Questões Militares
Para médico cirurgião geral
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I. A técnica de "no touch" é utilizada em alguns tipos de câncer, como sarcomas, para evitar a disseminação de células tumorais durante a ressecção.
II. A radioterapia intraoperatória (IORT) pode ser utilizada em alguns tipos de câncer, como o câncer de mama e o câncer de reto, para administrar altas doses de radiação diretamente no leito tumoral, minimizando a exposição dos tecidos sadios.
III. A cirurgia citorredutora com quimioterapia intraperitoneal (CRS-HIPEC) está contraindicada em pacientes com metástases hepáticas.
IV. A linfadenectomia D3 está indicada no tratamento do câncer gástrico, mesmo em tumores precoces, para garantir o controle locorregional da doença.
Estão corretas apenas as afirmativas:
I. A herniorrafia inguinal com anestesia local é contraindicação absoluta em pacientes idosos com comorbidades significativas.
II. No reparo da hérnia femoral, o ligamento de Cooper é um ponto de fixação importante, que aumenta a resistência do reparo.
III. O uso de telas de polipropileno em herniorrafias está associado a alto risco de infecção e rejeição, sendo contraindicado em pacientes imunocomprometidos.
IV. Na abordagem laparoscópica da hérnia femoral, o reparo com tela deve incluir o fechamento do orifício femoral para prevenir recidivas futuras.
Estão corretas apenas as afirmativas
I. A hérnia interna é uma complicação comum após o bypass gástrico em Y de Roux, geralmente se manifestando por meio de dor abdominal aguda e intermitente, frequentemente localizada no epigástrio. A tomografia computadorizada com contraste oral é o exame de imagem de escolha para o diagnóstico.
II. A estenose da anastomose gastrojejunal após bypass gástrico em Y de Roux é uma complicação frequente, com sintomas como náuseas, vômitos e disfagia. O tratamento inicial geralmente envolve dilatação endoscópica com balão, podendo ser necessária a revisão cirúrgica em casos refratários.
III. As úlceras marginais, que ocorrem próximas à anastomose gastrojejunal após bypass gástrico em Y de Roux, podem resultar em sangramento gastrointestinal. O tratamento inicial geralmente é clínico, com inibidores da bomba de prótons em altas doses, sendo a cirurgia reservada para casos de sangramento persistente ou recorrente, apesar do tratamento clínico adequado.
IV. A perfuração de úlcera marginal após bypass gástrico em Y de Roux é uma complicação grave que exige intervenção cirúrgica imediata. O tratamento cirúrgico geralmente envolve revisão e reconstrução da anastomose gastrojejunal junto com ressecção da úlcera e colocação de dreno abdominal.
Estão corretas apenas as afirmativas: