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1 Todos os seres humanos necessitam de segurança. Todos os seres humanos têm o direito de serem protegidos do medo, de todas as espécies de medo.
4 O medo tem raízes profundas na alma dos seres. Radica-se no inconsciente e é objeto constante da pesquisa científica, com destaque para a psicanálise.
7 Temos medo do abandono, de passar necessidade e privações, medo das agressões, da doença, da morte. Uma sociedade que se funde no “espírito de
10 solidariedade” procurará construir modelos de convivência que afastem o medo do horizonte permanente de expectativas. Em uma sociedade fraterna, o homem não será
13 lobo do outro homem. Nossa Constituição determina que a segurança pública é dever do Estado, direito e responsabilidade de
16 todos. Será exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio.
Internet:<http://www.dhnet.org.br>
O segmento “Será exercida” (
.16) refere-se ao antecedente
“Nossa Constituição” (
.14).
1 Todos os seres humanos necessitam de segurança. Todos os seres humanos têm o direito de serem protegidos do medo, de todas as espécies de medo.
4 O medo tem raízes profundas na alma dos seres. Radica-se no inconsciente e é objeto constante da pesquisa científica, com destaque para a psicanálise.
7 Temos medo do abandono, de passar necessidade e privações, medo das agressões, da doença, da morte. Uma sociedade que se funde no “espírito de
10 solidariedade” procurará construir modelos de convivência que afastem o medo do horizonte permanente de expectativas. Em uma sociedade fraterna, o homem não será
13 lobo do outro homem. Nossa Constituição determina que a segurança pública é dever do Estado, direito e responsabilidade de
16 todos. Será exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio.
Internet:<http://www.dhnet.org.br>
Em “Radica-se” (
.5), o pronome indica que o sujeito é
indeterminado.
1 Ética, cidadania e segurança pública são valores entrelaçados. Não pode haver efetiva vigência da cidadania em uma sociedade que não se guie pela ética. Não vigora
4 a ética onde se suprima ou se menospreze a cidadania. A segurança pública é direito do cidadão, é requisito de exercício da cidadania. A segurança pública é também um
7 imperativo ético. A luta pela ética, pela construção da cidadania e pela preservação da segurança pública não constitui dever
10 exclusivo do Estado. Cabe ao povo, às instituições sociais, às comunidades, participar desse processo político de sedimentação de valores tão essenciais à vida coletiva.
Internet:<www.dhnet.org.br>
O emprego do acento grave em “às instituições sociais”
(l.10) e “às comunidades” (l.11) justifica-se pela regência de
“Cabe” (l.10) e pela presença de artigo definido feminino.
1 Ética, cidadania e segurança pública são valores entrelaçados. Não pode haver efetiva vigência da cidadania em uma sociedade que não se guie pela ética. Não vigora
4 a ética onde se suprima ou se menospreze a cidadania. A segurança pública é direito do cidadão, é requisito de exercício da cidadania. A segurança pública é também um
7 imperativo ético. A luta pela ética, pela construção da cidadania e pela preservação da segurança pública não constitui dever
10 exclusivo do Estado. Cabe ao povo, às instituições sociais, às comunidades, participar desse processo político de sedimentação de valores tão essenciais à vida coletiva.
Internet:<www.dhnet.org.br>
A palavra “imperativo” (l.7) está sendo empregada, nesse
texto, com o sentido de exigência, necessidade, dever.
1 Ética, cidadania e segurança pública são valores entrelaçados. Não pode haver efetiva vigência da cidadania em uma sociedade que não se guie pela ética. Não vigora
4 a ética onde se suprima ou se menospreze a cidadania. A segurança pública é direito do cidadão, é requisito de exercício da cidadania. A segurança pública é também um
7 imperativo ético. A luta pela ética, pela construção da cidadania e pela preservação da segurança pública não constitui dever
10 exclusivo do Estado. Cabe ao povo, às instituições sociais, às comunidades, participar desse processo político de sedimentação de valores tão essenciais à vida coletiva.
Internet:<www.dhnet.org.br>
A seleção vocabular e as estruturas sintáticas do texto são
impróprias para emprego em uma correspondência oficial,
que deve sempre prezar por objetividade e clareza.
1 Ética, cidadania e segurança pública são valores entrelaçados. Não pode haver efetiva vigência da cidadania em uma sociedade que não se guie pela ética. Não vigora
4 a ética onde se suprima ou se menospreze a cidadania. A segurança pública é direito do cidadão, é requisito de exercício da cidadania. A segurança pública é também um
7 imperativo ético. A luta pela ética, pela construção da cidadania e pela preservação da segurança pública não constitui dever
10 exclusivo do Estado. Cabe ao povo, às instituições sociais, às comunidades, participar desse processo político de sedimentação de valores tão essenciais à vida coletiva.
Internet:<www.dhnet.org.br>
Esse texto é predominantemente narrativo.
1 Na última década, a questão da segurança pública passou a ser considerada problema fundamental e principal desafio ao estado de direito no Brasil. A segurança ganhou
4 enorme visibilidade pública e jamais, em nossa história recente, esteve tão presente nos debates tanto de especialistas como do público em geral.
7 Os problemas relacionados com o aumento das taxas de criminalidade, o aumento da sensação de insegurança, sobretudo nos grandes centros urbanos, as
10 dificuldades relacionadas à reforma das instituições da administração da justiça criminal, a violência policial, a ineficiência preventiva de nossas instituições, a
13 superpopulação nos presídios, as rebeliões, as fugas, a degradação das condições de internação de jovens em conflito com a lei, a corrupção, o aumento dos custos
16 operacionais do sistema, a ineficiência da investigação criminal e das perícias policiais e a morosidade judicial, entre tantos outros, representam desafios para o sucesso do
19 processo de consolidação política da democracia no Brasil.
Internet:<www.observatoriodeseguranca.org>
O emprego do pronome “nossas” (l.12) é um recurso
discursivo que insere o leitor no texto e, nesse caso,
especificamente, por meio do apelo à sua identidade
nacional.
1 Na última década, a questão da segurança pública passou a ser considerada problema fundamental e principal desafio ao estado de direito no Brasil. A segurança ganhou
4 enorme visibilidade pública e jamais, em nossa história recente, esteve tão presente nos debates tanto de especialistas como do público em geral.
7 Os problemas relacionados com o aumento das taxas de criminalidade, o aumento da sensação de insegurança, sobretudo nos grandes centros urbanos, as
10 dificuldades relacionadas à reforma das instituições da administração da justiça criminal, a violência policial, a ineficiência preventiva de nossas instituições, a
13 superpopulação nos presídios, as rebeliões, as fugas, a degradação das condições de internação de jovens em conflito com a lei, a corrupção, o aumento dos custos
16 operacionais do sistema, a ineficiência da investigação criminal e das perícias policiais e a morosidade judicial, entre tantos outros, representam desafios para o sucesso do
19 processo de consolidação política da democracia no Brasil.
Internet:<www.observatoriodeseguranca.org>
O emprego de vírgula logo após “policial” (l.11),
“instituições” (l.12) e “rebeliões” (l.13) deve-se a regras
gramaticais diferentes.
A partir do texto acima, julgue o item subsequente.
A palavra “incolumidade” (l.17) está sendo empregada com
o sentido de estado ou situação livre de perigo, intacto, ileso,
são e salvo.
A partir do texto acima, julgue o item subsequente.
A primeira pessoa do plural, expressa em “Temos” (l.7) e
“Nossa” (l.14), confere ao texto um nível de subjetividade
impróprio para o emprego em correspondências oficiais.
Com base nas ideias e estruturas do texto acima, julgue o item que se segue.
A informação original do período seria alterada se a palavra
“sedimentação” (l.12) fosse substituída por consolidação.
Com relação às ideias e estruturas do texto acima, julgue o item a seguir.
A palavra “degradação” (l.14) está sendo empregada no
texto com o sentido de transformação, sem nenhum juízo
de valor.
Com relação às ideias e estruturas do texto acima, julgue o item a seguir.
O emprego do pronome “nossas” (l.12) é um recurso
discursivo que insere o leitor no texto e, nesse caso,
especificamente, por meio do apelo à sua identidade
nacional.
Com relação às ideias e estruturas do texto acima, julgue o item a seguir.
O emprego de “como” (l.6) está articulado ao emprego do
antecedente “tanto” (l.5).
The U.S. Department of Homeland Security (DHS), which operates airport security checkpoints in the United States, is spending upward of US$ 7 million a year trying to develop technology that can detect the evil intent of the terrorists among us. Yes, you read that correctly: They plan to find the bad guys by reading their minds.
Dozens of researchers across the country are in the middle of a five year program contracted primarily to the Charles Stark Draper Laboratory, in Cambridge, Mass. They’ve developed a psycho-physiological theory of ‘malintent’ – basically, a hodgepodge of behaviorism and biometrics according to which physiological chances can give away a terrorist’s intention to do immediate harm. So far, they’ve spent US$ 20 million on biometric research, sensors, and a series of tests and demonstrations. This technology is called the Future Attribute Screening Technology (FAST).
The underlying theory is that your body reacts, in measurable and largely involuntary ways, to reveal the nature of your intentions. So as you wait in line at the airport checkpoint, thermal and other types of cameras and laser- and radar-based sensors will try to get a fix on the baseline parameters of your autonomic nervous system – your body temperature, your heart rate and respiration, your skin’s moistness, and the very look in your eyes. Then, as a security officer asks you a few questions, the sensors will remeasure those parameters so that the FAST algorithms can figure out whether you’re naughty or nice, all on the spot, without knowing anything else about you.
The U.S. Department of Homeland Security (DHS), which operates airport security checkpoints in the United States, is spending upward of US$ 7 million a year trying to develop technology that can detect the evil intent of the terrorists among us. Yes, you read that correctly: They plan to find the bad guys by reading their minds.
Dozens of researchers across the country are in the middle of a five year program contracted primarily to the Charles Stark Draper Laboratory, in Cambridge, Mass. They’ve developed a psycho-physiological theory of ‘malintent’ – basically, a hodgepodge of behaviorism and biometrics according to which physiological chances can give away a terrorist’s intention to do immediate harm. So far, they’ve spent US$ 20 million on biometric research, sensors, and a series of tests and demonstrations. This technology is called the Future Attribute Screening Technology (FAST).
The underlying theory is that your body reacts, in measurable and largely involuntary ways, to reveal the nature of your intentions. So as you wait in line at the airport checkpoint, thermal and other types of cameras and laser- and radar-based sensors will try to get a fix on the baseline parameters of your autonomic nervous system – your body temperature, your heart rate and respiration, your skin’s moistness, and the very look in your eyes. Then, as a security officer asks you a few questions, the sensors will remeasure those parameters so that the FAST algorithms can figure out whether you’re naughty or nice, all on the spot, without knowing anything else about you.
The U.S. Department of Homeland Security (DHS), which operates airport security checkpoints in the United States, is spending upward of US$ 7 million a year trying to develop technology that can detect the evil intent of the terrorists among us. Yes, you read that correctly: They plan to find the bad guys by reading their minds.
Dozens of researchers across the country are in the middle of a five year program contracted primarily to the Charles Stark Draper Laboratory, in Cambridge, Mass. They’ve developed a psycho-physiological theory of ‘malintent’ – basically, a hodgepodge of behaviorism and biometrics according to which physiological chances can give away a terrorist’s intention to do immediate harm. So far, they’ve spent US$ 20 million on biometric research, sensors, and a series of tests and demonstrations. This technology is called the Future Attribute Screening Technology (FAST).
The underlying theory is that your body reacts, in measurable and largely involuntary ways, to reveal the nature of your intentions. So as you wait in line at the airport checkpoint, thermal and other types of cameras and laser- and radar-based sensors will try to get a fix on the baseline parameters of your autonomic nervous system – your body temperature, your heart rate and respiration, your skin’s moistness, and the very look in your eyes. Then, as a security officer asks you a few questions, the sensors will remeasure those parameters so that the FAST algorithms can figure out whether you’re naughty or nice, all on the spot, without knowing anything else about you.
The U.S. Department of Homeland Security (DHS), which operates airport security checkpoints in the United States, is spending upward of US$ 7 million a year trying to develop technology that can detect the evil intent of the terrorists among us. Yes, you read that correctly: They plan to find the bad guys by reading their minds.
Dozens of researchers across the country are in the middle of a five year program contracted primarily to the Charles Stark Draper Laboratory, in Cambridge, Mass. They’ve developed a psycho-physiological theory of ‘malintent’ – basically, a hodgepodge of behaviorism and biometrics according to which physiological chances can give away a terrorist’s intention to do immediate harm. So far, they’ve spent US$ 20 million on biometric research, sensors, and a series of tests and demonstrations. This technology is called the Future Attribute Screening Technology (FAST).
The underlying theory is that your body reacts, in measurable and largely involuntary ways, to reveal the nature of your intentions. So as you wait in line at the airport checkpoint, thermal and other types of cameras and laser- and radar-based sensors will try to get a fix on the baseline parameters of your autonomic nervous system – your body temperature, your heart rate and respiration, your skin’s moistness, and the very look in your eyes. Then, as a security officer asks you a few questions, the sensors will remeasure those parameters so that the FAST algorithms can figure out whether you’re naughty or nice, all on the spot, without knowing anything else about you.
As both an electrical engineer and a Jesuit priest, Lammert B. Otten can lead a spiritual retreat just as easily as a dam-building project in Zambia. “As an engineer,” he says, “you’re concreting with God to make life better for people.”
What task below could Lammert B. Otten be legally in charge of?
It’s a little surprising that the land of Sir Isaac Newton does not have its own space agency. An attempt to fill that void came with the announcement in June that the United Kingdom would create a ‘bureaucracy busting’ organization to oversee British civilian space and satellite activities.
What does the author of the passage refer to by the term “void”?


