Questões Militares
Para médico radiologista
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Neonato do sexo masculino, com 4 semanas de vida, apresenta quadro de icterícia colestática progressiva, com início na segunda semana de vida. É submetido a exame ultrassonográfico que evidencia ausência de dilatação das vias biliares, vesícula biliar de pequenas dimensões e espessamento ecogênico anteriormente à veia porta.
Frente aos achados, a principal hipótese diagnóstica para o quadro clínico apresentado é
As alterações degenerativas da coluna vertebral podem levar a alterações na intensidade de sinal nos platôs vertebrais e no osso subcondral na avaliação por RM.
Segundo a classificação de Modic, é correto afirmar que
Paciente do sexo masculino, com 55 anos, em tratamento para leucemia mieloide aguda, apresenta quadro de febre persistente, dor facial e ocular à direita, além de sinais laboratoriais de neutropenia (contagem de neutrófilos: 400/mm³). Foi submetido a exame de tomografia computadorizada da face que evidenciou espessamento da mucosa da fossa nasal e do etmoide à direita, com destruição óssea da parede orbitária medial, invasão da gordura extra-conal e do músculo reto medial, determinando deslocamento do globo ocular.
A melhor hipótese diagnóstica para o quadro clínico apresentado é
Paciente do sexo feminino, de 25 anos, submetida à cirurgia bariátrica há 5 meses, evolui com quadro de ataxia e confusão mental e é submetida a exame de ressonância magnética que evidencia hipersinal no T2/ FLAIR, acometendo os corpos mamilares, os tálamos mediais e a região periaquedutal.
Frente ao quadro clínico e aos achados radiológicos, a principal hipótese diagnóstica é
Paciente de 22 anos, vítima de acidente automobilístico grave com capotamento, apresenta traumatismo crânio-encefálico e relato de perda da consciência imediatamente após o trauma. O paciente dá entrada no pronto-socorro em coma (Glasgow 5) e, após as medidas de suporte, é encaminhado ao setor de radiologia para a realização de exame tomográfico do crânio. Após análise minuciosa das imagens, o radiologista não identifica alterações encefálicas significativas.
Diante desse quadro clínico, é correto afirmar que se trata de
Paciente do sexo masculino, de 55 anos, sem relato de isquemia cerebral pregressa, apresenta quadro demencial progressivo, inicialmente com desinibição, comportamento antissocial e evolução posterior para apatia. A RM do encéfalo demostra atrofia dos lobos frontais, sendo que os giros acometidos assumem aspecto em “lâmina de faca”.
Frente aos achados, a principal hipótese diagnóstica para esse quadro clínico é
No texto que segue, algumas palavras em destaque foram transcritas sem o necessário acento gráfico.
Medo que seduz
No Brasil, algumas editoras, como a carioca DarkSide, têm se dedicado a relançar classicos[1] do terror. (...) São histórias de fantasmas, busca pela eternidade, sonhos e pesadelos — tudo aquilo que desafia o conforto da razão. A variedade ilustra o que o organizador Alcebíades Diniz, em seu posfacio[2], chama de “expansão do fantástico”, representada no livro não só pelos temas e abordagens, mas tambem[3] pela origem dos textos, escritos originalmente em ingles[4], espanhol, alemão e russo.
DAMASCENO, Renan. Medo que seduz. Estado de Minas. Caderno Pensar, p. 1, 1 jun. 2018. Adaptado.
A justificativa correta para a acentuação de cada palavra numerada encontra-se em