Questões Militares
Para pedagogo
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Hoffmann discute como o erro pode ser considerado a partir das diferentes perspectivas docentes, sendo indesejável ou fecundo. Corrigir ou refletir sobre a tarefa do aluno constitui
Discutindo os projetos de trabalho, Hernández e Ventura (2017) apontam, entre as bases teóricas que fundamentam a organização curricular,
Goulart (2015) situa as origens da psicologia fenomenológica e humanista na Filosofia, campo em que se encontram “suas raízes mais profundas”. Um dos autores revisitados é Husserl, segundo o qual a fenomenologia se identifica com um método de análise filosófica, constituindo uma tentativa para restituir fundamento ao cosmos e uma orientação à consciência e à vida. Nessa perspectiva, a fenomenologia torna-se
Leio o excerto adaptado de Hadji (2001) a seguir.
Trata-se de dizer sobre o que será a avaliação, quando ocorrerá, o tempo que lhe será concedido, as tarefas que o aluno deverá realizar, o tipo de atuação que será levado em conta, o suporte privilegiado (escrita ou fala) etc. Em seu sentido próprio articula, portanto, modalidades determinadas de “observação” do comportamento do aluno. Ainda que a avaliação formativa não se limite a priori a nenhum deles (desse ponto de vista, não há nenhum modelo, infalivelmente adequado), toda avaliação instituída exige uma proposta mais ou menos elaborada.
(HADJI, C. Avaliação Desmistificada. 2001)
O conceito discutido no excerto é denominado pelo autor de
Gentili (2013) problematiza a forma institucional do sistema de ensino, observando que a seletividade dos níveis mais altos significa uma oferta limitada de educação, que força desempenhos desiguais. Nesse contexto, o autor afirma que a legitimidade da competição educacional depende da existência de
Frigotto (in Frigotto, Ciavatta e Ramos, 2012) trata da situação enfrentada por milhares de jovens que necessitam trabalhar para sua subsistência. Para o autor, “parece pertinente que se faculte aos mesmos a realização de um ensino médio que, ao mesmo tempo com que preserva sua qualidade de educação básica como direito social e subjetivo, possa situá-los mais especificamente em uma área técnica ou tecnológica”. Nesse contexto, uma das duas condições necessárias apontadas é
Paulo Freire (2019) discute a historicidade do conhecimento, destacando como o conhecimento hoje novo envelhece e é “ultrapassado por outro amanhã”. Isso exige que o ser humano se mantenha aberto e apto à “produção do conhecimento ainda não existente”. Esses dois momentos, com que o ensinar, aprender e pesquisar lidam, são denominados pelo autor de
Demo (2015) destaca um traço distintivo da “educação pela pesquisa”. Esse concerne “à formação do sujeito competente, no sentido de ser capaz de, tomando consciência crítica, formular e executar projeto próprio de vida no contexto histórico”. Trata, ainda, da “instrumentação mais competente da cidadania, que é o conhecimento inovador e sempre renovado. Oferece, ao mesmo tempo, a base da consciência crítica e a alavanca da intervenção inovadora, desde que não seja mera reprodução, cópia, imitação”. O autor denomina esse traço distintivo como
São diversas as mudanças paradigmáticas às quais a educação está sujeita, incluindo aquelas ligadas aos seus aspectos organizacionais. Na obra de Lück (2015), as reflexões propostas partem da superação do paradigma
De acordo com Libâneo, Oliveira e Toschi (2018), a municipalização é uma forma de descentralização. Na década de 1930, Anísio Teixeira, importante educador brasileiro, propôs a descentralização do ensino primário de quatro anos de duração, não como reforma administrativa, mas como reforma política. Para os autores, a proposta do educador significaria
Imbernón (2017) defende formar um professor como um profissional prático-reflexivo, que recorre à investigação como uma forma de decidir e de intervir praticamente nas situações defrontadas. As situações enfrentadas pelo professor, de acordo com o autor, caracterizam-se por serem
A respeito da articulação entre processos de avaliação dos professores e sua formação continuada, Gatti e Barreto (2009) pontuam que “para alguns autores a questão não está na definição de padrões ou de competências”. Para que as exigências de diversos marcos referenciais não atentem contra o profissionalismo docente, é preciso que sejam validados pela existência de
Observe o mapa a seguir.

(ROSS, J.L.S. Ecogeografia do Brasil, 2006, pg. 132. Adaptado)
O conteúdo do mapa apresenta a distribuição espacial de uma importante cultura agrícola brasileira, que também se destaca como produto de exportação. Trata-se
O descobridor das coisas
A gente vinha de mãos dadas, sem pressa de nada pela rua. Totoca vinha me ensinando a vida. E eu estava muito contente porque meu irmão mais velho estava me dando a mão e ensinando as coisas. Mas ensinando as coisas fora de casa. Porque em casa eu aprendia descobrindo sozinho e fazendo sozinho, fazia errado e fazendo errado acabava sempre tomando umas palmadas. Até bem pouco tempo ninguém me batia. Mas depois descobriram as coisas e vivem dizendo que eu era o cão, que eu era capeta, gato ruço de mau pelo. Não queria saber disso. Se não estivesse na rua eu começava a cantar. Cantar era bonito. Totoca sabia fazer outra coisa além de cantar, assobiar. Mas eu por mais que imitasse, não saía nada. Ele me animou dizendo que era assim mesmo, que eu ainda não tinha boca de soprador. Mas como eu não podia cantar por fora, fui cantando por dentro. Aquilo era esquisito, mas se tornava muito gostoso. E eu estava me lembrando de uma música que Mamãe cantava quando eu era bem pequenininho. Ela ficava no tanque, com um pano amarrado na cabeça para tapar o sol. Tinha um avental amarrado na barriga e ficava horas e horas, metendo a mão na água, fazendo sabão virar muita espuma. Depois torcia a roupa e ia até a corda. Prendia tudo na corda e suspendia o bambu. Ela fazia igualzinho com todas as roupas. Estava lavando a roupa da casa do Dr. Faulhaber para ajudar nas despesas da casa. Mamãe era alta, magra, mas muito bonita. Tinha uma cor bem queimada e os cabelos pretos e lisos. Quando ela deixava os cabelos sem prender, davam até na cintura. Mas bonito era quando ela cantava e eu ficava junto aprendendo.
(José Mauro de Vasconcelos. O meu pé de laranja lima, 1975. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o termo destacado pertence à mesma classe gramatical e exerce a mesma função sintática que o destacado em: “Até bem pouco tempo ninguém me batia.”
O descobridor das coisas
A gente vinha de mãos dadas, sem pressa de nada pela rua. Totoca vinha me ensinando a vida. E eu estava muito contente porque meu irmão mais velho estava me dando a mão e ensinando as coisas. Mas ensinando as coisas fora de casa. Porque em casa eu aprendia descobrindo sozinho e fazendo sozinho, fazia errado e fazendo errado acabava sempre tomando umas palmadas. Até bem pouco tempo ninguém me batia. Mas depois descobriram as coisas e vivem dizendo que eu era o cão, que eu era capeta, gato ruço de mau pelo. Não queria saber disso. Se não estivesse na rua eu começava a cantar. Cantar era bonito. Totoca sabia fazer outra coisa além de cantar, assobiar. Mas eu por mais que imitasse, não saía nada. Ele me animou dizendo que era assim mesmo, que eu ainda não tinha boca de soprador. Mas como eu não podia cantar por fora, fui cantando por dentro. Aquilo era esquisito, mas se tornava muito gostoso. E eu estava me lembrando de uma música que Mamãe cantava quando eu era bem pequenininho. Ela ficava no tanque, com um pano amarrado na cabeça para tapar o sol. Tinha um avental amarrado na barriga e ficava horas e horas, metendo a mão na água, fazendo sabão virar muita espuma. Depois torcia a roupa e ia até a corda. Prendia tudo na corda e suspendia o bambu. Ela fazia igualzinho com todas as roupas. Estava lavando a roupa da casa do Dr. Faulhaber para ajudar nas despesas da casa. Mamãe era alta, magra, mas muito bonita. Tinha uma cor bem queimada e os cabelos pretos e lisos. Quando ela deixava os cabelos sem prender, davam até na cintura. Mas bonito era quando ela cantava e eu ficava junto aprendendo.
(José Mauro de Vasconcelos. O meu pé de laranja lima, 1975. Adaptado)
Na passagem – Mamãe era alta, magra, mas muito bonita. Tinha uma cor bem queimada e os cabelos pretos e lisos. Quando ela deixava os cabelos sem prender, davam até na cintura. – prevalece o tipo textual
O descobridor das coisas
A gente vinha de mãos dadas, sem pressa de nada pela rua. Totoca vinha me ensinando a vida. E eu estava muito contente porque meu irmão mais velho estava me dando a mão e ensinando as coisas. Mas ensinando as coisas fora de casa. Porque em casa eu aprendia descobrindo sozinho e fazendo sozinho, fazia errado e fazendo errado acabava sempre tomando umas palmadas. Até bem pouco tempo ninguém me batia. Mas depois descobriram as coisas e vivem dizendo que eu era o cão, que eu era capeta, gato ruço de mau pelo. Não queria saber disso. Se não estivesse na rua eu começava a cantar. Cantar era bonito. Totoca sabia fazer outra coisa além de cantar, assobiar. Mas eu por mais que imitasse, não saía nada. Ele me animou dizendo que era assim mesmo, que eu ainda não tinha boca de soprador. Mas como eu não podia cantar por fora, fui cantando por dentro. Aquilo era esquisito, mas se tornava muito gostoso. E eu estava me lembrando de uma música que Mamãe cantava quando eu era bem pequenininho. Ela ficava no tanque, com um pano amarrado na cabeça para tapar o sol. Tinha um avental amarrado na barriga e ficava horas e horas, metendo a mão na água, fazendo sabão virar muita espuma. Depois torcia a roupa e ia até a corda. Prendia tudo na corda e suspendia o bambu. Ela fazia igualzinho com todas as roupas. Estava lavando a roupa da casa do Dr. Faulhaber para ajudar nas despesas da casa. Mamãe era alta, magra, mas muito bonita. Tinha uma cor bem queimada e os cabelos pretos e lisos. Quando ela deixava os cabelos sem prender, davam até na cintura. Mas bonito era quando ela cantava e eu ficava junto aprendendo.
(José Mauro de Vasconcelos. O meu pé de laranja lima, 1975. Adaptado)
Na rua com Totoca, o narrador sente-se