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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O ranking da mobilidade no mundo
Como são os padrões de mobilidade em cada país? Quanto as cidades dependem do automóvel? Quanto se anda a pé em cada lugar? Um estudo gigantesco chamado ABC of Mobility, publicado em março deste ano, conseguiu traçar um mapa de 794 cidades ao redor do mundo para responder a essas perguntas.
Todas essas cidades foram colocadas num triângulo que tem três vértices: carro, transporte público e mobilidade ativa. O resultado é provavelmente um dos maiores levantamentos do gênero e é riquíssimo para entender a diferença entre as cidades.
A urbanização das cidades americanas e canadenses, tomadas por vias expressas, com subúrbios ricos que dependem totalmente do automóvel, é expressa com clareza pelo estudo.
À medida de comparação, 94% dos deslocamentos são feitos em carro, muito mais do que os 50% das cidades europeias. Atlanta deve ser o caso mais emblemático de esgarçamento urbano. Apenas 1% de seus habitantes se deslocam a pé ou bicicleta, o que a coloca no finzinho do ranking mundial.
Não existe um padrão europeu de mobilidade. Se em Roma ou Manchester quase 70% das pessoas dependem do carro para se deslocar, a Europa do Norte pródiga no oposto. Em Copenhague, 47% de todos os é habitantes andam ou pedalam para o trabalho. Esse número vai a 75% numa cidade como Utrecht, na Holanda.
Nas maiores cidades europeias o transporte público oferece alternativa ao carro: 45% dos londrinos e 60% dos parisienses vão de transporte público ao trabalho.
Não por acaso, Londres e Paris têm malhas de transporte invejáveis, mas também são cidades que têm políticas explícitas de desestimular o uso do carro, diminuindo espaços e até cobrando pedágio para entrar no centro. Hoje, a capital francesa já tem mais gente andando a pé que de carro.
O estudo mostra que os deslocamentos em transporte público aumentam com o tamanho da cidade.
Na média global das cidades de 100 mil habitantes, transporte público representa 10% das viagens, mas aumenta para 25% nas cidades com mais de um milhão de habitantes. Nas metrópoles com mais de 20 milhões, esse número ultrapassa 40%.
A exceção a essa regra são EUA, Canadá e Austrália. Nesses países, as cidades pequenas mantêm mais de 90% de seus deslocamentos em automóvel.
Na outra ponta, a campeã do ranking é uma cidade de 300 mil habitantes em Moçambique, Quellimane, onde 91% das pessoas vão a seus afazeres diários a pé ou em bicicleta.
A China tem enorme participação de bicicletas e do pé nos deslocamentos, mas provavelmente esse númerodeve mudar rapidamente, uma vez que, quanto maior a renda per capita, maior a participação do automóvel. No resto da Ásia, porém, há brilhantes exceções, como as cidades densas que têm alta renda e enorme participação do transporte público, como Tóquio e principalmente Hong Kong.
Apenas quatro cidades brasileiras entraram no estudo: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Curitiba. Elas apresentam um quadro parecido que mostra um certo equilíbrio entre os modais. São Paulo, na verdade, a é cidade que fica bem no meio do triângulo do estudo global, com praticamente um terço dos deslocamentos para cada modo de transporte.
Essa situação expõe uma contradição: o maior modal é o andar a pé, mas o maior objeto de desejo é o carro. As infraestruturas existentes privilegiam o carro, mas os congestionamentos gigantes demonstram um ponto de exaustão. Por outro lado, o descaso histórico com o transporte público expõe o tamanho do desafio, tanto na qualidade como na capilaridade das redes de transporte.
Ao redor do mundo, o pico do uso do carro ainda não chegou, mas é sintomático que cidades ricas, como Paris, Barcelona, Viena e tantas outras, estejam justamente investindo no transporte público, na bicicleta na caminhabilidade para reduzir emissão de gases e e melhorar a experiência urbana.
A boa mobilidade deve integrar mobilidade ativa e transporte público. A seguir, uma amostra do estudo com algumas cidades para dar uma ideia da disparidade entre elas, baseando-se em dois aspectos: andar a pé e por bicicleta. O ranking completo está disponível na revista The Economist e na plataforma ScienceDirect.
Para comparar dados de 794 cidades no mundo, os pesquisadores Rafael Prieto-Curiel, do Complexity Science Hub, e Juan Pablo Ospina, da EAFIT University, consultaram aproximadamente mil bases de dados diferentes. Isso permite juntar informações de cidades em diferentes continentes, mas gera algumas limitações nas comparações.
Como algumas cidades misturam transporte a pé e bicicleta, a pesquisa juntou tudo em "mobilidade ativa". Outra limitação é considerar apenas deslocamentos para trabalho, além da ausência das cidades médias dos o países subdesenvolvidos. Finalmente, o estudo desconsidera as viagens multimodais, em que as pessoas trocam de meios de transporte, por exemplo, andando de sua casa até o ponto de ônibus.
Mesmo com essas limitações, a pesquisa tem o mérito de dar um quadro geral a algo muito fragmentado e vai ser um grande estímulo para novos estudos.
Mauro Calliari.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/.
Acesso em: 12 jul. 2024.
Nas maiores cidades europeias o transporte público oferece alternativa ao carro: 45% dos londrinos e 60% dos parisienses vão de transporte público ao trabalho.
Assinale a alternativa em que a alteração do segmento destacado no período acima tenha sido feita de acordo com a norma culta. Não leve em conta as alterações de sentido.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O ranking da mobilidade no mundo
Como são os padrões de mobilidade em cada país? Quanto as cidades dependem do automóvel? Quanto se anda a pé em cada lugar? Um estudo gigantesco chamado ABC of Mobility, publicado em março deste ano, conseguiu traçar um mapa de 794 cidades ao redor do mundo para responder a essas perguntas.
Todas essas cidades foram colocadas num triângulo que tem três vértices: carro, transporte público e mobilidade ativa. O resultado é provavelmente um dos maiores levantamentos do gênero e é riquíssimo para entender a diferença entre as cidades.
A urbanização das cidades americanas e canadenses, tomadas por vias expressas, com subúrbios ricos que dependem totalmente do automóvel, é expressa com clareza pelo estudo.
À medida de comparação, 94% dos deslocamentos são feitos em carro, muito mais do que os 50% das cidades europeias. Atlanta deve ser o caso mais emblemático de esgarçamento urbano. Apenas 1% de seus habitantes se deslocam a pé ou bicicleta, o que a coloca no finzinho do ranking mundial.
Não existe um padrão europeu de mobilidade. Se em Roma ou Manchester quase 70% das pessoas dependem do carro para se deslocar, a Europa do Norte pródiga no oposto. Em Copenhague, 47% de todos os é habitantes andam ou pedalam para o trabalho. Esse número vai a 75% numa cidade como Utrecht, na Holanda.
Nas maiores cidades europeias o transporte público oferece alternativa ao carro: 45% dos londrinos e 60% dos parisienses vão de transporte público ao trabalho.
Não por acaso, Londres e Paris têm malhas de transporte invejáveis, mas também são cidades que têm políticas explícitas de desestimular o uso do carro, diminuindo espaços e até cobrando pedágio para entrar no centro. Hoje, a capital francesa já tem mais gente andando a pé que de carro.
O estudo mostra que os deslocamentos em transporte público aumentam com o tamanho da cidade.
Na média global das cidades de 100 mil habitantes, transporte público representa 10% das viagens, mas aumenta para 25% nas cidades com mais de um milhão de habitantes. Nas metrópoles com mais de 20 milhões, esse número ultrapassa 40%.
A exceção a essa regra são EUA, Canadá e Austrália. Nesses países, as cidades pequenas mantêm mais de 90% de seus deslocamentos em automóvel.
Na outra ponta, a campeã do ranking é uma cidade de 300 mil habitantes em Moçambique, Quellimane, onde 91% das pessoas vão a seus afazeres diários a pé ou em bicicleta.
A China tem enorme participação de bicicletas e do pé nos deslocamentos, mas provavelmente esse númerodeve mudar rapidamente, uma vez que, quanto maior a renda per capita, maior a participação do automóvel. No resto da Ásia, porém, há brilhantes exceções, como as cidades densas que têm alta renda e enorme participação do transporte público, como Tóquio e principalmente Hong Kong.
Apenas quatro cidades brasileiras entraram no estudo: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Curitiba. Elas apresentam um quadro parecido que mostra um certo equilíbrio entre os modais. São Paulo, na verdade, a é cidade que fica bem no meio do triângulo do estudo global, com praticamente um terço dos deslocamentos para cada modo de transporte.
Essa situação expõe uma contradição: o maior modal é o andar a pé, mas o maior objeto de desejo é o carro. As infraestruturas existentes privilegiam o carro, mas os congestionamentos gigantes demonstram um ponto de exaustão. Por outro lado, o descaso histórico com o transporte público expõe o tamanho do desafio, tanto na qualidade como na capilaridade das redes de transporte.
Ao redor do mundo, o pico do uso do carro ainda não chegou, mas é sintomático que cidades ricas, como Paris, Barcelona, Viena e tantas outras, estejam justamente investindo no transporte público, na bicicleta na caminhabilidade para reduzir emissão de gases e e melhorar a experiência urbana.
A boa mobilidade deve integrar mobilidade ativa e transporte público. A seguir, uma amostra do estudo com algumas cidades para dar uma ideia da disparidade entre elas, baseando-se em dois aspectos: andar a pé e por bicicleta. O ranking completo está disponível na revista The Economist e na plataforma ScienceDirect.
Para comparar dados de 794 cidades no mundo, os pesquisadores Rafael Prieto-Curiel, do Complexity Science Hub, e Juan Pablo Ospina, da EAFIT University, consultaram aproximadamente mil bases de dados diferentes. Isso permite juntar informações de cidades em diferentes continentes, mas gera algumas limitações nas comparações.
Como algumas cidades misturam transporte a pé e bicicleta, a pesquisa juntou tudo em "mobilidade ativa". Outra limitação é considerar apenas deslocamentos para trabalho, além da ausência das cidades médias dos o países subdesenvolvidos. Finalmente, o estudo desconsidera as viagens multimodais, em que as pessoas trocam de meios de transporte, por exemplo, andando de sua casa até o ponto de ônibus.
Mesmo com essas limitações, a pesquisa tem o mérito de dar um quadro geral a algo muito fragmentado e vai ser um grande estímulo para novos estudos.
Mauro Calliari.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/.
Acesso em: 12 jul. 2024.
Um estudo gigantesco chamado ABC of Mobility, publicado em março deste ano, conseguiu traçar um mapa de 794 cidades ao redor do mundo para responder a essas perguntas.
No período acima, estão destacados dois pronomes demonstrativos, que exercem papel, respectivamente,
Read the sentence:
"The soldiers are marching as if their lives depend on it."
Identify the modal verb in the phrase “as if their lives depend on it”.
Read the text and then choose the correct answer to fill the blanks. Be attentive to the coherence of the text and the prepositions you must use or omit before the phrases.
SPECIAL TALENTS AT THE NCO ACADEMY
Sergeant Major Gilson commands respect, standing ______ the door of the NCO Academy print workshop and ready to greet his comrades with a gentle smile. He always works diligently ______ his desk, with piles of paperwork and a strong cup of coffee. However, behind closed doors, behind that disciplined facade, there is a secret: a passion for art. His own masterpieces are hanging ______ the walls of his office, showing his remarkable talent as a painter.
In his quarters, Sergeant Major Gilson devotes all his spare time to painting. Paintbrushes and palettes lie meticulously arranged ______ a shelf. As people rarely see him out of uniform, he surprises everyone with his remarkable talent. When he is not in the barracks, Sergeant Gilson is pursuing a degree in Fine Arts ______ the local college, indulging his passion.
Late in the evening, after his long day, Sergeant Gilson finally gets ______ home, exhausted but content. He kicks off his boots, relaxes in his favourite chair, and dreams of the next stroke of his brush that will bring his vivid imagination to life.
Read the text.
The sergeant major addressed the battalion with a powerful speech. “Courage and discipline,” he said, “are the hallmarks of a true soldier.” The troops felt a surge of pride as they listened.
Which part of the text contains a possessive case?
Avoid repetition in text by replacing the underlined phrases with the right pronouns.
MARIA EDUARDA’S CHANGE OF CAREERS
Maria Eduarda was an English teacher at a private school in Três Corações. Seven years ago, she saw a military parade on Independence Day and thought about joining the Brazilian Army. At first Maria Eduarda’s husband didn’t support Maria Eduarda’s radical career change because Maria Eduarda’s husband was very worried about her radical career change. On the other hand, Maria Eduarda’s mother and father encouraged Maria Eduarda because Maria Eduarda’s mother and father were very proud of their daughter’s decision. Then Maria Eduarda applied for the Army exam and passed it. Now she is a brilliant English Teacher in the Language Teaching Section of the NCO Academy.
If necessary, fill in the blanks with definite or indefinite articles to have a coherent text.
BRAZILIAN ARMY REPLACES FN FAL WITH IMBEL IA2
The IMBEL IA2 rifle is ____ versatile firearm in service in ____ Brazilian Army. The stateowned company IMBEL (Indústria de Material Bélico do Brasil) manufactures the IA2 rifle. It has gradually replaced the outdated FN FAL rifle.
This modern assault rifle has gained ____ popularity among soldiers due to its exceptional accuracy, durability, and adaptability. The IA2 also offers quick barrel change for different mission requirements. Furthermore, the IA2 possesses tactical rails that enable the attachment of ____ additional accessories such as optics, lasers, and flashlights.
With its exceptional performance and adaptability, the IMBEL IA2 rifle has greatly improved the operational capabilities of the Brazilian Army, making it ____ useful weapon in the defence of ____ Brazil.
Choose the suitable adjectives to make the text coherent.
THE ROUTINE OF A MODEL PLATOON SERGEANT
The routine of a model platoon sergeant, a crucial figure in a military unit, is ____ of diverse responsibilities and challenges. While they may be ____ at maintaining discipline, they are never ____ with their subordinates. In fact, they understand the importance of being ____ to privates and corporals within the unit.
Platoon Sergeants are committed to the growth and well-being of their team. They are ____ in their soldiers' professional development, offering guidance and mentorship. They are also devoted to the mission of the unit.
Like anyone else, platoon sergeants sometimes feel ____ with the demands of their role. However, their commitment remains firm, as they are aware that their actions can influence the success or failure of a mission. If any mistakes occur, they are ____ about the consequences and take responsibility for leading their team to learn and improve.
The role of a platoon sergeant is ____ from other ranks, requiring strong leadership. While they have moments of fear or hesitation, they do not let it overcome them. They perform their duties with diligence, always aware of the impact on their unit's morale and performance.
Complete the story with the correct indefinite adjectives and pronouns.
During a patrol a United Nations Peacekeeping mission patrol, Sergeant Reis and his squad scans the surroundings of the area carefully.
Sergeant Reis: - Everything seems to be calm around here. I see ____ signs of danger but remain on alert. Corporal Santos: - We are vigilant, sir, but I sincerely hope ____ bad happens tonight. However, we are ready to respond to ____ situation.
Private Costa: - There is ____ moving ahead in the darkness,
Sergeant Reis. Can you see it? Is it a dog? Corporal Santos: - I think it’s a person. ____ is coming towards us.
Sergeant Reis: - Take cover and cock your weapons. I will warn him or her of our presence. We have to follow the rules of engagement. Sergeant Reis: Is ____ there? United Nations! Stop or I’ll shoot!
Although the mission is to maintain peace and security, Sergeant Reis is ready to protect his men at any cost and make sure that ____ poses a threat to his unit.
Use the correct verb tenses to complete the text.
A BRAZILIAN NCO IN A UN FORCE
Sergeant Torres is a Brazilian Platoon Sergeant in a United Nations protection force at a refugee camp in the middle of a war zone. The mission of this force is to protect the refugees from local bandits, militia and the belligerents. A humanitarian organization ____ the camp, while Torres and his comrades provide security. A week ago, fighting ____ the supply route. Despite rationing, Torres and his fellow soldiers ____ nothing to eat for three days and are on their last bottles of water in a hot, dry, desert climate. Refugees, especially children, ____ at an increasing rate now, and the humanitarian worker warns that hundreds more ____ soon if the refugee camp does not receive water and food. Sergeant Torres and the other soldiers remain firm and alert in spite of the signs of dehydration and weakness from starvation.
Match the topics with the short texts describing the activities that the Brazilian Army carries out.
TOPICS
1. COMBAT OPERATIONS
2. HUMANITARIAN ASSISTANCE
3. EDUCATION
4. HONOURING SERVICE
TEXTS
A. We conduct commemorative activities and recognise the value of veterans in a way that respects their service including with medallic recognition. We support state ceremonial activities and high-level official visits and undertake the researching and recording of the history of the Brazilian Army as part of the wider history of Brazil. ( )
B. We are ready to act decisively at war. To do this, we must use force and protect ourselves in environments where threats cause our nation harm. The work of maintaining readiness against enemy forces is at the heart of what we do as an organisation, giving us the skills and tools to respond to any situation. Fighting is our job and we train to be excellent at it. While we hope that fight never happens, we must be ready to do it – and prevail – when Brazil needs us. ( )
C. Our people are highly specialised. We master our profession and know how apply military skills as part of a team, operating in complex and uncertain environments. A new soldier’s training starts when they join the Army. They learn how to work as a team and follow detailed instructions. No one works alone. As a team, cadets, students, and recruits learn to work quickly to complete tasks. They learn basic skills like weapon handling, first aid and drill. This is all part of developing a culture of performing tasks in tough situations, under the direction of a leader and in a team. ( )
D. Our Army responds quickly to unfolding events. We train to operate in tough conditions and a variety of environments. We have vehicles and aircraft, as well as personnel trained to operate them, to quickly deploy to disaster sites. The Army maintains experts who can assess the scale of the disaster and determine what to do with the people and equipment we have available. ( )
Fill in the blanks with the appropriate nouns in their correct plural form.
THE MANUFACTURING OF COMBATANTS
With a background of discipline and training, the Non-Commissioned Officer (NCO) Academy shapes its students into ____. The ____ of distinguished past students remind future sergeants of the legacy that they will receive. Marching in synchronized rhythm, they learn to move as a single unit, leaving no fallen ____ behind. They spend hours perfecting fieldcrafts or strategizing like ____ in the wild. Their ____ carry them through long exercises and hikes. At the core, these aspiring warriors desire to protect the innocent ____ of their homeland who depend on their strength and dedication.
TEXTO VIII
Soneto de Fidelidade
De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
DE MORAES, V. Soneto de Fidelidade., 1939. Disponível em: https://www.culturagenial.com/poema-soneto-de-fidelidade-de-vinicius-de-moraes/. Acesso em: 11 abr. 2024
TEXTO VIII
Soneto de Fidelidade
De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
DE MORAES, V. Soneto de Fidelidade., 1939. Disponível em: https://www.culturagenial.com/poema-soneto-de-fidelidade-de-vinicius-de-moraes/. Acesso em: 11 abr. 2024
A partir do Soneto de Fidelidade (Texto VIII) e das declarações destacadas na enumeração a seguir, assinale a alternativa que melhor justifica a sua versificação:
I- É um poema escrito em redondilha maior, com versos de sete sílabas, chamados de heptassílabos.
II- É um poema com versos decassílabos ou alexandrinos, agrupados em duas quadras e em dois tercetos.
III- Os versos são compostos por três rimas, “ento”, “ure” e “ama”.
IV- Os versos possuem tercetos não tradicionais aos que se estudam em sonetos italianos.
TEXTO VII
Uma amizade sincera
Não é que fôssemos amigos de longa data. Conhecemo-nos apenas no último ano da escola. Desde esse momento estávamos juntos a qualquer hora. Há tanto tempo precisávamos de um amigo que nada havia que não confiássemos um ao outro. Chegamos a um ponto de amizade que não podíamos mais guardar um pensamento: um telefonava logo ao outro, marcando encontro imediato. Depois da conversa, sentíamo-nos tão contentes como se nós tivéssemos presenteado a nós mesmos. Esse estado de comunicação contínua chegou a tal exaltação que, no dia em que nada tínhamos a nos confiar, procurávamos com alguma aflição um assunto. Só que o assunto havia de ser grave, pois em qualquer um não caberia a veemência de uma sinceridade pela primeira vez experimentada.
Já nesse tempo apareceram os primeiros sinais de perturbação entre nós. Às vezes um telefonava, encontrávamo-nos, e nada tínhamos a nos dizer. Éramos muito jovens e não sabíamos ficar calados. De início, quando começou a faltar assunto, tentamos comentar as pessoas. Mas bem sabíamos que já estávamos adulterando o núcleo da amizade. Tentar falar sobre nossas mútuas namoradas também estava fora de cogitação, pois um homem não falava de seus amores. Experimentávamos ficar calados – mas tornávamo-nos inquietos logo depois de nos separarmos.
[...]
LISPECTOR, C. Uma amizade sincera. Disponível em: https://www.fantasticacultural.com.br/artigo/1238/uma_amizade_sincera_- _clarice_lispector__conto_completo. Acesso em: 11 abr. 2024. (Fragmento).
Observe o trecho a seguir:
“mas tornávamo-nos inquietos logo depois de nos separarmos.”
Indique a alternativa que corresponde à classe morfológica do primeiro “nos” no trecho acima:
WALKER, M.; WALKER, G. Recruta Zero. Disponível em: https://media.brainly.com.br/image/rs:fill/w:1920/q:75/plain/https://pt-static.zdn.net/files/d36/91a313cb76129686ff0edcb367e7836d.jpg. Acesso em: 11 abr. 2024. Qual a função sintática do termo em destaque no período: “Como o Otto pode ajudá-lo a ler revistas?”?

WALKER, M.; WALKER, G. Recruta Zero. Disponível em: https://historiasdomaluco.blogspot.com/2007/06/tiras-do-hagar-retiradas-doblog.html. Acesso em: 12 abr. 2024.
Sobre a palavra “completamente”, presente no segundo balão da tira, é correto afirmar que:
TEXTO VI
Caramuru: poema épico
Canto I
De um varão em mil casos agitado,
que as praias discorrendo do Ocidente,
descobriu o Recôncavo afamado da capital brasílica potente:
do Filho do Trovão denominado,
que o peito domar soube à fera gente;
o valor cantarei na adversa sorte,
pois só conheço herói quem nela é forte.
Santo Esplendor, que do grão-Padre manas
ao seio intacto de uma Virgem bela;
se da enchente de luzes Soberanas
tudo dispensas pela Mãe Donzela;
rompendo as sombras de ilusões humanas,
tu do grão caso! a pura luz revela
faze que em ti comece, e em ti conclua
esta grande Obra, que por fim foi tua.
E vós, Príncipe excelso, do Céu dado
para base imortal do Luso Trono;
vós, que do Áureo Brasil no Principado
da Real sucessão sois alto abono:
Enquanto o Império tendes descansado
sobre o seio da paz com doce sono,
não queirais de dignar-vos no meu metro
de pôr os olhos, e admiti-lo ao cetro.
Nele vereis Nações desconhecidas,
que em meio dos Sertões a Fé não doma;
e que puderam ser-vos convertidas
Maior Império, que houve em Grécia, ou Roma:
Gentes vereis, e Terras escondidas,
onde se um raio da verdade assoma,
amansando-as, tereis na turba imensa
outro Reino maior que a Europa extensa.
[...]
DE SANTA RITA DURÃO, J. Caramuru: poema épico. Canto I. Disponível em: https://www.cervantesvirtual.com/obra-visor/caramuru-poemaepico--0/html/ffce7bbe-82b1-11df-acc7-002185ce6064_2.html. Acesso em: 11 abr. 2024. (Fragmento).
TEXTO IV
Canto de regresso à pátria
Minha terra tem palmares
Onde gorjeia o mar
Os passarinhos daqui
Não cantam como os de lá
Minha terra tem mais rosas
E quase que mais amores
Minha terra tem mais ouro
Minha terra tem mais terra
Ouro terra amor e rosas
Eu quero tudo de lá
Não permita
Deus que eu morra
Sem que volte para lá
Não permita
Deus que eu morra
Sem que volte pra São Paulo
Sem que veja a Rua 15
E o progresso de São Paulo
DE ANDRADE, O. Canto de regresso à pátria. Disponível em: https://wp.ufpel.edu.br/aulusmm/2017/05/10/canto-de-regresso-a-patria-oswald-deandrade. Acesso em: 11 abr. 2024.
TEXTO V
Canção do Exílio
Minha terra tem palmeiras
Onde canta o Sabiá,
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
Em cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar – sozinho, à noite –
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu’inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
DIAS, G. Canção do Exílio. Disponível em: https://www.escrevendoofuturo.org.br/caderno_virtual/texto/cancao-do-exilio/index.html. Acesso em: 11 abr. 2024.