Questões Militares
Para engenheiro da computação
Foram encontradas 653 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
A respeito dos níveis RAID, analise as afirmações a seguir.
I. O RAID nível 0 refere-se a arrays de discos com distribuição no nível de blocos, mas sem nenhuma redundância.
II. O RAID nível 0 + 1 refere-se a uma combinação dos níveis de RAID 0 e 1. O RAID 0 fornece o desempenho, enquanto o RAID 1 fornece a confiabilidade.
III. O RAID nível 4, ou organização de paridade por blocos intercalados, usa a distribuição no nível de bloco, como no RAID 0, e, além disso, mantém um bloco de paridade em um disco separado para blocos correspondentes dos N outros discos.
IV. O RAID nível 3 apresenta duas vantagens sobre o nível 1. Em primeiro lugar, o overhead no armazenamento é maior, porque vários discos de paridade são necessários para vários discos comuns, enquanto um disco espelhado é necessário para cada disco no nível 1.
Está correto apenas o que se afirma em
Um sistema é composto por um número finito de recursos a serem distribuídos entre vários processos competidores. Um processo pode utilizar um recurso obedecendo somente a uma sequência.
A esse respeito, é correto afirmar que a sequência correta sob condições normais de operação é
O processo XP (Extreme Programming) entrega uma abordagem orientada a objetos como seu paradigma de desenvolvimento preferido e envolve um conjunto de regras e de práticas constantes no contexto de atividades metodológicas.
A atividade de planejamento no processo XP se inicia com a/o
Existem atividades metodológicas genéricas e argumentos afirmando que elas poderiam ser usadas para descrever qualquer modelo de processo de software.
A figura a seguir representa um desses processos.

A respeito da fase de elaboração desse processo, possuem a descrição correta a/o
Os firewalls são apenas uma adaptação moderna de uma antiga forma de segurança medieval.
Qual recurso medieval de guerra equivale à adaptação moderna de firewalls?
O software (como uma entidade completa ou como um incremento parcialmente efetivado) é entregue ao cliente, que avalia o produto e fornece feedback baseado na avaliação.
Essa atividade é compreendida em uma metodologia de processo genérica para engenharia de software para
Observe as seguintes definições de tabelas de alocação de registros.

A respeito das consultas SQL nas classes definidas, analise o código a seguir.
Select c.Nome, Count(*) as Qtde From Aluno c, Disciplina m Where c.Codigo=m.Codigo Group By c.Nome
O registro retornado pelo código de consulta SQL analisado é o da quantidade de
O objetivo da arquitetura de três esquemas é separar as aplicações do usuário do banco de dados físico. Nessa arquitetura, os esquemas podem ser definidos nos três níveis.
A esse respeito, é correto afirmar que o nível externo inclui visões do usuário?
O banco de dados existe primariamente para atender aos usuários finais e há várias categorias desses usuários.
A categoria que caracteriza os usuários finais paramétricos diz respeito àqueles que
Observe o código do programa a seguir, implementado na linguagem Java.

É correto afirmar que o programa descrito imprime
Na linguagem de programação Java, aplicam-se os operadores em expressões aritméticas em uma sequência precisa determinada pelas regras de precedência de operador, que são geralmente as mesmas que aquelas seguidas em álgebra.
A sequência correta de regras de precedência do operador de multiplicação é
Um objeto muitas vezes é referido como uma instância da sua classe.
A respeito dos softwares orientados a objetos, analise as afirmações a seguir.
I. Construir softwares de maneira morosa e onerosa continua a ser um objetivo definido.
II. Quase qualquer substantivo pode ser razoavelmente representado como um objeto de software.
III. Uma abordagem modular de projeto e de implementação orientados a objetos pode ser usada para maior produtividade.
IV. Objetos ou, mais precisamente, as classes de onde os objetos vêm são essencialmente componentes reutilizáveis de software.
Está correto apenas o que se afirma em
Leia, a tirinha a seguir.

(Disponível em: ˂https://www.institutonetclaroembratel.org.br/educacao/para-ensinar/planos-de-aula/vozes-verbais/˃ Acesso em 11 fev. 2019.)
Considerando a relação que o sujeito mantém com o verbo, está correto afirmar que, no primeiro quadrinho, a voz verbal é
Alfabeto de emojis
Antônio Prata*
1. “Paradoxalmente” – escreverá um historiador em 2218 – “foi a disseminação da escrita como principal forma de comunicação o que criou as condições para a sua própria morte”. O alfabeto latino, este fantástico conjunto de 26 letras que, combinadas infinitamente, podem nomear realidades tão distintas quanto “sol”, “schadenfreud” e “Argamassa Cimentcola Quartzolite”, começou sua lenta caminhada em direção ao brejo em setembro de 1982.
2. Foi ali, não muito depois da derrota do Brasil para a Itália de Paolo Rossi, que o cientista da computação Scott Fahlman sugeriu a colegas de Carnegie Mellon University, com os quais se comunicava online, usarem :) para distinguirem as piadas dos assuntos sérios. Mal sabia o tal Scott, criando essa possibilidade, que aquela inocente boca de parêntese era o protótipo da goela que viria a engolir quase 3.000 anos de alfabeto como se fosse uma sopa de letrinhas.
3. Os emoticons se espalharam pelo mundo de tal maneira que inundaram o ICQ, os chats e, principalmente, os celulares, mas nem todos os seres humanos aderiram imediatamente à moda. Alguns se recusaram por conservadorismo, alguns por uma burrice gráfica atávica que os impedia de compreender as imagens. [...]
4. Emoticons foram o início do fim, mas só o início. O coaxar dos sapos no brejo começou a incomodar mesmo com a chegada dos emojis. Confesso que, de novo, demorei pra entrar na onda. Desta vez não por desconhecimento, nem por burrice, mas por senso do ridículo. Quando que um adulto como eu iria mandar pra outro adulto um “smile” bicudo soltando um coração pelo canto da boca, como se fosse uma bola de chiclete? Nunca! “Nunca”, no caso, revelou-se estar a apenas uns cinco anos de distância da minha indignação.
5. Hoje eu mando coração pulsante pra contadora que me lembrou dos documentos do IR, mando John Travolta de roxo pro amigo que me pergunta se está confirmado o jantar na quinta e, se eu pagasse imposto sobre cada joia que envio daquele mãozão amarelo, não ia ter coração pulsante capaz de fazer minha contadora resolver a situação.
6. “Em meados do século 21” – escreverá o historiador de 2218 – “a humanidade abandonou o alfabeto e passou a se comunicar só por emojis”. A frase, claro, será toda escrita com emojis. Haverá tantos, iguaizinhos e tão variados, que será possível citar Shakespeare usando apenas desenhinhos. (Shakespeare, aliás, dá pra escrever. Imagem de milk-shake + duas chaves (keys) + pera (pear). Shake + keys + pear).
7. Teremos voltado ao tempo dos hieróglifos e não me assombra se as condições de vida regredirem às do antigo Egito, mas ninguém se importará, cada um de nós, hipnotizado pela tela que tantos apregoaram ser uma nova pedra de Roseta capaz de traduzir o mundo em nossas mãos, mas que no fim se revelou só um infernal e escravizante pergaminho. :-(
* Escritor e roteirista.
(Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2018/04/alfabeto-de-emojis.shtml>
Observe a passagem transcrita do quarto parágrafo da crônica.
“Quando que um adulto como eu iria mandar pra outro adulto um “smile” bicudo soltando um coração pelo canto da boca, como se fosse uma bola de chiclete? Nunca! “Nunca”, no caso, revelou-se estar a apenas uns cinco anos de distância da minha indignação.”
Considere as unidades lexicais destacadas e preencha corretamente as lacunas do texto.
Na primeira ocorrência, o termo “nunca” exerce a função sintática de _______________. Já na segunda, deve ser analisado como _______________ da última oração. No primeiro emprego, no que se refere à sua organização morfológica, trata-se de uma classe gramatical invariável denominada _______________.
A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é
Alfabeto de emojis
Antônio Prata*
1. “Paradoxalmente” – escreverá um historiador em 2218 – “foi a disseminação da escrita como principal forma de comunicação o que criou as condições para a sua própria morte”. O alfabeto latino, este fantástico conjunto de 26 letras que, combinadas infinitamente, podem nomear realidades tão distintas quanto “sol”, “schadenfreud” e “Argamassa Cimentcola Quartzolite”, começou sua lenta caminhada em direção ao brejo em setembro de 1982.
2. Foi ali, não muito depois da derrota do Brasil para a Itália de Paolo Rossi, que o cientista da computação Scott Fahlman sugeriu a colegas de Carnegie Mellon University, com os quais se comunicava online, usarem :) para distinguirem as piadas dos assuntos sérios. Mal sabia o tal Scott, criando essa possibilidade, que aquela inocente boca de parêntese era o protótipo da goela que viria a engolir quase 3.000 anos de alfabeto como se fosse uma sopa de letrinhas.
3. Os emoticons se espalharam pelo mundo de tal maneira que inundaram o ICQ, os chats e, principalmente, os celulares, mas nem todos os seres humanos aderiram imediatamente à moda. Alguns se recusaram por conservadorismo, alguns por uma burrice gráfica atávica que os impedia de compreender as imagens. [...]
4. Emoticons foram o início do fim, mas só o início. O coaxar dos sapos no brejo começou a incomodar mesmo com a chegada dos emojis. Confesso que, de novo, demorei pra entrar na onda. Desta vez não por desconhecimento, nem por burrice, mas por senso do ridículo. Quando que um adulto como eu iria mandar pra outro adulto um “smile” bicudo soltando um coração pelo canto da boca, como se fosse uma bola de chiclete? Nunca! “Nunca”, no caso, revelou-se estar a apenas uns cinco anos de distância da minha indignação.
5. Hoje eu mando coração pulsante pra contadora que me lembrou dos documentos do IR, mando John Travolta de roxo pro amigo que me pergunta se está confirmado o jantar na quinta e, se eu pagasse imposto sobre cada joia que envio daquele mãozão amarelo, não ia ter coração pulsante capaz de fazer minha contadora resolver a situação.
6. “Em meados do século 21” – escreverá o historiador de 2218 – “a humanidade abandonou o alfabeto e passou a se comunicar só por emojis”. A frase, claro, será toda escrita com emojis. Haverá tantos, iguaizinhos e tão variados, que será possível citar Shakespeare usando apenas desenhinhos. (Shakespeare, aliás, dá pra escrever. Imagem de milk-shake + duas chaves (keys) + pera (pear). Shake + keys + pear).
7. Teremos voltado ao tempo dos hieróglifos e não me assombra se as condições de vida regredirem às do antigo Egito, mas ninguém se importará, cada um de nós, hipnotizado pela tela que tantos apregoaram ser uma nova pedra de Roseta capaz de traduzir o mundo em nossas mãos, mas que no fim se revelou só um infernal e escravizante pergaminho. :-(
* Escritor e roteirista.
(Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2018/04/alfabeto-de-emojis.shtml>
Nem sempre, num dado texto, as palavras apresentam um único sentido, aquele encontrado no dicionário. Empregadas em determinados contextos, elas ganham novos sentidos, figurados, carregados de valores afetivos ou sociais. A comunicação é feita através das várias significações dos signos linguísticos. Quando transmitimos ou recebemos uma mensagem, seja por linguagem oral, escrita ou não verbal, estabelecemos comunicação. Sintonizados com esses conceitos, concluímos que, em uma língua, a conotação e a denotação são as variações de significados que ocorrem no signo linguístico.
A esse respeito, releia os dois primeiros parágrafos do texto. Sobre eles, é correto afirmar que as palavras ou expressões estão empregadas denotativamente em
Alfabeto de emojis
Antônio Prata*
1. “Paradoxalmente” – escreverá um historiador em 2218 – “foi a disseminação da escrita como principal forma de comunicação o que criou as condições para a sua própria morte”. O alfabeto latino, este fantástico conjunto de 26 letras que, combinadas infinitamente, podem nomear realidades tão distintas quanto “sol”, “schadenfreud” e “Argamassa Cimentcola Quartzolite”, começou sua lenta caminhada em direção ao brejo em setembro de 1982.
2. Foi ali, não muito depois da derrota do Brasil para a Itália de Paolo Rossi, que o cientista da computação Scott Fahlman sugeriu a colegas de Carnegie Mellon University, com os quais se comunicava online, usarem :) para distinguirem as piadas dos assuntos sérios. Mal sabia o tal Scott, criando essa possibilidade, que aquela inocente boca de parêntese era o protótipo da goela que viria a engolir quase 3.000 anos de alfabeto como se fosse uma sopa de letrinhas.
3. Os emoticons se espalharam pelo mundo de tal maneira que inundaram o ICQ, os chats e, principalmente, os celulares, mas nem todos os seres humanos aderiram imediatamente à moda. Alguns se recusaram por conservadorismo, alguns por uma burrice gráfica atávica que os impedia de compreender as imagens. [...]
4. Emoticons foram o início do fim, mas só o início. O coaxar dos sapos no brejo começou a incomodar mesmo com a chegada dos emojis. Confesso que, de novo, demorei pra entrar na onda. Desta vez não por desconhecimento, nem por burrice, mas por senso do ridículo. Quando que um adulto como eu iria mandar pra outro adulto um “smile” bicudo soltando um coração pelo canto da boca, como se fosse uma bola de chiclete? Nunca! “Nunca”, no caso, revelou-se estar a apenas uns cinco anos de distância da minha indignação.
5. Hoje eu mando coração pulsante pra contadora que me lembrou dos documentos do IR, mando John Travolta de roxo pro amigo que me pergunta se está confirmado o jantar na quinta e, se eu pagasse imposto sobre cada joia que envio daquele mãozão amarelo, não ia ter coração pulsante capaz de fazer minha contadora resolver a situação.
6. “Em meados do século 21” – escreverá o historiador de 2218 – “a humanidade abandonou o alfabeto e passou a se comunicar só por emojis”. A frase, claro, será toda escrita com emojis. Haverá tantos, iguaizinhos e tão variados, que será possível citar Shakespeare usando apenas desenhinhos. (Shakespeare, aliás, dá pra escrever. Imagem de milk-shake + duas chaves (keys) + pera (pear). Shake + keys + pear).
7. Teremos voltado ao tempo dos hieróglifos e não me assombra se as condições de vida regredirem às do antigo Egito, mas ninguém se importará, cada um de nós, hipnotizado pela tela que tantos apregoaram ser uma nova pedra de Roseta capaz de traduzir o mundo em nossas mãos, mas que no fim se revelou só um infernal e escravizante pergaminho. :-(
* Escritor e roteirista.
(Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2018/04/alfabeto-de-emojis.shtml>
“Alfabeto de emojis” é uma crônica jornalística, gênero textual caracterizado pela leveza da narrativa e que geralmente extrai do cotidiano a sua inspiração.
A esse respeito, avalie algumas características que podem ser identificadas especificamente nesse texto.
I. O engajamento público.
II. O onírico como tema central.
III. A presença de discurso crítico.
IV. A comunicação em transformação.
V. A fundamentação apenas em fatos fictícios.
Está correto apenas o que se afirma e
Conforme a descrição do gerenciamento de recursos humanos no CobiT 4.1, esse processo é crítico porque a governança e o ambiente de controle de dados são altamente dependentes da motivação e da competência das pessoas.
Com planejamento e organização no gerenciamento dos recursos humanos de TI, é possível manter e motivar uma força de trabalho competente para criação e entrega de serviços para o negócio ser alcançado seguindo práticas definidas de avaliação de