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Ano: 2024 Banca: Exército Órgão: EsSA Prova: Exército - 2024 - EsSA - Sargento - Geral |
Q3347572 História
Durante o primeiro século de colonização portuguesa, o território brasileiro era povoado majoritariamente ao longo de sua faixa litorânea, desde Natal até Cananeia. Foi só a partir do Século XVII que se iniciou um processo de interiorização territorial da colônia, conforme podemos observar nas imagens abaixo:  
q_31.png (483×359) COTRIM, G. História Global: Brasil e Geral. 3ª ed. São Paulo: Saraiva, 2016. p. 70. (Adaptado)

Podemos enumerar como causas que levaram os colonizadores a avançar em direção ao interior, exceto
Alternativas
Ano: 2024 Banca: Exército Órgão: EsSA Prova: Exército - 2024 - EsSA - Sargento - Geral |
Q3347571 História
A Guerra dos Mascates foi um conflito que eclodiu no Nordeste brasileiro, no ano de 1710, no contexto da crise da economia açucareira provocada pela concorrência com a produção dos holandeses nas Antilhas. Sobre esse conflito, é correto afirmar que: 
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Ano: 2024 Banca: Exército Órgão: EsSA Prova: Exército - 2024 - EsSA - Sargento - Geral |
Q3347570 História
A Era Vargas foi um período de 15 anos em que o país teve apenas um governante, Getúlio Vargas. A alternativa correta que apresenta uma sequência cronológica de acontecimentos na Era Vargas é: 
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Q3267607 História

Com todos os seus defeitos, a Constituição de 1988 refletiu o avanço ocorrido no país […].


    Por outro lado, a Constituição refletiu o clima de instabilidade vivido pelo país, pois nasceu com o destino de durar pouco, na sua forma original.


(Boris Fausto. História do Brasil, p. 525-526)



Um dos aspectos que corroboram o contexto apresentado pelo excerto refere-se ao fato de que 

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Q3267606 História

A política de Delfim, que ficou conhecida como “milagre econômico”, estendendo-se de 1963 a 1973, destinava-se a promover o que se chamou de desenvolvimento capitalista associado. Seria engano pensar que essa política aplicava uma receita liberal, deixando à “mão invisível do mercado” a tarefa de promover o desenvolvimento.


(Boris Fausto. História do Brasil, p. 486. Adaptado)


A afirmação feita pelo historiador Boris Fausto no fragmento pode ser explicada pelo fato de que o governo Médici

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Q3267605 História

O novo governo, encabeçado pelo General Castelo Branco, altera profundamente a política econômica do país, chamando para o ministério dois políticos identificados com uma linha mais ortodoxa, Roberto Campos e Bulhões de Carvalho. As medidas tomadas pela nova equipe objetivavam a retomada imediata do desenvolvimento econômico e a contenção da inflação.


(Maria Yedda Linhares (org.).

História Geral do Brasil, p. 293. Adaptado)


Uma das medidas adotadas, pela equipe mencionada no fragmento, foi constituída 

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Q3267604 História

A indefinição foi superada quando, entre 5 e 17 de agosto de 1942, cinco navios mercantes brasileiros foram afundados por submarinos alemães. Sob pressão de grandes manifestações populares, o Brasil entrou na guerra ainda naquele mês. O alinhamento brasileiro ao lado da frente antifascista se completou com o envio de uma força expedicionária – a FEB – para lutar na Europa, a partir de 30 de junho de 1944.


(Boris Fausto. História do Brasil, p. 382)


Segundo o historiador Boris Fausto, o envio da FEB à Europa foi

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Q3267603 História

Muito valorizado pelos estudos sobre o período [primeiro governo Vargas, de 1930 a 1934] – sobretudo no que tange ao tratamento dado ao capital estrangeiro –, ele costuma ser interpretado como fruto de uma escolha política conscientemente ditada pelo esforço de construir um capitalismo nacional autônomo no país. Sem desprezar o conteúdo de realidade que o postulado possa ter tido para certos segmentos sociais, convém contextualizá-lo […].


    Antes de mais nada é preciso deixar de lado a ligação automática estabelecida entre o nacionalismo e a escassa penetração do capital forâneo no país à época.


(Sônia R. Mendonça. As bases do desenvolvimento capitalista

dependente: da industrialização restringida à internacionalização.

Em: Maria Yedda Linhares (org.). História Geral do Brasil, p. 248-249)



Considerando o contexto apresentado pelo excerto, segundo a autora, a “opção nacionalista” do período foi uma decorrência

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Q3267602 História

A Constituição de 1891 estabeleceu os três poderes – o Executivo, o Legislativo e o Judiciário – ‘’harmônicos e independentes entre si”. O Poder Executivo, que antes coubera ao imperador, seria exercido por um presidente da República, eleito por um período de quatro anos. Como no Império, o Legislativo foi dividido em Câmara de Deputados e Senado, mas os senadores deixaram de ser vitalícios.


(Boris Fausto. História do Brasil, p. 250)


Em relação ao processo eleitoral, essa Constituição, segundo Boris Fausto,

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Q3267601 História

O desenvolvimento dos estudos de história econômica e o aparecimento de monografias sobre o movimento republicano ofereceram novos subsídios para a interpretação do movimento de 1889. Os historiadores tentaram fazer uma análise mais objetiva dos acontecimentos, partindo de uma nova problemática e recorrendo a novas fontes de informação. Abandonando as versões subjetivas dos testemunhos, procuraram explicar a queda da Monarquia pela inadequação das instituições vigentes ao progresso do país.


(Emília Viotti da Costa. Da monarquia à república:

momentos decisivos, p. 451)



Partindo do exposto no fragmento, para a historiadora Emília Viotti, a República foi, em síntese, resultado

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Q3267600 História

Foram, em geral, favoráveis à abolição os representantes das classes urbanas, que começavam a ganhar importância em virtude das transformações econômicas que se processavam no país. Igualmente favoráveis à libertação dos escravos foram os grupos artesanais: trabalhadores livres, nacionais ou estrangeiros, que encontravam novas oportunidades de emprego. Sua colaboração foi decisiva na ação revolucionária desencadeada na década de 1880.


(Emília Viotti da Costa, Da monarquia à república:

momentos decisivos, p. 330. Adaptado)


Para a historiadora, tal ação revolucionária refere-se

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Q3267599 História

A grande novidade na economia brasileira das primeiras décadas do século XIX foi o surgimento da produção do café para exportação. A introdução do cafeeiro no Brasil deveu-se a Francisco de Melo Palheta, que em 1727 trouxe para o Pará as primeiras sementes da planta. Utilizado no consumo doméstico, o café chegou ao Rio de Janeiro por volta de 1760, misturando-se aos pequenos cultivos de pomares e hortas dos arredores da capital da Colônia. Foi, porém, no extenso Vale do Rio Paraíba, atravessando uma parte do Rio e de São Paulo, que se reuniram as condições para sua primeira grande expansão em níveis comerciais.


(Boris Fausto, História do Brasil, p. 186)


Sobre tais condições, é correto afirmar que, no Vale do Rio Paraíba,

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Q3267598 História

Da luta entre liberais radicais, de um lado, e moderados e conservadores, de outro, resultaria o Ato Adicional de 1834, forma conciliatória encontrada temporariamente pelos vários grupos em jogo.


(Emília Viotti da Costa, Da monarquia à república:

momentos decisivos, p. 154)


Segundo a obra citada, o Ato Adicional de 1834

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Q3267597 História

Uma lei de agosto de 1831 criou a Guarda Nacional, em substituição às antigas milícias. Ela era cópia de uma lei francesa do mesmo ano. A ideia consistia em organizar um corpo armado de cidadãos confiáveis, capaz de reduzir tanto os excessos do governo centralizado como as ameaças das ‘‘classes perigosas”. Na prática, a nova instituição ficou incumbida de manter a ordem no município onde fosse formada.


(Boris Fausto, História do Brasil, p. 163-164)


A Guarda Nacional era composta

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Q3267596 História

A tentativa de restringir seus direitos e limitar seus poderes evidentemente não agradou ao imperador. A última gota num copo já cheio ocorreu quando a Assembleia discutiu o direito de veto do imperador – um direito que a maioria dos liberais queria reduzir ao mínimo e alguns chegavam até mesmo a negar-lhe. O conflito entre o imperador e setores da elite interrompeu-se momentaneamente com a vitória do primeiro em 1823, quando enviou tropas para dissolver a Assembleia Constituinte […]. No ano seguinte, o imperador aprovou uma Carta Constitucional.


(Emília Viotti da Costa, Da monarquia à república:

momentos decisivos, p. 139. Adaptado)


Segundo Emília Viotti da Costa, na Constituição de 1824, 

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Q3267595 História

Em março de 1826, o Imperador abre os trabalhos da primeira Assembleia Geral Legislativa. Dessa data até 1831, ano que iria abdicar em favor de seu filho Pedro de Alcântara, assiste-se a um crescente confronto entre a Câmara dos Deputados e o monarca.

    Em pouco tempo, a questão sai da tribuna e dos jornais e espraia-se pelas ruas. Partidários dos dois lados entram em choques violentos, um dos quais, no Rio de Janeiro, ficou conhecido como “noite das garrafadas”, quando elementos portugueses atacam oponentes do Imperador.

    Finalmente, a 7 de abril de 1831, diante do povo revoltado e das tropas brasileiras amotinadas, Pedro I abdica.


(Hamilton de Mattos Monteiro, Da Independência à

vitória da ordem. Em: Maria Yedda Linhares (org.),

História Geral do Brasil, p. 121. Adaptado)



Segundo Hamilton Monteiro, com a abdicação de dom Pedro I,

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Q3267594 História

Em 1980, o triunfo do movimento sindical Solidariedade como, na verdade, um movimento de oposição pública nacional, brandindo a arma da greve geral, demonstrou duas coisas: que o regime do Partido Comunista do país chegara ao fim da corda; mas também que não podia ser derrubado por agitação de massa. Em 1981, Igreja e Estado concordaram discretamente em adiantar-se ao perigo de intervenção militar soviética (que foi seriamente considerada) com alguns anos de lei marcial sob o comandante das Forças Armadas, que podia, de maneira plausível, alegar legitimidade comunista e nacionalista. A ordem foi restabelecida com pouca dificuldade, mais pela polícia que pelo exército, mas, na verdade, o governo, tão desamparado como sempre para enfrentar os problemas econômicos, nada tinha para usar contra a oposição, que continuou existindo como manifestação organizada da opinião pública do país.


(Eric Hobsbawm, Era dos Extremos, p. 461. Adaptado)



O excerto traz referência à

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Q3267593 História

A peculiaridade da Guerra Fria era a de que, em termos objetivos, não existia perigo iminente de guerra mundial. Mais que isso: apesar da retórica apocalíptica de ambos os lados, mas sobretudo do lado americano, os governos das duas superpotências aceitaram a distribuição global de forças no fim da Segunda Guerra Mundial, que equivalia a um equilíbrio de poder desigual, mas não contestado em sua essência.


(Eric Hobsbawm, Era dos extremos)


Nesse sentido, para Eric Hobsbawm, é correto afirmar que 

Alternativas
Q3267592 História

Não se deve julgar o impacto da Grande Depressão apenas, ou mesmo principalmente, por seus efeitos políticos de curto prazo, por mais impressionantes que muitas vezes tenham sido. Trata-se de uma catástrofe que destruiu toda a esperança de restaurar a economia, e a sociedade, do longo século XIX. O período de 1929-33 foi um abismo a partir do qual o retorno a 1913 tornou-se não apenas impossível, como impensável. Três opções competiam agora pela hegemonia intelectual-política.


(Eric Hobsbawm, Era dos Extremos, p. 111. Adaptado)


Segundo Eric Hobsbawm, uma dessas opções era 

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Q3267591 História

    […] tentando compreender a importância dessas viagens exploratórias para os países europeus, é útil recordar que elas não só deram continuidade como aceleraram o processo de “roedura” do continente e tornaram acaloradas as discussões sobre a partilha, precipitadas pela forte crise do Império Otomano e pelo final do trato negreiro. O marco foi a Conferência de Berlim, cujas consequências para a África fazem-se presentes até os dias atuais.


    Muito pouco se sabe acerca do ocorrido nos bastidores da diplomacia europeia, capaz de informar propósitos e resultados das negociações que culminaram em um dos períodos mais violentos da época contemporânea. O que parece consensual, no entanto, foram os quatro principais motivos que levaram à realização da Conferência.


(Leila Leite Hernandez. A África na sala de aula:

visita à História Contemporânea, p. 59)



Um desses principais motivos, segundo a obra citada, foram

Alternativas
Respostas
301: C
302: C
303: A
304: C
305: A
306: D
307: B
308: B
309: E
310: C
311: A
312: E
313: B
314: B
315: D
316: E
317: A
318: C
319: C
320: B