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Ano: 2009 Banca: ITA Órgão: ITA Prova: ITA - 2009 - ITA - Aluno - Português e Inglês |
Q677448 Português

Qual o dito popular que se aplica à situação mostrada na tira abaixo? 

Imagem associada para resolução da questão

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Ano: 2009 Banca: ITA Órgão: ITA Prova: ITA - 2009 - ITA - Aluno - Português e Inglês |
Q677447 Português

O texto abaixo refere-se à questão. Ele é a resposta a uma pergunta dirigida à escritora estadunidense Lenore Skenazy, quando entrevistada. 

As coisas mudaram muito em termos do que achamos necessário fazer para manter nossos filhos seguros. Um exemplo: só 10% das crianças americanas vão para a escola sozinhas hoje em dia. Mesmo quando vão de ônibus, são levadas pelos pais até a porta do veículo. Chegou a ponto de colocarem à venda vagas que dão o direito de o pai parar o carro bem em frente à porta na hora de levar e buscar os filhos. Os pais se acham ótimos porque gastam algumas centenas de dólares na segurança das crianças. Mas o que você realmente fez pelo seu filho? Se o seu filho está numa cadeira de rodas, você vai querer estacionar em frente à porta. Essa é a vaga normalmente reservada aos portadores de deficiência. Então, você assegurou ao seu filho saudável a chance de ser tratado como um inválido. Isso é considerado um exemplo de paternidade hoje em dia. (IstoÉ, 22/07/2009)       

A palavra “isso”, na última linha do texto, retoma o fato de
Alternativas
Ano: 2009 Banca: ITA Órgão: ITA Prova: ITA - 2009 - ITA - Aluno - Português e Inglês |
Q677446 Português

O texto abaixo refere-se à questão. Ele é a resposta a uma pergunta dirigida à escritora estadunidense Lenore Skenazy, quando entrevistada. 

As coisas mudaram muito em termos do que achamos necessário fazer para manter nossos filhos seguros. Um exemplo: só 10% das crianças americanas vão para a escola sozinhas hoje em dia. Mesmo quando vão de ônibus, são levadas pelos pais até a porta do veículo. Chegou a ponto de colocarem à venda vagas que dão o direito de o pai parar o carro bem em frente à porta na hora de levar e buscar os filhos. Os pais se acham ótimos porque gastam algumas centenas de dólares na segurança das crianças. Mas o que você realmente fez pelo seu filho? Se o seu filho está numa cadeira de rodas, você vai querer estacionar em frente à porta. Essa é a vaga normalmente reservada aos portadores de deficiência. Então, você assegurou ao seu filho saudável a chance de ser tratado como um inválido. Isso é considerado um exemplo de paternidade hoje em dia. (IstoÉ, 22/07/2009)       

O tema do texto é
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Ano: 2009 Banca: ITA Órgão: ITA Prova: ITA - 2009 - ITA - Aluno - Português e Inglês |
Q677445 Português

    Alguma onda conservadora, sempre tão pronta na imprensa e nas academias de ginástica, move-se contra a obrigatoriedade dos cursos de filosofia e sociologia no ensino médio do Brasil. Digo que são conservadores os responsáveis por essa onda porque aquilo que externam tais pessoas de formação culta vai embasado, admitamos, numa razão antiga, embora compreensível.

    No Brasil, não se ensinam direito matemática, geografia, lógica ou português, então por que deveríamos nos preocupar com a transmissão dos modos de exercitar o pensamento no decorrer do tempo? Quem vai transmitir coisas tão complicadas em torno da história das interpretações de mundo se não há no mercado do ensino pré- universitário aqueles mestres capazes de ensinar as coisas simples já pensadas?

    Da forma como vejo, matemática não é coisa simples. Nem português. Matemática é Pitágoras, Antônio Vieira, português. E Filosofia, Platão; Sociologia, Émile Durkheim. Na minha vida de leitora, talvez tenha percorrido mais vezes Platão e Durkheim do que aquele Pitágoras que, quando bem explicado por alguém, pareceu-me cristalino. Então, matemática não pode ser mais simples que filosofia (isto se não considerarmos a matemática uma pura implicação filosófica).

    Matemática tem apenas mais professores especializados a ensiná-la. É preciso que se formem professores novos, não daqui a cem anos, quando parecermos prontos, mas já, estimulados por uma lei à primeira vista arrogante e inadequada. Ou isto acontece agora ou jamais começaremos a preparar quem estuda para a verdadeira vida acadêmica que, esperemos, terá depois.

    Seria perda de tempo estender-me aqui sobre as razões pelas quais áreas como filosofia, condenada como grande abstração, e sociologia, por sua concretude, tornaram-se vitais ao conhecimento de qualquer habitante de um mundo civilizado. O Brasil está atrasado em relação ao Primeiro Mundo sonhado, a escola vai mal? A filosofia deve entrar na cabeça dos alunos e a sociologia precisa explicar aspectos importantes do país, tão logo isto seja possível. Aos 15 anos de idade, um mortal, mesmo que um brasileirinho, pode começar a aprendê-las... [...] (Rosane Pavam. Carta Capital, 03/07/2008.)    

Leia os trechos a seguir.

I. Alguma onda conservadora, sempre tão pronta na imprensa e nas academias de ginástica, move-se contra a obrigatoriedade dos cursos de filosofia e sociologia no ensino médio do Brasil.

II. Da forma como vejo, matemática não é coisa simples. Nem português.

III. A filosofia deve entrar na cabeça dos alunos e a sociologia precisa explicar aspectos importantes do país, tão logo isto seja possível.

Há depreciação apenas em

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Ano: 2009 Banca: ITA Órgão: ITA Prova: ITA - 2009 - ITA - Aluno - Português e Inglês |
Q677444 Português

    Alguma onda conservadora, sempre tão pronta na imprensa e nas academias de ginástica, move-se contra a obrigatoriedade dos cursos de filosofia e sociologia no ensino médio do Brasil. Digo que são conservadores os responsáveis por essa onda porque aquilo que externam tais pessoas de formação culta vai embasado, admitamos, numa razão antiga, embora compreensível.

    No Brasil, não se ensinam direito matemática, geografia, lógica ou português, então por que deveríamos nos preocupar com a transmissão dos modos de exercitar o pensamento no decorrer do tempo? Quem vai transmitir coisas tão complicadas em torno da história das interpretações de mundo se não há no mercado do ensino pré- universitário aqueles mestres capazes de ensinar as coisas simples já pensadas?

    Da forma como vejo, matemática não é coisa simples. Nem português. Matemática é Pitágoras, Antônio Vieira, português. E Filosofia, Platão; Sociologia, Émile Durkheim. Na minha vida de leitora, talvez tenha percorrido mais vezes Platão e Durkheim do que aquele Pitágoras que, quando bem explicado por alguém, pareceu-me cristalino. Então, matemática não pode ser mais simples que filosofia (isto se não considerarmos a matemática uma pura implicação filosófica).

    Matemática tem apenas mais professores especializados a ensiná-la. É preciso que se formem professores novos, não daqui a cem anos, quando parecermos prontos, mas já, estimulados por uma lei à primeira vista arrogante e inadequada. Ou isto acontece agora ou jamais começaremos a preparar quem estuda para a verdadeira vida acadêmica que, esperemos, terá depois.

    Seria perda de tempo estender-me aqui sobre as razões pelas quais áreas como filosofia, condenada como grande abstração, e sociologia, por sua concretude, tornaram-se vitais ao conhecimento de qualquer habitante de um mundo civilizado. O Brasil está atrasado em relação ao Primeiro Mundo sonhado, a escola vai mal? A filosofia deve entrar na cabeça dos alunos e a sociologia precisa explicar aspectos importantes do país, tão logo isto seja possível. Aos 15 anos de idade, um mortal, mesmo que um brasileirinho, pode começar a aprendê-las... [...] (Rosane Pavam. Carta Capital, 03/07/2008.)    

NÃO faz parte da argumentação do texto a autora 
Alternativas
Ano: 2009 Banca: ITA Órgão: ITA Prova: ITA - 2009 - ITA - Aluno - Português e Inglês |
Q677443 Português

    Alguma onda conservadora, sempre tão pronta na imprensa e nas academias de ginástica, move-se contra a obrigatoriedade dos cursos de filosofia e sociologia no ensino médio do Brasil. Digo que são conservadores os responsáveis por essa onda porque aquilo que externam tais pessoas de formação culta vai embasado, admitamos, numa razão antiga, embora compreensível.

    No Brasil, não se ensinam direito matemática, geografia, lógica ou português, então por que deveríamos nos preocupar com a transmissão dos modos de exercitar o pensamento no decorrer do tempo? Quem vai transmitir coisas tão complicadas em torno da história das interpretações de mundo se não há no mercado do ensino pré- universitário aqueles mestres capazes de ensinar as coisas simples já pensadas?

    Da forma como vejo, matemática não é coisa simples. Nem português. Matemática é Pitágoras, Antônio Vieira, português. E Filosofia, Platão; Sociologia, Émile Durkheim. Na minha vida de leitora, talvez tenha percorrido mais vezes Platão e Durkheim do que aquele Pitágoras que, quando bem explicado por alguém, pareceu-me cristalino. Então, matemática não pode ser mais simples que filosofia (isto se não considerarmos a matemática uma pura implicação filosófica).

    Matemática tem apenas mais professores especializados a ensiná-la. É preciso que se formem professores novos, não daqui a cem anos, quando parecermos prontos, mas já, estimulados por uma lei à primeira vista arrogante e inadequada. Ou isto acontece agora ou jamais começaremos a preparar quem estuda para a verdadeira vida acadêmica que, esperemos, terá depois.

    Seria perda de tempo estender-me aqui sobre as razões pelas quais áreas como filosofia, condenada como grande abstração, e sociologia, por sua concretude, tornaram-se vitais ao conhecimento de qualquer habitante de um mundo civilizado. O Brasil está atrasado em relação ao Primeiro Mundo sonhado, a escola vai mal? A filosofia deve entrar na cabeça dos alunos e a sociologia precisa explicar aspectos importantes do país, tão logo isto seja possível. Aos 15 anos de idade, um mortal, mesmo que um brasileirinho, pode começar a aprendê-las... [...] (Rosane Pavam. Carta Capital, 03/07/2008.)    

A razão antiga dos conservadores fundamenta-se no(s) seguinte(s) argumento(s):

I. No Brasil, não há professores qualificados para ensinar bem as disciplinas obrigatórias.

II. No Brasil, não há professores qualificados para ensinar as disciplinas de Filosofia e Sociologia.

III. No Brasil, a interpretação do mundo não deve ser tarefa para alunos do Ensino Médio.

Está(ão) correta(s) apenas

Alternativas
Ano: 2009 Banca: ITA Órgão: ITA Prova: ITA - 2009 - ITA - Aluno - Português e Inglês |
Q677442 Português

ATENÇÃO: Os textos da prova seguem a ortografia em que foram escritos. As questões e as instruções para a redação seguem as regras do novo Acordo Ortográfico. 

 

Considere o trecho:

Repito: pais que não sabem onde estão seus filhos de 12 ou 14 anos, que nunca se interessaram pelo que acontece nas festinhas (mesmo infantis), que não conhecem nomes de amigos ou da família com quem seus filhos passam fins de semana (não me refiro a nomes importantes, mas a seres humanos confiáveis), que nada sabem de sua vida escolar, estão sendo tragicamente irresponsáveis. (linhas 30 a 34)

A palavra “repito”, no início do trecho,

Alternativas
Ano: 2009 Banca: ITA Órgão: ITA Prova: ITA - 2009 - ITA - Aluno - Português e Inglês |
Q677441 Português

ATENÇÃO: Os textos da prova seguem a ortografia em que foram escritos. As questões e as instruções para a redação seguem as regras do novo Acordo Ortográfico. 

 

As opções abaixo mostram a tentativa da autora em direcionar o sentido do que escreve, EXCETO em:
Alternativas
Ano: 2009 Banca: ITA Órgão: ITA Prova: ITA - 2009 - ITA - Aluno - Português e Inglês |
Q677440 Português

ATENÇÃO: Os textos da prova seguem a ortografia em que foram escritos. As questões e as instruções para a redação seguem as regras do novo Acordo Ortográfico. 

 

O último parágrafo do texto transmite a(s) seguinte(s) ideia(s):

I. A vida atual é focada em praticidades, dentre elas o uso de manuais e livros de receitas para a resolução de problemas familiares.

II. Atualmente, há pais que seguem livros de receitas sobre como criar filhos e se esquecem de que o mais importante é a atenção.

III. A demonstração de interesse dos pais pelos filhos é a melhor maneira de formar adultos autoconfiantes.

Está(ão) correta(s) apenas

Alternativas
Ano: 2009 Banca: ITA Órgão: ITA Prova: ITA - 2009 - ITA - Aluno - Português e Inglês |
Q677439 Português

ATENÇÃO: Os textos da prova seguem a ortografia em que foram escritos. As questões e as instruções para a redação seguem as regras do novo Acordo Ortográfico. 

 

Indique a opção em que o MAS tem função aditiva.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: ITA Órgão: ITA Prova: ITA - 2009 - ITA - Aluno - Português e Inglês |
Q677438 Português

ATENÇÃO: Os textos da prova seguem a ortografia em que foram escritos. As questões e as instruções para a redação seguem as regras do novo Acordo Ortográfico. 

 

Em “Mães que se orgulham de vestir a roupeta da filha adolescente, de freqüentar os mesmos lugares e até de conquistar os colegas delas são patéticas. Pais que se consideram parceiros apenas porque bancam os garotões, idem.” (linhas 40 a 42), a autora refere-se
Alternativas
Ano: 2009 Banca: ITA Órgão: ITA Prova: ITA - 2009 - ITA - Aluno - Português e Inglês |
Q677437 Português

ATENÇÃO: Os textos da prova seguem a ortografia em que foram escritos. As questões e as instruções para a redação seguem as regras do novo Acordo Ortográfico. 

 

Leia as afirmações a seguir:

I. A autora desenvolve uma crítica negativa sobre política partidária que inclui conceitos, como “a esquerda é inteligente e boa, a direita é grossa e arrogante”.

II. Ao utilizar o exemplo “a esquerda é inteligente e boa, a direita é grossa e arrogante”, a autora propõe uma crítica à situação política brasileira atual, que é tradicionalmente dicotômica.

III. A autora mostra seu lado apolítico, sob o ponto de vista partidário, uma vez que se considera dissociada da “esquerda” ou da “direita” e preocupa-se com a sociedade em geral.

IV. Para a autora, a política inclui a preocupação não só com os desvalidos financeiramente, mas também emocional e psiquicamente.

Está(ão) correta(s) apenas

Alternativas
Ano: 2009 Banca: ITA Órgão: ITA Prova: ITA - 2009 - ITA - Aluno - Português e Inglês |
Q677436 Português

ATENÇÃO: Os textos da prova seguem a ortografia em que foram escritos. As questões e as instruções para a redação seguem as regras do novo Acordo Ortográfico. 

 

Pode-se perceber conotação pejorativa em
Alternativas
Ano: 2009 Banca: ITA Órgão: ITA Prova: ITA - 2009 - ITA - Aluno - Português e Inglês |
Q677435 Português

ATENÇÃO: Os textos da prova seguem a ortografia em que foram escritos. As questões e as instruções para a redação seguem as regras do novo Acordo Ortográfico. 

 

A ideia central do texto é
Alternativas
Ano: 2009 Banca: ITA Órgão: ITA Prova: ITA - 2009 - ITA - Aluno - Português e Inglês |
Q677434 Inglês

                   

Considere as seguintes afirmações:

I. As listas verticais indicadas afinam a silhueta.

II. A figura mostra sapatos que não se desgastam com o tempo.

III. Inactive Wear é apropriada para praticantes de exercícios físicos.

Está(ão) correta(s):

Alternativas
Ano: 2009 Banca: ITA Órgão: ITA Prova: ITA - 2009 - ITA - Aluno - Português e Inglês |
Q677433 Inglês

                   

Assinale a opção que NÃO descreve benefícios apontados na figura.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: ITA Órgão: ITA Prova: ITA - 2009 - ITA - Aluno - Português e Inglês |
Q677432 Inglês

     In August of 2000, a Japanese scientist named Toshiyuki Nakagaki announced that he had trained an amoebalike organism called slime mold to find the shortest route through a maze. Nakagaki had placed the mold in a small maze comprising four possible routes and planted pieces of food at two of the exits. Despite its being an incredibly primitive organism (a close relative of ordinary fungi) with no centralized brain whatsoever, the slime mold managed to plot the most efficient route to the food, stretching its body through the maze so that it connected directly to the two food sources. Without any apparent cognitive resources, the slime mold had “solved” the maze puzzle.

     For such a simple organism, the slime mold has an impressive intellectual pedigree. Nakagaki’s announcement was only the latest in a long chain of investigations into the subtleties of slime mold behavior. For scientists trying to understand systems that use relatively simple components to build higher-level intelligence, the slime mold may someday be seen as the equivalent of the finches and tortoises that Darwin observed on the Galapagos Islands.

     How did such a lowly organism come to play such an important scientific role? That story begins in the late sixties in New York City, with a scientist named Evelyn Fox Keller. A Harvard Ph.D. in physics, Keller had written her dissertation on molecular biology, and she had spent some time exploring the nascent field of “non-equilibrium thermodynamics”, which in later years would come to be associated with complexity theory. By 1968, she was working as an associate at Sloan-Kettering in Manhattan, thinking about the application of mathematics to biological problems. Mathematics had played such a tremendous role in expanding our understanding of physics, Keller thought – so perhaps it might also be useful for understanding living systems.

     In the spring of 1968, Keller met a visiting scholar named Lee Segel, an applied mathematician who shared her interests. It was Segel who first introduced her to the bizarre conduct of the slime mold, and together they began a series of investigations that would help transform not just our understanding of biological development but also the disparate worlds of brain science, software design, and urban studies.

(…)       

Johson, Steven. Emergence. Peguin Books Ltd. 2001, pp. 11-12. 

Indique a opção em que a reescrita do trecho “Despite its being an incredibly primitive organism (a close relative of ordinary fungi) with no centralized brain whatsoever, the slime mold managed to plot the most efficient route to the food, …” (parágrafo 1) está correta e mantém o mesmo significado do texto.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: ITA Órgão: ITA Prova: ITA - 2009 - ITA - Aluno - Português e Inglês |
Q677431 Inglês

     In August of 2000, a Japanese scientist named Toshiyuki Nakagaki announced that he had trained an amoebalike organism called slime mold to find the shortest route through a maze. Nakagaki had placed the mold in a small maze comprising four possible routes and planted pieces of food at two of the exits. Despite its being an incredibly primitive organism (a close relative of ordinary fungi) with no centralized brain whatsoever, the slime mold managed to plot the most efficient route to the food, stretching its body through the maze so that it connected directly to the two food sources. Without any apparent cognitive resources, the slime mold had “solved” the maze puzzle.

     For such a simple organism, the slime mold has an impressive intellectual pedigree. Nakagaki’s announcement was only the latest in a long chain of investigations into the subtleties of slime mold behavior. For scientists trying to understand systems that use relatively simple components to build higher-level intelligence, the slime mold may someday be seen as the equivalent of the finches and tortoises that Darwin observed on the Galapagos Islands.

     How did such a lowly organism come to play such an important scientific role? That story begins in the late sixties in New York City, with a scientist named Evelyn Fox Keller. A Harvard Ph.D. in physics, Keller had written her dissertation on molecular biology, and she had spent some time exploring the nascent field of “non-equilibrium thermodynamics”, which in later years would come to be associated with complexity theory. By 1968, she was working as an associate at Sloan-Kettering in Manhattan, thinking about the application of mathematics to biological problems. Mathematics had played such a tremendous role in expanding our understanding of physics, Keller thought – so perhaps it might also be useful for understanding living systems.

     In the spring of 1968, Keller met a visiting scholar named Lee Segel, an applied mathematician who shared her interests. It was Segel who first introduced her to the bizarre conduct of the slime mold, and together they began a series of investigations that would help transform not just our understanding of biological development but also the disparate worlds of brain science, software design, and urban studies.

(…)       

Johson, Steven. Emergence. Peguin Books Ltd. 2001, pp. 11-12. 

Assinale a opção que, de acordo com o texto, contempla somente as áreas para as quais as pesquisas de Keller e Segel contribuíram.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: ITA Órgão: ITA Prova: ITA - 2009 - ITA - Aluno - Português e Inglês |
Q677430 Inglês

     In August of 2000, a Japanese scientist named Toshiyuki Nakagaki announced that he had trained an amoebalike organism called slime mold to find the shortest route through a maze. Nakagaki had placed the mold in a small maze comprising four possible routes and planted pieces of food at two of the exits. Despite its being an incredibly primitive organism (a close relative of ordinary fungi) with no centralized brain whatsoever, the slime mold managed to plot the most efficient route to the food, stretching its body through the maze so that it connected directly to the two food sources. Without any apparent cognitive resources, the slime mold had “solved” the maze puzzle.

     For such a simple organism, the slime mold has an impressive intellectual pedigree. Nakagaki’s announcement was only the latest in a long chain of investigations into the subtleties of slime mold behavior. For scientists trying to understand systems that use relatively simple components to build higher-level intelligence, the slime mold may someday be seen as the equivalent of the finches and tortoises that Darwin observed on the Galapagos Islands.

     How did such a lowly organism come to play such an important scientific role? That story begins in the late sixties in New York City, with a scientist named Evelyn Fox Keller. A Harvard Ph.D. in physics, Keller had written her dissertation on molecular biology, and she had spent some time exploring the nascent field of “non-equilibrium thermodynamics”, which in later years would come to be associated with complexity theory. By 1968, she was working as an associate at Sloan-Kettering in Manhattan, thinking about the application of mathematics to biological problems. Mathematics had played such a tremendous role in expanding our understanding of physics, Keller thought – so perhaps it might also be useful for understanding living systems.

     In the spring of 1968, Keller met a visiting scholar named Lee Segel, an applied mathematician who shared her interests. It was Segel who first introduced her to the bizarre conduct of the slime mold, and together they began a series of investigations that would help transform not just our understanding of biological development but also the disparate worlds of brain science, software design, and urban studies.

(…)       

Johson, Steven. Emergence. Peguin Books Ltd. 2001, pp. 11-12. 

De acordo com o texto, Evelyn Fox Keller

I. tornou-se PhD em Física pela Universidade de Harvard e foi a pioneira nos estudos sobre teoria de sistemas complexos.

II. acreditava na importância da Matemática não apenas para o estudo da Física, mas também da Biologia.

III. Influenciou as pesquisas do matemático Lee Segel, levando-o a se interessar pelo comportamento dos slime molds.

Está(ão) correta(s)

Alternativas
Ano: 2009 Banca: ITA Órgão: ITA Prova: ITA - 2009 - ITA - Aluno - Português e Inglês |
Q677429 Inglês

     In August of 2000, a Japanese scientist named Toshiyuki Nakagaki announced that he had trained an amoebalike organism called slime mold to find the shortest route through a maze. Nakagaki had placed the mold in a small maze comprising four possible routes and planted pieces of food at two of the exits. Despite its being an incredibly primitive organism (a close relative of ordinary fungi) with no centralized brain whatsoever, the slime mold managed to plot the most efficient route to the food, stretching its body through the maze so that it connected directly to the two food sources. Without any apparent cognitive resources, the slime mold had “solved” the maze puzzle.

     For such a simple organism, the slime mold has an impressive intellectual pedigree. Nakagaki’s announcement was only the latest in a long chain of investigations into the subtleties of slime mold behavior. For scientists trying to understand systems that use relatively simple components to build higher-level intelligence, the slime mold may someday be seen as the equivalent of the finches and tortoises that Darwin observed on the Galapagos Islands.

     How did such a lowly organism come to play such an important scientific role? That story begins in the late sixties in New York City, with a scientist named Evelyn Fox Keller. A Harvard Ph.D. in physics, Keller had written her dissertation on molecular biology, and she had spent some time exploring the nascent field of “non-equilibrium thermodynamics”, which in later years would come to be associated with complexity theory. By 1968, she was working as an associate at Sloan-Kettering in Manhattan, thinking about the application of mathematics to biological problems. Mathematics had played such a tremendous role in expanding our understanding of physics, Keller thought – so perhaps it might also be useful for understanding living systems.

     In the spring of 1968, Keller met a visiting scholar named Lee Segel, an applied mathematician who shared her interests. It was Segel who first introduced her to the bizarre conduct of the slime mold, and together they began a series of investigations that would help transform not just our understanding of biological development but also the disparate worlds of brain science, software design, and urban studies.

(…)       

Johson, Steven. Emergence. Peguin Books Ltd. 2001, pp. 11-12. 

Em sua pesquisa, Toshiyuki Nakagaki

I. colocou um slime mold num labirinto com quatro saídas.

II. treinou um slime mold a sair de um labirinto pelo caminho mais curto.

III. colocou alimentos em todas as saídas do labirinto para atrair o slime mold.

Está(ão) correta(s)

Alternativas
Respostas
19161: C
19162: B
19163: D
19164: A
19165: C
19166: D
19167: B
19168: E
19169: E
19170: B
19171: C
19172: E
19173: D
19174: A
19175: A
19176: D
19177: B
19178: C
19179: B
19180: D