Foram encontradas 20.303 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Sobre os tipos mais comuns de correspondência oficial, identifique com V as afirmativas verdadeiras e com F, as falsas.
( ) O tipo de mensagem que mais se parece com o ofício é o memorando e, por ser mais simples e mais prático, visto ter menos requisitos, é preferido àquele.
( ) O requerimento dispensa o vocativo, embora tenha sempre preservado um espaço para o despacho das autoridades.
( ) Os fatos ocorridos em uma reunião devem ser registrados em ata, através de um relato claro, direto e preciso, a ser assinado por quem presidi-la e demais presentes.
( ) A redação oficial que não admite espaço em branco em nenhum lugar e, por isso mesmo, não se faz nenhum parágrafo no corpo do texto denomina-se relatório.
( ) O atestado é um tipo de documento oficial que se limita à caracterização de um fato, sem qualquer apreciação sobre ele, sendo fornecido por autoridade ou pessoa ao interessado.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
Identifique as afirmativas verdadeiras (V) e as falsas (F).
O texto evidencia a necessidade de
( ) mudanças estruturais no setor investigativo de policiais.
( ) investimentos significativos na formação do policial brasileiro.
( ) critérios mais justos na aplicação de penalidades a todo e qualquer militar.
( ) reforço dos princípios éticos que devem conduzir o ser humanos em suas ações.
( ) contenção do abuso de violência que permeia, não raro, a ação militar, através de treinamento e punição.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
Sobre os recursos linguísticos usados no texto, marque com V as afirmativas verdadeiras e com F, falsas.
( ) "estão [...] cercadas” (/. 9) é uma forma verbal que se apresenta na voz passiva e sua transposição para a ativa implica a observância da correlação modo-temporal para preservar o sentido original do contexto. /
( ) “ano a ano" (/. 11) está entre vírgulas pela mesma razão que “da Escola Nacional de Ciências Estatísticas do IBGE" (/. 13-14).
( ) “visível" (/. 23) e "raízes” (/. 25) são paroxítonas acentuadas por razões diferentes.
( ) “existem” (/. 23) pode ser substituída pela forma verbal “há” (/. 36) sem nenhum prejuízo de ordem gramatical, o mesmo não ocorrendo em relação à troca de "há" por “existem”, tendo-se em vista o contexto frasal em que ambas se encontram. /
( ) “fincaram” (/. 32) e inflaram” (/. 33) estão no plural, concordando com o mesmo sujeito, que também está no plural.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
Sobre as informações contidas no texto, identifique com V as afirmativas verdadeiras e com F, as falsas.
( ) A acomodação dos moradores dos bairros nobres muito contribui para o crescente avanço dos barracos nos morros existentes em seu entorno.
( ) A expansão das favelas, nas megalópoles, implica a degradação dos bairros nobres próximos a elas e a desvalorização dos imóveis que os compõem.
( ) A ação enérgica da polícia nos morros do Rio de Janeiro, embora de caráter pacificador, prova que a delinquência tem freio e a questão enfocada, solução.
( ) A desinformação sobre os métodos contraceptivos — infere-se — tem sico o real motivo da explosão demográfica nessas áreas marcadas pela ausência das autoridades e pela ocupação ilegal.
( ) A sinalização dos urbanistas quanto à incorporação das favelas à cidade, mesmo sendo uma questão que demanda vontade política e verba, minimizaria boa parte dos problemas sociais nelas existentes.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
Coloque F (falso) ou V (verdadeiro), em se tratando de regra de pontuação, acentuação e crase, e em seguida assinale a opção que apresenta a sequência correta.
( ) São funções da pontuação: assinalar a pausa e a inflexão de voz, separar palavras, expressões e orações e tornar claro o sentido da frase.
( ) O ponto e vírgula é uma pausa menor que a vírgula e não pode ser empregado para separar as orações coordenadas de certa extensão.
( ) Oxítonas são as palavras com acento tônico na penúltima sílaba.
Sem perder a ternura
Contra o cinza das cidades, jovens optam pela jardinagem de guerrilha
para salvar a vizinhança e o planeta
Guilherme Rosa
Parece coisa dos anos 60. Na verdade, a história nasceu um pouco depois, em 1973. A ativista americana LizChristy invadiu um jardim descuidado em Nova York, proclamou-se guerrilheira da pá e do adubo e recuperou o local. Em poucos anos, focos se espalharam pela Europa com grupos que atiravam “granadas” de semente em terrenos. No Brasil, a jardinagem libertária chegou há cinco anos. Agora, começa a se tornar popular com um motivador: no lugar da disputa ideológica (para protestar contra o descaso político com o verde urbano), entrou as alvação do planeta. Aquecimento global, CO², você sabe. “Não dá para esperar o poder público. As pessoas devem ocupar os espaços, cuidar das ruas”, afirma Goura Nataraj, guerrilheiro de Curitiba que mantém o blog Jardinagem Libertária. “A escolha é: morar em um lugar colorido, com árvores, flores, pássaros, ou em blocos de concreto, respirando gás carbônico”, diz o guerrilheiro carioca Walfrido Neto. Portanto, se aparecerem flores na vizinhança, você já sabe. E se não aparecerem, a gente ensina aqui como fazer.
Disponível em: Galileu, março de 2010, p.13.
Sem perder a ternura
Contra o cinza das cidades, jovens optam pela jardinagem de guerrilha
para salvar a vizinhança e o planeta
Guilherme Rosa
Parece coisa dos anos 60. Na verdade, a história nasceu um pouco depois, em 1973. A ativista americana LizChristy invadiu um jardim descuidado em Nova York, proclamou-se guerrilheira da pá e do adubo e recuperou o local. Em poucos anos, focos se espalharam pela Europa com grupos que atiravam “granadas” de semente em terrenos. No Brasil, a jardinagem libertária chegou há cinco anos. Agora, começa a se tornar popular com um motivador: no lugar da disputa ideológica (para protestar contra o descaso político com o verde urbano), entrou as alvação do planeta. Aquecimento global, CO², você sabe. “Não dá para esperar o poder público. As pessoas devem ocupar os espaços, cuidar das ruas”, afirma Goura Nataraj, guerrilheiro de Curitiba que mantém o blog Jardinagem Libertária. “A escolha é: morar em um lugar colorido, com árvores, flores, pássaros, ou em blocos de concreto, respirando gás carbônico”, diz o guerrilheiro carioca Walfrido Neto. Portanto, se aparecerem flores na vizinhança, você já sabe. E se não aparecerem, a gente ensina aqui como fazer.
Disponível em: Galileu, março de 2010, p.13.


