Questões Militares
Para medicina
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Na anemia hemolítica autoimune por anticorpos quentes a destruição das hemácias é mediada por IgG que é um anticorpo __________ eficaz para a ativação da via clássica do complemento. Na ausência da ativação do complemento, o clearence de IgG é realizado no __________. A IgG mais envolvida na destruição das hemácias é a __________.
A sequência de palavras que preenche corretamente as lacunas é:
( ) É a desordem hematológica mais comum envolvendo uma deficiência enzimática da glicólise.
( ) Após a esplenectomia, a contagem de reticulócitos costuma reduzir.
( ) O aparecimento de úlcera crônica nos membros inferiores é raro.
( ) Ocasionalmente pode levar a deformidades do crânio devido à hiperplasia da medula óssea.
( ) A minoria dos pacientes tem hemoglobinúria ao diagnóstico.
( ) Infecção, cirurgia, vacinação, menstruação e exposição ao frio são fatores desencadeantes de hemólise.
( ) Todos os pacientes têm leucopenia, plaquetopenia ou ambos.
( ) As hemácias com o fenótipo tipo I (PNH I) são muito sensíveis ao complemento.
I. A variante que não tem hemólise e nem redução desta enzima é a classe IV.
II. É considerada uma enfermidade hereditária ligada ao cromossomo X.
III. Infecção é a principal causa de hemólise nos pacientes com essa desordem.
IV. A variante tipo V é a mais grave e caracterizada por hemólise crônica.
V. A maioria dos pacientes tem uma disfunção dos leucócitos.
Estão corretas apenas as afirmativas
Com relação a esta desordem, não é uma proteína de membrana envolvida em sua patogênese:
I. A técnica de "no touch" é utilizada em alguns tipos de câncer, como sarcomas, para evitar a disseminação de células tumorais durante a ressecção.
II. A radioterapia intraoperatória (IORT) pode ser utilizada em alguns tipos de câncer, como o câncer de mama e o câncer de reto, para administrar altas doses de radiação diretamente no leito tumoral, minimizando a exposição dos tecidos sadios.
III. A cirurgia citorredutora com quimioterapia intraperitoneal (CRS-HIPEC) está contraindicada em pacientes com metástases hepáticas.
IV. A linfadenectomia D3 está indicada no tratamento do câncer gástrico, mesmo em tumores precoces, para garantir o controle locorregional da doença.
Estão corretas apenas as afirmativas:
I. A herniorrafia inguinal com anestesia local é contraindicação absoluta em pacientes idosos com comorbidades significativas.
II. No reparo da hérnia femoral, o ligamento de Cooper é um ponto de fixação importante, que aumenta a resistência do reparo.
III. O uso de telas de polipropileno em herniorrafias está associado a alto risco de infecção e rejeição, sendo contraindicado em pacientes imunocomprometidos.
IV. Na abordagem laparoscópica da hérnia femoral, o reparo com tela deve incluir o fechamento do orifício femoral para prevenir recidivas futuras.
Estão corretas apenas as afirmativas
I. A hérnia interna é uma complicação comum após o bypass gástrico em Y de Roux, geralmente se manifestando por meio de dor abdominal aguda e intermitente, frequentemente localizada no epigástrio. A tomografia computadorizada com contraste oral é o exame de imagem de escolha para o diagnóstico.
II. A estenose da anastomose gastrojejunal após bypass gástrico em Y de Roux é uma complicação frequente, com sintomas como náuseas, vômitos e disfagia. O tratamento inicial geralmente envolve dilatação endoscópica com balão, podendo ser necessária a revisão cirúrgica em casos refratários.
III. As úlceras marginais, que ocorrem próximas à anastomose gastrojejunal após bypass gástrico em Y de Roux, podem resultar em sangramento gastrointestinal. O tratamento inicial geralmente é clínico, com inibidores da bomba de prótons em altas doses, sendo a cirurgia reservada para casos de sangramento persistente ou recorrente, apesar do tratamento clínico adequado.
IV. A perfuração de úlcera marginal após bypass gástrico em Y de Roux é uma complicação grave que exige intervenção cirúrgica imediata. O tratamento cirúrgico geralmente envolve revisão e reconstrução da anastomose gastrojejunal junto com ressecção da úlcera e colocação de dreno abdominal.
Estão corretas apenas as afirmativas:
( ) A disfagia progressiva, inicialmente para sólidos e posteriormente para líquidos, associada à perda ponderal e à anemia, é sugestiva de acalasia esofágica avançada, especialmente em pacientes com histórico de regurgitação noturna e pneumonia aspirativa de repetição.
( ) Na doença do refluxo gastroesofágico (DRGE), a presença de hérnia hiatal por deslizamento volumosa, associada a sintomas atípicos como tosse crônica, rouquidão e asma, justifica a indicação de tratamento cirúrgico (fundoplicatura videolaparoscópica) mesmo em pacientes com esofagite leve (grau A de Los Angeles) e resposta parcial ao tratamento clínico com inibidores de bomba de prótons.
( ) O carcinoma epidermoide de esôfago, geralmente associado ao tabagismo e ao etilismo crônicos, apresenta-se em estágios iniciais como lesão ulcerada ou vegetante na endoscopia digestiva alta, sendo a biópsia fundamental para a confirmação diagnóstica e a classificação histológica.
( ) A tomografia por emissão de pósitrons (PET-CT) com 18F-fluordesoxiglicose (FDG) é um exame de estadiamento importante no câncer de esôfago, auxiliando na avaliação da resposta ao tratamento neoadjuvante e na detecção de recidivas, especialmente em pacientes com linfonodos mediastinais aumentados e suspeita de metástases a distância.
Observe o algoritmo abaixo e responda a questão.

Um paciente de 55 anos apresenta uma lesão gástrica de 1,8 cm detectada incidentalmente durante uma endoscopia digestiva alta. A biópsia confirma o diagnóstico de GIST com baixo índice mitótico. Qual é a conduta inicial mais apropriada e quais fatores devem ser considerados para determinar o risco de recidiva e a necessidade de terapia adjuvante?