Questões Militares
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Leia o trecho do discurso do ex-primeiro-ministro inglês Winston Churchill, pronunciado na cidade norte-americana de Fulton, em 1946.
De Stettin, no Báltico, a Trieste, no Adriático, desceu uma cortina de ferro sobre o continente. Por trás dessa linha estão todas as capitais dos antigos Estados da Europa Central e Oriental: Varsóvia, Berlim, Viena, Budapeste, Belgrado, Sófia e Bucareste.
(Martin Gilbert. Churchill: uma vida, 2016.)
Nesse discurso foi empregada a expressão “cortina de ferro”, que se referiu, em grande parte da segunda metade do século XX,
A oligarquia cafeeira, como detentora dos maiores poderes políticos no período republicano, é responsável por algumas das deformações mais profundas da sociedade brasileira. Toda participação democrática na vida política se reduz aos grupos de pressão oligárquicos em disputa pelo controle das matérias que afetam os seus interesses.
(Darcy Ribeiro. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil, 2008. Adaptado.)
A situação abordada no excerto remete a questões políticas presentes na Primeira República brasileira, tal como
[...] a revolução que eclodiu entre 1789 e 1848 [...] constitui a maior transformação da história humana desde os tempos remotos quando o homem inventou a agricultura e a metalurgia, a escrita, a cidade e o Estado. Esta revolução transformou, e continua a transformar, o mundo inteiro.
(Eric J. Hobsbawm. A Era das revoluções: Europa 1789-1848, 1981.)
As profundas rupturas históricas citadas no excerto definem-se como mudanças
Os índios reduzidos fraudulentamente ao cativeiro constituem a imensa maioria da população servil. Ora, nenhum colono existe, por muito miserável, que não explore uma criatura do gentio. Com dois ou três índios tem a vida assegurada: um lhe pesca, outro lhe caça, outro lhe granjeia as roças.
(Alcântara Machado. Vida e morte do bandeirante, 2006. Adaptado.)
O excerto descreve as relações sociais na Capitania de São Vicente anteriores ao descobrimento das minas de ouro no final do século XVII. Confrontando-se a colonização dessa região com a de Pernambuco e da Bahia na mesma época, percebe-se, no povoamento do planalto paulista,
Os 40 anos dos governos dos reis D. João II e D. Manuel (1481-1521) cobrem momentos extremamente fecundos da história da Humanidade. É o tempo das grandes viagens e descobertas marítimas: a de Bartolomeu Dias que, na tábua das naus, sem combate com os homens mas tão só com os elementos, verificou a ligação do Atlântico e do Índico; a viagem de Cristóvão Colombo que ligou permanentemente a Europa, ávida de ouro e prata, a um novo continente, a América; a de Vasco da Gama que duradouramente uniu pelos oceanos e pelas naus da pimenta o Ocidente ao Oriente; a viagem de Pedro Álvares Cabral que ligou Lisboa e a Europa ao Atlântico Sul.
(António Borges Coelho. “Os argonautas portugueses e o seu velo de ouro (séculos XV e XVI)”. In: José Tengarrinha (org.). História de Portugal, 2001.)
O excerto refere-se à cronologia histórica que tem como referência o período de governo de dois reis portugueses. Nesse período,
Lideradas por José Porfírio e atraídas pela política de expansão da fronteira agrícola do governo Getúlio Vargas, dezenas de famílias de camponeses ocuparam, na década de 1940, uma região a 400 km ao norte de Goiânia.
O conflito começou quando, vendo o progresso dos posseiros, fazendeiros locais, sem nenhum direito sobre as terras, passaram a exigir uma parcela da sua produção, o que foi, é claro, negado. A tensão na região se agravou ainda mais com a chegada de grileiros que, forjando títulos de propriedade, tentaram expulsar os camponeses das terras ocupadas. Estes buscaram, por diversas vezes, resolver legalmente a questão, mas sem êxito.
Este movimento ganhou força a partir de 1954, quando militantes do Partido Comunista Brasileiro (PCB) chegaram à região com o intuito de estabelecer contato com os camponeses e “ajudar na organização da resistência”, além de ampliar a área de atuação política do partido.
Os posseiros se armaram e passaram a se organizar em grupos. Além da recém-fundada Associação dos Lavradores da região, eles criaram os chamados conselhos de córrego, de acordo com o curso d’água onde cada grupo morava. Cada conselho discutia os seus problemas e o encaminhamento da luta, além de defender o local contra ações da polícia e dos pistoleiros.
Adaptado de: http://memorialdademocracia.com.br/conflitos/go. Acesso em: 20 abr. 2022.
O texto se refere à mobilização de
Adaptado de: https://www.meioambiente.go.gov.br/noticias/1592- bacia_meiaponte.html. Acesso em: 20 abr. 2022.
O texto se refere à Bacia Hidrográfica do rio
[...] o acúmulo de agressões que atingiram as populações do Ocidente de 1348 ao começo do século XVIII criou, de alto a baixo do corpo social, um abalo psíquico profundo [...]. Constitui-se um ‘país do medo’ no interior do qual uma civilização se sentiu ‘pouco à vontade’ e povoou de fantasmas mórbidos.
(DELUMEAU, J. História do Medo no Ocidente: 1300-1800, Uma Cidade Sitiada. Tradução Maria Lucia Machado. São Paulo: Companhia das Letras, 2009, p. 43.)
De acordo com os conhecimentos sobre a Europa no século XIV, são duas das principais “agressões” relacionadas ao excerto acima:
NAPOLITANO, Marcos. O regime militar brasileiro: 1964-1985. Discutindo a História do Brasil. São Paulo: Atual Editora, 1998. p. 56.
Destacando as eleições de 1974 no Brasil, o texto informa que os(as)
PARADA, Maurício. Formação do mundo contemporâneo. O século estilhaçado. Petrópolis: Vozes; Rio de Janeiro: Editora PUC Rio, 2014. p. 202.
O texto se refere aos anos dourados, década de 1950 ao início da década 1970, quando se verificou que
FAUSTO, Boris. História do Brasil. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2007. p. 203.
O texto aborda os regimes de trabalho adotados nas lavouras cafeeiras paulistas do século XIX, destacando que
ALMOND, Mark. O Livro de Ouro das Revoluções. Movimentos políticos que mudaram o mundo. Rio de Janeiro: HarperCollins Brasil, 2016. p 51-52.
De acordo com o texto, os planos de Simón Bolívar foram frustrados porque
[...] o governador geral era a cabeça de um poder político disperso, numa constelação de polos relativamente autônomos, cuja unidade era mantida por esse governador-geral, que, como cabeça desse corpo político, representava a sua unidade e tinha a seu encargo a manutenção da harmonia entre todos os seus membros, garantindo a cada uma das suas partes os seus direitos e privilégios, em uma palavra fazendo a justiça, fim primeiro do poder político no Antigo Regime.
COSENTINO, Francisco Carlos. Construindo o Estado do Brasil:
Instituições, poderes locais e poderes centrais. In: FRAGOSO, João & GOUVÊA,
Maria de Fátima. Coleção O Brasil Colonial. Volume 1, 1443-1580.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2014. p. 529.
Sobre o papel do governador geral instituído por Portugal
em sua colônia americana no século XVI, assinale a
alternativa correta.
“Não podemos esperar, passivamente, pelo possível impacto”, disse o ministro da proteção ao cidadão da Grécia, Michalis Chrisochoidis, em visita à região de Evros na sexta-feira (20/8). “Nossas fronteiras permanecerão invioláveis”, afirmou. Em uma conversa telefônica com o primeiro-ministro grego Kyriakos Mitsotakis, o presidente turco Recep Tayyip Erdogan disse que um aumento acentuado no número de refugiados que deixam o Afeganistão pode representar “um sério desafio para todos”.
Disponível em: https://epocanegocios.globo.com/Mundo/noticia/2021/08/grecia- constroi-muro-de-40-km-para-barrar-entrada-de-refugiados-afegaos.html. Acesso em: 24 ago. 2021
A notícia representa um desdobramento da tensão crescente que se abateu sobre o Afeganistão. Tal tensão é resultado da (do)
Disponível em: https://www.politize.com.br/10-anos-da- primavera-arabe/. Acesso em: 15 ago. 2021.
A maior parte dos protestos nessas regiões centrou-se no descontentamento da população em relação à(aos)