Questões Militares Para escola naval

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Q228321 Matemática
Na figura abaixo, o triângulo PMR é equilátero e o quadrilátero PORS é um quadrado, cujo lado mede 2cm. A área do triângulo MNR, em cm2 , vale
Imagem associada para resolução da questão

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Q228320 Matemática
Seja B= Imagem associada para resolução da questão  e D = Imagem associada para resolução da questão = B2 - 4B + 3I . e o número real Imagem associada para resolução da questão  é o produto escalar dos vetores u = (2, 11, 1)    e   w = (5, α, 4) então o valor de tg 2θ , onde θ é o ângulo formado entre u   e   w,   vale

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Q228319 Matemática
m tanque de combustível tem a forma de um cilindro circular reto e sua altura mede três metros. O raio da base do cilindro vale, em metros, o dobro da soma dos cubos dos inversos das raízes da equacão: x4 + 4x3 + 8x2+ 8x+ 4 = 0 . A área lateral do tanque, em m2, mede
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Q228318 Matemática
Considere a matriz A = Imagem associada para resolução da questão com elementos em C. Sendo z, z1 ∈ C e z = det A , então a forma trigonométrica de Imagem associada para resolução da questão
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Q228317 Matemática
Sejam a e b constantes reais positivas, a ≠ b. Se x é uma variável real, entãoImagem associada para resolução da questãoé

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Q228316 Matemática
Considere a matriz    A = (αij)3x3    tal  que   αij = (-1)i+j   (  2i+j2 ) .   Seja  D = (dij) = 2A - At.  Sabendo que d12 = -x - b - 2c, d23 = x-3b+c e d31 = x + 4b + 2c onde x,b,c ∈ R, b≠x, então o valor de c⁄b-x   é
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Q228315 Matemática
A região R do plano, limitada pela curva de equação x = √2y - y2, com 1≤ y ≤2, e pelas retas 2y - 3x + 1= 0 e 3y - 2x - 6 = 0, gira em torno da reta y =1 gerando um sólido S. O volume de S , em unidades de volume, é
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Q228314 Matemática
O gráfico que melhor representa a função real

Imagem associada para resolução da questão
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Q228313 Matemática
Seja r a reta que contém:

(i) o ponto de interseção das retas

Imagem associada para resolução da questão

(ii) o ponto médio do segmento de extremos A ( 1,0, - l ) e B ( 3, -4,3 ) .

As equações de r são
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Q228312 Matemática
o domínio da função real f de variável real, definida por Imagem associada para resolução da questão
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Q228311 Matemática
Sejam r e s retas do plano tais que:

(i) r possui coeficiente angular positivo e não intercepta curva de equação (x-2)2/9 - (y-1)2/4 = 1

(ii) s é tangente ao gráfico da função real f definida por f (x)= e (x2-1) . √3x - 2 + In[ 1+ (x -1)4) no ponto P (1, 1) .

Se I é o ponto de interseção de r e s, então a soma de suas coordenadas vale
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Q228310 Matemática
No universo ∪ = R+, o conjunto-solução da inequação   X2x² - 9x + 9 < 1   é
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Q228309 Matemática
o valor de é https://qcon-assets-production.s3.amazonaws.com/images/provas/24400/imagem3.jpg é
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Q228308 Matemática
O cone circular reto, de volume mínimo, circunscrito a um hemisfério de raio R e apoiado no plano diametral, tem por volume o número real
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Q228307 Matemática
Seja b a menor das abscissas dos pontos de interseção das curvas definidas pelas funções reais de variável real f (x) = x5 - 1n2x e g(x) = x5 - 1n 2 2x . O produto das raízes da equação https://qcon-assets-production.s3.amazonaws.com/images/provas/24400/imagem2.png  é
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Q228306 Matemática
As raízes a,b, c da equação x3+mx2-6x+8=0, m ∈ R , representam os três primeiros termos de uma progressão aritmética crescente. Se 1/ab + 1/bc + 1/ac= - 3/8, o valor do 17° termo da progressão aritmética vale
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Q228305 Matemática

A reta r tangente à curva de equação x - √x y + y =1, no ponto P = (x,y ), é paralela ao eixo das abscissas. Pode-se afirmar que o ponto P também pertence à reta de equação

Alternativas
Q4299153 Não definido

Texto para a questão.


Texto 2


A LIBERDADE DE LER

Gabriel Perissé


    Há quem afirme a necessidade de lermos um livro de cada vez, de cabo a rabo, nunca, jamais pulando páginas, e muito menos desistindo da leitura. Mais uma obrigatoriedade! Conheci inúmeros seguidores dessa lei que, empolgados marinheiros de primeira viagem, embarcaram num Os Buddenbrooks, de Thomas Mann, ou num A cidadela, de Saint-Exupéry, ou num Grande sertão: veredas, de Guimarães Rosa, ou num O jogo da amarelinha, de Júlio Cortázar, e trinta páginas depois já estavam encalhados para sempre, sem ânimo de ir em frente e sem coragem de abandonar o navio.


    Não é necessário levar uma leitura até o fim, embora se trate de clássico consagrado, ou até por isso mesmo, uma vez que os clássicos não são mero jornal (ler os clássicos é ler uma espécie de jornal complexo e instigante), e mais vale ler e entender duas linhas de Dom Quixote a ler todas as notícias de um ano sobre política ou economia. Também podemos pular as páginas do livro que for, quantas quisermos, e ler o final do romance assim que se começar, enfim: liberdade.


    Ninguém precisa ficar compromissado com um único livro. Podemos ler simultaneamente dois, três livros, com objetivos diferentes, em diferentes momentos do dia: ler uma biografia no ônibus, pela manhã, prosseguir um pouco mais num livro de ensaios filosóficos após o almoço, e ir traçando um romance em algum momento da noite.


    Ler é uma arte, e, como toda arte, requer de seu artista sábia flexibilidade, capacidade de utilizar os meios de acordo com a finalidade primordial a ser alcançada. Leio para crescer, viver melhor, me ampliar, me expandir, me superar, me realizar.


    Tal crescimento não exclui o esforço, constante, obstinado, até mesmo heroico, de concluir uma leitura exigente, para não dizer desagradável, mas que tenho consciência de ser basilar para minha formação, ou fundamental para realizar um trabalho acadêmico, realizar alguma tarefa, ou mesmo de participar de um concurso, de um vestibular com suas leituras obrigatórias. Ao contrário de um obstáculo paralisante, certos livros são desafio necessário para a continuidade de nosso desenvolvimento como leitores, desafio do qual fugir seria realmente retroceder.


    Abrir mão de muitos livros (ou nem sequer conhecê-los...) faz parte de nossa vida de leitores, e ao mesmo tempo ter sempre à mão, trazer sempre para perto de nós um livro (ou mais de um) que de fato nos motive a pensar, a imaginar, a sentir, a desejar (a desejar utopias!), a pôr em ação nossa interioridade. Um livro que nos acompanhe na sala de espera do dentista, na rodoviária, na estação do metrô, no aeroporto... Livro que emprestaremos para alguém, livro que promoveremos como pudermos, livro que fará parte de nossa biografia. O essencial é encontrá-lo e incorporá-lo à nossa vida.

    A arte de ler gera, com o tempo, uma segunda natureza. Ao nosso "eu" acrescentam-se e mesclam-se contribuições vivas de outras cabeças e outros corações. Assimilando e digerindo essas contribuições, estaremos nos autoeducando em vista de um aperfeiçoamento que, por sua vez, se refletirá em nossas ações, e, dentre elas, em tudo aquilo que dissermos e escrevermos.

    Na biblioteca particular de Guimarães Rosa, encontrou-se, conforme nos conta Suzi Frank Sperber em seu livro Caos e cosmos, um exemplar de Devoirs, escrito pelo pensador francês Antoine D. Sertillanges, com vários trechos sublinhados pelo escritor mineiro. Eis um deles: "O ser que recebemos ao nascer não é definitivo; é embrionário, plástico". Ora, lendo Grande sertão: veredas, vamos deparar com esta mesma ideia, ficcionalizada, retraduzida, reformulada: "Mire veja: o mais importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas — mas que elas vão sempre mudando. Afinam ou desafinam. Verdade maior."

    A leitura daquele livro influenciou o autor mineiro de tal modo que uma das passagens que o impressionou, e foi por ele grifada a fim de poder reencontrá-la e nela meditar, tornou-se conatural ao escritor e aflorou espontaneamente (ou talvez nem tanto...) quando produzia seu próprio texto.

    O mesmo acontece conosco. Lendo, estamos apostando na construção de nós mesmos e, por conseguinte, também em nossa expressão verbal e escrita. Quem quiser melhorar seus textos precisará humanizar-se, tornar mais lúcida sua visão de mundo, trabalhar a fonte daquilo que escreve: sua própria interioridade.


(PERISSÉ, Gabriel. Ler, pensar e escrever. São Paulo:
Saraiva, 2011. Texto adaptado)

Assinale a opção em que a oração subordinada em destaque foi classificada corretamente.
Alternativas
Q4299152 Não definido

Texto para a questão.


Texto 2


A LIBERDADE DE LER

Gabriel Perissé


    Há quem afirme a necessidade de lermos um livro de cada vez, de cabo a rabo, nunca, jamais pulando páginas, e muito menos desistindo da leitura. Mais uma obrigatoriedade! Conheci inúmeros seguidores dessa lei que, empolgados marinheiros de primeira viagem, embarcaram num Os Buddenbrooks, de Thomas Mann, ou num A cidadela, de Saint-Exupéry, ou num Grande sertão: veredas, de Guimarães Rosa, ou num O jogo da amarelinha, de Júlio Cortázar, e trinta páginas depois já estavam encalhados para sempre, sem ânimo de ir em frente e sem coragem de abandonar o navio.


    Não é necessário levar uma leitura até o fim, embora se trate de clássico consagrado, ou até por isso mesmo, uma vez que os clássicos não são mero jornal (ler os clássicos é ler uma espécie de jornal complexo e instigante), e mais vale ler e entender duas linhas de Dom Quixote a ler todas as notícias de um ano sobre política ou economia. Também podemos pular as páginas do livro que for, quantas quisermos, e ler o final do romance assim que se começar, enfim: liberdade.


    Ninguém precisa ficar compromissado com um único livro. Podemos ler simultaneamente dois, três livros, com objetivos diferentes, em diferentes momentos do dia: ler uma biografia no ônibus, pela manhã, prosseguir um pouco mais num livro de ensaios filosóficos após o almoço, e ir traçando um romance em algum momento da noite.


    Ler é uma arte, e, como toda arte, requer de seu artista sábia flexibilidade, capacidade de utilizar os meios de acordo com a finalidade primordial a ser alcançada. Leio para crescer, viver melhor, me ampliar, me expandir, me superar, me realizar.


    Tal crescimento não exclui o esforço, constante, obstinado, até mesmo heroico, de concluir uma leitura exigente, para não dizer desagradável, mas que tenho consciência de ser basilar para minha formação, ou fundamental para realizar um trabalho acadêmico, realizar alguma tarefa, ou mesmo de participar de um concurso, de um vestibular com suas leituras obrigatórias. Ao contrário de um obstáculo paralisante, certos livros são desafio necessário para a continuidade de nosso desenvolvimento como leitores, desafio do qual fugir seria realmente retroceder.


    Abrir mão de muitos livros (ou nem sequer conhecê-los...) faz parte de nossa vida de leitores, e ao mesmo tempo ter sempre à mão, trazer sempre para perto de nós um livro (ou mais de um) que de fato nos motive a pensar, a imaginar, a sentir, a desejar (a desejar utopias!), a pôr em ação nossa interioridade. Um livro que nos acompanhe na sala de espera do dentista, na rodoviária, na estação do metrô, no aeroporto... Livro que emprestaremos para alguém, livro que promoveremos como pudermos, livro que fará parte de nossa biografia. O essencial é encontrá-lo e incorporá-lo à nossa vida.

    A arte de ler gera, com o tempo, uma segunda natureza. Ao nosso "eu" acrescentam-se e mesclam-se contribuições vivas de outras cabeças e outros corações. Assimilando e digerindo essas contribuições, estaremos nos autoeducando em vista de um aperfeiçoamento que, por sua vez, se refletirá em nossas ações, e, dentre elas, em tudo aquilo que dissermos e escrevermos.

    Na biblioteca particular de Guimarães Rosa, encontrou-se, conforme nos conta Suzi Frank Sperber em seu livro Caos e cosmos, um exemplar de Devoirs, escrito pelo pensador francês Antoine D. Sertillanges, com vários trechos sublinhados pelo escritor mineiro. Eis um deles: "O ser que recebemos ao nascer não é definitivo; é embrionário, plástico". Ora, lendo Grande sertão: veredas, vamos deparar com esta mesma ideia, ficcionalizada, retraduzida, reformulada: "Mire veja: o mais importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas — mas que elas vão sempre mudando. Afinam ou desafinam. Verdade maior."

    A leitura daquele livro influenciou o autor mineiro de tal modo que uma das passagens que o impressionou, e foi por ele grifada a fim de poder reencontrá-la e nela meditar, tornou-se conatural ao escritor e aflorou espontaneamente (ou talvez nem tanto...) quando produzia seu próprio texto.

    O mesmo acontece conosco. Lendo, estamos apostando na construção de nós mesmos e, por conseguinte, também em nossa expressão verbal e escrita. Quem quiser melhorar seus textos precisará humanizar-se, tornar mais lúcida sua visão de mundo, trabalhar a fonte daquilo que escreve: sua própria interioridade.


(PERISSÉ, Gabriel. Ler, pensar e escrever. São Paulo:
Saraiva, 2011. Texto adaptado)

Assinale a opção em que o enunciado estabelece uma relação de intertextualidade coerente com a ideia expressa no 6° parágrafo do texto de Perissé.
Alternativas
Q4299151 Não definido

Texto para a questão.


Texto 2


A LIBERDADE DE LER

Gabriel Perissé


    Há quem afirme a necessidade de lermos um livro de cada vez, de cabo a rabo, nunca, jamais pulando páginas, e muito menos desistindo da leitura. Mais uma obrigatoriedade! Conheci inúmeros seguidores dessa lei que, empolgados marinheiros de primeira viagem, embarcaram num Os Buddenbrooks, de Thomas Mann, ou num A cidadela, de Saint-Exupéry, ou num Grande sertão: veredas, de Guimarães Rosa, ou num O jogo da amarelinha, de Júlio Cortázar, e trinta páginas depois já estavam encalhados para sempre, sem ânimo de ir em frente e sem coragem de abandonar o navio.


    Não é necessário levar uma leitura até o fim, embora se trate de clássico consagrado, ou até por isso mesmo, uma vez que os clássicos não são mero jornal (ler os clássicos é ler uma espécie de jornal complexo e instigante), e mais vale ler e entender duas linhas de Dom Quixote a ler todas as notícias de um ano sobre política ou economia. Também podemos pular as páginas do livro que for, quantas quisermos, e ler o final do romance assim que se começar, enfim: liberdade.


    Ninguém precisa ficar compromissado com um único livro. Podemos ler simultaneamente dois, três livros, com objetivos diferentes, em diferentes momentos do dia: ler uma biografia no ônibus, pela manhã, prosseguir um pouco mais num livro de ensaios filosóficos após o almoço, e ir traçando um romance em algum momento da noite.


    Ler é uma arte, e, como toda arte, requer de seu artista sábia flexibilidade, capacidade de utilizar os meios de acordo com a finalidade primordial a ser alcançada. Leio para crescer, viver melhor, me ampliar, me expandir, me superar, me realizar.


    Tal crescimento não exclui o esforço, constante, obstinado, até mesmo heroico, de concluir uma leitura exigente, para não dizer desagradável, mas que tenho consciência de ser basilar para minha formação, ou fundamental para realizar um trabalho acadêmico, realizar alguma tarefa, ou mesmo de participar de um concurso, de um vestibular com suas leituras obrigatórias. Ao contrário de um obstáculo paralisante, certos livros são desafio necessário para a continuidade de nosso desenvolvimento como leitores, desafio do qual fugir seria realmente retroceder.


    Abrir mão de muitos livros (ou nem sequer conhecê-los...) faz parte de nossa vida de leitores, e ao mesmo tempo ter sempre à mão, trazer sempre para perto de nós um livro (ou mais de um) que de fato nos motive a pensar, a imaginar, a sentir, a desejar (a desejar utopias!), a pôr em ação nossa interioridade. Um livro que nos acompanhe na sala de espera do dentista, na rodoviária, na estação do metrô, no aeroporto... Livro que emprestaremos para alguém, livro que promoveremos como pudermos, livro que fará parte de nossa biografia. O essencial é encontrá-lo e incorporá-lo à nossa vida.

    A arte de ler gera, com o tempo, uma segunda natureza. Ao nosso "eu" acrescentam-se e mesclam-se contribuições vivas de outras cabeças e outros corações. Assimilando e digerindo essas contribuições, estaremos nos autoeducando em vista de um aperfeiçoamento que, por sua vez, se refletirá em nossas ações, e, dentre elas, em tudo aquilo que dissermos e escrevermos.

    Na biblioteca particular de Guimarães Rosa, encontrou-se, conforme nos conta Suzi Frank Sperber em seu livro Caos e cosmos, um exemplar de Devoirs, escrito pelo pensador francês Antoine D. Sertillanges, com vários trechos sublinhados pelo escritor mineiro. Eis um deles: "O ser que recebemos ao nascer não é definitivo; é embrionário, plástico". Ora, lendo Grande sertão: veredas, vamos deparar com esta mesma ideia, ficcionalizada, retraduzida, reformulada: "Mire veja: o mais importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas — mas que elas vão sempre mudando. Afinam ou desafinam. Verdade maior."

    A leitura daquele livro influenciou o autor mineiro de tal modo que uma das passagens que o impressionou, e foi por ele grifada a fim de poder reencontrá-la e nela meditar, tornou-se conatural ao escritor e aflorou espontaneamente (ou talvez nem tanto...) quando produzia seu próprio texto.

    O mesmo acontece conosco. Lendo, estamos apostando na construção de nós mesmos e, por conseguinte, também em nossa expressão verbal e escrita. Quem quiser melhorar seus textos precisará humanizar-se, tornar mais lúcida sua visão de mundo, trabalhar a fonte daquilo que escreve: sua própria interioridade.


(PERISSÉ, Gabriel. Ler, pensar e escrever. São Paulo:
Saraiva, 2011. Texto adaptado)

Analise o trecho abaixo.


"Assimilando e digerindo essas contribuições, estaremos nos autoeducando em vista de um aperfeiçoamento que, por sua vez, se refletirá em nossas ações [...]" (7° §)


O termo destacado acima é formado pelo elemento de composição aut(o)-. Assinale a opção em que se encontra outro termo grafado corretamente.

Alternativas
Respostas
1321: A
1322: D
1323: B
1324: B
1325: C
1326: B
1327: A
1328: A
1329: C
1330: E
1331: E
1332: A
1333: D
1334: E
1335: E
1336: C
1337: D
1338: D
1339: A
1340: A