Questões Militares Para técnico

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Q519823 Física
Um homem mantém uma bola, de massa m, em equilíbrio conforme é mostrado na figura abaixo.
Imagem associada para resolução da questão
A bola encontra-se, exclusivamente, sob a ação das forças pesoImagem associada para resolução da questão e a exercida pela mão do homem Imagem associada para resolução da questão , cujos módulos são, respectivamente, P e F. A relação correta entre os módulos destas forças é:
Alternativas
Q519822 Física
Imagem associada para resolução da questão

                                        Disponível em: <http://www.cbpf.br/~caruso/tirinhas/>
                                                                          Acesso em: 25 de maio de 2015.


A lei física que melhor explica a situação retratada na tirinha acima é a:

Alternativas
Q519821 Física
Um universitário, usuário do BRT-RJ, parte às 11:00 h do Terminal Fundão com destino ao Terminal Alvorada. Sabe-se que a distância entre os dois terminais é de 39 km e que a velocidade escalar média desenvolvida pelo BRT-RJ é de 30 km/h. Considerando os dados apresentados e que a viagem transcorra sem imprevistos, o universitário chegará ao seu destino às:
Alternativas
Q519820 Física
Três esferas idênticas de massa M deslocam-se, em três situações distintas, entre os mesmos dois níveis conforme mostra a figura a seguir. Na situação I, a esfera cai livremente, na situação II, a esfera desliza sobre uma rampa e, na situação III, a esfera desce uma escada. Em todas as situações são desprezíveis as forças dissipativas.
Imagem associada para resolução da questão

Considerando o módulo do trabalho da força peso da esfera nas situações I, II e III respectivamente iguais a WI, WII e WIII, assinale a alternativa que apresenta corretamente a relação entre eles.
Alternativas
Q519819 Física
Dois blocos A e B, de massas respectivamente iguais a 4,0 kg e 2,0 kg, estão dispostos sobre um plano horizontal conforme a figura abaixo.
Imagem associada para resolução da questão
O conjunto é empurrado por uma força Imagem associada para resolução da questão , de módulo 30 N, aplicada horizontalmente sobre o bloco A. O atrito entre os blocos e o plano horizontal deve ser desprezado. A intensidade da força que o bloco B exerce sobre o bloco A é:
Alternativas
Q519818 Física
O esquema abaixo mostra três resistores ôhmicos idênticos R, de resistência igual a 100 Ω, conectados à bateria ideal B que fornece constantemente a ddp de 30 V ao circuito.

Imagem associada para resolução da questão
A intensidade da corrente elétrica que percorre o circuito acima é:
Alternativas
Q519817 Física
A National Aeronautics and Space Administration (NASA) pretende enviar uma missão tripulada a Marte ainda na próxima década. Sabe-se que a aceleração da gravidade na superfície de Marte é de cerca de 3,7 m/s² enquanto na superfície da Terra é de cerca de 10 m/s². Considere que um astronauta desta missão possua, na Terra, um peso de 800N. A massa e o peso deste astronauta, ambos medidos em Marte, seriam respectivamente:
Alternativas
Q519816 Física
Um turista americano, ao desembarcar no aeroporto do Rio de Janeiro para assistir à Copa do Mundo de Futebol de 2014, verificou que a temperatura local era de 40 °C. O valor desta temperatura na escala Fahrenheit é:
Alternativas
Q519815 Física
Em 2014 foi noticiado que o limite máximo de velocidade no BRT do Rio é o maior entre as capitais com esses corredores. Enquanto na capital fluminense os coletivos podem chegar a 70 km/h, nos dois corredores existentes em São Paulo e Curitiba as velocidades máximas permitidas são de 50 km/h. Já em Belo Horizonte e Brasília, o limite é de 60 km/h. A velocidade máxima, em m/s, do BRT no Rio de Janeiro é aproximadamente:
Alternativas
Q519814 Física
Sultan Kosen, um turco de 31 anos que mede 2,51 metros, está no livro dos recordes como o homem mais alto do mundo. A ordem de grandeza, em cm, da altura de Sultan é:
Alternativas
Q519813 Inglês
                                                   Is blue growth the beginning or 
                                                        end of a healthier ocean?

March 17th 2015

Across the globe, countries are increasingly looking seaward in search of new economic opportunities, including oil, gas, and mineral extraction from the sea floor, renewable energy development, and biotechnology.
The push to expand this so-called “blue economy" comes at a time when the ecological health of the oceans is seriously degraded. Last year, the Economist's World Ocean Summit concluded with a resounding consensus that more needs to be done to protect and restore the world's seas, especially the high seas. Will blue growth help or harm efforts to achieve a healthier ocean ecosystem?
The U.N. has proposed ambitious sustainable development goals relating to ocean health. They include reducing pollution from agriculture run-off, decreasing untreated sewage and solid waste, rebuilding depleted fish stocks, and protecting and restoring natural habitats.
A healthy ocean ecosystem is a public good—both locally and globally. Mangroves, corals, and salt marshes protect  coastal towns from storms. Oceans store carbon and produce oxygen that benefits us all. And areas of high biodiversity support global fisheries and are essential for resilient and productive oceans.
These natural benefits can remain intact if nations encourage—and even require—participants in the blue economy to reinvest the economic capital created from that economy in the natural capital of marine and coastal ecosystems; namely by restoring degraded habitats, protecting healthy ones, and financing blue economy “greening" efforts.
Channeling the new wealth of a growing blue economy into projects that will build a healthier ocean will require new financial tools. For instance, a global ocean trust fund, eco taxes, or user fees could be managed at the global level (say the U.N., World Bank, or the Global Environmental Facility) or even at a regional level, perhaps through existing regional seas organisations.
But for now the blue economy needs to aim higher than merely to do no harm. Converting blue economic capital into blue natural capital can raise all boats and produce a healthier, more sustainable blue economy.

                       (http://www.economistinsights.com/opinion/blue-growth-beginning-or-endhealthier-ocean)
A expressão “for instance” em “For instance, a global ocean trust fund, eco taxes, or user fees could be managed at the global level” é usada para:
Alternativas
Q519812 Inglês
                                                   Is blue growth the beginning or 
                                                        end of a healthier ocean?

March 17th 2015

Across the globe, countries are increasingly looking seaward in search of new economic opportunities, including oil, gas, and mineral extraction from the sea floor, renewable energy development, and biotechnology.
The push to expand this so-called “blue economy" comes at a time when the ecological health of the oceans is seriously degraded. Last year, the Economist's World Ocean Summit concluded with a resounding consensus that more needs to be done to protect and restore the world's seas, especially the high seas. Will blue growth help or harm efforts to achieve a healthier ocean ecosystem?
The U.N. has proposed ambitious sustainable development goals relating to ocean health. They include reducing pollution from agriculture run-off, decreasing untreated sewage and solid waste, rebuilding depleted fish stocks, and protecting and restoring natural habitats.
A healthy ocean ecosystem is a public good—both locally and globally. Mangroves, corals, and salt marshes protect  coastal towns from storms. Oceans store carbon and produce oxygen that benefits us all. And areas of high biodiversity support global fisheries and are essential for resilient and productive oceans.
These natural benefits can remain intact if nations encourage—and even require—participants in the blue economy to reinvest the economic capital created from that economy in the natural capital of marine and coastal ecosystems; namely by restoring degraded habitats, protecting healthy ones, and financing blue economy “greening" efforts.
Channeling the new wealth of a growing blue economy into projects that will build a healthier ocean will require new financial tools. For instance, a global ocean trust fund, eco taxes, or user fees could be managed at the global level (say the U.N., World Bank, or the Global Environmental Facility) or even at a regional level, perhaps through existing regional seas organisations.
But for now the blue economy needs to aim higher than merely to do no harm. Converting blue economic capital into blue natural capital can raise all boats and produce a healthier, more sustainable blue economy.

                       (http://www.economistinsights.com/opinion/blue-growth-beginning-or-endhealthier-ocean)
“Ones” em “protecting healthy ones” substitui a palavra:
Alternativas
Q519811 Inglês
                                                   Is blue growth the beginning or 
                                                        end of a healthier ocean?

March 17th 2015

Across the globe, countries are increasingly looking seaward in search of new economic opportunities, including oil, gas, and mineral extraction from the sea floor, renewable energy development, and biotechnology.
The push to expand this so-called “blue economy" comes at a time when the ecological health of the oceans is seriously degraded. Last year, the Economist's World Ocean Summit concluded with a resounding consensus that more needs to be done to protect and restore the world's seas, especially the high seas. Will blue growth help or harm efforts to achieve a healthier ocean ecosystem?
The U.N. has proposed ambitious sustainable development goals relating to ocean health. They include reducing pollution from agriculture run-off, decreasing untreated sewage and solid waste, rebuilding depleted fish stocks, and protecting and restoring natural habitats.
A healthy ocean ecosystem is a public good—both locally and globally. Mangroves, corals, and salt marshes protect  coastal towns from storms. Oceans store carbon and produce oxygen that benefits us all. And areas of high biodiversity support global fisheries and are essential for resilient and productive oceans.
These natural benefits can remain intact if nations encourage—and even require—participants in the blue economy to reinvest the economic capital created from that economy in the natural capital of marine and coastal ecosystems; namely by restoring degraded habitats, protecting healthy ones, and financing blue economy “greening" efforts.
Channeling the new wealth of a growing blue economy into projects that will build a healthier ocean will require new financial tools. For instance, a global ocean trust fund, eco taxes, or user fees could be managed at the global level (say the U.N., World Bank, or the Global Environmental Facility) or even at a regional level, perhaps through existing regional seas organisations.
But for now the blue economy needs to aim higher than merely to do no harm. Converting blue economic capital into blue natural capital can raise all boats and produce a healthier, more sustainable blue economy.

                       (http://www.economistinsights.com/opinion/blue-growth-beginning-or-endhealthier-ocean)
A palavra “good” em “A healthy ocean ecosystem is a public good” significa:
Alternativas
Q519810 Inglês
                                                   Is blue growth the beginning or 
                                                        end of a healthier ocean?

March 17th 2015

Across the globe, countries are increasingly looking seaward in search of new economic opportunities, including oil, gas, and mineral extraction from the sea floor, renewable energy development, and biotechnology.
The push to expand this so-called “blue economy" comes at a time when the ecological health of the oceans is seriously degraded. Last year, the Economist's World Ocean Summit concluded with a resounding consensus that more needs to be done to protect and restore the world's seas, especially the high seas. Will blue growth help or harm efforts to achieve a healthier ocean ecosystem?
The U.N. has proposed ambitious sustainable development goals relating to ocean health. They include reducing pollution from agriculture run-off, decreasing untreated sewage and solid waste, rebuilding depleted fish stocks, and protecting and restoring natural habitats.
A healthy ocean ecosystem is a public good—both locally and globally. Mangroves, corals, and salt marshes protect  coastal towns from storms. Oceans store carbon and produce oxygen that benefits us all. And areas of high biodiversity support global fisheries and are essential for resilient and productive oceans.
These natural benefits can remain intact if nations encourage—and even require—participants in the blue economy to reinvest the economic capital created from that economy in the natural capital of marine and coastal ecosystems; namely by restoring degraded habitats, protecting healthy ones, and financing blue economy “greening" efforts.
Channeling the new wealth of a growing blue economy into projects that will build a healthier ocean will require new financial tools. For instance, a global ocean trust fund, eco taxes, or user fees could be managed at the global level (say the U.N., World Bank, or the Global Environmental Facility) or even at a regional level, perhaps through existing regional seas organisations.
But for now the blue economy needs to aim higher than merely to do no harm. Converting blue economic capital into blue natural capital can raise all boats and produce a healthier, more sustainable blue economy.

                       (http://www.economistinsights.com/opinion/blue-growth-beginning-or-endhealthier-ocean)
Com relação ao texto, assinale V para a afirmativa verdadeira e F para a falsa.


  Concluiu-se em uma reunião que mais deve ser feito com relação à proteção e à recuperação dos oceanos.


  A economia azul se refere ao controle do ecossistema global como um todo.


  Participantes da economia azul devem reinvestir seu capital econômico no capital natural dos ecossistemas marinhos.


As afirmativas são respectivamente:



Alternativas
Q519809 Inglês
                                                   Is blue growth the beginning or 
                                                        end of a healthier ocean?

March 17th 2015

Across the globe, countries are increasingly looking seaward in search of new economic opportunities, including oil, gas, and mineral extraction from the sea floor, renewable energy development, and biotechnology.
The push to expand this so-called “blue economy" comes at a time when the ecological health of the oceans is seriously degraded. Last year, the Economist's World Ocean Summit concluded with a resounding consensus that more needs to be done to protect and restore the world's seas, especially the high seas. Will blue growth help or harm efforts to achieve a healthier ocean ecosystem?
The U.N. has proposed ambitious sustainable development goals relating to ocean health. They include reducing pollution from agriculture run-off, decreasing untreated sewage and solid waste, rebuilding depleted fish stocks, and protecting and restoring natural habitats.
A healthy ocean ecosystem is a public good—both locally and globally. Mangroves, corals, and salt marshes protect  coastal towns from storms. Oceans store carbon and produce oxygen that benefits us all. And areas of high biodiversity support global fisheries and are essential for resilient and productive oceans.
These natural benefits can remain intact if nations encourage—and even require—participants in the blue economy to reinvest the economic capital created from that economy in the natural capital of marine and coastal ecosystems; namely by restoring degraded habitats, protecting healthy ones, and financing blue economy “greening" efforts.
Channeling the new wealth of a growing blue economy into projects that will build a healthier ocean will require new financial tools. For instance, a global ocean trust fund, eco taxes, or user fees could be managed at the global level (say the U.N., World Bank, or the Global Environmental Facility) or even at a regional level, perhaps through existing regional seas organisations.
But for now the blue economy needs to aim higher than merely to do no harm. Converting blue economic capital into blue natural capital can raise all boats and produce a healthier, more sustainable blue economy.

                       (http://www.economistinsights.com/opinion/blue-growth-beginning-or-endhealthier-ocean)
O texto tem como foco principal uma:
Alternativas
Q519808 Português
Os nomes dos meses do ano têm a abreviatura oficial formada pelas três primeiras letras iniciais, seguidas de ponto. Um mês, porém, não é abreviado por ser inútil a sua abreviação, que é:
Alternativas
Q519807 Português
                                                                         CADERNETA DE POUPANÇA
      Um dos investimentos mais tradicionais dos brasileiros, a caderneta de poupança registrou a maior saída de recursos da história em fevereiro.
    De acordo com o Banco Central, os saques superaram os depósitos em R$ 6,263 bilhões no mês passado. É o pior resultado em 20 anos, quando o Banco Central iniciou o levantamento em 1995.
   O volume de fevereiro supera outro recorde, o de janeiro, quando o buraco entre retiradas e depósitos ficou em R$ 5,5 bilhões de reais.
      Entre os motivos que ajudam a explicar o aumento dos saques da caderneta de poupança estão o maior endividamento das famílias e a inflação mais elevada, fatores que levam os consumidores a usar o dinheiro guardado para honrar seus compromissos.
    Além disso, com a taxa de juros ainda mais alta, a aplicação se torna menos atrativa na comparação com outros tipos de investimentos. Para se ter uma ideia da intensidade da sangria na poupança, a soma das retiradas nos dois primeiros meses deste ano chega perto de R$ 12 bilhões reais. É o triplo das saídas no mesmo período de 2014.
“Além disso, com a taxa de juros ainda mais alta, a aplicação se torna menos atrativa na comparação com outros tipos de investimentos. Para se ter uma ideia da intensidade da sangria na poupança, a soma das retiradas nos dois primeiros meses deste ano chega perto de R$ 12 bilhões reais. É o triplo das saídas no mesmo período de 2014”.
A palavra desse segmento que está usada em sentido figurado é:
Alternativas
Q519806 Português
                                                                         CADERNETA DE POUPANÇA
      Um dos investimentos mais tradicionais dos brasileiros, a caderneta de poupança registrou a maior saída de recursos da história em fevereiro.
    De acordo com o Banco Central, os saques superaram os depósitos em R$ 6,263 bilhões no mês passado. É o pior resultado em 20 anos, quando o Banco Central iniciou o levantamento em 1995.
   O volume de fevereiro supera outro recorde, o de janeiro, quando o buraco entre retiradas e depósitos ficou em R$ 5,5 bilhões de reais.
      Entre os motivos que ajudam a explicar o aumento dos saques da caderneta de poupança estão o maior endividamento das famílias e a inflação mais elevada, fatores que levam os consumidores a usar o dinheiro guardado para honrar seus compromissos.
    Além disso, com a taxa de juros ainda mais alta, a aplicação se torna menos atrativa na comparação com outros tipos de investimentos. Para se ter uma ideia da intensidade da sangria na poupança, a soma das retiradas nos dois primeiros meses deste ano chega perto de R$ 12 bilhões reais. É o triplo das saídas no mesmo período de 2014.
Além disso, com a taxa de juros ainda mais alta, a aplicação se torna menos atrativa na comparação com outros tipos de investimentos. Para se ter uma ideia da intensidade da sangria na poupança, a soma das retiradas nos dois primeiros meses deste ano chega perto de R$ 12 bilhões reais. É o triplo das  saídas no mesmo período de 2014".
O termo sublinhado que tem seu valor semântico corretamente  dado é:
Alternativas
Q519805 Português
                                                                         CADERNETA DE POUPANÇA
      Um dos investimentos mais tradicionais dos brasileiros, a caderneta de poupança registrou a maior saída de recursos da história em fevereiro.
    De acordo com o Banco Central, os saques superaram os depósitos em R$ 6,263 bilhões no mês passado. É o pior resultado em 20 anos, quando o Banco Central iniciou o levantamento em 1995.
   O volume de fevereiro supera outro recorde, o de janeiro, quando o buraco entre retiradas e depósitos ficou em R$ 5,5 bilhões de reais.
      Entre os motivos que ajudam a explicar o aumento dos saques da caderneta de poupança estão o maior endividamento das famílias e a inflação mais elevada, fatores que levam os consumidores a usar o dinheiro guardado para honrar seus compromissos.
    Além disso, com a taxa de juros ainda mais alta, a aplicação se torna menos atrativa na comparação com outros tipos de investimentos. Para se ter uma ideia da intensidade da sangria na poupança, a soma das retiradas nos dois primeiros meses deste ano chega perto de R$ 12 bilhões reais. É o triplo das saídas no mesmo período de 2014.
“...fatores que levam os consumidores a usar o dinheiro guardado para honrar seus compromissos".
A expressão “honrar seus compromissos" significa:
Alternativas
Q519804 Português
                                                                         CADERNETA DE POUPANÇA
      Um dos investimentos mais tradicionais dos brasileiros, a caderneta de poupança registrou a maior saída de recursos da história em fevereiro.
    De acordo com o Banco Central, os saques superaram os depósitos em R$ 6,263 bilhões no mês passado. É o pior resultado em 20 anos, quando o Banco Central iniciou o levantamento em 1995.
   O volume de fevereiro supera outro recorde, o de janeiro, quando o buraco entre retiradas e depósitos ficou em R$ 5,5 bilhões de reais.
      Entre os motivos que ajudam a explicar o aumento dos saques da caderneta de poupança estão o maior endividamento das famílias e a inflação mais elevada, fatores que levam os consumidores a usar o dinheiro guardado para honrar seus compromissos.
    Além disso, com a taxa de juros ainda mais alta, a aplicação se torna menos atrativa na comparação com outros tipos de investimentos. Para se ter uma ideia da intensidade da sangria na poupança, a soma das retiradas nos dois primeiros meses deste ano chega perto de R$ 12 bilhões reais. É o triplo das saídas no mesmo período de 2014.
“Entre os motivos que ajudam a explicar o aumento dos saques da caderneta de poupança estão o maior endividamento das famílias e a inflação mais elevada, fatores que levam os consumidores a usar o dinheiro guardado para honrar seus compromissos”.
Deduz-se desse segmento do texto que:
Alternativas
Respostas
81: C
82: C
83: A
84: C
85: A
86: A
87: B
88: D
89: A
90: C
91: D
92: B
93: A
94: C
95: A
96: B
97: D
98: D
99: B
100: A