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Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2022 - PM-SP - Sargento |
Q2567148 Português
      Embora mais industrializado que os demais latino-americanos, o Brasil tem exibido resultados econômicos inferiores aos de vários países da região. A América Latina deve fechar este ano com crescimento econômico de 2,7%, segundo estimativa divulgada pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal). Em 2023, no entanto, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) regional deverá ficar em 1,4%. A taxa calculada para 2022 é parecida com a esperada para o Brasil. No próximo ano, porém, a expansão brasileira dificilmente atingirá 1%, de acordo com a maior parte das projeções do mercado e de instituições multilaterais.



(https://opiniao.estadao.com.br, 29.10.2022)
Mantém-se o sentido original do texto se a frase inicial – Embora mais industrializado que os demais latino-americanos… – for substituída por
Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2022 - PM-SP - Sargento |
Q2567147 Português
      Embora mais industrializado que os demais latino-americanos, o Brasil tem exibido resultados econômicos inferiores aos de vários países da região. A América Latina deve fechar este ano com crescimento econômico de 2,7%, segundo estimativa divulgada pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal). Em 2023, no entanto, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) regional deverá ficar em 1,4%. A taxa calculada para 2022 é parecida com a esperada para o Brasil. No próximo ano, porém, a expansão brasileira dificilmente atingirá 1%, de acordo com a maior parte das projeções do mercado e de instituições multilaterais.



(https://opiniao.estadao.com.br, 29.10.2022)
O texto mostra que
Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2022 - PM-SP - Sargento |
Q2567146 Português

Leia a charge.



Imagem associada para resolução da questão




(Chargista Duke. https://www.otempo.com.br)





A leitura da charge permite concluir corretamente que o personagem

Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2022 - PM-SP - Sargento |
Q2567145 Português
Não sei, Marília, que tenho,
depois que vi o teu rosto,
pois quanto não é Marília
já não posso ver com gosto.
Noutra idade me alegrava,
até quando conversava
com o mais rude vaqueiro:
hoje, ó bela, me aborrece
inda o trato lisonjeiro
do mais discreto pastor.
Que efeitos são os que sinto?
Serão efeitos de amor?


(Tomás Antônio Gonzaga, Obras Completas)
Assinale a alternativa em que a colocação pronominal está em conformidade com a norma-padrão.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2022 - PM-SP - Sargento |
Q2567144 Português
Não sei, Marília, que tenho,
depois que vi o teu rosto,
pois quanto não é Marília
já não posso ver com gosto.
Noutra idade me alegrava,
até quando conversava
com o mais rude vaqueiro:
hoje, ó bela, me aborrece
inda o trato lisonjeiro
do mais discreto pastor.
Que efeitos são os que sinto?
Serão efeitos de amor?


(Tomás Antônio Gonzaga, Obras Completas)
Organizado em uma oração interrogativa e com o verbo flexionado no futuro, o verso final do poema – Serão efeitos de amor? – expressa uma
Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2022 - PM-SP - Sargento |
Q2567143 Português
Não sei, Marília, que tenho,
depois que vi o teu rosto,
pois quanto não é Marília
já não posso ver com gosto.
Noutra idade me alegrava,
até quando conversava
com o mais rude vaqueiro:
hoje, ó bela, me aborrece
inda o trato lisonjeiro
do mais discreto pastor.
Que efeitos são os que sinto?
Serão efeitos de amor?


(Tomás Antônio Gonzaga, Obras Completas)
Nos versos “com o mais rude vaqueiro: / hoje, ó bela, me aborrece”, os termos destacados são respectivamente antônimos de
Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2022 - PM-SP - Sargento |
Q2567142 Português
Não sei, Marília, que tenho,
depois que vi o teu rosto,
pois quanto não é Marília
já não posso ver com gosto.
Noutra idade me alegrava,
até quando conversava
com o mais rude vaqueiro:
hoje, ó bela, me aborrece
inda o trato lisonjeiro
do mais discreto pastor.
Que efeitos são os que sinto?
Serão efeitos de amor?


(Tomás Antônio Gonzaga, Obras Completas)
Nos versos, o eu lírico reconhece uma transformação em sua vida, cuja possível causa é
Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2022 - PM-SP - Sargento |
Q2567141 Português
Pesquisa Fapesp: Como você enxerga as relações
atuais entre indígenas e brancos no Brasil?


Marta: O país tem um racismo enorme contra não brancos, incluindo negros e indígenas. O racismo contra os índios se traduz de duas maneiras. Uma delas deriva dos tempos do colonialismo e os vê como iguais à natureza: são ingênuos, não precisam entrar em universidades e, se usarem celular, deixarão de ser índios. Por muito tempo, no Brasil, se considerou que os indígenas não tinham capacidade de raciocinar, viviam em sociedades simples e se equiparavam a crianças. Por isso, precisavam ser tutelados pelo Estado. O outro tipo de preconceito é o oposto: o índio é selvagem, equiparado a um animal. Isso tudo tem raiz na ignorância da população. O artigo 26-A da Lei Federal nº 9.394, de 1996, torna obrigatório o estudo das histórias e culturas afro-brasileira e indígena. Porém essa prática não está disseminada. Temos mais livros didáticos sobre afro-brasileiros do que sobre indígenas.



(Trecho de entrevista da demógrafa e antropóloga Marta Maria
do Amaral Azevedo da Unicamp à revista Pesquisa Fapesp.
Em: https://revistapesquisa.fapesp.br. Adaptado)
No Brasil, causa certo _______ o fato de que muitas pessoas têm _____ derivadas dos tempos do colonialismo e, por isso, ______ os índios como ingênuos. A _______ é achar que eles não podem raciocinar.

De acordo com a norma ortográfica vigente, as lacunas do enunciado devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2022 - PM-SP - Sargento |
Q2567140 Português
Pesquisa Fapesp: Como você enxerga as relações
atuais entre indígenas e brancos no Brasil?


Marta: O país tem um racismo enorme contra não brancos, incluindo negros e indígenas. O racismo contra os índios se traduz de duas maneiras. Uma delas deriva dos tempos do colonialismo e os vê como iguais à natureza: são ingênuos, não precisam entrar em universidades e, se usarem celular, deixarão de ser índios. Por muito tempo, no Brasil, se considerou que os indígenas não tinham capacidade de raciocinar, viviam em sociedades simples e se equiparavam a crianças. Por isso, precisavam ser tutelados pelo Estado. O outro tipo de preconceito é o oposto: o índio é selvagem, equiparado a um animal. Isso tudo tem raiz na ignorância da população. O artigo 26-A da Lei Federal nº 9.394, de 1996, torna obrigatório o estudo das histórias e culturas afro-brasileira e indígena. Porém essa prática não está disseminada. Temos mais livros didáticos sobre afro-brasileiros do que sobre indígenas.



(Trecho de entrevista da demógrafa e antropóloga Marta Maria
do Amaral Azevedo da Unicamp à revista Pesquisa Fapesp.
Em: https://revistapesquisa.fapesp.br. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o enunciado está em conformidade com a norma-padrão de concordância verbal.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2022 - PM-SP - Sargento |
Q2567139 Português
Pesquisa Fapesp: Como você enxerga as relações
atuais entre indígenas e brancos no Brasil?


Marta: O país tem um racismo enorme contra não brancos, incluindo negros e indígenas. O racismo contra os índios se traduz de duas maneiras. Uma delas deriva dos tempos do colonialismo e os vê como iguais à natureza: são ingênuos, não precisam entrar em universidades e, se usarem celular, deixarão de ser índios. Por muito tempo, no Brasil, se considerou que os indígenas não tinham capacidade de raciocinar, viviam em sociedades simples e se equiparavam a crianças. Por isso, precisavam ser tutelados pelo Estado. O outro tipo de preconceito é o oposto: o índio é selvagem, equiparado a um animal. Isso tudo tem raiz na ignorância da população. O artigo 26-A da Lei Federal nº 9.394, de 1996, torna obrigatório o estudo das histórias e culturas afro-brasileira e indígena. Porém essa prática não está disseminada. Temos mais livros didáticos sobre afro-brasileiros do que sobre indígenas.



(Trecho de entrevista da demógrafa e antropóloga Marta Maria
do Amaral Azevedo da Unicamp à revista Pesquisa Fapesp.
Em: https://revistapesquisa.fapesp.br. Adaptado)
Considerando-se a regência nominal, o trecho destacado em – Por muito tempo, no Brasil, se considerou que os indígenas não tinham capacidade de raciocinar… – está reescrito de acordo com a norma-padrão em:
Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2022 - PM-SP - Sargento |
Q2567138 Português
Pesquisa Fapesp: Como você enxerga as relações
atuais entre indígenas e brancos no Brasil?


Marta: O país tem um racismo enorme contra não brancos, incluindo negros e indígenas. O racismo contra os índios se traduz de duas maneiras. Uma delas deriva dos tempos do colonialismo e os vê como iguais à natureza: são ingênuos, não precisam entrar em universidades e, se usarem celular, deixarão de ser índios. Por muito tempo, no Brasil, se considerou que os indígenas não tinham capacidade de raciocinar, viviam em sociedades simples e se equiparavam a crianças. Por isso, precisavam ser tutelados pelo Estado. O outro tipo de preconceito é o oposto: o índio é selvagem, equiparado a um animal. Isso tudo tem raiz na ignorância da população. O artigo 26-A da Lei Federal nº 9.394, de 1996, torna obrigatório o estudo das histórias e culturas afro-brasileira e indígena. Porém essa prática não está disseminada. Temos mais livros didáticos sobre afro-brasileiros do que sobre indígenas.



(Trecho de entrevista da demógrafa e antropóloga Marta Maria
do Amaral Azevedo da Unicamp à revista Pesquisa Fapesp.
Em: https://revistapesquisa.fapesp.br. Adaptado)
Considere as passagens do texto:

•  O racismo contra os índios se traduz de duas maneiras. •  Por isso, precisavam ser tutelados pelo Estado. •  Isso tudo tem raiz na ignorância da população.

No contexto em que estão empregados, os termos destacados significam, correta e respectivamente:
Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2022 - PM-SP - Sargento |
Q2567137 Português
Pesquisa Fapesp: Como você enxerga as relações
atuais entre indígenas e brancos no Brasil?


Marta: O país tem um racismo enorme contra não brancos, incluindo negros e indígenas. O racismo contra os índios se traduz de duas maneiras. Uma delas deriva dos tempos do colonialismo e os vê como iguais à natureza: são ingênuos, não precisam entrar em universidades e, se usarem celular, deixarão de ser índios. Por muito tempo, no Brasil, se considerou que os indígenas não tinham capacidade de raciocinar, viviam em sociedades simples e se equiparavam a crianças. Por isso, precisavam ser tutelados pelo Estado. O outro tipo de preconceito é o oposto: o índio é selvagem, equiparado a um animal. Isso tudo tem raiz na ignorância da população. O artigo 26-A da Lei Federal nº 9.394, de 1996, torna obrigatório o estudo das histórias e culturas afro-brasileira e indígena. Porém essa prática não está disseminada. Temos mais livros didáticos sobre afro-brasileiros do que sobre indígenas.



(Trecho de entrevista da demógrafa e antropóloga Marta Maria
do Amaral Azevedo da Unicamp à revista Pesquisa Fapesp.
Em: https://revistapesquisa.fapesp.br. Adaptado)
De acordo com a pesquisadora, os indígenas no Brasil
Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2022 - PM-SP - Sargento |
Q2567136 Português



(Mort Walker, Recruta Zero. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 27.10.2022)


Na fala da mãe, a conjunção “porque” é empregada pois o enunciado contém uma
Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2022 - PM-SP - Sargento |
Q2567135 Português



(Mort Walker, Recruta Zero. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 27.10.2022)


Considerando-se os aspectos de regência verbal e de emprego de pronomes, a fala – Minha mãe mandou biscoitos pra você? – está reescrita de acordo com a norma-padrão em:
Alternativas
Ano: 2022 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2022 - PM-SP - Sargento |
Q2567134 Português



(Mort Walker, Recruta Zero. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 27.10.2022)


No contexto da história apresentada na tira, a fala da mãe deve ser entendida como uma
Alternativas
Ano: 2022 Banca: NC-UFPR Órgão: CBM-PR Prova: NC-UFPR - 2022 - CBM-PR - Cadete |
Q2210682 Literatura
O fragmento abaixo é parte do segundo canto de “O Uraguai”, poema épico de Basílio da Gama publicado em 1769. 
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A respeito desse poema, considere as seguintes afirmativas:
1. Atendendo as regras de composição da epopeia clássica, Basílio da Gama inspirou-se num fato histórico acontecido séculos antes da escrita e narrou-o em versos metrificados e rimados.
2. Em vez de dar voz a um pastor, como é frequente na poesia do Arcadismo, o poeta deu voz a líderes militares portugueses e aos indígenas que habitavam a região dos Sete Povos das Missões.
3. Como elementos de nativismo, aparecem as personagens Cacambo, guerreiro capaz de argumentar sobre o direito dos povos indígenas à terra, e a feiticeira Tanajura, que representa o aspecto mítico da cultura desses povos.
4. Abalada pela morte de Cacambo e auxiliada por Tanajura, Lindoia tem um sonho no qual vê com detalhes a destruição dos Sete Povos das Missões, em consequência da expulsão dos jesuítas do Brasil.
Assinale a alternativa correta.  
Alternativas
Ano: 2022 Banca: NC-UFPR Órgão: CBM-PR Prova: NC-UFPR - 2022 - CBM-PR - Cadete |
Q2210681 Literatura
Leia a seguir a primeira estrofe do poema “O meu sepulcro”, de Gonçalves Dias.
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O auto de Natal pernambucano Morte e Vida Severina, de João Cabral de Melo Neto, apresenta algumas semelhanças temáticas com a estrofe acima transcrita, parte integrante do livro Últimos Cantos. Assinale a alternativa em que estão corretas as aproximações entre as duas obras. 
Alternativas
Ano: 2022 Banca: NC-UFPR Órgão: CBM-PR Prova: NC-UFPR - 2022 - CBM-PR - Cadete |
Q2210676 Português
Considerando as seguintes sequências extraídas do texto: “forçando o distanciamento compulsório”; “a existência do próprio real desnudo da celeridade virtual”; e “uma vez que sua instância de captura imediata”, assinale a alternativa cujos termos podem substituir, respectivamente, os vocábulos grifados das expressões citadas, na acepção que lhes confere o texto.
Alternativas
Ano: 2022 Banca: NC-UFPR Órgão: CBM-PR Prova: NC-UFPR - 2022 - CBM-PR - Cadete |
Q2210648 Inglês
Consider the following piece of news:
Coal fire crackdown and London mosque stabbing
(Available in: https://www.bbc.com/news/blogs-the-papers-51581385.)
The headline in a British newspaper refers to:  
Alternativas
Ano: 2022 Banca: NC-UFPR Órgão: CBM-PR Prova: NC-UFPR - 2022 - CBM-PR - Cadete |
Q2210647 Inglês
The surprising history of India’s vibrant sari tradition

    South Asian women have draped themselves in colorful silks and cottons for eons. The ways they’re made and worn are dazzling and diverse.
    The word “sari” means “strip of cloth” in Sanskrit. But for the Indian women – and a few men – who have been wrapping themselves in silk, cotton, or linen for millennia, these swaths of fabric are more than just simple garments. They’re symbols of national pride, ambassadors for traditional (and cutting-edge) design and craftsmanship, and a prime example of the rich differences in India’s 29 states.
     “The sari both as symbol and reality has filled the imagination of the subcontinent, with its appeal and its ability to conceal and reveal the personality of the person wearing it,” says Delhi-based textile historian Rta Kapur Chishti, author of Saris of India: Tradition and Beyond and co-founder of Taanbaan, a fabric company devoted to reviving and preserving traditional Indian spinning and weaving methods.
    The first mention of saris (alternately spelled sarees) is in the Rig Veda, a Hindu book of hymns dating to 3,000 B.C.; draped garments show up on Indian sculptures from the first through sixth centuries, too. What Delhi-based textile historian Rta Kapur Chishti calls the “magical unstitched garment” is ideally suited to India’s blazingly hot climate and the modest-dress customs of both Hindu and Muslim communities. Saris also remain traditional for women in other South Asian countries including Pakistan, Bangladesh, and Nepal.

(Available in: https://www.nationalgeographic.com/travel/photography/the-story-of-the-sari-in-india/.) 
In the fourth paragraph, Delhi-based textile historian Rta Kapur Chishti calls the sari the “unstitched garment” because it:  
Alternativas
Respostas
3221: C
3222: D
3223: B
3224: C
3225: B
3226: A
3227: A
3228: C
3229: D
3230: C
3231: A
3232: A
3233: B
3234: D
3235: D
3236: C
3237: A
3238: B
3239: A
3240: C