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Q2015664 Medicina
Paciente de 35 anos, vítima de colisão bicicletacarro, chega ao pronto-socorro taquicárdico, hipotenso, dentificação no tempo de enchimento capilar e dor abdominal. Após atendimento inicial, mantém-se instável. Ultrassom FAST à beira do leito evidencia líquido livre em espaço esplenorrenal e hepatorrenal.
Qual é a melhor conduta perante o caso?
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Q2015663 Medicina
Paciente, vítima de múltiplos ferimentos de arma de fogo em região abdominal, chega à emergência instável hemodinamicamente. Após medidas de ressuscitação, é encaminhado ao centro cirúrgico ainda instável. Após abertura da cavidade, evidencia-se lesão transfixante hepática em segmentos VIII e IV com sangramento ativo, lesão transfixante gástrica associada à lesão de pâncreas, lesão transfixante em colo transverso. Diante desse caso, a melhor abordagem no momento é
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Q2015662 Medicina
Paciente do sexo feminino, 56 anos, durante cirurgia laparoscópica de colecistectomia devido à colecistite, apresenta taquicardia e hipotensão refratária ao uso de vasopressor. Após desconfecção de pneumoperitônio, evidenciou-se veia hepática sangrante, a qual não havia sido evidenciada no momento da cirurgia. Após investigação, chegou-se à conclusão que tratavase de embolia gasosa. Nesse caso, qual é o melhor tratamento diante desse diagnóstico? 
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Q2015661 Medicina
Paciente do sexo feminino, 35 anos, com queixa de pirose, globus faríngeo, tosse e rouquidão. Fez uso de inibidor de bomba de prótons por 6 meses sem melhora dos sintomas. Nesse caso, qual seria a melhor proposta cirúrgica terapêutica? 
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Q2015660 Medicina
Paciente do sexo masculino, etilista, vem ao pronto atendimento devido à dor torácica intensa após vômitos.
Após investigação diagnóstica, evidenciou-se presença de ruptura completa da parede esofágica. A essa patologia dá-se o nome de
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Q2015659 Medicina
Em relação ao tratamento da acalasia, são opções terapêuticas, EXCETO 
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Q2015658 Medicina
Paciente do sexo masculino, 40 anos, vem ao ambulatório com queixa de disfagia progressiva, perda de peso, pirose e tosse noturna. Durante investigação diagnóstica, foi solicitado esofagomanometria, a qual teve como achado: relaxamento incompleto do esfíncter esofágico inferior. Tal achado é característico de qual doença? 
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Q2015657 Medicina
Mulher de 65 anos, histerectomia há 20 anos, com queixa de parada de eliminação de fezes e flatos há 3 dias, e vômitos há 1 dia. Abdome globoso, distendido, dor à palpação profunda, sem dor à descompressão, ruídos hidroaéreos aumentados, toque retal sem presença de fezes em dedo de luva; leucograma com 8.000 leucócitos sem desvio à esquerda. Qual é o melhor manejo inicial para essa paciente?
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Q2015656 Medicina
Homem de 50 anos, cirrótico, chega à sala de emergência devido a hematêmese volumosa há 2 horas. Ao exame físico, descorado, taquicárdico, Glasgow 8. São realizadas medidas iniciais de suporte, via aérea invasiva, ressuscitação volêmica, hemoconcentrados e drogas vasoativas, porém sem sucesso. Qual é a provável etiologia da hemorragia digestiva do paciente e qual é a melhor conduta perante o caso? 
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Q2015655 Medicina
Paciente do sexo masculino de 67 anos é admitido na sala de emergência devido a hematêmese volumosa há 2 horas. Após realização de medidas de suporte iniciais, esse paciente foi submetido à endoscopia digestiva alta, a qual revelou úlcera em pequena curvatura, de aproximadamente 1 cm, com coto vascular visível. Qual é a classificação de Forrest e o risco de ressangramento da lesão? 
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Q2015654 Medicina
Homem de 55 anos, tabagista e etilista vem ao pronto atendimento com queixa de dor abdominal intensa, com início há 12 horas. Ao exame físico, apresenta-se hipocorado, taquicárdico, abdome rígido, dor difusa à palpação profunda e superficial, com dor à descompressão. É realizada laparotomia exploradora, evidenciando-se úlcera pré-pilórica perfurada com aproximadamente 2 cm de diâmetro.
Diante do quadro, qual é a melhor conduta a tomar? 
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Q2015653 Medicina
Mulher de 65 anos vem ao pronto atendimento com queixa de dor abdominal súbita, de forte intensidade, em região epigástrica, associada a náuseas e vômitos. Ao exame físico, encontra-se descorada e taquicárdica, com dor à palpação superficial e profunda do abdome, há presença de timpanismo à percussão de hipocôndrio direito. Paciente com histórico de uso crônico de AINEs devido à lombalgia crônica.
Qual é o sinal semiológico descrito no exame físico e qual é o provável diagnóstico sindrômico da paciente?
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Q2015652 Medicina
Homem de 85 anos realizou esofagograma baritado devido a queixas de disfagia. Chegou-se à conclusão de que se trata de um divertículo de Zenker de aproximadamente 5 cm. Quais são os limites anatômicos do divertículo de Zenker e qual é a sua classificação quanto ao tamanho? 
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Q2015651 Medicina
Paciente de 78 anos apresenta queixa de disfagia, tosse e halitose. Os sintomas tiveram início há aproximadamente 4 anos, com piora progressiva desde então. Foi realizado exame de endoscopia digestiva alta, a qual evidenciou presença de divertículo faringoesofágico de aproximadamente 5 cm de diâmetro, na parede posterior.
Qual é a principal hipótese diagnóstica e qual é o melhor exame para identificar essa patologia?
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Q1964968 História e Geografia de Estados e Municípios
Na contemporaneidade, a cultura negra no estado de Goiás se faz presente de forma mais notável por meio das festividades e da religiosidade de matrizes afro. A luta por respeito à identidade negra e à cultura tem raízes no processo escravista que levou à criação de diversos quilombos no Estado. Dentre os principais quilombos e comunidades negras em Goiás, podem ser citados 
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Q1964967 História e Geografia de Estados e Municípios
Apesar do antecedente da pecuária, a mineração é considerada o marco fundante da colonização em Goiás. Sobre a colonização e o povoamento de Goiás, assinale a alternativa correta.
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Q1964966 Redação Oficial
Sobre o padrão ofício, assinale a alternativa correta.
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Q1964965 Português

“TUDO ERRADO, MAS TUDO BEM”


Em 1977, um cientista da Exxon alertou os diretores da petroleira americana sobre a iminência do aquecimento global. A reação da companhia? Criar o negacionismo

Por Salvador Nogueira


        É difícil precisar quando nasceu o negacionismo sobre a mudança climática. Mas dá para dizer que ele surgiu de mãos dadas com a própria constatação do aquecimento global.

        Era 1977. O tema era quase desconhecido do público, e os maiores interessados no fenômeno, as companhias de petróleo, queriam saber o quanto deviam se preocupar com ele. James Black, cientista sênior da Exxon, trouxe uma mensagem reta aos diretores da petroleira. Avisou que havia um consenso científico de que a maneira mais provável pela qual a humanidade está influenciando o clima é por meio da liberação de CO2 com a queima de combustíveis fósseis.

        No ano seguinte, 1978, ele já alertava que a duplicação da quantidade de CO2 na atmosfera elevaria as temperaturas médias globais em dois a três graus – número consistente com o consenso atual.

        A Exxon ouviu o recado. E fingiu ter entendido o exato oposto. Quando, dez anos depois, o cientista da Nasa James Hansen participou de uma audiência no Congresso americano para dizer que o aquecimento produzido pelo homem era uma realidade, a reação de um conglomerado de empresas de petróleo, gás e carvão foi fundar a Coalizão Global do Clima. A Exxon estava no meio. E a missão inconfessa (mas documentada) do projeto era basicamente lançar dúvidas – sobre a realidade das mudanças climáticas e sobre o papel humano no fenômeno.

        Um memorando trocado entre as companhias diz: “A vitória virá quando o cidadão médio estiver incerto sobre a ciência do clima”, contou o cientista Kenneth Kimmel, que expôs a manipulação, em 2015.

        Fundada em 1989, a tal Coalizão Global do Clima foi dissolvida em 2002. Mas os milhões de dólares promovendo o negacionismo foram suficientes para fazer com que o então presidente americano George W. Bush, alegando prejuízos à economia e incertezas científicas, retirasse, em 2001, os EUA do Protocolo de Kyoto, primeira tentativa de promover de forma multilateral a redução das emissões de gases-estufa por todos os países.

        E, claro, a história se repetiria mais de uma década depois, com o Acordo de Paris. Assinado em 2015 por Barack Obama, ele foi rejeitado por Donald Trump. Agora, com Joe Biden, o país voltou, tentando recuperar o tempo perdido.

        No âmbito da ciência, a única coisa que mudou nos últimos 40 anos foi o grau de convicção de que as mudanças climáticas são uma realidade. E nem é mais questão de futuro. A Terra já aqueceu 1 °C enquanto o pessoal semeava suas falsas incertezas.


Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/coluna-carbono-zero-tudo-errado-mas-tudo-bem. Acesso em 07 mar. 2022.

Em relação aos mecanismos de coesão empregados no texto, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1964964 Português

“TUDO ERRADO, MAS TUDO BEM”


Em 1977, um cientista da Exxon alertou os diretores da petroleira americana sobre a iminência do aquecimento global. A reação da companhia? Criar o negacionismo

Por Salvador Nogueira


        É difícil precisar quando nasceu o negacionismo sobre a mudança climática. Mas dá para dizer que ele surgiu de mãos dadas com a própria constatação do aquecimento global.

        Era 1977. O tema era quase desconhecido do público, e os maiores interessados no fenômeno, as companhias de petróleo, queriam saber o quanto deviam se preocupar com ele. James Black, cientista sênior da Exxon, trouxe uma mensagem reta aos diretores da petroleira. Avisou que havia um consenso científico de que a maneira mais provável pela qual a humanidade está influenciando o clima é por meio da liberação de CO2 com a queima de combustíveis fósseis.

        No ano seguinte, 1978, ele já alertava que a duplicação da quantidade de CO2 na atmosfera elevaria as temperaturas médias globais em dois a três graus – número consistente com o consenso atual.

        A Exxon ouviu o recado. E fingiu ter entendido o exato oposto. Quando, dez anos depois, o cientista da Nasa James Hansen participou de uma audiência no Congresso americano para dizer que o aquecimento produzido pelo homem era uma realidade, a reação de um conglomerado de empresas de petróleo, gás e carvão foi fundar a Coalizão Global do Clima. A Exxon estava no meio. E a missão inconfessa (mas documentada) do projeto era basicamente lançar dúvidas – sobre a realidade das mudanças climáticas e sobre o papel humano no fenômeno.

        Um memorando trocado entre as companhias diz: “A vitória virá quando o cidadão médio estiver incerto sobre a ciência do clima”, contou o cientista Kenneth Kimmel, que expôs a manipulação, em 2015.

        Fundada em 1989, a tal Coalizão Global do Clima foi dissolvida em 2002. Mas os milhões de dólares promovendo o negacionismo foram suficientes para fazer com que o então presidente americano George W. Bush, alegando prejuízos à economia e incertezas científicas, retirasse, em 2001, os EUA do Protocolo de Kyoto, primeira tentativa de promover de forma multilateral a redução das emissões de gases-estufa por todos os países.

        E, claro, a história se repetiria mais de uma década depois, com o Acordo de Paris. Assinado em 2015 por Barack Obama, ele foi rejeitado por Donald Trump. Agora, com Joe Biden, o país voltou, tentando recuperar o tempo perdido.

        No âmbito da ciência, a única coisa que mudou nos últimos 40 anos foi o grau de convicção de que as mudanças climáticas são uma realidade. E nem é mais questão de futuro. A Terra já aqueceu 1 °C enquanto o pessoal semeava suas falsas incertezas.


Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/coluna-carbono-zero-tudo-errado-mas-tudo-bem. Acesso em 07 mar. 2022.

Assinale a alternativa em que há entre parênteses uma reescrita gramatical e semanticamente adequada para o excerto. 
Alternativas
Q1964963 Português

“TUDO ERRADO, MAS TUDO BEM”


Em 1977, um cientista da Exxon alertou os diretores da petroleira americana sobre a iminência do aquecimento global. A reação da companhia? Criar o negacionismo

Por Salvador Nogueira


        É difícil precisar quando nasceu o negacionismo sobre a mudança climática. Mas dá para dizer que ele surgiu de mãos dadas com a própria constatação do aquecimento global.

        Era 1977. O tema era quase desconhecido do público, e os maiores interessados no fenômeno, as companhias de petróleo, queriam saber o quanto deviam se preocupar com ele. James Black, cientista sênior da Exxon, trouxe uma mensagem reta aos diretores da petroleira. Avisou que havia um consenso científico de que a maneira mais provável pela qual a humanidade está influenciando o clima é por meio da liberação de CO2 com a queima de combustíveis fósseis.

        No ano seguinte, 1978, ele já alertava que a duplicação da quantidade de CO2 na atmosfera elevaria as temperaturas médias globais em dois a três graus – número consistente com o consenso atual.

        A Exxon ouviu o recado. E fingiu ter entendido o exato oposto. Quando, dez anos depois, o cientista da Nasa James Hansen participou de uma audiência no Congresso americano para dizer que o aquecimento produzido pelo homem era uma realidade, a reação de um conglomerado de empresas de petróleo, gás e carvão foi fundar a Coalizão Global do Clima. A Exxon estava no meio. E a missão inconfessa (mas documentada) do projeto era basicamente lançar dúvidas – sobre a realidade das mudanças climáticas e sobre o papel humano no fenômeno.

        Um memorando trocado entre as companhias diz: “A vitória virá quando o cidadão médio estiver incerto sobre a ciência do clima”, contou o cientista Kenneth Kimmel, que expôs a manipulação, em 2015.

        Fundada em 1989, a tal Coalizão Global do Clima foi dissolvida em 2002. Mas os milhões de dólares promovendo o negacionismo foram suficientes para fazer com que o então presidente americano George W. Bush, alegando prejuízos à economia e incertezas científicas, retirasse, em 2001, os EUA do Protocolo de Kyoto, primeira tentativa de promover de forma multilateral a redução das emissões de gases-estufa por todos os países.

        E, claro, a história se repetiria mais de uma década depois, com o Acordo de Paris. Assinado em 2015 por Barack Obama, ele foi rejeitado por Donald Trump. Agora, com Joe Biden, o país voltou, tentando recuperar o tempo perdido.

        No âmbito da ciência, a única coisa que mudou nos últimos 40 anos foi o grau de convicção de que as mudanças climáticas são uma realidade. E nem é mais questão de futuro. A Terra já aqueceu 1 °C enquanto o pessoal semeava suas falsas incertezas.


Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/coluna-carbono-zero-tudo-errado-mas-tudo-bem. Acesso em 07 mar. 2022.

Assinale a alternativa em que o “que” é um pronome relativo.
Alternativas
Respostas
341: D
342: A
343: E
344: C
345: A
346: E
347: C
348: C
349: D
350: C
351: A
352: C
353: D
354: A
355: E
356: C
357: B
358: D
359: C
360: A