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Q922526 Português

TEXTO 2


                                Hino de Pernambuco


                          Coração do Brasil em teu seio

                          Corre o sangue de heróis – rubro veio

                          Que há de sempre o valor traduzir

                          És a fonte da vida e da história

                          Desse povo coberto de glória

                          O primeiro, talvez, no porvir


                           Salve, ó terra dos altos coqueiros!

                           De belezas soberbo estendal!

                           Nova Roma de bravos guerreiros

                           Pernambuco, imortal! Imortal!


                           Esses montes e vales e rios

                           Proclamando o valor de teus brios

                           Reproduzem batalhas cruéis

                           No presente és a guarda avançada

                           Sentinela indormida e sagrada

                           Que defende da Pátria os lauréis


                           Salve, ó terra dos altos coqueiros!

                           De belezas soberbo estendal!

                           Nova Roma de bravos guerreiros

                           Pernambuco, imortal! Imortal!

Trecho do Hino de Pernambuco. Letra de Oscar Brandão da Rocha e música de Nicolino Milano. Disponível em: https://www.letras.mus.br/hinos-de-estados/1655087/. Acesso em: 10/07/2018.

Releia o seguinte trecho: “Sentinela indormida e sagrada / Que defende da Pátria os lauréis”.


No segundo verso, observe o cumprimento das normas de regência, apesar da ordem não canônica dos elementos. Se esse verso fosse alterado, em qual alternativa estaria preservada a coerência e seriam cumpridas as normas da regência verbal?

Alternativas
Q922525 Português

TEXTO 2


                                Hino de Pernambuco


                          Coração do Brasil em teu seio

                          Corre o sangue de heróis – rubro veio

                          Que há de sempre o valor traduzir

                          És a fonte da vida e da história

                          Desse povo coberto de glória

                          O primeiro, talvez, no porvir


                           Salve, ó terra dos altos coqueiros!

                           De belezas soberbo estendal!

                           Nova Roma de bravos guerreiros

                           Pernambuco, imortal! Imortal!


                           Esses montes e vales e rios

                           Proclamando o valor de teus brios

                           Reproduzem batalhas cruéis

                           No presente és a guarda avançada

                           Sentinela indormida e sagrada

                           Que defende da Pátria os lauréis


                           Salve, ó terra dos altos coqueiros!

                           De belezas soberbo estendal!

                           Nova Roma de bravos guerreiros

                           Pernambuco, imortal! Imortal!

Trecho do Hino de Pernambuco. Letra de Oscar Brandão da Rocha e música de Nicolino Milano. Disponível em: https://www.letras.mus.br/hinos-de-estados/1655087/. Acesso em: 10/07/2018.

O Texto 2 é bastante conhecido dos pernambucanos e, como é típico de textos do gênero em que ele se organiza, exalta aspectos culturais, geográficos e sócio-históricos de um determinado lugar.


No caso do Texto 2, há exaltação explícita:


1. à semelhança geográfica entre a cidade do Recife e Roma, a capital italiana.

2. à vegetação típica de Pernambuco, especialmente aos coqueirais do estado.

3. à coragem e ao espírito aguerrido de cidadãos da terra, que a defenderam em batalhas.

4. ao anseio por tornar-se nação independente do Brasil, característico do povo pernambucano.


Estão CORRETOS

Alternativas
Q922524 Português
Acerca dos sinais de pontuação empregados no Texto 1, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q922523 Português

O cumprimento das regras de concordância (nominal e verbal) atende às exigências estruturais de alguns gêneros mais formais, tanto da fala quanto da escrita.


Assinale a alternativa em que essas regras foram cumpridas.

Alternativas
Q922522 Português
Assinale a alternativa na qual o segmento destacado exerce uma função de adjetivo.
Alternativas
Q922521 Português

Analise as relações de sentido apresentadas a seguir.


1. A informação de que “Em 2015, 3.320 pessoas foram mortas em intervenções policiais no Brasil” equivale semanticamente à de que “Em 2015, as atuações policiais foram responsáveis pela morte de 3.320 pessoas no Brasil”.

2. A informação de que o Brasil está “no topo do ranking entre os países com maior letalidade policial” corresponde à de que o Brasil está “em primeiro lugar entre os países com maior letalidade policial”.

3. Afirmar que a África do Sul é “país extremamente desigual e igualmente detentor de altos índices de criminalidade” é o mesmo que afirmar que a África do Sul é “país intrinsecamente desigual e igualmente fomentador de altos índices de criminalidade”.

4. Informar que “o delegado federal está há três meses à frente do cargo” significa informar que “o delegado federal ocupa posição subalterna há três meses”.


Estão CORRETAS

Alternativas
Q922520 Português

Releia o seguinte trecho: “ele diz que, apesar do descrédito da população em relação ao trabalho das Corregedorias, a instituição tem apresentado resultados.”.


As relações sintático-semânticas presentes nesse trecho estão mantidas na seguinte alternativa:

Alternativas
Q922519 Português

Ao construir o Texto 1, a autora empregou algumas estratégias com as quais obteve certos efeitos de sentido. Acerca dessas estratégias e de seus efeitos, analise as afirmativas a seguir.


1. O destaque para duas ações extremas e contrastantes (matar e morrer) imprimiu certa dramaticidade ao texto, já a partir do título.

2. Na construção do período inicial, o ponto final interrompe o discurso para dar lugar a certa perplexidade diante da informação.

3. O emprego de dados oficiais como principal base do texto amplia o grau de confiança do leitor nas informações veiculadas.

4. A escolha dos países cujos dados são comparados aos do Brasil é aleatória e desvinculada da linha argumentativa empregada no texto.


Estão CORRETAS

Alternativas
Q922518 Português
Com a publicação do Texto 1 em veículo de grande circulação no estado de Pernambuco, a autora pretendeu, principalmente:
Alternativas
Q922432 Inglês
Imagem associada para resolução da questão

Considerando o contexto e gramática da língua inglesa, assinale a alternativa cuja palavras completam CORRETAMENTE as lacunas dos cartuns (textos 2, 3 e 4).
Alternativas
Q922431 Inglês
Does cartoon violence make kids more aggressive?



(1) Lots of parents question the violence in many of today's cartoons and video games, but many of us grew up watching Tom & Jerry, The Road Runner, and other animated favorites where violence was also a key ingredient.
(2) So was humor – and the reassurance that no matter what happened, no one ever got hurt; at least not fatally. Everything always ended well. In fact, you can argue that aggression and hostility has been the linchpin of cartoons and fairytales forever.
(3) What is Sleeping Beauty without the evil threat of the jealous witch, or Snow White and the Seven Dwarfs without a near-fatal dose of poison that confronts children, perhaps for the first time, with the notion of suddenly losing a loved one?
(4) Research and cartoon violence
(5) Professor L Rowell Huesmann, senior research professor at the Institute for Social Research, University of Michigan, in the USA, says there is little difference between the Tom & Jerry era of cartoons and the violence in cartoons now.
(6) "Except more graphic violence produces more desensitization," he says. The author of a number of studies on media violence and aggressive behavior in children, Professor Huesmann says there's evidence that exposure to media violence can lead to aggressive behavior and ideas, provocation and anger in viewers.
(7) Australian parenting expert Michael Grose agrees, but says some children are more predisposed to being affected by media violence than others. "Often it depends on what sort of kids they are. Young people who live at the edges, who don't fit in, the loners who spend excessive amounts of time internalizing certain videos – they are more susceptible," Michael says. He believes cartoons are good for children. "It prepares them. It actually personifies the unknown to them." And it presents conflict, drama and pain in a manner that is indirect and impersonal – it happens to Wile E. Coyote, never to anyone else.
(8) Why today's violence is different
(9) The difference with graphic violent games and cartoons of today, says Michael, is that violence is indiscriminate and often perpetrated by the heroes themselves, for immediate reward. "It brings it out in kids, gives them permission, shows them how to do things. Particularly boys who are more hardwired to do that."
(10) The research community isn't all in agreement, however. Experts such as Professor Jonathan Freedman of the Department of Psychology, University of Toronto, Canada, don't believe media violence is necessarily related to aggressive behavior in children.
(11) In published articles, he questions whether watching violence produces violence or desensitizes people to it. He points to Japanese cartoons, traditionally much more violent than American ones, to back his theory. Japanese are in general, a very polite, non-aggressive people, he has reportedly argued. (...)

Disponível em http://www.schoolatoz.nsw.edu.au/technology/using-technology/does-cartoon-violence-make-kids-moreaggressive. Acesso em: 4/07/2018
No 2º parágrafo, a frase ‘Everything always ended well.’ pode ser traduzida, em português, por
Alternativas
Q922430 Inglês
Does cartoon violence make kids more aggressive?



(1) Lots of parents question the violence in many of today's cartoons and video games, but many of us grew up watching Tom & Jerry, The Road Runner, and other animated favorites where violence was also a key ingredient.
(2) So was humor – and the reassurance that no matter what happened, no one ever got hurt; at least not fatally. Everything always ended well. In fact, you can argue that aggression and hostility has been the linchpin of cartoons and fairytales forever.
(3) What is Sleeping Beauty without the evil threat of the jealous witch, or Snow White and the Seven Dwarfs without a near-fatal dose of poison that confronts children, perhaps for the first time, with the notion of suddenly losing a loved one?
(4) Research and cartoon violence
(5) Professor L Rowell Huesmann, senior research professor at the Institute for Social Research, University of Michigan, in the USA, says there is little difference between the Tom & Jerry era of cartoons and the violence in cartoons now.
(6) "Except more graphic violence produces more desensitization," he says. The author of a number of studies on media violence and aggressive behavior in children, Professor Huesmann says there's evidence that exposure to media violence can lead to aggressive behavior and ideas, provocation and anger in viewers.
(7) Australian parenting expert Michael Grose agrees, but says some children are more predisposed to being affected by media violence than others. "Often it depends on what sort of kids they are. Young people who live at the edges, who don't fit in, the loners who spend excessive amounts of time internalizing certain videos – they are more susceptible," Michael says. He believes cartoons are good for children. "It prepares them. It actually personifies the unknown to them." And it presents conflict, drama and pain in a manner that is indirect and impersonal – it happens to Wile E. Coyote, never to anyone else.
(8) Why today's violence is different
(9) The difference with graphic violent games and cartoons of today, says Michael, is that violence is indiscriminate and often perpetrated by the heroes themselves, for immediate reward. "It brings it out in kids, gives them permission, shows them how to do things. Particularly boys who are more hardwired to do that."
(10) The research community isn't all in agreement, however. Experts such as Professor Jonathan Freedman of the Department of Psychology, University of Toronto, Canada, don't believe media violence is necessarily related to aggressive behavior in children.
(11) In published articles, he questions whether watching violence produces violence or desensitizes people to it. He points to Japanese cartoons, traditionally much more violent than American ones, to back his theory. Japanese are in general, a very polite, non-aggressive people, he has reportedly argued. (...)

Disponível em http://www.schoolatoz.nsw.edu.au/technology/using-technology/does-cartoon-violence-make-kids-moreaggressive. Acesso em: 4/07/2018
No trecho: The research community isn't all in agreement, however. Experts such as Professor Jonathan Freedman of the Department of Psychology, University of Toronto, Canada, don't believe media violence is necessarily related to aggressive behavior in children (8º parágrafo), os termos destacados trazem ideias, respectivamente, de
Alternativas
Q922429 Inglês
Does cartoon violence make kids more aggressive?



(1) Lots of parents question the violence in many of today's cartoons and video games, but many of us grew up watching Tom & Jerry, The Road Runner, and other animated favorites where violence was also a key ingredient.
(2) So was humor – and the reassurance that no matter what happened, no one ever got hurt; at least not fatally. Everything always ended well. In fact, you can argue that aggression and hostility has been the linchpin of cartoons and fairytales forever.
(3) What is Sleeping Beauty without the evil threat of the jealous witch, or Snow White and the Seven Dwarfs without a near-fatal dose of poison that confronts children, perhaps for the first time, with the notion of suddenly losing a loved one?
(4) Research and cartoon violence
(5) Professor L Rowell Huesmann, senior research professor at the Institute for Social Research, University of Michigan, in the USA, says there is little difference between the Tom & Jerry era of cartoons and the violence in cartoons now.
(6) "Except more graphic violence produces more desensitization," he says. The author of a number of studies on media violence and aggressive behavior in children, Professor Huesmann says there's evidence that exposure to media violence can lead to aggressive behavior and ideas, provocation and anger in viewers.
(7) Australian parenting expert Michael Grose agrees, but says some children are more predisposed to being affected by media violence than others. "Often it depends on what sort of kids they are. Young people who live at the edges, who don't fit in, the loners who spend excessive amounts of time internalizing certain videos – they are more susceptible," Michael says. He believes cartoons are good for children. "It prepares them. It actually personifies the unknown to them." And it presents conflict, drama and pain in a manner that is indirect and impersonal – it happens to Wile E. Coyote, never to anyone else.
(8) Why today's violence is different
(9) The difference with graphic violent games and cartoons of today, says Michael, is that violence is indiscriminate and often perpetrated by the heroes themselves, for immediate reward. "It brings it out in kids, gives them permission, shows them how to do things. Particularly boys who are more hardwired to do that."
(10) The research community isn't all in agreement, however. Experts such as Professor Jonathan Freedman of the Department of Psychology, University of Toronto, Canada, don't believe media violence is necessarily related to aggressive behavior in children.
(11) In published articles, he questions whether watching violence produces violence or desensitizes people to it. He points to Japanese cartoons, traditionally much more violent than American ones, to back his theory. Japanese are in general, a very polite, non-aggressive people, he has reportedly argued. (...)

Disponível em http://www.schoolatoz.nsw.edu.au/technology/using-technology/does-cartoon-violence-make-kids-moreaggressive. Acesso em: 4/07/2018
Observe o trecho:
What is Sleeping Beauty without the evil threat of the jealous witch, or Snow White and the Seven Dwarfs without a nearfatal dose of poison that confronts children, perhaps for the first time, with the notion of suddenly losing a loved one? (3º parágrafo)
Considerando o contexto, assinale a alternativa que traz a sequência das palavras destacadas CORRETAMENTE traduzidas para o Português.
Alternativas
Q922428 Inglês
Does cartoon violence make kids more aggressive?



(1) Lots of parents question the violence in many of today's cartoons and video games, but many of us grew up watching Tom & Jerry, The Road Runner, and other animated favorites where violence was also a key ingredient.
(2) So was humor – and the reassurance that no matter what happened, no one ever got hurt; at least not fatally. Everything always ended well. In fact, you can argue that aggression and hostility has been the linchpin of cartoons and fairytales forever.
(3) What is Sleeping Beauty without the evil threat of the jealous witch, or Snow White and the Seven Dwarfs without a near-fatal dose of poison that confronts children, perhaps for the first time, with the notion of suddenly losing a loved one?
(4) Research and cartoon violence
(5) Professor L Rowell Huesmann, senior research professor at the Institute for Social Research, University of Michigan, in the USA, says there is little difference between the Tom & Jerry era of cartoons and the violence in cartoons now.
(6) "Except more graphic violence produces more desensitization," he says. The author of a number of studies on media violence and aggressive behavior in children, Professor Huesmann says there's evidence that exposure to media violence can lead to aggressive behavior and ideas, provocation and anger in viewers.
(7) Australian parenting expert Michael Grose agrees, but says some children are more predisposed to being affected by media violence than others. "Often it depends on what sort of kids they are. Young people who live at the edges, who don't fit in, the loners who spend excessive amounts of time internalizing certain videos – they are more susceptible," Michael says. He believes cartoons are good for children. "It prepares them. It actually personifies the unknown to them." And it presents conflict, drama and pain in a manner that is indirect and impersonal – it happens to Wile E. Coyote, never to anyone else.
(8) Why today's violence is different
(9) The difference with graphic violent games and cartoons of today, says Michael, is that violence is indiscriminate and often perpetrated by the heroes themselves, for immediate reward. "It brings it out in kids, gives them permission, shows them how to do things. Particularly boys who are more hardwired to do that."
(10) The research community isn't all in agreement, however. Experts such as Professor Jonathan Freedman of the Department of Psychology, University of Toronto, Canada, don't believe media violence is necessarily related to aggressive behavior in children.
(11) In published articles, he questions whether watching violence produces violence or desensitizes people to it. He points to Japanese cartoons, traditionally much more violent than American ones, to back his theory. Japanese are in general, a very polite, non-aggressive people, he has reportedly argued. (...)

Disponível em http://www.schoolatoz.nsw.edu.au/technology/using-technology/does-cartoon-violence-make-kids-moreaggressive. Acesso em: 4/07/2018
De acordo com as informações do texto, depreende-se que
I. muitos pais questionam a violência nos desenhos animados e video games da atualidade, porém muitos de nós crescemos assistindo a desenhos como o Tom & Jerry, entre outros favoritos, em que a violência era um ingrediente-chave. II. especialistas na questão, como o Professor canadense Jonathan Freedman, não acreditam que a violência na mídia esteja necessariamente relacionada ao comportamento agressivo das crianças, citando, como exemplo, as crianças japonesas. III. as crianças ficam expostas a situações de violência presentes nos desenhos animados e contos de fadas desde muito cedo, sendo possivelmente essa a razão do comportamento violento e frequentemente encontrado nos dias de hoje. IV. os jovens que acessam jogos gráficos têm uma tendência maior para agir com menos violência, o que os leva ao isolamento e a viverem no limite, comportando-se de maneira estranha com seus pares. V. algumas crianças estão mais predispostas a ser afetadas pela violência na mídia do que outras, segundo o especialista Michael Grose. Ele acredita que os desenhos animados são bons para elas, porque personificam o desconhecido, apresentando-lhes o conflito, o drama e a dor de maneira indireta e impessoal.
Estão CORRETAS apenas
Alternativas
Q922427 Português

TEXTO 1


Mulheres comemoram uma década no Corpo de Bombeiros do Paraná


Uma década após a primeira turma, mulheres têm o respeito dos colegas, mas ainda têm longo caminho pela igualdade na corporação criada há cem anos


(1) O Corpo de Bombeiros do Paraná, criado em 1912, se aproximava dos 100 anos quando a primeira mulher vestiu o fardamento. Foi há uma década, quando uma lei estadual permitiu à corporação a inclusão das bombeiras. Na primeira turma, entraram 23 “bombeiros militares do sexo feminino”. Em dez anos, elas chegam a 119, entre oficiais e soldados. Foi o tempo de conquistar o respeito dentro da corporação. Mas o caminho até um Corpo de Bombeiros igualitário não terminou de ser trilhado, e passa por uma maior inclusão, tanto na base quanto no topo da hierarquia.

(2) A ampliação esbarra na lei, que hoje restringe a 50% a entrada de mulheres nos concursos. Tanto o concurso para soldado, realizado pela última vez em 2013, pela Fafipa, quanto o de oficiais, organizado pela UFPR, são claros: “Atingido o limite previsto não serão nomeados candidatos do sexo feminino, independente da classificação final obtida no certame”.

(3) A recíproca não é verdadeira. Se as primeiras posições forem conquistadas por homens, só eles entram. Uma mudança na regra poderia afrouxar a pirâmide que aponta que a proporção de mulheres diminui conforme a hierarquia sobe.

(4) Em dez anos, a patente mais alta atingida por uma mulher foi a de capitã. Para chegar a coronel, topo da carreira, a média na corporação é de 30 anos de serviço. Atualmente, as bombeiras representam menos de 4% de um efetivo de 3.126 bombeiros. A presença está concentrada nos grandes centros; no interior, há muitos batalhões sem presença feminina.

(5) Mesmo sendo poucas, elas já causam uma mudança de mentalidade dentro da instituição. Os próprios colegas homens que, no começo, diziam duvidar da capacidade das mulheres de fazer um bom trabalho, hoje admitem que era preconceito. [...]


Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/mulheres-comemoram-uma-decada-no-corpo-de-bombeirosdo-parana-33v4kzdyhiyg7ks9gdlcsrr3e. Acesso em: 02/07/18. Adaptado.

Assinale a alternativa que atende à norma culta da língua, considerando tanto os usos do verbo como as atuais regras de grafia e acentuação.
Alternativas
Q922426 Português

TEXTO 1


Mulheres comemoram uma década no Corpo de Bombeiros do Paraná


Uma década após a primeira turma, mulheres têm o respeito dos colegas, mas ainda têm longo caminho pela igualdade na corporação criada há cem anos


(1) O Corpo de Bombeiros do Paraná, criado em 1912, se aproximava dos 100 anos quando a primeira mulher vestiu o fardamento. Foi há uma década, quando uma lei estadual permitiu à corporação a inclusão das bombeiras. Na primeira turma, entraram 23 “bombeiros militares do sexo feminino”. Em dez anos, elas chegam a 119, entre oficiais e soldados. Foi o tempo de conquistar o respeito dentro da corporação. Mas o caminho até um Corpo de Bombeiros igualitário não terminou de ser trilhado, e passa por uma maior inclusão, tanto na base quanto no topo da hierarquia.

(2) A ampliação esbarra na lei, que hoje restringe a 50% a entrada de mulheres nos concursos. Tanto o concurso para soldado, realizado pela última vez em 2013, pela Fafipa, quanto o de oficiais, organizado pela UFPR, são claros: “Atingido o limite previsto não serão nomeados candidatos do sexo feminino, independente da classificação final obtida no certame”.

(3) A recíproca não é verdadeira. Se as primeiras posições forem conquistadas por homens, só eles entram. Uma mudança na regra poderia afrouxar a pirâmide que aponta que a proporção de mulheres diminui conforme a hierarquia sobe.

(4) Em dez anos, a patente mais alta atingida por uma mulher foi a de capitã. Para chegar a coronel, topo da carreira, a média na corporação é de 30 anos de serviço. Atualmente, as bombeiras representam menos de 4% de um efetivo de 3.126 bombeiros. A presença está concentrada nos grandes centros; no interior, há muitos batalhões sem presença feminina.

(5) Mesmo sendo poucas, elas já causam uma mudança de mentalidade dentro da instituição. Os próprios colegas homens que, no começo, diziam duvidar da capacidade das mulheres de fazer um bom trabalho, hoje admitem que era preconceito. [...]


Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/mulheres-comemoram-uma-decada-no-corpo-de-bombeirosdo-parana-33v4kzdyhiyg7ks9gdlcsrr3e. Acesso em: 02/07/18. Adaptado.

Está de acordo com as normas da concordância verbal o seguinte enunciado:
Alternativas
Q922425 Português

TEXTO 1


Mulheres comemoram uma década no Corpo de Bombeiros do Paraná


Uma década após a primeira turma, mulheres têm o respeito dos colegas, mas ainda têm longo caminho pela igualdade na corporação criada há cem anos


(1) O Corpo de Bombeiros do Paraná, criado em 1912, se aproximava dos 100 anos quando a primeira mulher vestiu o fardamento. Foi há uma década, quando uma lei estadual permitiu à corporação a inclusão das bombeiras. Na primeira turma, entraram 23 “bombeiros militares do sexo feminino”. Em dez anos, elas chegam a 119, entre oficiais e soldados. Foi o tempo de conquistar o respeito dentro da corporação. Mas o caminho até um Corpo de Bombeiros igualitário não terminou de ser trilhado, e passa por uma maior inclusão, tanto na base quanto no topo da hierarquia.

(2) A ampliação esbarra na lei, que hoje restringe a 50% a entrada de mulheres nos concursos. Tanto o concurso para soldado, realizado pela última vez em 2013, pela Fafipa, quanto o de oficiais, organizado pela UFPR, são claros: “Atingido o limite previsto não serão nomeados candidatos do sexo feminino, independente da classificação final obtida no certame”.

(3) A recíproca não é verdadeira. Se as primeiras posições forem conquistadas por homens, só eles entram. Uma mudança na regra poderia afrouxar a pirâmide que aponta que a proporção de mulheres diminui conforme a hierarquia sobe.

(4) Em dez anos, a patente mais alta atingida por uma mulher foi a de capitã. Para chegar a coronel, topo da carreira, a média na corporação é de 30 anos de serviço. Atualmente, as bombeiras representam menos de 4% de um efetivo de 3.126 bombeiros. A presença está concentrada nos grandes centros; no interior, há muitos batalhões sem presença feminina.

(5) Mesmo sendo poucas, elas já causam uma mudança de mentalidade dentro da instituição. Os próprios colegas homens que, no começo, diziam duvidar da capacidade das mulheres de fazer um bom trabalho, hoje admitem que era preconceito. [...]


Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/mulheres-comemoram-uma-decada-no-corpo-de-bombeirosdo-parana-33v4kzdyhiyg7ks9gdlcsrr3e. Acesso em: 02/07/18. Adaptado.

Releia o trecho: “Mesmo sendo poucas, elas já causam uma mudança de mentalidade dentro da instituição.” (5º parágrafo).
As relações sintático-semânticas observadas nesse trecho estão, também, empregadas em:
Alternativas
Q922424 Português

TEXTO 1


Mulheres comemoram uma década no Corpo de Bombeiros do Paraná


Uma década após a primeira turma, mulheres têm o respeito dos colegas, mas ainda têm longo caminho pela igualdade na corporação criada há cem anos


(1) O Corpo de Bombeiros do Paraná, criado em 1912, se aproximava dos 100 anos quando a primeira mulher vestiu o fardamento. Foi há uma década, quando uma lei estadual permitiu à corporação a inclusão das bombeiras. Na primeira turma, entraram 23 “bombeiros militares do sexo feminino”. Em dez anos, elas chegam a 119, entre oficiais e soldados. Foi o tempo de conquistar o respeito dentro da corporação. Mas o caminho até um Corpo de Bombeiros igualitário não terminou de ser trilhado, e passa por uma maior inclusão, tanto na base quanto no topo da hierarquia.

(2) A ampliação esbarra na lei, que hoje restringe a 50% a entrada de mulheres nos concursos. Tanto o concurso para soldado, realizado pela última vez em 2013, pela Fafipa, quanto o de oficiais, organizado pela UFPR, são claros: “Atingido o limite previsto não serão nomeados candidatos do sexo feminino, independente da classificação final obtida no certame”.

(3) A recíproca não é verdadeira. Se as primeiras posições forem conquistadas por homens, só eles entram. Uma mudança na regra poderia afrouxar a pirâmide que aponta que a proporção de mulheres diminui conforme a hierarquia sobe.

(4) Em dez anos, a patente mais alta atingida por uma mulher foi a de capitã. Para chegar a coronel, topo da carreira, a média na corporação é de 30 anos de serviço. Atualmente, as bombeiras representam menos de 4% de um efetivo de 3.126 bombeiros. A presença está concentrada nos grandes centros; no interior, há muitos batalhões sem presença feminina.

(5) Mesmo sendo poucas, elas já causam uma mudança de mentalidade dentro da instituição. Os próprios colegas homens que, no começo, diziam duvidar da capacidade das mulheres de fazer um bom trabalho, hoje admitem que era preconceito. [...]


Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/mulheres-comemoram-uma-decada-no-corpo-de-bombeirosdo-parana-33v4kzdyhiyg7ks9gdlcsrr3e. Acesso em: 02/07/18. Adaptado.

Analise as relações de sentido propostas para os enunciados a seguir.
1. O trecho: “Na primeira turma, entraram 23 ‘bombeiros militares do sexo feminino.’ ” (1º parágrafo) significa o mesmo que “Na primeira turma, foram admitidos 23 bombeiros militares do sexo feminino.”. 2. O trecho: “Foi o tempo de conquistar o respeito dentro da corporação.” (1º parágrafo) equivale a: “Foi o tempo de dominar toda a corporação.”. 3. Ao afirmar que: “Mesmo sendo poucas, elas já causam uma mudança de mentalidade dentro da instituição.” (5° parágrafo), o autor do texto quer dizer: “Mesmo sendo poucas, elas já causam uma mudança na disciplina da instituição.”. 4. O enunciado: “Uma mudança na regra poderia afrouxar a pirâmide (...)” (3º parágrafo) deve ser compreendido como: “Uma mudança na regra poderia reduzir a diferença (...)”.
Estão CORRETAS, apenas
Alternativas
Q922423 Português

TEXTO 1


Mulheres comemoram uma década no Corpo de Bombeiros do Paraná


Uma década após a primeira turma, mulheres têm o respeito dos colegas, mas ainda têm longo caminho pela igualdade na corporação criada há cem anos


(1) O Corpo de Bombeiros do Paraná, criado em 1912, se aproximava dos 100 anos quando a primeira mulher vestiu o fardamento. Foi há uma década, quando uma lei estadual permitiu à corporação a inclusão das bombeiras. Na primeira turma, entraram 23 “bombeiros militares do sexo feminino”. Em dez anos, elas chegam a 119, entre oficiais e soldados. Foi o tempo de conquistar o respeito dentro da corporação. Mas o caminho até um Corpo de Bombeiros igualitário não terminou de ser trilhado, e passa por uma maior inclusão, tanto na base quanto no topo da hierarquia.

(2) A ampliação esbarra na lei, que hoje restringe a 50% a entrada de mulheres nos concursos. Tanto o concurso para soldado, realizado pela última vez em 2013, pela Fafipa, quanto o de oficiais, organizado pela UFPR, são claros: “Atingido o limite previsto não serão nomeados candidatos do sexo feminino, independente da classificação final obtida no certame”.

(3) A recíproca não é verdadeira. Se as primeiras posições forem conquistadas por homens, só eles entram. Uma mudança na regra poderia afrouxar a pirâmide que aponta que a proporção de mulheres diminui conforme a hierarquia sobe.

(4) Em dez anos, a patente mais alta atingida por uma mulher foi a de capitã. Para chegar a coronel, topo da carreira, a média na corporação é de 30 anos de serviço. Atualmente, as bombeiras representam menos de 4% de um efetivo de 3.126 bombeiros. A presença está concentrada nos grandes centros; no interior, há muitos batalhões sem presença feminina.

(5) Mesmo sendo poucas, elas já causam uma mudança de mentalidade dentro da instituição. Os próprios colegas homens que, no começo, diziam duvidar da capacidade das mulheres de fazer um bom trabalho, hoje admitem que era preconceito. [...]


Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/mulheres-comemoram-uma-decada-no-corpo-de-bombeirosdo-parana-33v4kzdyhiyg7ks9gdlcsrr3e. Acesso em: 02/07/18. Adaptado.

No Texto 1, a abordagem acerca da presença das mulheres no Corpo de Bombeiros do Paraná destaca o seguinte ponto de vista:
Alternativas
Q916349 Inglês
Anti-Slavery International
Alternativas
Respostas
7921: A
7922: E
7923: B
7924: D
7925: C
7926: A
7927: E
7928: B
7929: C
7930: A
7931: D
7932: E
7933: C
7934: A
7935: D
7936: E
7937: B
7938: C
7939: D
7940: B