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Ano: 2021 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2021 - PM-SP - Cabo PM |
Q2566919 Português
Problemas ou preocupações com o dinheiro?




1     “Problemas” são coisas reais, tangíveis, quotidianas, que lidam com as contas - a bancária e as que precisam de ser pagas. “Preocupações” são outra história: ansiedades ou desejos que só existem nas nossas cabeças. Eis a tese do filósofo John Armstrong em “Como se preocupar menos com dinheiro”.


2    Mas voltemos ao início: você tem problemas ou preocupações com o vil metal? Se são problemas, lamento, nada a fazer: a questão é mesmo matemática. É preciso pagar o aluguel, as despesas da casa, a educação dos filhos. O básico do básico, a que poucos escapam.


3   Mas Armstrong não escreve o livro para enfrentar essas necessidades básicas – e implacáveis. Ele sobe um degrau para falar das “preocupações” com o dinheiro, ou seja, sobre o que acontece depois das necessidades básicas estarem satisfeitas.


4    Sim, pagamos o aluguel da casa. Mas queremos uma casa melhor. Sim, temos roupa no corpo e comida na mesa. Mas queremos aquela grife e aquele jantar no melhor restaurante da cidade. Que fazer?


5   Armstrong não é um puritano nem um asceta*. O dinheiro é importante – tão importante que nem as relações amorosas escapam a ele. O ponto, porém, é outro. É analisar antes aquilo de que precisamos para termos uma “vida boa”. Atenção: disse “precisamos”, o que é diferente de “querermos”.


6    Quando queremos algo, obedecemos a um desejo – e os desejos são infindos por definição. As nossas necessidades de dinheiro estão intimamente ligadas com o tipo de pessoa que queremos realmente ser. Só depois de sabermos quem somos é possível perguntar de quanto dinheiro precisamos. E, às vezes, a quantia é menor do que se imagina.


7   Penso na minha vida. Houve excessos e desperdícios alimentados por caprichos, vaidades, inseguranças – e por um desconhecimento profundo sobre a vida que eu realmente procurava.


8     Hoje, cometo loucuras como qualquer pessoa racional. Mas são esporádicas como tempestades tropicais. Depois de pagar as fatais contas do mês, noto que não preciso de um automóvel de luxo, de uma casa majestosa, de roupas de grife.


9    Mas preciso dos meus livros, dos meus filmes, da minha música. Preciso de horas vazias, ociosas. E preciso de partilhar as alegrias (e as tristezas) com a família e os amigos onde houver boa mesa – o que é diferente de uma mesa cara.


10    E quando temos a noção de que o tempo é limitado, até aquilo que é bom pode se tornar mais barato.



(https://www1.folha.uol.com.br/colunas/joaopereiracoutinho/
2017/02/1857581-voce-tem-problemas-de-dinheiro-oupreocupacoes-com-o-dinheiro.shtml. Adaptado)



* asceta: que tem vida contemplativa, que se entrega a práticas espirituais
No texto, o jornalista expõe a teoria de Armstrong a respeito
Alternativas
Q2179152 Português

O texto a seguir é referência para a questão.


Do que tanto ri esse tal de Scorsese?

Sergio Del Molino



(Disponível em: https://brasil.elpais.com/cultura/2021-01-28/do-que-tanto-ri-esse-tal-de-scorsese.html?event_log=oklogin&o=cerrbr&prod=REGCRARTBR.)

Com relação ao sentido de algumas palavras usadas no texto, considere as seguintes afirmativas:
1. Na linha 7, “um engraçadinho” refere-se a David Lynch.
2. Na linha 10, Ginia Bellafante é a velha que resmunga.
3. Na linha 12, “um deus maior do Parnaso” faz referência ao diretor de cinema que participa do seriado “Faz de conta que NY é uma cidade”.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2179151 Português

O texto a seguir é referência para a questão.


Do que tanto ri esse tal de Scorsese?

Sergio Del Molino



(Disponível em: https://brasil.elpais.com/cultura/2021-01-28/do-que-tanto-ri-esse-tal-de-scorsese.html?event_log=oklogin&o=cerrbr&prod=REGCRARTBR.)

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna na linha 3 do texto.
Alternativas
Q2179149 Português

O texto a seguir é referência para a questão.


(Peter Burke. Quando foi a globalização? In: O historiador como colunista: ensaios da Folha. RJ: Civilização Brasileira, 2009. Adaptado.)

Considere o seguinte excerto do texto:
De fato, se definirmos globalização como um processo de contatos cada vez mais intensos – sejam econômicos, políticos ou culturais – entre diferentes partes do mundo, então é necessário admitir que esse processo vem se desenvolvendo há milhares de anos...
Assinale a alternativa que apresenta a relação que se estabelece entre as orações cujos inícios estão assinalados em negrito e sublinhados.
Alternativas
Q2179146 Português

O texto a seguir é referência para a questão.


(Peter Burke. Quando foi a globalização? In: O historiador como colunista: ensaios da Folha. RJ: Civilização Brasileira, 2009. Adaptado.)

Com relação ao emprego de aspas nas expressões “McDonaldização”, linha 4 do texto, e “grande aceleração”, linha 16, assinale a alternativa que explicita o uso correto em cada uma.
Alternativas
Q2179145 Inglês

The following text refers to question.


There have been 18 opioid-related deaths in Nova Scotia so far this year


        Paramedics in Nova Scotia used naloxone to save 165 people from opioid overdoses in 2018 and 188 people in 2019. In 2020, 102 people were saved as of July 31.

        Eight years ago, Matthew Bonn watched his friend turn blue and become deathly quiet as fentanyl flooded his body. Bonn jumped in, performing rescue breathing until paramedics arrived. That was the first time Bonn fought to keep someone alive during an overdose.

        But it wouldn't be his last. Over the years, he tried more dangerous ways to snap people out of an overdose.

        "I remember doing crazy things like throwing people in bathtubs, or, you know, giving them cocaine. As we know now, that doesn't help," said Bonn, a harm-reduction advocate in Halifax. "But ... in those panic modes, you try to do whatever you can to keep that person alive."

        This was before naloxone – a drug that can reverse an opioid overdose – became widely available to the public. In 2017, the Nova Scotia government made kits with the drug available for free at pharmacies.

        Whether used by community members or emergency crews, naloxone has helped save hundreds of lives in the province. Matthew Bonn is a program co-ordinator with the Canadian Association of People Who Use Drugs, and a current drug user himself.

        Almost every other day in Nova Scotia, paramedics and medical first responders in the province use the drug to reverse an opioid overdose, according to Emergency Health Services (EHS).


(Available in: https://www.cbc.ca/news/canada/nova-scotia/ehs-naloxone-opioids-drug-use-emergency-care-1.5745907.)

In the text, the word “whether” underlined and in bold type can be replaced without losing its meaning by:
Alternativas
Q2179144 Inglês

The following text refers to question.


There have been 18 opioid-related deaths in Nova Scotia so far this year


        Paramedics in Nova Scotia used naloxone to save 165 people from opioid overdoses in 2018 and 188 people in 2019. In 2020, 102 people were saved as of July 31.

        Eight years ago, Matthew Bonn watched his friend turn blue and become deathly quiet as fentanyl flooded his body. Bonn jumped in, performing rescue breathing until paramedics arrived. That was the first time Bonn fought to keep someone alive during an overdose.

        But it wouldn't be his last. Over the years, he tried more dangerous ways to snap people out of an overdose.

        "I remember doing crazy things like throwing people in bathtubs, or, you know, giving them cocaine. As we know now, that doesn't help," said Bonn, a harm-reduction advocate in Halifax. "But ... in those panic modes, you try to do whatever you can to keep that person alive."

        This was before naloxone – a drug that can reverse an opioid overdose – became widely available to the public. In 2017, the Nova Scotia government made kits with the drug available for free at pharmacies.

        Whether used by community members or emergency crews, naloxone has helped save hundreds of lives in the province. Matthew Bonn is a program co-ordinator with the Canadian Association of People Who Use Drugs, and a current drug user himself.

        Almost every other day in Nova Scotia, paramedics and medical first responders in the province use the drug to reverse an opioid overdose, according to Emergency Health Services (EHS).


(Available in: https://www.cbc.ca/news/canada/nova-scotia/ehs-naloxone-opioids-drug-use-emergency-care-1.5745907.)

In the text, the underlined and in bold type word “this” refers, among other things, to the act of:
Alternativas
Q2179143 Inglês

The following text refers to question.


There have been 18 opioid-related deaths in Nova Scotia so far this year


        Paramedics in Nova Scotia used naloxone to save 165 people from opioid overdoses in 2018 and 188 people in 2019. In 2020, 102 people were saved as of July 31.

        Eight years ago, Matthew Bonn watched his friend turn blue and become deathly quiet as fentanyl flooded his body. Bonn jumped in, performing rescue breathing until paramedics arrived. That was the first time Bonn fought to keep someone alive during an overdose.

        But it wouldn't be his last. Over the years, he tried more dangerous ways to snap people out of an overdose.

        "I remember doing crazy things like throwing people in bathtubs, or, you know, giving them cocaine. As we know now, that doesn't help," said Bonn, a harm-reduction advocate in Halifax. "But ... in those panic modes, you try to do whatever you can to keep that person alive."

        This was before naloxone – a drug that can reverse an opioid overdose – became widely available to the public. In 2017, the Nova Scotia government made kits with the drug available for free at pharmacies.

        Whether used by community members or emergency crews, naloxone has helped save hundreds of lives in the province. Matthew Bonn is a program co-ordinator with the Canadian Association of People Who Use Drugs, and a current drug user himself.

        Almost every other day in Nova Scotia, paramedics and medical first responders in the province use the drug to reverse an opioid overdose, according to Emergency Health Services (EHS).


(Available in: https://www.cbc.ca/news/canada/nova-scotia/ehs-naloxone-opioids-drug-use-emergency-care-1.5745907.)

Based on the text, it is correct to say that Matthew Bonn:
Alternativas
Ano: 2021 Banca: UFPR Órgão: PM-PR Prova: UFPR - 2021 - PM-PR - Aspirante |
Q2097622 Português

O texto a seguir é referência para a questão.


(Peter Burke. Quando foi a globalização? In: O historiador como colunista: ensaios da Folha. RJ: Civilização Brasileira, 2009. Adaptado.)

A figura de linguagem correspondente à expressão “McDonaldização” do mundo no texto é:
Alternativas
Ano: 2021 Banca: UFPR Órgão: PM-PR Prova: UFPR - 2021 - PM-PR - Aspirante |
Q2097620 Português

O texto a seguir é referência para a questão.


(Peter Burke. Quando foi a globalização? In: O historiador como colunista: ensaios da Folha. RJ: Civilização Brasileira, 2009. Adaptado.)

O período “Em alguns aspectos, nossa época é realmente única, mas assim o foram outras gerações e outros séculos” (linhas 4-5) pode ser interpretado, sem prejuízo de sentido, como:
Alternativas
Ano: 2021 Banca: UFPR Órgão: PM-PR Prova: UFPR - 2021 - PM-PR - Aspirante |
Q2097619 Português

O texto a seguir é referência para a questão.


(Peter Burke. Quando foi a globalização? In: O historiador como colunista: ensaios da Folha. RJ: Civilização Brasileira, 2009. Adaptado.)

Assinale a alternativa cuja interpretação NÃO é autorizada pelo texto.
Alternativas
Ano: 2021 Banca: UFPR Órgão: PM-PR Prova: UFPR - 2021 - PM-PR - Aspirante |
Q2097617 Inglês
The following text refers to the question.

There have been 18 opioid-related deaths in Nova Scotia so far this year

             Paramedics in Nova Scotia used naloxone to save 165 people from opioid overdoses in 2018 and 188 people in 2019. In 2020, 102 people were saved as of July 31.
           Eight years ago, Matthew Bonn watched his friend turn blue and become deathly quiet as fentanyl flooded his body. Bonn jumped in, performing rescue breathing until paramedics arrived. That was the first time Bonn fought to keep someone alive during an overdose.
               But it wouldn't be his last. Over the years, he tried more dangerous ways to snap people out of an overdose.
             "I remember doing crazy things like throwing people in bathtubs, or, you know, giving them cocaine. As we know now, that doesn't help," said Bonn, a harm-reduction advocate in Halifax. "But ... in those panic modes, you try to do whatever you can to keep that person alive."     
            This was before naloxone – a drug that can reverse an opioid overdose – became widely available to the public. In 2017, the Nova Scotia government made kits with the drug available for free at pharmacies.
        Whether used by community members or emergency crews, naloxone has helped save hundreds of lives in the province.    
         Matthew Bonn is a program co-ordinator with the Canadian Association of People Who Use Drugs, and a current drug user himself.
            Almost every other day in Nova Scotia, paramedics and medical first responders in the province use the drug to reverse an opioid overdose, according to Emergency Health Services (EHS).

(Available in: https://www.cbc.ca/news/canada/nova-scotia/ehs-naloxone-opioids-drug-use-emergency-care-1.5745907.) 
In the text, the word “whether” underlined and in bold type can be replaced without losing its meaning by:
Alternativas
Ano: 2021 Banca: UFPR Órgão: PM-PR Prova: UFPR - 2021 - PM-PR - Aspirante |
Q2097615 Inglês
The following text refers to the question.

There have been 18 opioid-related deaths in Nova Scotia so far this year

             Paramedics in Nova Scotia used naloxone to save 165 people from opioid overdoses in 2018 and 188 people in 2019. In 2020, 102 people were saved as of July 31.
           Eight years ago, Matthew Bonn watched his friend turn blue and become deathly quiet as fentanyl flooded his body. Bonn jumped in, performing rescue breathing until paramedics arrived. That was the first time Bonn fought to keep someone alive during an overdose.
               But it wouldn't be his last. Over the years, he tried more dangerous ways to snap people out of an overdose.
             "I remember doing crazy things like throwing people in bathtubs, or, you know, giving them cocaine. As we know now, that doesn't help," said Bonn, a harm-reduction advocate in Halifax. "But ... in those panic modes, you try to do whatever you can to keep that person alive."     
            This was before naloxone – a drug that can reverse an opioid overdose – became widely available to the public. In 2017, the Nova Scotia government made kits with the drug available for free at pharmacies.
        Whether used by community members or emergency crews, naloxone has helped save hundreds of lives in the province.    
         Matthew Bonn is a program co-ordinator with the Canadian Association of People Who Use Drugs, and a current drug user himself.
            Almost every other day in Nova Scotia, paramedics and medical first responders in the province use the drug to reverse an opioid overdose, according to Emergency Health Services (EHS).

(Available in: https://www.cbc.ca/news/canada/nova-scotia/ehs-naloxone-opioids-drug-use-emergency-care-1.5745907.) 
Based on the text, it is correct to say that Matthew Bonn:
Alternativas
Ano: 2021 Banca: UFPR Órgão: PM-PR Prova: UFPR - 2021 - PM-PR - Aspirante |
Q2097614 Inglês
The following text refers to the question.

There have been 18 opioid-related deaths in Nova Scotia so far this year

             Paramedics in Nova Scotia used naloxone to save 165 people from opioid overdoses in 2018 and 188 people in 2019. In 2020, 102 people were saved as of July 31.
           Eight years ago, Matthew Bonn watched his friend turn blue and become deathly quiet as fentanyl flooded his body. Bonn jumped in, performing rescue breathing until paramedics arrived. That was the first time Bonn fought to keep someone alive during an overdose.
               But it wouldn't be his last. Over the years, he tried more dangerous ways to snap people out of an overdose.
             "I remember doing crazy things like throwing people in bathtubs, or, you know, giving them cocaine. As we know now, that doesn't help," said Bonn, a harm-reduction advocate in Halifax. "But ... in those panic modes, you try to do whatever you can to keep that person alive."     
            This was before naloxone – a drug that can reverse an opioid overdose – became widely available to the public. In 2017, the Nova Scotia government made kits with the drug available for free at pharmacies.
        Whether used by community members or emergency crews, naloxone has helped save hundreds of lives in the province.    
         Matthew Bonn is a program co-ordinator with the Canadian Association of People Who Use Drugs, and a current drug user himself.
            Almost every other day in Nova Scotia, paramedics and medical first responders in the province use the drug to reverse an opioid overdose, according to Emergency Health Services (EHS).

(Available in: https://www.cbc.ca/news/canada/nova-scotia/ehs-naloxone-opioids-drug-use-emergency-care-1.5745907.) 
According to the text, it is correct to say that in the province of Nova Scotia:
Alternativas
Q1916109 Português

Leia o trecho da canção de Gilberto Gil para responder à questão.


Se eu quiser falar com Deus


Se eu quiser falar com Deus

Tenho que ficar a sós           

 Tenho que apagar a luz        

 Tenho que calar a voz          

  Tenho que encontrar a paz   

 Tenho que folgar os nós      

 Dos sapatos, da gravata     

 Dos desejos, dos receios   

 Tenho que esquecer a data

 Tenho que perder a conta  

 Tenho que ter mãos vazias

  Ter a alma e o corpo nus    

(www.google.com.br, acesso em 10.07.2020)

A frase, reescrita a partir dos versos da canção, está correta, quanto à pontuação, em 
Alternativas
Q1916108 Português

Leia o trecho da canção de Gilberto Gil para responder à questão.


Se eu quiser falar com Deus


Se eu quiser falar com Deus

Tenho que ficar a sós           

 Tenho que apagar a luz        

 Tenho que calar a voz          

  Tenho que encontrar a paz   

 Tenho que folgar os nós      

 Dos sapatos, da gravata     

 Dos desejos, dos receios   

 Tenho que esquecer a data

 Tenho que perder a conta  

 Tenho que ter mãos vazias

  Ter a alma e o corpo nus    

(www.google.com.br, acesso em 10.07.2020)

Lendo-se a letra da canção, conclui-se que o eu lírico, para falar com Deus, pretende
Alternativas
Q1916107 Português

Ser solidário é bom, mas não basta


    As doações de empresas e indivíduos para financiar o esforço no combate à pandemia de covid-19 já superaram R$ 3 bilhões. É uma cifra formidável. Dessa forma, a elite nacional exibe notável senso de solidariedade em relação aos milhões de brasileiros que dependem de ajuda para sobreviver, não só ao coronavírus, mas à miséria.

    O problema é que, passada a pandemia, a elite, hoje solidária, retomará seus afazeres privados, mas nada da duríssima realidade de seus miseráveis compatriotas terá mudado. Assim, a solidariedade ante o padecimento dos desafortunados, embora louvável e necessária, não é suficiente. É preciso que a sociedade, em especial a elite política e econômica, considere inaceitável que a maioria de seus conterrâneos viva apartada daquilo a que chamamos de civilização.

    Adentramos o século 21, quando as maravilhas das tecnologias digitais multiplicam o conforto e a sofisticação das sociedades, mas há uma parte significativa dos brasileiros que vive como se ainda estivéssemos no século 19 – sem acesso a equipamentos públicos que a esta altura já deveriam ser universais.

   Não se pode considerar aceitável que 100 milhões de brasileiros não tenham acesso a esgoto tratado, como se todas essas pessoas fossem cidadãs de segunda classe. Do mesmo modo, devemos considerar vergonhoso viver em um dos países mais desiguais do mundo, em múltiplos sentidos, não só em renda, como em outros indicadores.

    Assim, não se trata mais de uma crise social e sanitária. É uma crise vital. Para enfrentá-la, não basta ser solidário. Está na hora de lutar, para que a sociedade se transforme, de tal maneira que todos os que aqui vivem, sem exceção, sejam afinal tratados com um mínimo de dignidade.

(O Estado de S.Paulo, 31.05.2020. Adaptado)

Observa-se relação de coordenação entre as orações na alternativa 
Alternativas
Q1916106 Português

Ser solidário é bom, mas não basta


    As doações de empresas e indivíduos para financiar o esforço no combate à pandemia de covid-19 já superaram R$ 3 bilhões. É uma cifra formidável. Dessa forma, a elite nacional exibe notável senso de solidariedade em relação aos milhões de brasileiros que dependem de ajuda para sobreviver, não só ao coronavírus, mas à miséria.

    O problema é que, passada a pandemia, a elite, hoje solidária, retomará seus afazeres privados, mas nada da duríssima realidade de seus miseráveis compatriotas terá mudado. Assim, a solidariedade ante o padecimento dos desafortunados, embora louvável e necessária, não é suficiente. É preciso que a sociedade, em especial a elite política e econômica, considere inaceitável que a maioria de seus conterrâneos viva apartada daquilo a que chamamos de civilização.

    Adentramos o século 21, quando as maravilhas das tecnologias digitais multiplicam o conforto e a sofisticação das sociedades, mas há uma parte significativa dos brasileiros que vive como se ainda estivéssemos no século 19 – sem acesso a equipamentos públicos que a esta altura já deveriam ser universais.

   Não se pode considerar aceitável que 100 milhões de brasileiros não tenham acesso a esgoto tratado, como se todas essas pessoas fossem cidadãs de segunda classe. Do mesmo modo, devemos considerar vergonhoso viver em um dos países mais desiguais do mundo, em múltiplos sentidos, não só em renda, como em outros indicadores.

    Assim, não se trata mais de uma crise social e sanitária. É uma crise vital. Para enfrentá-la, não basta ser solidário. Está na hora de lutar, para que a sociedade se transforme, de tal maneira que todos os que aqui vivem, sem exceção, sejam afinal tratados com um mínimo de dignidade.

(O Estado de S.Paulo, 31.05.2020. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o pronome que substitui o termo em destaque na primeira frase está corretamente posicionado, de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q1916105 Português

Ser solidário é bom, mas não basta


    As doações de empresas e indivíduos para financiar o esforço no combate à pandemia de covid-19 já superaram R$ 3 bilhões. É uma cifra formidável. Dessa forma, a elite nacional exibe notável senso de solidariedade em relação aos milhões de brasileiros que dependem de ajuda para sobreviver, não só ao coronavírus, mas à miséria.

    O problema é que, passada a pandemia, a elite, hoje solidária, retomará seus afazeres privados, mas nada da duríssima realidade de seus miseráveis compatriotas terá mudado. Assim, a solidariedade ante o padecimento dos desafortunados, embora louvável e necessária, não é suficiente. É preciso que a sociedade, em especial a elite política e econômica, considere inaceitável que a maioria de seus conterrâneos viva apartada daquilo a que chamamos de civilização.

    Adentramos o século 21, quando as maravilhas das tecnologias digitais multiplicam o conforto e a sofisticação das sociedades, mas há uma parte significativa dos brasileiros que vive como se ainda estivéssemos no século 19 – sem acesso a equipamentos públicos que a esta altura já deveriam ser universais.

   Não se pode considerar aceitável que 100 milhões de brasileiros não tenham acesso a esgoto tratado, como se todas essas pessoas fossem cidadãs de segunda classe. Do mesmo modo, devemos considerar vergonhoso viver em um dos países mais desiguais do mundo, em múltiplos sentidos, não só em renda, como em outros indicadores.

    Assim, não se trata mais de uma crise social e sanitária. É uma crise vital. Para enfrentá-la, não basta ser solidário. Está na hora de lutar, para que a sociedade se transforme, de tal maneira que todos os que aqui vivem, sem exceção, sejam afinal tratados com um mínimo de dignidade.

(O Estado de S.Paulo, 31.05.2020. Adaptado)

Assinale a alternativa que completa, corretamente, o segmento frasal, de acordo com o acento indicativo da crase.


É preciso estimular

Alternativas
Q1916104 Português

Ser solidário é bom, mas não basta


    As doações de empresas e indivíduos para financiar o esforço no combate à pandemia de covid-19 já superaram R$ 3 bilhões. É uma cifra formidável. Dessa forma, a elite nacional exibe notável senso de solidariedade em relação aos milhões de brasileiros que dependem de ajuda para sobreviver, não só ao coronavírus, mas à miséria.

    O problema é que, passada a pandemia, a elite, hoje solidária, retomará seus afazeres privados, mas nada da duríssima realidade de seus miseráveis compatriotas terá mudado. Assim, a solidariedade ante o padecimento dos desafortunados, embora louvável e necessária, não é suficiente. É preciso que a sociedade, em especial a elite política e econômica, considere inaceitável que a maioria de seus conterrâneos viva apartada daquilo a que chamamos de civilização.

    Adentramos o século 21, quando as maravilhas das tecnologias digitais multiplicam o conforto e a sofisticação das sociedades, mas há uma parte significativa dos brasileiros que vive como se ainda estivéssemos no século 19 – sem acesso a equipamentos públicos que a esta altura já deveriam ser universais.

   Não se pode considerar aceitável que 100 milhões de brasileiros não tenham acesso a esgoto tratado, como se todas essas pessoas fossem cidadãs de segunda classe. Do mesmo modo, devemos considerar vergonhoso viver em um dos países mais desiguais do mundo, em múltiplos sentidos, não só em renda, como em outros indicadores.

    Assim, não se trata mais de uma crise social e sanitária. É uma crise vital. Para enfrentá-la, não basta ser solidário. Está na hora de lutar, para que a sociedade se transforme, de tal maneira que todos os que aqui vivem, sem exceção, sejam afinal tratados com um mínimo de dignidade.

(O Estado de S.Paulo, 31.05.2020. Adaptado)

Assinale a alternativa correta, quanto à concordância nominal, da frase reescrita a partir do texto.
Alternativas
Respostas
3941: B
3942: B
3943: D
3944: C
3945: E
3946: C
3947: A
3948: B
3949: B
3950: A
3951: A
3952: C
3953: B
3954: D
3955: C
3956: E
3957: D
3958: A
3959: C
3960: B