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Questões Militares Para médico ginecologista e obstetra

Questões Discursivas

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Q4003174 Medicina
Em relação às diferentes causas de amenorreia, analise as afirmativas abaixo.

I. A Síndrome de Asherman é relacionada aos procedimentos potencialmente traumáticos para o endométrio, como curetagens uterinas repetidas ou processos inflamatórios.
II. A Síndrome de Savage tem como causa de base a deficiência da enzima 5-alfa-redutase, o que resulta em ausência de diferenciação da genitália externa masculina.
III. A Síndrome de Sheehan deve ser aventada em toda mulher que desenvolveu amenorreia secundária após um parto no qual houve hemorragia grave.
IV. Na Síndrome de Mayer-Rokitansky-Küster-Hauser, os indivíduos apresentam cariótipo 46, XY, fenótipo feminino, ausência de pelos e mamas com papilas imaturas.

Sobre as afirmativas acima, é correto afirmar que:
Alternativas
Q4003173 Medicina
Sobre a Síndrome de Kallmann, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q4003172 Medicina
Marque a opção correta sobre a Síndrome de McCune-Albright. 
Alternativas
Q4003171 Medicina
Em relação ao linfogranuloma venéreo, marque a opção correta.
Alternativas
Q4003170 Medicina
Paciente de 16 anos, vida sexual ativa, parceiro fixo há 06 meses, comparece ao Centro de Saúde queixando-se de corrimento vaginal fétido há duas semanas. Ao exame especular, foi identificada mucosa vaginal com sinais de eritema, presença de secreção vaginal fétida, amarelada, abundante. Realizado teste de aminas positivo.

Em relação ao caso clínico acima, marque a opção correta.
Alternativas
Q4003169 Medicina
São fatores de risco para câncer de ovário, exceto
Alternativas
Q4003168 Medicina
Paciente de 24 anos, sexualmente ativa, queixa desconforto pélvico inespecífico há cerca de 20 dias. Traz laudo de ultrassonografia transvaginal mostrando aumento de volume do ovário direito à custa de formação de 5 cm, anecóica, sem septo, com fluxo de alta resistência ao Doppler. Foram solicitados marcadores tumorais, com os seguintes resultados: CA-125 - 14 U/mL; CA 19.9 – 29 U/mL.

Qual a conduta a ser adotada diante deste caso? 
Alternativas
Q4003167 Medicina
Mulher, 28 anos, é encaminhada pelo neurologista para avaliação de troca de método contraceptivo devido ao diagnóstico de enxaqueca com aura. No momento, a paciente faz uso de anticoncepcional oral combinado. Em relação aos métodos contraceptivos listados abaixo, marque a opção mais adequada para ela. 
Alternativas
Q4003166 Medicina
Em relação ao código de ética médica, é vedado ao médico: 
Alternativas
Q4003165 Medicina
Em relação ao câncer de colo uterino em que há acometimento da mucosa da bexiga, assinale a opção correta.
Alternativas
Q4003164 Medicina
Em relação ao câncer de colo do útero, uma lesão que está limitada a cérvice uterina e cuja invasão, na maior dimensão, é maior ou igual a 2 cm, mas menor que 4 cm, está em qual estado? 
Alternativas
Q4003163 Medicina
A hiperprolactinemia pode ser causada por situações fisiológicas, patológicas e também por medicações. Qual medicamento abaixo pode ser relacionado com a hiperprolactinemia? 
Alternativas
Q4003162 Medicina
Gestante de 32 anos, primigesta, comparece ao Centro de Saúde para realização de 1a consulta de pré-natal. Está com 9 semanas de gestação, relata ser previamente hígida e nega queixas no momento. Traz resultado de citopatológico de colo do útero coletado há 06 meses, cujo resultado é: células escamosas atípicas de significado indeterminado (ASC-US). Qual deve ser a conduta correta diante desta situação? 
Alternativas
Q4003161 Medicina
Paciente de 22 anos comparece à consulta com ginecologista para apresentar resultado do seu último citopatológico de colo do útero.

Resultado: lesão intraepitelial de baixo grau (LSIL)

Qual conduta deve ser tomada pelo profissional de saúde? 
Alternativas
Q4001583 Português
A questão refere-se ao texto V.


TEXTO V


MILITARES DO GRUPO ESPECIAL DE INSPEÇÃO EM VOO (GEIV) GARANTEM SEGURANÇA DO TRÁFEGO AÉREO BRASILEIRO


1§Para garantir a segurança do tráfego aéreo brasileiro, uma equipe de militares do Grupo Especial de Inspeção em Voo (GEIV), da Força Aérea Brasileira (FAB), realiza uma espécie de fiscalização no ar, é a missão de Inspeção em Voo. As atividades acontecem por meio de aeronaves-laboratório, que, junto com radares, sistemas de aproximação, rádios, equipamentos de auxílio à navegação e luzes de orientação, proporcionam a circulação segura das aeronaves.
Subordinado ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), o GEIV é responsável por testar, aferir e avaliar os chamados Auxílios e os Procedimentos de Navegação Aérea e integra o Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro (SISCEAB). O Grupo participa da homologação e verificação periódica de aproximadamente 2.268 auxílios e procedimentos, realiza inspeções em todo o território nacional e, eventualmente, em outros países da América do Sul, de voo nas fases de decolagem, rota e pouso, principalmente em condições adversas de meteorologia.


2§Em dezembro de 2021, o GEIV recebeu a terceira aeronave IU-93M, proveniente do Projeto de Modernização. A plataforma da aeronave-laboratório foi atualizada com o Sistema de Display Integrado Pro Line 21, um aviônico da Rockwell Collins que facilita o voo e aumenta a consciência situacional. O sistema faz com que as informações vitais sejam facilmente acessíveis e compreensíveis, contribuindo para o dinamismo das missões de Inspeção em Voo. Ao longo do segundo semestre de 2021, o GEIV realizou a campanha de Avaliação Operacional (AVOP) do Projeto I-X (IU50 Legacy 500), contribuindo com relevante passo na sedimentação da implantação do projeto na FAB. “Ambos os passos, tanto a AVOP do IU-50 como o recebimento do IU-93M, colocam o GEIV na direção do futuro, tornando o Grupo capaz de inspecionar todos os tipos de auxílios e procedimentos à navegação aérea, contribuindo com a evolução do SISCEAB, conforme prevê o programa SIRIUS BRASIL”, explica o Comandante do GEIV, Tenente-Coronel Aviador Bruno Michel Marcondes Alves.


http://www.portal.intraer/portalintraer/cabine/publicacoes/notaer_fevereiro_2022.pdf (adaptado)
Considere o seguinte fragmento do texto:

“O Grupo participa da homologação e verificação periódica de aproximadamente 2.268 auxílios e procedimentos, realiza inspeções em todo o território nacional e, eventualmente, em outros países da América do Sul, de voo nas fases de decolagem, rota e pouso, principalmente em condições adversas de meteorologia.”

Assinale a opção em que a reordenação sintática ocasiona alteração de sentido em relação ao trecho original.
Alternativas
Q4001568 Português
A questão refere-se ao texto I.


TEXTO I


A complicada arte de ver

1§Ela entrou, deitou-se no divã e disse: “Acho que estou ficando louca”. Eu fiquei em silêncio aguardando que ela me revelasse os sinais da sua loucura. “Um dos meus prazeres é cozinhar. Vou para a cozinha, corto as cebolas, os tomates, os pimentões – é uma alegria.

2§Entretanto, faz uns dias, eu fui para a cozinha para fazer aquilo que já fizera centenas de vezes: cortar cebolas. Ato banal sem surpresas. Mas, cortada a cebola, eu olhei para ela e tive um susto. Percebi que nunca havia visto uma cebola. Aqueles anéis perfeitamente ajustados, a luz se refletindo neles: tive a impressão de estar vendo a rosácea de um vitral de catedral gótica.

3§De repente, a cebola, de objeto a ser comido, se transformou em obra de arte para ser vista! E o pior é que o mesmo aconteceu quando cortei os tomates, os pimentões… agora, tudo o que vejo me causa espanto.” Ela se calou, esperando o meu diagnóstico. Eu me levantei, fui à estante de livros e de lá retirei as “Odes Elementales”, de Pablo Neruda. Procurei a “Ode à Cebola” e lhe disse: “Essa perturbação ocular que a acometeu é comum entre os poetas. Veja o que Neruda disse de uma cebola igual àquela que lhe causou assombro: ‘Rosa de água com escamas de cristal’. Não, você não está louca. Você ganhou olhos de poeta…Os poetas ensinam a ver”.

4§Ver é muito complicado. Isso é estranho porque os olhos, de todos os órgãos dos sentidos, são os de mais fácil compreensão científica. A sua física é idêntica à física óptica de uma máquina fotográfica: o objeto do lado de fora aparece refletido do lado de dentro. Mas existe algo na visão que não pertence à física. William Blake sabia disso e afirmou: “A árvore que o sábio vê não é a mesma árvore que o tolo vê”. Sei disso por experiência própria. Quando vejo os ipês floridos, sinto-me como Moisés diante da sarça ardente: ali está uma epifania do sagrado. Mas uma mulher que vivia perto da minha casa decretou a morte de um ipê que florescia à frente de sua casa porque ele sujava o chão, dava muito trabalho para a sua vassoura. Seus olhos não viam a beleza. Só viam o lixo. Adélia Prado disse: “Deus de vez em quando me tira a poesia. Olho para uma pedra e vejo uma pedra”.

5§Drummond viu uma pedra e não viu uma pedra. A pedra que ele viu virou poema. Há muitas pessoas de visão perfeita que nada veem.

6§“Não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores. Não basta abrir a janela para ver os campos e os rios”, escreveu Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa. O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido.

7§Nietzsche sabia disso e afirmou que a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. O zen-budismo concorda, e toda a sua espiritualidade é uma busca da experiência chamada “satori”, a abertura do “terceiro olho”. Não sei se Cummings se inspirava no zen-budismo, mas o fato é que escreveu: “Agora os ouvidos dos meus ouvidos acordaram e agora os olhos dos meus olhos se abriram”.

8§Há um poema no Novo Testamento que relata a caminhada de dois discípulos na companhia de Jesus ressuscitado. Mas eles não o reconheciam. Reconheceram-no subitamente: ao partir do pão, “seus olhos se abriram”.

9§Vinicius de Moraes adota o mesmo mote em “Operário em Construção”: “De forma que, certo dia, à mesa ao cortar o pão, o operário foi tomado de uma súbita emoção, ao constatar assombrado que tudo naquela mesa – garrafa, prato, facão – era ele quem fazia. Ele, um humilde operário, um operário em construção”.

10§A diferença se encontra no lugar onde os olhos são guardados. (...) Os olhos que moram na caixa de ferramentas são os olhos dos adultos. Os olhos que moram na caixa dos brinquedos, das crianças. Para ter olhos brincalhões, é preciso ter as crianças por nossas mestras.


Rubem Alves
Texto Adaptado (originalmente publicado no caderno “Sinapse” - “Folha de S. Paulo”, em 26/10/2004).
De acordo com a norma culta, assinale a opção que apresenta justificativa correta para a estrutura analisada. 
Alternativas
Q4001564 Português
A questão refere-se ao texto I.


TEXTO I


A complicada arte de ver

1§Ela entrou, deitou-se no divã e disse: “Acho que estou ficando louca”. Eu fiquei em silêncio aguardando que ela me revelasse os sinais da sua loucura. “Um dos meus prazeres é cozinhar. Vou para a cozinha, corto as cebolas, os tomates, os pimentões – é uma alegria.

2§Entretanto, faz uns dias, eu fui para a cozinha para fazer aquilo que já fizera centenas de vezes: cortar cebolas. Ato banal sem surpresas. Mas, cortada a cebola, eu olhei para ela e tive um susto. Percebi que nunca havia visto uma cebola. Aqueles anéis perfeitamente ajustados, a luz se refletindo neles: tive a impressão de estar vendo a rosácea de um vitral de catedral gótica.

3§De repente, a cebola, de objeto a ser comido, se transformou em obra de arte para ser vista! E o pior é que o mesmo aconteceu quando cortei os tomates, os pimentões… agora, tudo o que vejo me causa espanto.” Ela se calou, esperando o meu diagnóstico. Eu me levantei, fui à estante de livros e de lá retirei as “Odes Elementales”, de Pablo Neruda. Procurei a “Ode à Cebola” e lhe disse: “Essa perturbação ocular que a acometeu é comum entre os poetas. Veja o que Neruda disse de uma cebola igual àquela que lhe causou assombro: ‘Rosa de água com escamas de cristal’. Não, você não está louca. Você ganhou olhos de poeta…Os poetas ensinam a ver”.

4§Ver é muito complicado. Isso é estranho porque os olhos, de todos os órgãos dos sentidos, são os de mais fácil compreensão científica. A sua física é idêntica à física óptica de uma máquina fotográfica: o objeto do lado de fora aparece refletido do lado de dentro. Mas existe algo na visão que não pertence à física. William Blake sabia disso e afirmou: “A árvore que o sábio vê não é a mesma árvore que o tolo vê”. Sei disso por experiência própria. Quando vejo os ipês floridos, sinto-me como Moisés diante da sarça ardente: ali está uma epifania do sagrado. Mas uma mulher que vivia perto da minha casa decretou a morte de um ipê que florescia à frente de sua casa porque ele sujava o chão, dava muito trabalho para a sua vassoura. Seus olhos não viam a beleza. Só viam o lixo. Adélia Prado disse: “Deus de vez em quando me tira a poesia. Olho para uma pedra e vejo uma pedra”.

5§Drummond viu uma pedra e não viu uma pedra. A pedra que ele viu virou poema. Há muitas pessoas de visão perfeita que nada veem.

6§“Não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores. Não basta abrir a janela para ver os campos e os rios”, escreveu Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa. O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido.

7§Nietzsche sabia disso e afirmou que a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. O zen-budismo concorda, e toda a sua espiritualidade é uma busca da experiência chamada “satori”, a abertura do “terceiro olho”. Não sei se Cummings se inspirava no zen-budismo, mas o fato é que escreveu: “Agora os ouvidos dos meus ouvidos acordaram e agora os olhos dos meus olhos se abriram”.

8§Há um poema no Novo Testamento que relata a caminhada de dois discípulos na companhia de Jesus ressuscitado. Mas eles não o reconheciam. Reconheceram-no subitamente: ao partir do pão, “seus olhos se abriram”.

9§Vinicius de Moraes adota o mesmo mote em “Operário em Construção”: “De forma que, certo dia, à mesa ao cortar o pão, o operário foi tomado de uma súbita emoção, ao constatar assombrado que tudo naquela mesa – garrafa, prato, facão – era ele quem fazia. Ele, um humilde operário, um operário em construção”.

10§A diferença se encontra no lugar onde os olhos são guardados. (...) Os olhos que moram na caixa de ferramentas são os olhos dos adultos. Os olhos que moram na caixa dos brinquedos, das crianças. Para ter olhos brincalhões, é preciso ter as crianças por nossas mestras.


Rubem Alves
Texto Adaptado (originalmente publicado no caderno “Sinapse” - “Folha de S. Paulo”, em 26/10/2004).
Assinale a opção em que o fragmento do texto contém sentido conotativo.
Alternativas
Q2091942 Medicina
Segundo a teoria de DeLancey existem três níveis de sustentação do assoalho pélvico. Um prolapso a nível I de DeLancey é causado por lesão em:
Alternativas
Q2091941 Medicina

De acordo com o resultado do exame POP-q a seguir, qual o grau do prolapso apresentado?

• Aa: +1;

• Ba: +1;

• Ap: +2;

• Bp: +3;

• C: +1;

• D: +1;

• CVT: 9;

• HG: 3; e,

• CP: 5.

Alternativas
Q2091940 Medicina
A classificação POP-q é empregado mundialmente na classificação de prolapso de órgãos pélvicos. Quando positivo, qual das siglas a seguir evidencia o maior grau de prolapso a ser considerado para classificação do nível da patologia?
Alternativas
Respostas
321: C
322: A
323: C
324: C
325: C
326: A
327: C
328: A
329: A
330: D
331: D
332: C
333: B
334: D
335: A
336: D
337: B
338: D
339: C
340: A