronaldos. Ninguém se lembrou de Raul Seixas. E, em outra área, nem de Roberto Carlos, Waldick Soriano, Nelson Ned, Agnaldo Timéteo.


Onze dos 18 leitores ainda escutam "exemplares físicos". Há algo de errado ai — não se diz que ninguém mais quer saber deles?


CASTRO, Ruy. Folha de São Paulo, 20.6.24. 

Assinale a opção em que o par de palavras recebe acento gráfico devido à mesma regra ortográfica de acentuação. 
Alternativas
Q3285160 Português

Texto 1


O seu CD favorito


Em sua enquete de domingo, há duas semanas, a Folha perguntou ao leitor: "Qual é o seu CD favorito? Você ainda tem exemplares físicos?". Seguiram-se 18 respostas. Li-as atentamente, fazendo uma tabulação de orelhada, apurei o seguinte.


Dos 18 discos citados, há apenas três de artistas brasileiros: Sandy & Junior, Marisa Monte e o Clube da Esquina. Três em 18. Não sei explicar essa desnacionalização do nosso gosto musical. Em outros tempos seriam citados Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Jorge Ben Jor, Wilson Simonal, Rita Lee, Elis Regina, Maria Bethânia, Gal Costa, Beth Carvalho, Clara Nunes, Fagner, Ney Matogrosso e outros, para ficarmos apenas nos artistas de grande vendagem e prestigio. Talvez fosse uma questão de idade — os leitores, certamente mais jovens, já não se identificariam com aqueles nomes, todos dos anos 80 e 70.


Mas, ao observar quais os discos estrangeiros, veem-se George Harrison, Bonnie Tyler, Iron Maiden, Pink Floyd, Queen, os Bee Gees e os Beatles, todos igualmente dos anos 60 e 70, e Madonna, o Tears for Fears e o Destruction, dos anos 80. A caçula das referências é a pop-punk Avril Lavigne, que já tem mais de 20 anos de carreira. Duas citações surpreendentes são o cantor folk-rock-country Kenny Rogers e a orquestra do francês Paul Mauriat, que vieram dos pré-diluvianos anos 50. Não se trata, pois, de uma questão de idade.


Nem de género musical porque, se os roqueiros ingleses e americanos predominam, os brasileiros estão conspicuamente ausentes — ninguém falou em Blitz, Titãs, Legião Urbana, RPM, Paralamas, Sepultura, Gang 90 & Absurdettes, Lobão e os Ronaldos. Ninguém se lembrou de Raul Seixas. E, em outra área, nem de Roberto Carlos, Waldick Soriano, Nelson Ned, Agnaldo Timéteo.


Onze dos 18 leitores ainda escutam "exemplares físicos". Há algo de errado ai — não se diz que ninguém mais quer saber deles?


CASTRO, Ruy. Folha de São Paulo, 20.6.24. 

Assinale a opção que apresenta uma palavra cuja silaba tônica é formada por consoante - vogal - semivogal, respectivamente. 
Alternativas
Q3285158 Português

Texto 1


O seu CD favorito


Em sua enquete de domingo, há duas semanas, a Folha perguntou ao leitor: "Qual é o seu CD favorito? Você ainda tem exemplares físicos?". Seguiram-se 18 respostas. Li-as atentamente, fazendo uma tabulação de orelhada, apurei o seguinte.


Dos 18 discos citados, há apenas três de artistas brasileiros: Sandy & Junior, Marisa Monte e o Clube da Esquina. Três em 18. Não sei explicar essa desnacionalização do nosso gosto musical. Em outros tempos seriam citados Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Jorge Ben Jor, Wilson Simonal, Rita Lee, Elis Regina, Maria Bethânia, Gal Costa, Beth Carvalho, Clara Nunes, Fagner, Ney Matogrosso e outros, para ficarmos apenas nos artistas de grande vendagem e prestigio. Talvez fosse uma questão de idade — os leitores, certamente mais jovens, já não se identificariam com aqueles nomes, todos dos anos 80 e 70.


Mas, ao observar quais os discos estrangeiros, veem-se George Harrison, Bonnie Tyler, Iron Maiden, Pink Floyd, Queen, os Bee Gees e os Beatles, todos igualmente dos anos 60 e 70, e Madonna, o Tears for Fears e o Destruction, dos anos 80. A caçula das referências é a pop-punk Avril Lavigne, que já tem mais de 20 anos de carreira. Duas citações surpreendentes são o cantor folk-rock-country Kenny Rogers e a orquestra do francês Paul Mauriat, que vieram dos pré-diluvianos anos 50. Não se trata, pois, de uma questão de idade.


Nem de género musical porque, se os roqueiros ingleses e americanos predominam, os brasileiros estão conspicuamente ausentes — ninguém falou em Blitz, Titãs, Legião Urbana, RPM, Paralamas, Sepultura, Gang 90 & Absurdettes, Lobão e os Ronaldos. Ninguém se lembrou de Raul Seixas. E, em outra área, nem de Roberto Carlos, Waldick Soriano, Nelson Ned, Agnaldo Timéteo.


Onze dos 18 leitores ainda escutam "exemplares físicos". Há algo de errado ai — não se diz que ninguém mais quer saber deles?


CASTRO, Ruy. Folha de São Paulo, 20.6.24. 

Leia atentamente o seguinte trecho:
"A Folha perguntou ao leitor [...]".(1° §)
A substituição do termo destacado por um pronome está correta em: 
Alternativas
Q3285156 Português

Texto 1


O seu CD favorito


Em sua enquete de domingo, há duas semanas, a Folha perguntou ao leitor: "Qual é o seu CD favorito? Você ainda tem exemplares físicos?". Seguiram-se 18 respostas. Li-as atentamente, fazendo uma tabulação de orelhada, apurei o seguinte.


Dos 18 discos citados, há apenas três de artistas brasileiros: Sandy & Junior, Marisa Monte e o Clube da Esquina. Três em 18. Não sei explicar essa desnacionalização do nosso gosto musical. Em outros tempos seriam citados Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Jorge Ben Jor, Wilson Simonal, Rita Lee, Elis Regina, Maria Bethânia, Gal Costa, Beth Carvalho, Clara Nunes, Fagner, Ney Matogrosso e outros, para ficarmos apenas nos artistas de grande vendagem e prestigio. Talvez fosse uma questão de idade — os leitores, certamente mais jovens, já não se identificariam com aqueles nomes, todos dos anos 80 e 70.


Mas, ao observar quais os discos estrangeiros, veem-se George Harrison, Bonnie Tyler, Iron Maiden, Pink Floyd, Queen, os Bee Gees e os Beatles, todos igualmente dos anos 60 e 70, e Madonna, o Tears for Fears e o Destruction, dos anos 80. A caçula das referências é a pop-punk Avril Lavigne, que já tem mais de 20 anos de carreira. Duas citações surpreendentes são o cantor folk-rock-country Kenny Rogers e a orquestra do francês Paul Mauriat, que vieram dos pré-diluvianos anos 50. Não se trata, pois, de uma questão de idade.


Nem de género musical porque, se os roqueiros ingleses e americanos predominam, os brasileiros estão conspicuamente ausentes — ninguém falou em Blitz, Titãs, Legião Urbana, RPM, Paralamas, Sepultura, Gang 90 & Absurdettes, Lobão e os Ronaldos. Ninguém se lembrou de Raul Seixas. E, em outra área, nem de Roberto Carlos, Waldick Soriano, Nelson Ned, Agnaldo Timéteo.


Onze dos 18 leitores ainda escutam "exemplares físicos". Há algo de errado ai — não se diz que ninguém mais quer saber deles?


CASTRO, Ruy. Folha de São Paulo, 20.6.24. 

Quanto à concordância verbal, assinale a opção em que a reescritura do trecho indicado se mantém de acordo com a norma culta. 
Alternativas
Q3285154 Português

Texto 1


O seu CD favorito


Em sua enquete de domingo, há duas semanas, a Folha perguntou ao leitor: "Qual é o seu CD favorito? Você ainda tem exemplares físicos?". Seguiram-se 18 respostas. Li-as atentamente, fazendo uma tabulação de orelhada, apurei o seguinte.


Dos 18 discos citados, há apenas três de artistas brasileiros: Sandy & Junior, Marisa Monte e o Clube da Esquina. Três em 18. Não sei explicar essa desnacionalização do nosso gosto musical. Em outros tempos seriam citados Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Jorge Ben Jor, Wilson Simonal, Rita Lee, Elis Regina, Maria Bethânia, Gal Costa, Beth Carvalho, Clara Nunes, Fagner, Ney Matogrosso e outros, para ficarmos apenas nos artistas de grande vendagem e prestigio. Talvez fosse uma questão de idade — os leitores, certamente mais jovens, já não se identificariam com aqueles nomes, todos dos anos 80 e 70.


Mas, ao observar quais os discos estrangeiros, veem-se George Harrison, Bonnie Tyler, Iron Maiden, Pink Floyd, Queen, os Bee Gees e os Beatles, todos igualmente dos anos 60 e 70, e Madonna, o Tears for Fears e o Destruction, dos anos 80. A caçula das referências é a pop-punk Avril Lavigne, que já tem mais de 20 anos de carreira. Duas citações surpreendentes são o cantor folk-rock-country Kenny Rogers e a orquestra do francês Paul Mauriat, que vieram dos pré-diluvianos anos 50. Não se trata, pois, de uma questão de idade.


Nem de género musical porque, se os roqueiros ingleses e americanos predominam, os brasileiros estão conspicuamente ausentes — ninguém falou em Blitz, Titãs, Legião Urbana, RPM, Paralamas, Sepultura, Gang 90 & Absurdettes, Lobão e os Ronaldos. Ninguém se lembrou de Raul Seixas. E, em outra área, nem de Roberto Carlos, Waldick Soriano, Nelson Ned, Agnaldo Timéteo.


Onze dos 18 leitores ainda escutam "exemplares físicos". Há algo de errado ai — não se diz que ninguém mais quer saber deles?


CASTRO, Ruy. Folha de São Paulo, 20.6.24. 

Em: "Mas, ao observar quais os discos estrangeiros |...]" (3° §), a palavra destacada pode ser substituída, sem alterar o sentido do texto, por: 
Alternativas
Q3277109 Medicina
Uma grávida de 28 anos encontra-se na trigésima semana de sua segunda gestação apresentando mal-estar, hipertermia e calafrios. É internada no CTI devido ao quadro de hipotensão arterial (80/50 mmHg), frequência cardíaca de 110 batimentos por minuto demonstrada no ECG como taquicardia sinusal, e hipertermia (39,5 oC). Seu exame de urina apresenta ++ de leucócitos e +++ de proteínas.
A conduta mais apropriada a seguir seria
Alternativas
Q3277108 Medicina
Um paciente de 30 anos, vítima de politrauma, está internado após ter sofrido múltiplas lesões cranianas e fraturas faciais. Veio intubado da Emergência. A TC demonstra uma coleção subdural à direita com lesões de contragolpe, hematoma retro-orbital à direita e fraturas no seio frontal, no arco zigomático à direita e no assoalho da órbita. Não há lesões de coluna torácica ou cervical. No exame físico é notada uma protusão do olho direito e conjuntiva injetada. O paciente encontra em uso de drogas para sedação e paralisia neuromuscular.
A conduta adequada a seguir é
Alternativas
Q3277107 Medicina
Uma paciente de 82 anos é admitida com história de dispneia há 2 horas. A história patológica pregressa inclui asma, isquemia miocárdica e hipertensão arterial. Ao exame físico encontra-se edema pulmonar confirmado pelo Rx de tórax. No ECG encontramos uma fibrilação atrial com batimento ventricular de 155 por minuto e um QTc de 400ms.
A paciente não possui história de fibrilação atrial. A primeira linha de tratamento deve ser
Alternativas
Q3277106 Medicina
O anestesista que está em sala com um paciente submetido a uma apendicectomia, liga para o CTI comunicando que suspeita que o paciente esteja apresentando um caso de hipertermia maligna.
Um indicador precoce de hipertermia maligna seria
Alternativas
Q3277105 Medicina
Um paciente de 58 anos e 90 kg encontra-se internado há 24 horas com história de fadiga, anorexia, perda de peso, hipertermia e dor abdominal. Sua história patológica pregressa inclui hipertensão arterial, litíase renal e uso recente de antibioticoterapia devido a infecção do trato urinário. Seus exames laboratoriais revelam um aumento da creatinina sérica em 2,5 vezes tendo apresentado volume urinário de 80 mL nas últimas 4 horas. Sua excreção fracionada de sódio é de 4% e muitos cilindros granulosos grosseiros são vistos na microscopia urinária. No mesmo exame não são encontrados hemácias, leucócitos ou eosinófilos.
A provável fisiopatologia desse quadro é
Alternativas
Q3277104 Medicina
Um paciente de longa permanência apresenta um quadro associando hipofosfatemia, hipomagnesemia e hipopotassemia após a introdução da nutrição enteral.
A abordagem mais apropriada é
Alternativas
Q3277103 Medicina
Uma paciente de 46 anos é trazida após ficar presa em sua casa por duas horas durante um incêndio. Na Emergência, providenciam uma linha venosa e iniciam a hidratação venosa. Ela apresenta 40% de área corporal queimada no dorso e nas extremidades e nos pelos nasais. Encontra-se agitada, queixando-se de dor, e está com a voz bastante rouca.
A melhor conduta para a abordagem da via aérea é
Alternativas
Q3277102 Medicina
Das intervenções a seguir, assinale a que demonstrou melhor potencial benefício na redução da incidência de nefropatia induzida por contraste em pacientes críticos com lesão renal aguda submetidos a tomografia computadorizada com contraste.
Alternativas
Q3277101 Medicina
Um paciente jovem está internado no CTI para tratamento de uma pneumonia comunitária mantido em sedação com altas doses de propofol para controle de sua agitação. Apresenta em sua gasometria venosa uma acidose metabólica não explicada considerando-se então o diagnóstico de síndrome da infusão do propofol.
Dos seguintes fatores, assinale o que pode corroborar esse diagnóstico. (A) Inversão d
Alternativas
Q3277100 Medicina
Um paciente de 44 anos é admitido no CTI com dor torácica e agitação. Ele é usuário de cocaína e admite ter usado a droga nesse mesmo dia. Apresenta, em seu ECG, uma elevação do segmento ST nas derivações V1-V4. Apresenta história pregressa de tabagismo, hipertensão arterial e hiperlipidemia. Sua pressão arterial no momento é de 220X130 mmHg.
A melhor conduta imediata é
Alternativas
Q3277099 Medicina
Uma paciente de 60 anos encontra-se no CTI em ventilação mecânica após ser admitida para o tratamento de uma pneumonia comunitária. Permanece intubada há 48 h. Encontra-se com FiO2 de 70%, recebendo uma infusão de noradrenalina, dieta enteral contínua e sedação com propofol e fentanil.
Sobre a profilaxia da úlcera gastrointestinal por estresse e do sangramento digestivo, assinale a afirmativa correta acerca da melhor abordagem.
Alternativas
Q3277098 Medicina
Uma grávida de 40 anos, com 41 semanas de gestação, encontrase em trabalho de parto com 6 cm de dilatação. Ela é gesta 3 com 2 partos vaginais prévios. É trazida ao CTI após queixas de cefaleia e dor torácica, apresentando, na admissão, taquicardia sinusal, hipotensão arterial e taquipneia. Uma cardiotocografia mostrou sofrimento fetal. Em seguida a um quadro de dessaturação para 83% em ar ambiente, apresenta queda do sensório e convulsão tônico-clônica. Seus exames laboratoriais apresentam: hemoglobina 9,5g/dL, plaquetas 89.000, PTTA 54 segundos, tempo de protrombina 23 segundos, fibrinogênio 110mg/dL, e gasometria arterial com pH 7,30, PO2 55mmHg, PCO2 38mmHg, HCO3 14 mEq/L. O Rx de tórax estava normal e o ECG mostrava um padrão de esforço miocárdico.
O diagnóstico mais provável é
Alternativas
Respostas
8401: C
8402: B
8403: D
8404: B
8405: A
8406: A
8407: A
8408: B
8409: A
8410: A
8411: D
8412: C
8413: B
8414: C
8415: C
8416: A
8417: B
8418: E
8419: E
8420: C