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O teólogo que trabalha com esse conceito em sua obra se chama
Qual autor defende essa proposta?
Para o autor,
Leia o excerto a seguir extraído da Base Nacional Comum Curricular (BNCC, Brasil, 2018) e assinale a alternativa que preenche, corretamente, sua lacuna: “Ao longo da Educação Básica, as aprendizagens essenciais definidas na BNCC devem concorrer para assegurar aos estudantes o desenvolvimento de dez competências gerais, que consubstanciam, no âmbito pedagógico, ________________________ ”
De acordo com a Resolução CNE/CEB nº 1/2000, em seu artigo 5º, Parágrafo único, inciso I, a identidade própria da Educação de Jovens e Adultos deve assegurar “a distribuição específica dos componentes curriculares, a fim de propiciar um patamar igualitário de formação e restabelecer a igualdade de direitos e de oportunidades face ao direito à educação”. Trata-se, especificamente, do princípio da
O artigo 7º da Resolução CNE/CP nº 01/2004 atribui a orientação e a supervisão da elaboração e edição de livros e outros materiais didáticos
No § 1º do artigo 7º da Resolução CNE/CEB nº 04/2010, “cada ente federativo, com suas peculiares competências, é chamado a colaborar para transformar a Educação Básica em um sistema
De acordo com o § 11 do artigo 26 da Lei Federal nº 9.394/1996, a educação digital
Em relação aos valores culturais, artísticos e históricos, o artigo 58 da Lei Federal nº 8.069/1990 estabelece que sejam
Assinale a alternativa correta a respeito do artigo 210, § 2º , da Constituição da República Federativa do Brasil.
Discutindo a concepção construtivista e a atenção à diversidade, Zabala (1998) propõe um conjunto de questões que o professor deve se fazer. Entre essas, está se indagar se existem atividades “que possamos inferir que são adequadas ao nível de desenvolvimento de cada aluno”; ou “que provoquem um conflito cognitivo e promovam a atividade mental do aluno, necessária para que estabeleça relações entre os novos conteúdos e os conhecimentos prévios”. Essas questões podem “facilitar pistas para reforçar algumas atividades ou acrescentar outras novas”, tendo ainda o objetivo específico de reconhecer a validade
Oliveira (in Veiga, 2013) entende que o avanço tecnológico “reivindica uma formação que permita à pessoa ampliar as diferentes maneiras de ler, interpretar e interagir com a pluralidade dos diferentes mundos que se entrecruzam”. Para a autora, esse avanço exige a criação de novas maneiras de educar as pessoas para lidar com
Vasconcelos (2019) discute a respeito da importância das reuniões semanais de trabalho coletivo na escola. O autor identifica que, para que esses momentos problematizem a realidade, é preciso evitar algumas armadilhas, sendo uma delas
Arroyo (2013) problematiza a falência educativa no atendimento de adolescentes e jovens cujas vulnerabilidades os convertem em “Outros” e, no limite, em “in-incluíveis” à escola regular e ao direito social à educação e à própria cidadania. Entre os diferentes elementos discutidos, o autor observa a ênfase das ciências em tratar de tecnologias e saberes que apontem para o progresso, para a produção, para a racionalidade e para a ordem. Isso deixa à margem do conhecimento aprofundado e comprometido a compreensão da desordem multifacetada que essas adolescências sofrem. Para Arroyo, em decorrência,