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Q1778919 Geografia

Observe a figura que representa o uso mundial de água por três setores entre 1940 a 2000.


Imagem associada para resolução da questão

(Ricardo Hirata. Recursos Hídricos.

In: W. Teixeira. et al. (org.). Decifrando a Terra. São Paulo:

Companhia Editora Nacional, 2000. Adaptado)


Os totais indicados com as letras A, B e C representam, respectivamente, os consumos de água mundial pelos setores:

Alternativas
Q1778914 Geografia

Analise o gráfico para responder à questão.


Transição demográfica (1920-2010)

Imagem associada para resolução da questão

(H. Théry e N. A. Mello-Théry. Atlas do Brasil: disparidades

e dinâmicasdo território. São Paulo: Edusp, 2018. Adaptado)


A leitura do gráfico e os conhecimentos sobre a dinâmica demográfica brasileira permitem afirmar que

Alternativas
Q1778266 Português
    Eu chamo-me Teodoro – e fui amanuense do Ministério do Reino.
    Nesse tempo vivia eu _______ Travessa da Conceição, no 106, na casa de hóspedes da D. Augusta, _______  esplêndida D. Augusta, viúva do major Marques. Tinha dois companheiros: o Cabrita, empregado na Administração do Bairro Central, esguio e amarelo como uma tocha de enterro; e o possante, o exuberante tenente Couceiro, grande tocador de viola francesa.
    A minha existência era bem equilibrada e suave. Toda semana, _______ de manga de lustrina1 _______ carteira da minha repartição, ia lançando, numa formosa letra cursiva, sobre o papel Tojal do Estado, estas frases fáceis: “Ilmo. e Exmo. Sr. – Tenho a honra de comunicar _______ V.Ex.a … Tenho a honra de passar _______ mãos de V.Ex.a , Ilmo. e Exmo. Sr…”

(Eça de Queirós. O mandarim)

1Tecido de algodão, seda ou lã, tratado para ter uma aparência lustrosa e inflexível.
Observe as passagens:
•  … esplêndida D. Augusta, viúva do major Marques. (2° parágrafo) •  … ia lançando, numa formosa letra cursiva, sobre o papel Tojal do Estado, estas frases fáceis… (3° parágrafo)
Emprega-se a vírgula para separar as passagens destacadas, que funcionam no período, respectivamente, como:
Alternativas
Q1778265 Português
    Eu chamo-me Teodoro – e fui amanuense do Ministério do Reino.
    Nesse tempo vivia eu _______ Travessa da Conceição, no 106, na casa de hóspedes da D. Augusta, _______  esplêndida D. Augusta, viúva do major Marques. Tinha dois companheiros: o Cabrita, empregado na Administração do Bairro Central, esguio e amarelo como uma tocha de enterro; e o possante, o exuberante tenente Couceiro, grande tocador de viola francesa.
    A minha existência era bem equilibrada e suave. Toda semana, _______ de manga de lustrina1 _______ carteira da minha repartição, ia lançando, numa formosa letra cursiva, sobre o papel Tojal do Estado, estas frases fáceis: “Ilmo. e Exmo. Sr. – Tenho a honra de comunicar _______ V.Ex.a … Tenho a honra de passar _______ mãos de V.Ex.a , Ilmo. e Exmo. Sr…”

(Eça de Queirós. O mandarim)

1Tecido de algodão, seda ou lã, tratado para ter uma aparência lustrosa e inflexível.
Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:
Alternativas
Q1778263 Português
Entrega em domicílio

    Não sei quando será, mas não deve demorar. O lugar? Qualquer grande cidade brasileira. Noite. É cedo, mas não se veem carros nas ruas nem gente nas calçadas. Só o que se vê são motociclistas. Suas motocicletas têm caixas atrás, para carregar os pedidos. São entregadores. Motoboys. Teleboys. Eles se cruzam nas ruas vazias, em disparada. Como os carros não saem mais à noite, e os motociclistas não os respeitam mesmo, os faróis semafóricos não funcionam. O amarelo fica piscando a noite inteira, e nos cruzamentos a preferência é dos entregadores mais corajosos. Há várias batidas e pelo menos um morto por noite. Mas o número de motociclistas nas ruas não para de crescer.
    A população não sai mais de casa. Tudo é pedido pelo telefone. Os restaurantes despediram seus garçons e trocaram por motoboys. Telegarçons. Se você quiser um jantar fino à luz de velas, com vários pratos, sobremesa e vinho, existem serviços de entrega para tudo. Um entrega os pratos finos. Outro a sobremesa. Outro os vinhos. Outro a toalha de linho, os talheres e as flores. E já há um de televelas.
    Como as pessoas não saem à noite e ninguém mais vai jantar na casa de ninguém, há uma cooperativa que se prontifica a mandar os próprios teleboys como convidados a jantares finos. A Telenós. Você especifica o tipo de conversa que quer à mesa – mais ou menos intelectual, divertida, política, variada etc. – e na hora marcada chegam os telecomensais, no número e com o traje que você quiser. Eles comem, conversam, elogiam os anfitriões e vão embora ou, por um adicional, limpam a cozinha.
    Os motoboys dominam a noite e desenvolveram uma cultura própria. Têm seu folclore, seus mitos, seus heróis.
    Não sei quando será, mas não deve demorar.

(Luis Fernando Veríssimo [org. Adriana Falcão e Isabel Falcão],
“Entrega em domicílio”. Ironias do tempo, 2018. Adaptado)
Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de concordância nominal.
Alternativas
Q1778258 Português
Tudo, menos uma estrela

    O velho jazz está sendo ceifado pela Covid-19. Depois do pianista Ellis Marsalis e do guitarrista Bucky Pizzarelli, foi a vez, na semana passada, do saxofonista Lee Konitz, ainda na ativa aos 92 anos. Os jornais deram a sua morte não por ter sido um grande músico, mas por “ter tocado com Miles Davis”, nos discos de um revolucionário noneto1 que, em 1949-50, lançou o cool jazz2 . Era um estilo com raízes na big band3 de Claude Thornhill, de onde tinham saído, além de Lee, o sax-barítono Gerry Mulligan e o arranjador Gil Evans, todos no noneto. Mas só Miles levou a fama.
    Lee foi dos poucos sax-altos nascidos no bebop4 que não tentaram copiar Charlie Parker. Suas frases longas e sem vibrato eram a antítese de Parker. E, desde então, sempre esteve na contramão do jazz, gravando discos em que tocava sozinho, ou com um trio sem piano ou com uma orquestra de 90 figuras.
    Ele era tudo, menos uma estrela do jazz. Nunca teve agente ou assessor de imprensa e, ao morrer, devia ser o único músico do mundo sem email. O incrível é que, avesso a qualquer carreira comercial, tenha gravado tanto. Levantei sua discografia e, de 1949 a 2018, contei 95 álbuns como líder. Somando-se os de que só participou, são mais setenta.

(Ruy Castro, “Tudo, menos uma estrela”. Folha de S.Paulo,
27.04.2020. Adaptado)

1 Conjunto formado por nove músicos.
2 Estilo que se caracteriza por ser, na maioria das vezes, uma música mais lenta e mais melancólica. Há mais espaços na música, ela é mais estendida, e menos notas são tocadas.
3 Indica um grande grupo instrumental associado ao jazz. Constitui-se, basicamente, de 12 a 25 músicos e contém primordialmente 4 tipos de instrumentos.
4 Representa uma das correntes mais influentes do jazz. Seu nome provém da onomatopeia feita ao imitar o som de martelos que batiam no metal na construção das ferrovias americanas, gerando uma “melodia” cheia de pequenas notas.
Na frase que encerra o primeiro parágrafo – Mas só Miles levou a fama. –, a conjunção destacada
Alternativas
Q1778255 Português
Tudo, menos uma estrela

    O velho jazz está sendo ceifado pela Covid-19. Depois do pianista Ellis Marsalis e do guitarrista Bucky Pizzarelli, foi a vez, na semana passada, do saxofonista Lee Konitz, ainda na ativa aos 92 anos. Os jornais deram a sua morte não por ter sido um grande músico, mas por “ter tocado com Miles Davis”, nos discos de um revolucionário noneto1 que, em 1949-50, lançou o cool jazz2 . Era um estilo com raízes na big band3 de Claude Thornhill, de onde tinham saído, além de Lee, o sax-barítono Gerry Mulligan e o arranjador Gil Evans, todos no noneto. Mas só Miles levou a fama.
    Lee foi dos poucos sax-altos nascidos no bebop4 que não tentaram copiar Charlie Parker. Suas frases longas e sem vibrato eram a antítese de Parker. E, desde então, sempre esteve na contramão do jazz, gravando discos em que tocava sozinho, ou com um trio sem piano ou com uma orquestra de 90 figuras.
    Ele era tudo, menos uma estrela do jazz. Nunca teve agente ou assessor de imprensa e, ao morrer, devia ser o único músico do mundo sem email. O incrível é que, avesso a qualquer carreira comercial, tenha gravado tanto. Levantei sua discografia e, de 1949 a 2018, contei 95 álbuns como líder. Somando-se os de que só participou, são mais setenta.

(Ruy Castro, “Tudo, menos uma estrela”. Folha de S.Paulo,
27.04.2020. Adaptado)

1 Conjunto formado por nove músicos.
2 Estilo que se caracteriza por ser, na maioria das vezes, uma música mais lenta e mais melancólica. Há mais espaços na música, ela é mais estendida, e menos notas são tocadas.
3 Indica um grande grupo instrumental associado ao jazz. Constitui-se, basicamente, de 12 a 25 músicos e contém primordialmente 4 tipos de instrumentos.
4 Representa uma das correntes mais influentes do jazz. Seu nome provém da onomatopeia feita ao imitar o som de martelos que batiam no metal na construção das ferrovias americanas, gerando uma “melodia” cheia de pequenas notas.
As informações do texto permitem concluir que Lee Konitz
Alternativas
Q1778252 Português

Leia a tira para responder à questão.


(M. Schulz, “Minduim Charles”. Em: https://cultura.estadao.com.br/

quadrinhos, 09.07.2020)

As informações verbais e não verbais do último quadrinho sugerem que o personagem
Alternativas
Q1778250 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas conforme a ortografia oficial.
Alternativas
Q1778244 Português

Leia a tira para responder à questão.


(Mauricio de Sousa. Turma da Mônica. http://turmadamonica.uol.com.br/ donasdarua/hqs.php. Acesso em 08.07.2020)

Considerando as “formas de introdução de referentes no modelo textual”, conforme Koch e Elias (2011, p.127- 135), há, na sequência do primeiro para o segundo quadrinho, um processo de progressão referencial que se identifica como um uso de
Alternativas
Q1778243 Português

Leia a tira para responder à questão.


(Mauricio de Sousa. Turma da Mônica. http://turmadamonica.uol.com.br/ donasdarua/hqs.php. Acesso em 08.07.2020)

Na relação entre Mônica e Cebolinha, o segundo quadrinho apresenta um
Alternativas
Q1778242 Português

Para a questão, considere a tirinha “Mocoronga vírus”. 



(https://nanquim.com.br/category/tirinhas/. Acesso em 08.07.2020)

Segundo Travaglia (In: Marquesi, Pauliukonis e Elias, 2017, p. 75), “O cruzamento ou fusão ocorre quando dois ou mais tipos de textos de tipologias diferentes ocupam o mesmo espaço textual”.
Desse modo, é correto dizer que a composição da tirinha, além de imagens visuais, faz-se, predominantemente, por um cruzamento de tipos
Alternativas
Q1778237 Português

Veja: Os professores sairão mais valorizados desta pandemia?


Alexandre Schneider: Será importante a retomada do respeito pela profissão, da autoridade do professor em sala de aula. Obviamente, quando os pais participam, a escola fica melhor. Mas a participação deles tem de ser na melhora no coletivo. Entretanto muitos atravessam a fronteira e entendem que eles têm de dizer como o professor deve exercer o seu ofício. Ou, mais grave, entendem que o professor não tem o direito de chamar a atenção de um estudante. Talvez este seja um bom momento de reflexão. Estamos vendo com os nossos filhos como é difícil colocá-los na frente de um computador ou de um tablet para as tarefas escolares.


(Alexandre Schneider. Enem deveria ser transferido para o meio do ano que

vem. Veja São Paulo, 8 de julho de 2020, p.15. Adaptado)

É correto dizer que Schneider propõe que os pais
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Q1778231 Pedagogia
Assinale a alternativa correta a partir dos conceitos de aprendizagem e desenvolvimento para Piaget.
Alternativas
Q1778086 Inglês
   Leia os dois parágrafos a seguir para responder à questão.


   An international student who majors in engineering drops by the engineering department office and asks the secretary, “Can you tell me where the English department is?” The secretary smiles and responds, “I don’t know, actually. It’s probably somewhere in the Humanities Building. Do you have a campus map?” The student turns around and leaves. The secretary is taken aback and feels slightly uncomfortable. She wonders why the student left so abruptly.
    (...)
    People who interact with ESL students have commented that some seem to express gratitude excessively for small considerations, even to the point of embarrassing the person they are speaking. Others seem downright rude because they do not say thank you when they are expected to.

(Celce-Murcia, M. 2001.)
Harmer, J. (2007) e Celce-Murcia, M. (2001) descrevem diferentes tipos de testes, cada qual com seus objetivos. Um “achievement test”, por exemplo, será capaz de verificar
Alternativas
Q1778082 Inglês
   Leia os dois parágrafos a seguir para responder à questão.


   An international student who majors in engineering drops by the engineering department office and asks the secretary, “Can you tell me where the English department is?” The secretary smiles and responds, “I don’t know, actually. It’s probably somewhere in the Humanities Building. Do you have a campus map?” The student turns around and leaves. The secretary is taken aback and feels slightly uncomfortable. She wonders why the student left so abruptly.
    (...)
    People who interact with ESL students have commented that some seem to express gratitude excessively for small considerations, even to the point of embarrassing the person they are speaking. Others seem downright rude because they do not say thank you when they are expected to.

(Celce-Murcia, M. 2001.)
A relação entre os dois parágrafos permite perceber que o mal entendido no episódio narrado no primeiro parágrafo provavelmente foi causado por
Alternativas
Q1778074 Inglês
Read the text below and answer the question.


Thought-in-Action Links

     It is important to recognize that methods link thoughts and actions, because teaching is not entirely about one or the other. As a teacher of language, you have thoughts about your subject matter – what language is, what culture is – and about your students – who they are as learners and how it is they learn. You also have thoughts about yourself as a teacher and what you can do to help your students to learn. Many of your thoughts have been formed by your own experience as a language learner. With this awareness, you are able to examine why you do what you do and perhaps choose to think about or do things differently.
    As an example, let us relate an anecdote about a teacher with whom Diane Larsen-Freeman was working some time ago. From her study of methods in Stevick (1980), Heather (not her real name) became interested in how to work with teacher control and student initiative in her teaching. She determined that during her student teaching internship, she would exercise less control of the lesson in order to encourage her students to take more initiative, and have them impose the questions in the classroom, since so often it is the teacher who asks all the questions, not the students.
    However, she felt that the students were not taking the initiative, but she could not see what was wrong. When Diane Larsen Freeman, who was her supervisor, visited her class, she observed the following:
HEATHER: Juan, ask Anna what she is wearing.
JÜAN: What are you wearing?
ANNA: I am wearing a dress.
HEATHER: Anna, ask Muriel what she is writing.
ANNA: What are you writing?
MÜRIEL: I am writing a letter.
    This pattern continued for some time. It was clear to see that Heather had successfully avoided the common problem of the teacher asking all the questions in the class. The teacher was not asking the questions – the students were. However, Heather had not achieved her goal of encouraging student initiative.

(Larsen-Freeman, D. 2000. Adaptado) 
In the simple past and past participle, regular verbs may be pronounced in three different ways: /t/, /d/ or /id/. The verb taken from the second paragraph that is pronounced with an extra syllable /id/ in one of those forms is:
Alternativas
Q1778073 Inglês
Read the text below and answer the question.


Thought-in-Action Links

     It is important to recognize that methods link thoughts and actions, because teaching is not entirely about one or the other. As a teacher of language, you have thoughts about your subject matter – what language is, what culture is – and about your students – who they are as learners and how it is they learn. You also have thoughts about yourself as a teacher and what you can do to help your students to learn. Many of your thoughts have been formed by your own experience as a language learner. With this awareness, you are able to examine why you do what you do and perhaps choose to think about or do things differently.
    As an example, let us relate an anecdote about a teacher with whom Diane Larsen-Freeman was working some time ago. From her study of methods in Stevick (1980), Heather (not her real name) became interested in how to work with teacher control and student initiative in her teaching. She determined that during her student teaching internship, she would exercise less control of the lesson in order to encourage her students to take more initiative, and have them impose the questions in the classroom, since so often it is the teacher who asks all the questions, not the students.
    However, she felt that the students were not taking the initiative, but she could not see what was wrong. When Diane Larsen Freeman, who was her supervisor, visited her class, she observed the following:
HEATHER: Juan, ask Anna what she is wearing.
JÜAN: What are you wearing?
ANNA: I am wearing a dress.
HEATHER: Anna, ask Muriel what she is writing.
ANNA: What are you writing?
MÜRIEL: I am writing a letter.
    This pattern continued for some time. It was clear to see that Heather had successfully avoided the common problem of the teacher asking all the questions in the class. The teacher was not asking the questions – the students were. However, Heather had not achieved her goal of encouraging student initiative.

(Larsen-Freeman, D. 2000. Adaptado) 
The title of the text “Thought-in-Action Links” is an example of a noun phrase in English. It is correct to state about noun phrases that they
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Q1778060 Inglês
   Leia o texto e responda à questão.

     The discussion of the worldliness of English (…) suggests that it is impossible to separate English from its many contexts, and therefore, that the idea that it might be possible to ‘just teach the language’ - is (…) indefensible. (…) To teach is to be caught up in an array of questions concerning curriculum, educational systems and classroom practices: (1) whose knowledges and cultures are given credence? (2) to what extent does an educational system reproduce social and cultural inequalities? And (3) what understandings of language, culture, education, authority, knowledge or communication do we assume in our teaching?

(PENNYCOOK, A. The cultural politics of English as an international language. Adaptado). 
A discussão de Pennycook sobre “just teach the language” vai ao encontro do debate sobre multiletramentos feito por Rojo e Moura em seu livro, uma vez que os autores entendem que, para ensinar na área, é preciso que o(a) professor(a)
Alternativas
Q1778058 Inglês
   Read the following extract and answer question.

     The disjunction between method as conceptualized by theorists and method as conducted by teachers is the direct consequence of the inherent limitations of the concept of method itself. First and foremost, methods are based on idealized concepts geared toward idealized contexts. Since language learning and teaching needs, wants, and situations are unpredictably numerous, no idealized method can visualize all the variables in advance in order to provide situation-specific suggestions that practicing teachers so clearly need in order to tackle the challenges they confront every day of their professional lives. As a predominantly topdown exercise, the conception and construction of methods have been largely guided by a one-size-fits-all (…) approach that assumes a common clientele with common goals.

(KUMARAVADIVELU, B. Beyond methods:
macrostrategies for language teaching. Adapted)
Kumaravadivelu states that there are over 15 methods for Second and Foreign Language (L2) teaching, which he divides into three categories, i.e. language-centered, learner-centered and learning-centered methods, as seen, respectively, in alternative:
Alternativas
Respostas
441: E
442: A
443: D
444: B
445: C
446: E
447: E
448: E
449: D
450: B
451: E
452: C
453: C
454: E
455: E
456: A
457: A
458: C
459: C
460: B