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TEXTO II
0 Patinho Feio
Era uma vez uma pata que teve cinco ovos. Ela esperava ansiosamente pelo dia em que os seus ovos quebrassem e deles nascessem os seus queridos filhos!
Quando esse dia chegou, os ovos da mamãe pata começaram a abrir, um a um, e ela, alegremente, começou a saudar es seus novos patinhos. Mas o último ovo demorou mais a partir, e a pata começou a ficar nervosa...
Finalmente, a casca quebrou e, para surpresa da pata, de lá saiu um patinho muito diferente de todos os seus outros filhos.
- Este patinho feio não pode ser meu! Exclamou ela.
- Alguém te pregou uma peça. Afirmou a vizinha galinha.
Os dias passaram e, à medida que os patinhos cresciam, o patinho feio tornava-se cada vez mais diferente dos outros patinhos.
Cansado de ser gozado pelos seus irmãos e por todos os animais do quintal, o patinho feio decide partir. Mesmo longe do quintal, o patinho não conseguiu paz, pois os seus irmãos perseguiam-no por todo o lago, gritando:
- É o pato mais feio que nós já vimos!
E, para onde quer que fosse, todos os animais que encontrava riam dele.
- Que farei? Para onde irei? O patinho sentia-se muito triste e abandonado.
Com a chegada do inverno, o patinho, cansado e cheio de fome, encontrou uma casa e pensou:
-Talvez aqui encontre alguém que goste de mim! E assim foi.
O patinho passou o inverno aconchegadinho, numa casa quentinha e na companhia de quem gostava dele. Tudo teria corrido bem se não tivesse chegado a primavera e, com ela, um gato malvado, que, enganando os donos da casa, correu com o patinho para fora dali!
- Mais uma vez estou sozinho e infeliz... Suspirou o patinho feio.
O patinho seguiu o seu caminho e, ao chegar a um grande lago, refugiou-se junto a uns juncos, e ali ficou durante vários dias.
Um dia, muito cedo, o patinho feio foi acordado por vozes de crianças.
- Olha! Um recém-chegado! Gritou uma das crianças. Todas as outras crianças davam gritos de alegria.
- E é tão bonito! Dizia outra.
Bonito?... De quem estão falando? Pensou o patinho feio.
De repente, o patinho feio viu que todos olhavam para ele e, ao ver o seu reflexo na água, viu um grande e elegante cisne.
- Oh!... Exclamou o patinho admirado. Crianças e outros cisnes admiravam a sua beleza e cumprimentavam-no alegremente.
Afinal ele não era um patinho feio, mas um belo e jovem cisne!
A partir desse dia, não houve mais tristezas, e o patinho feio, que agora era um belo cisne, viveu feliz para sempre!
Disponível em: «http://bebeatual.com/historias-patinho-feio_105-» Acesso em 28 set 2016. Texto adaptado.
Vocabulário do texto II
refugiou-se: abrigou-se.
junco: planta.
TEXTO I
O Pavão
Era uma vez um pavão chamado Arlindo Eugênio Felisberto. Você não sabia que os bichos têm nome? Pois fique sabendo que os bichos também não sabem que as pessoas têm nome. A única diferença é que não são os pais, e sim os próprios bichos, que escolhem seus nomes. E o pavão Arlindo Eugênio Felisberto escolheu esse triplo nome para ele porque se achava lindo, genial de tão inteligente e completamente feliz. Ele era o mais feliz dos bichos porque sabia que era inteligente e lindo.
Arlindo morava perto de um grande galinheiro, que deveria se chamar aveiro, porque galinha era apenas um dos tipos de aves que moravam ali. Arlindo esperava que várias das galinhas e outras aves estivessem por perto para abrir sua cauda. Ele a abria bem devagar, pena por pena, e esse espetáculo produzia um som suave, elegante e melodioso: SVLUUUFFFFF.
As galinhas e as outras aves não podiam aplaudir, porque as galinhas e as outras aves não têm mãos, mas elas faziam um alvoroço maior que uma grande salva de palmas quando Arlindo terminava de abrir sua cauda e muito calmamente virava a cabeça para cá e para lá, fingindo que não sabia que o alvoroço tinha acontecido por sua causa.
Um dia apareceu um filhote de cisne horroroso de tão feio e perguntou a Arlindo:
- Será que eu sou seu filho?
O pavão ficou tão surpreso com a pergunta que SVLUUUFFFFF, abriu sem querer a cauda. Vendo aquela maravilha, o filhote de cisne devia se mancar e seguir seu caminho, mas ele disse:
- Que cauda bonita o senhor tem! Tomara que eu seja seu filho! Será que eu sou seu filho? Sou?
Arlindo Eugênio Felisberto passou de surpreso a indignado, pelo fato de um bicho tão sem charme, sem elegância e principalmente sem beleza ter a ideia infame de que poderia ser filho dele. Mas logo teve um ataque de riso, porque a ideia era mais que infame; era ridícula, patética e muito engraçada. E tanto riu e gargalhou que não conseguiu dizer nada para o filhote de cisne, que se afastou cabisbaixo, como se já tivesse sido mal recebido por vários outros candidatos a pais.
Arlindo não ficou morando ali por muito tempo. Algumas semanas depois desse encontro, que ainda dava cócegas nele e o fazia rir sozinho, um outro tipo de bípede assistiu ao SVLUUUFFFFF, o espetáculo da abertura de cauda. Um bípede humano, que naquele mesmo dia catou Arlindo, enfiou num engradado e o levou para longe.
No caminho o pavão tremia de medo, porque tinha ouvido falar de aves que viravam almoço e jantar dos humanos. Mas quando chegou em sua nova residência, já pôde conversar com alguns dos novos vizinhos e ficou sabendo que ali viviam muitos bichos, de todos os tipos, e que muitos bípedes humanos passeavam por ali. Esses visitantes comiam coisas de cheiro muito forte, alimentavam os moradores quando os guardas não estavam olhando, e admiravam o tamanho, os dentes, a pele, as plumas, a força e a beleza dos bichos de todos os tipos. Arlindo Eugênio Felisberto sorriu e disse para si mesmo:
- Gostei! Eu posso continuar sendo feliz aqui!
Arlindo foi, até o fim de sua vida, uma das grandes atrações desse local, e o alvoroço era sempre grande quando ele abria sua cauda, com um suave, elegante e melodioso SVLUUUFFFFF.
FFFIIIMMMMMMMMM.
SOUZA, Flavio de. Que História é essa? 2.São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2006, p. 12 e 13.
Vocabulário do texto I
alvoroço: agitação.
infame: desprezível, não digno.
patética: que dá pena, dó.
cabisbaixo: de cabeça baixa.
bípede: animal que tem ou anda em dois pés.


Com base nas ilustrações e nas informações contidas nas figuras, indique a alternativa correta. Depois de montado, deseja-se transportar esse aviãozinho, inteiro, em uma caixa com o seguinte formato:

As dimensões dessa caixa poderão ser:
O mapa a seguir apresenta uma região plana de Belo Horizonte (MG).

Analisando-o, podemos dizer que:

Na figura apresentada acima, cada dado possui um mesmo número em todas as suas faces e, além disso, esta numeração vai de 1 até 9. Sabe-se que o total de dados, para cada número, é o mesmo. Sorteando-se um dado qualquer, a chance de sair um dado com número par é:

A partir das figuras acima, marque a opção cuja combinação fica mais próxima à quantidade de
energia (Kcal) que devemos ingerir por dia.
As figuras abaixo indicam o número de municípios do Brasil, por região, e o total de bibliotecas públicas espalhadas pelo país.

Com base nas informações das figuras, podemos afirmar, seguramente, que:
Na lápide do sepulcro de Diofanto (Matemático Grego), foi colocada a seguinte escrita:
" Deus concedeu-lhe passar a sexta parte de sua vida na juventude; um duodécimo na adolescência; um sétimo, em seguida, foi passado num casamento estéril. Decorreram mais cinco anos, depois do que lhe nasceu um filho. Mas esse filho desgraçado e, no entanto, bem amado! - apenas tinha atingido a metade da idade de seu pai e morreu. Quatro anos ainda passou-os, Diofanto, antes de chegar ao termo da existência".
Das frações destacadas no texto, indique a menor delas, é:
Leia as informações abaixo e, a seguir, assinale a alternativa correta.

Dentre as alternativas abaixo, assinale a que indica um número perfeito
Apresentamos abaixo um trecho da obra “Aritmética da Emília”, de Monteiro Lobato.

[...] ninguém mais quis saber de Aritmética naquele dia. Mas na tarde seguinte a aula ao ar livre continuou. O Visconde tossiu três pigarros e disse: - Medir é uma das coisas mais importantes da vida humana. Os homens não fazem nada sem primeiro medir. Quem vai comprar chita numa loja, obriga o caixeiro a medir um pedaço de fazenda. Quem vai vender feijão no mercado da vila, pesa-o antes de entrar em negócio. Pesar é medir. O automóvel que 'pára' numa bomba de gasolina a fim de encher o tanque, faz o bombeiro medir a gasolina que entra. Sem essas medições seria impossível negociar. [...] depois de arranjado o metro [...], os sábios arranjaram O METRO QUADRADO para medir as superfícies. O Metro Quadrado é uma superfície quadrada que tem um metro de cada lado. Depois arranjaram o METRO CÚBICO.
(LOBATO, Monteiro. Aritmética da Emília; 29 ed.; São Paulo, Brasiliense, 1995, p.57).
Nesse texto, destacamos algumas expressões. A única que se relaciona com medida de capacidade
é:
A figura abaixo representa uma parte de uma escada de 12 (doze) degraus. Para subir cada degrau, com a porta, os meninos gastam 10 (dez) segundos.

Fonte: KINNEY, Jeff. Diário de um Banana, vol.: Rodrick é o Cara, São Paulo, SP: Vergara & Riba Editora, 2009, p. 101.
Considerando que o menino mais abaixo já subiu 7 (sete) degraus, qual o tempo total que eles
gastarão para subir toda a escada, com a porta do armário do quarto do Rodrick ?
0 desenho a seguir foi traçado em uma superfície denominada malha quadriculada. Cada
quadradinho menor é uma unidade de área.

É correto afirmar que a figura do garoto desenhado ocupa uma área:
A partir das informações sobre os preços dos eletrodomésticos essenciais, apresentados na figura a seguir, assinale a única alternativa correta.

A figura abaixo nos dá informações sobre os elefantes africano e asiático.

Considerando um elefante africano de maior peso e um elefante asiático de peso mínimo, a
diferença do peso entre eles, em Kg, é:
Lendo o livro “Diário de um Banana”, destacamos:

Fonte: KINNEY, Jeff. Diário de um Banana, volume: Segurando Vela, 1 ed. São Paulo, SP: Vergara & Riba Editora, 2013,p.24.
Observando as figuras geométricas planas que compõem as faces laterais e o formato do cercadinho,
a figura que não é possível visualizar é:
Pitágoras, notável matemático grego, fundou uma escola, ou ordem religiosa, que levou o nome “Os Pitagóricos”. Eles tinham um símbolo que os representava, que era o pentagrama estrelado, uma figura geométrica representada na ilustração a seguir.

Quantos triângulos há no pentagrama dessa figura?
Leia as informações numéricas no gráfico a seguir.

De acordo com as projeções indicadas nesse gráfico, é correto afirmar:
A partir do panfleto de ofertas, do Supermercado “O BARATEIRO”, ilustrado abaixo, Dona Marta elaborou a lista de compras que precisa realizar nos quatro primeiros dias da semana.


Efetuando os cálculos, podemos afirmar que o dia da semana em que a despesa foi maior é: