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Q1327423 Português

TEXTO 04


    Você já ouviu falar em nota fiscal? Aquele papelzinho que recebemos quando fazemos alguma compra no mercado ou em lojas... E para o que serve a nota, você sabe? E para que o governo saiba quanto o estabelecimento está vendendo e o quanto tem que ser pago de imposto. Mas que imposto é esse? É o ICMS - Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, valor que está incluído no preço de todas as mercadorias que adquirimos e deve ser repassado ao Estado. Então fica assim: a gente vai numa loja comprar uma bolsa que custa cem reais, por exemplo. Desses cem reais, uma parte fica com o lojista e outra parte é o imposto, que ele deve entregar ao Estado. Mas como o Estado vai saber quanto o lojista vendeu? Através da nota fiscal! E é por isso que sempre precisamos exigir a nota fiscal quando compramos alguma coisa, para que o Estado receba esses valores. [...] Consumidor consciente sempre exige a nota fiscal! Isso também é ser cidadão! [...].


Fonte:IntpV/www.educacaofiscal.rs.gov.br/Material/Lists/iVíaterinl/Attachnients/jl/Caderno%20do%20Aluno2%C2%BA%20e%203%C2%BA%20Ano.pdf. Acesso em: 10 set. 2017. Adaptado.

A expressão sublinhada na frase “Através da nota fiscal!” pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:
Alternativas
Q1327422 Português

TEXTO 04


    Você já ouviu falar em nota fiscal? Aquele papelzinho que recebemos quando fazemos alguma compra no mercado ou em lojas... E para o que serve a nota, você sabe? E para que o governo saiba quanto o estabelecimento está vendendo e o quanto tem que ser pago de imposto. Mas que imposto é esse? É o ICMS - Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, valor que está incluído no preço de todas as mercadorias que adquirimos e deve ser repassado ao Estado. Então fica assim: a gente vai numa loja comprar uma bolsa que custa cem reais, por exemplo. Desses cem reais, uma parte fica com o lojista e outra parte é o imposto, que ele deve entregar ao Estado. Mas como o Estado vai saber quanto o lojista vendeu? Através da nota fiscal! E é por isso que sempre precisamos exigir a nota fiscal quando compramos alguma coisa, para que o Estado receba esses valores. [...] Consumidor consciente sempre exige a nota fiscal! Isso também é ser cidadão! [...].


Fonte:IntpV/www.educacaofiscal.rs.gov.br/Material/Lists/iVíaterinl/Attachnients/jl/Caderno%20do%20Aluno2%C2%BA%20e%203%C2%BA%20Ano.pdf. Acesso em: 10 set. 2017. Adaptado.

Com base nas informações do texto, marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Q1327421 Português
Nos enunciados: “Por favor, quando passar por um de nós, diminua a velocidade” (3o parágrafo); “Desculpe por hoje estar atrapalhando um pouco mais o trânsito de vocês” (1o parágrafo); “ele poderia estar de carro” (2o parágrafo), os vocábulos em destaque referem-se respectivamente a: 
Alternativas
Q1327420 Português

O Texto 03 trata de Trânsito e Cidadania. O autor do texto, ao abordar o assunto, coloca-se na posição de um:

Alternativas
Q1327419 Português
Observe o enunciado a seguir: “Eles me enchem de alegria e são a base da conscientização para evitar afogamentos.” (linhas 18-19). O termo em destaque estabelece uma relação lógica entre as partes do enunciado. Assinale a alternativa em que o termo que substitui o elemento destacado altera o sentido do período original.
Alternativas
Q1327418 Português
Considere o enunciado “Sentirei saudades.” (linha 18). Em qual alternativa, a ação em destaque foi reescrita sem alterar o momento em que ela ocorre?
Alternativas
Q1327417 Português

Leia as afirmações abaixo sobre 0 texto “Cidadania que não tem idade”.


I - Os travessões, utilizados nestes períodos: “— Aprendi a nadar com os bombeiros e decidi que também serei salva-vidas.” (linha 11); “- Sentirei saudades.” (linha 18), sinalizam a presença do discurso direto.


II - O vocábulo “enfatiza” (linha 13) pode ser substituído por “destaca” sem alteração de sentido.


III - No período: “Eles me enchem de alegria e são a base da conscientização para evitar afogamentos.” (linhas 18-19), o vocábulo em destaque está substituindo o substantivo “adultos” (linha 16).


IV - As expressões “Atuando há dez anos” (linha 14), “nos balneários da região” (linha 14), “no ano que vem” (linha 15) exprimem ideia de tempo.


Está(ão) correta(s):

Alternativas
Q1327416 Português
Com base no texto, é possível afirmar que ele tem por finalidade:
Alternativas
Q1327415 Português

Observe o fragmento abaixo:

“Em casa

• Sempre que puder, ajude seus pais em tarefas como arrumar as camas e regar as plantas.

• Fique ligado para não desperdiçar água e energia. Se todos economizarem, não vai faltar para ninguém.” (linhas 22-25)


As palavras destacadas, no fragmento anterior, expressam, respectivamente, ideia de: 

Alternativas
Q1327414 Português
A oração “Ninguém vive dentro de um casulo, não é?” (linha 01) pode ser reescrita, sem alterar seu sentido, da seguinte forma:
Alternativas
Q1327413 Português
No enunciado “E como uma rua de mão dupla” (linha 13), a palavra “com o” exprime ideia de comparação. Que vocábulo no texto está sendo comparado à expressão “uma rua de mão dupla”?
Alternativas
Q1327412 Português
O texto foi escrito com o propósito de:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IBADE Órgão: PM-AC
Q1206798 Português
Selfies
Muita gente se irrita, e tem razão, com o uso indiscriminado dos celulares. Fossem só para falar, já seria ruim. Mas servem também para tirar fotografias, e com isso somos invadidos no Facebook com imagens de gatos subindo na cortina, focinhos de cachorro farejando a câmera, pratos de torresmo, brownie e feijoada. Se depender do que vejo com meus filhos — dez e 12 anos -, o tempo dos “selfies” está de todo modo chegando ao fim. Eles já começam a achar ridícula a mania de tirar retratos de si mesmos em qualquer ocasião. Torna-se até um motivo de preconceito para com os colegas.
“Fulaninha? Tira foto na frente do espelho.” Hábito que pode ser compreensível, contudo. Imagino alguém dedicado a melhorar sua forma  física, registrando seus progressos semanais. Ou apenas entregue, no início da adolescência, à descoberta de si mesmo.
A bobeira se revela em outras situações: é o caso de quem tira um “selfie” tendo ao fundo a torre Eiffel, ou (pior) ao lado de, sei lá, Tony Ramos ou Cauã Reymond.
Seria apenas o registro de algo importante que nos acontece — e tudo bem. O problema fica mais complicado se pensarmos no caso das fotos de comida. Em primeiro lugar, vejo em tudo isso uma espécie de degradação da experiência.
Ou seja, é como se aquilo que vivemos de fato — uma estada em Paris, o jantar num restaurante — não pudesse ser vivido e sentido como aquilo que é.
Se me entrego a tirar fotos de mim mesmo na viagem, em vez de simplesmente viajar, posso estar fugindo das minhas próprias sensações. [...]
Pode ser narcisismo, é claro. Mas o narcisismo não precisa viajar para lugar nenhum. A complicação não surge do sujeito, surge do objeto. O que me incomoda é a torre Eiffel: o que fazer com ela? O que fazer de minha relação com a torre Eiffel?
Poderia unir-me a paisagem, sentir como respiro diante daquela triunfal elevação de ferro e nuvem, deixar que meu olhar atravesse o seu duro rendilhado que fosforesce ao sol, fazer-me diminuir entre as quatro vigas curvas daquela catedral sem clero e sem paredes.
Perco tempo no centro imóvel desse mecanismo, que é como o ponteiro único de um relógio que tem seu mostrador na circunferência do horizonte. Grupos de turistas se fazem e desfazem, há ruídos e crianças. 
Pego, entretanto, o meu celular: tiro uma foto de mim mesmo na torre Eiffel. O mundo se fechou no visor do aparelho. Não por acaso eu brinco, fazendo uma careta idiota: dou de costas para o monumento, mas estou na verdade dando as costas para a vida.  [...]
Talvez as coisas não sejam tão desesperadoras. Imagine-se que daqui a cem anos, depois de uma guerra atômica e de uma catástrofe climática que destruam o mundo civilizado, um pesquisador recupere os “selfies” e as fotos de batata frita. 
“Como as pessoas eram felizes naquela época!” A alternativa seria dizer: “Como eram tontas! Dependerá, por certo, dos humores do pesquisador. 
COELHO, Marcelo. Disponível em: <http://www1 .folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/162525 selfies.shtml>. Acesso em 19 mar. 2017
A oração destacada em: “O problema fica mais complicado SE PENSARMOS NO CASO DAS  FOTOS DE COMIDA.” expressa, no contexto, ideia de:
Alternativas
Q962725 Inglês
The's in "what's” (/. 1) and "That’s" (/. 1) is, respectively, the contraction of
Alternativas
Q962724 Inglês
Considering our chances to find happiness, the author says that
Alternativas
Q962723 Inglês
The text says that Confucius was
Alternativas
Q962722 Inglês
The researchers believe that the people living in the Shandong province 5,000 years ago
Alternativas
Q962721 Inglês

Fill in the parentheses with T (True) or F (False).


About the skeletons of people mentioned in the text, the researchers say that they must have


( ) been much taller than the majority of people living at that time.

( ) belonged to a lower-middle class.

( ) been able to eat good-quality foods.

( ) been physically powerful and healthy.


The correct sequence, from top to bottom, is

Alternativas
Q962720 Inglês
Considering language use in the text, it's correct to say:
Alternativas
Q962719 Inglês
The expression "Join the crowd." (/. 1-2) means that you
Alternativas
Respostas
8581: D
8582: B
8583: B
8584: E
8585: C
8586: E
8587: C
8588: A
8589: A
8590: D
8591: E
8592: B
8593: D
8594: D
8595: E
8596: E
8597: B
8598: A
8599: B
8600: C