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Hemoglobinopatias
(1) Anemia Falciforme
(2) Doença da hemoglobina C
(3) β-Talassemia menor
(4) β-Talassemia maior
(5) α Talassemia – defeito de 3 genes
(6) α Talassemia – defeito de 4 genes (hidropsia fetal)
Hemoglobinas
( ) HbC
( ) HbS
( ) HbF
( ) HbH
( ) HbA2
( ) Hb BART
A opção que contém a sequência correta dessa classificação é:
Acesso em 24/04/2022. Associe as colunas relacionando o tipo de anemia com suas respectivas causas.
Tipos de anemia
(1) Anemia Ferropriva.
(2) Anemia Megaloblástica
(3) Anemia Falciforme
(4) Anemia de Doenças Crônicas
Causas
( ) Anemia decorrente da presença de hemoglobina S, uma hemoglobina mutada que confere à hemácia o formato de foice. Pode também se apresentar como traços, sendo na maioria das vezes assintomática.
( ) Anemia carencial causada pela ausência ou pequenas quantidades de vitamina B12 e folatos. Quando causada especificamente pela deficiência de fator intrínseco é chamada de anemia perniciosa.
( ) Anemia carencial causada pela ausência ou pequenas quantidades de ferro decorrente de má alimentação ou problemas de absorção/ transporte.
( ) Anemia secundária a doenças não hematológicas subjacentes que alteram o metabolismo do ferro e/ou diminuem a produção de eritropoetina.
A opção que contém a sequência correta dessa classificação é:
Enzimas
(1) Aspartato aminotransferase (AST)
(2) Alanina aminotransferase (ALT)
(3) Gamaglutamiltransferase (GGT)
(4) Fosfatase alcalina (ALP)
Interpretações
( ) encontrado(a) no pâncreas, no coração e, principalmente, no fígado e é muito utilizado(a) no diagnóstico de doença obstrutiva hepática.
( ) amplamente distribuído(a) pelo corpo, é encontrado(a) principalmente no fígado e nos rins com menores proporções no coração e no músculo esquelético. Normalmente associado(a) a lesões hepáticas agudas.
( ) também utilizada na avaliação de doença obstrutiva hepática é muito utilizada quando o paciente tem alguma doença óssea.
( ) amplamente distribuída pelo corpo, é encontrada no coração, fígado, músculo esquelético e rins. Normalmente associada a lesões hepáticas crônicas.
A sequência correta dessa classificação é:
Exames
(1) Ferro sérico
(2) Ferritina
(3) Capacidade total de ligação do Ferro
(4) Percentual de saturação do Ferro
Interpretação
( ) reflete o ferro armazenado.
( ) reflete o ferro encontrado na corrente sanguínea.
( ) reflete o ferro ligado ao seu transportador, a transferrina.
( ) constitui o melhor teste para avaliar as reservas de ferro e representa a quantidade de locais de ligação do ferro ocupados.
A sequência correta dessa classificação é:
Orgãos/Tecidos
(1) Coração e Eritrócitos
(2) Fígado, Músculo Esquelético e Pele
(3) Baço e Pulmões
(4) Rins, Cérebro
Enzima (s)
( ) LDH1 e 2, sendo 1 prevalente. ( ) LDH 5. ( ) LDH1 e 2, sendo o 2 prevalente ( ) LDH3 e 4
A sequência correta dessa classificação é:
Qual dos testes abaixo é utilizado nestes estudos?
Sobre este tema, marque abaixo a opção correta.
Tipos de cilindro
(1) Cilindro hialino
(2) Cilindro epitelial
(3) Cilindro granuloso
(4) Cilindro ceroso
Interpretações clínicas
( ) É representativo da estase urinária extrema, indicando insuficiência renal crônica.
( ) É o tipo mais frequente, composto quase que integralmente pela proteína de Tamm-Horsfall. Podem aumentar em situações de exercício extenuante, desidratação, exposição ao calor e estresse emocional. Patologicamente, aumentam em número na glomerulonefrite aguda, pielonefrite, doença renal crônica e insuficiência cardíaca congestiva.
( ) Por permanecer muito tempo na luz dos túbulos, este cilindro resulta da desintegração das diferentes células a ele aderidas.
( ) É formado por células dos túbulos renais, representam presença avançada de destruição tubular. Está associado à intoxicação por metais pesados, substâncias químicas ou drogas, infecções virais e rejeição de aloenxerto
A opção que contém a sequência correta dessa classificação é:
Marcadores
(1) pH
(2) Proteínas
(3) Nitritos e esterase leucocitária
(4) Glicose e cetonas
Significado clínico
( ) Provável presença de infecção do trato urinário.
( ) Auxilia na determinação da existência de doenças sistêmicas ácido-base de origem metabólica ou respiratória e na avalição de precipitados e cristais.
( ) Presente em pacientes diabéticos.
( ) Importante indicador de doença renal, entretanto
( ) sua presença requer testes adicionais para determinar se uma condição normal ou patológica.
A sequência correta dessa classificação é:
( ) As técnicas de concentração são muito utilizadas porque aumentam a probabilidade de encontrar o parasita.
( ) As técnicas de sedimentação são as mais utilizadas no laboratório clínico e podem ser divididas em sedimentação espontânea (método de Hoffman, Pons e Janer ou Lutz) e sedimentação por centrifugação (método de Blagg = MIFC e método de Ritchie). Podem ser encontrados ovos e larvas de helmintos, cistos de protozoários e alguns oocistos que apresentarem tamanho maior.
( ) As técnicas de flutuação também são divididas em duas: a flutuação espontânea (método de Willis) e centrifugo flutuação (método de Faust). São indicados para a identificação de ovos leves. Willis é muito utilizado para ovos de ancilostomídeos e Faust para ameba e giárdia.
( ) As técnicas de concentração, além de qualitativas, também podem ser quantitativas. O método Kato-Katz é o mais empregado. Testes quantitativos não são muito solicitados, uma vez que a dose dos medicamentos antiparasitários é calculada sobre o peso corporal do paciente e não pela carga parasitária.
( ) Preparações diretas são feitas a partir de amostras frescas ou conservadas. É um método importante na identificação de trofozoítos móveis, pois a motilidade é importante para a sua identificação, já que estas estruturas são muito pequenas e perdem muitas características distintas, passando desapercebidos ao exame. Preparações diretas não podem ser feitas a partir de amostras fixadas.
( ) Os exames diretos são preparados misturando uma pequena quantidade de amostra (fresca ou fixada) com uma gota de salina em uma lâmina de microscópio. Ao lado, uma porção semelhante é misturada com lugol (solução de iodo). Uma lâminula é colocada sobre a mistura com salina e outra sobre a mistura com lugol, sendo a lâmina levada ao microscópio para diagnóstico.
( ) As preparações devem ser suficientemente delgadas para permitir a leitura de um jornal quando o conjunto lâmina/mistura/lamínula for colocada sobre o mesmo.
( ) Todas as preparações devem ser examinadas usando objetiva de 10x e 20x onde a maioria dos ovos e larvas podem ser vistos. A objetiva de 40x deve ser utilizada, principalmente, para a identificação de cistos.