Questões Militares

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Q559837 Português
Analise a charge.

                                          Imagem associada para resolução da questão

                                         (www.arionaurocartuns.com.br)

A palavra , presente na fala do personagem, tem o mesmo sentido em:


Alternativas
Q559836 Português

                                     Cidades médias ricas e excludentes

      Nas últimas décadas, além da consolidação das áreas metropolitanas, a geografia brasileira testemunha o sólido avanço das cidades médias. A importância desses espaços – que reúnem entre 100 mil e meio milhão de habitantes – se revela em análises como uma pesquisa do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) sobre crescimento da população e do PIB (Produto Interno Bruto) dos municípios na última década. O estudo mostrou que os centros de médio porte tiveram uma expansão de sua riqueza de 5% por ano, entre 2002 e 2005, ante 4,63% nas metrópoles e 4,29% nos pequenos municípios. De 2000 a 2007, seu incremento populacional médio foi de 2% anuais, enquanto as grandes concentrações urbanas cresciam 1,66%, e as menores, 0,61%.

      No entanto, embora sejam vistas como “ilhas de prosperidade”, essas cidades são marcadas por bolsões de exclusão social, repetindo e às vezes acentuando os contrastes típicos do país. Essa é a conclusão de dois grupos de pesquisa da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT) da Unesp, câmpus de Presidente Prudente. Os especialistas apontam que, num centro economicamente significativo do interior paulista como São José do Rio Preto, por exemplo, mais de 20% da população não tem acesso a moradia, educação, saúde e lazer. A porcentagem se repete no município mineiro de Uberlândia, enquanto que em Presidente Prudente a taxa sobe para 22%.

                                                                                                            (Jornal Unesp, março de 2010)

No contexto, a conjunção que inicia o segundo parágrafo – No entanto – pode ser substituída por
Alternativas
Q559835 Português

                                     Cidades médias ricas e excludentes

      Nas últimas décadas, além da consolidação das áreas metropolitanas, a geografia brasileira testemunha o sólido avanço das cidades médias. A importância desses espaços – que reúnem entre 100 mil e meio milhão de habitantes – se revela em análises como uma pesquisa do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) sobre crescimento da população e do PIB (Produto Interno Bruto) dos municípios na última década. O estudo mostrou que os centros de médio porte tiveram uma expansão de sua riqueza de 5% por ano, entre 2002 e 2005, ante 4,63% nas metrópoles e 4,29% nos pequenos municípios. De 2000 a 2007, seu incremento populacional médio foi de 2% anuais, enquanto as grandes concentrações urbanas cresciam 1,66%, e as menores, 0,61%.

      No entanto, embora sejam vistas como “ilhas de prosperidade”, essas cidades são marcadas por bolsões de exclusão social, repetindo e às vezes acentuando os contrastes típicos do país. Essa é a conclusão de dois grupos de pesquisa da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT) da Unesp, câmpus de Presidente Prudente. Os especialistas apontam que, num centro economicamente significativo do interior paulista como São José do Rio Preto, por exemplo, mais de 20% da população não tem acesso a moradia, educação, saúde e lazer. A porcentagem se repete no município mineiro de Uberlândia, enquanto que em Presidente Prudente a taxa sobe para 22%.

                                                                                                            (Jornal Unesp, março de 2010)

De acordo com o texto, o desenvolvimento das cidades médias
Alternativas
Q559834 Português

      Fizeram alto. E Fabiano depôs no chão parte da carga, olhou o céu, as mãos em pala na testa. Arrastara-se até ali na incerteza de que aquilo fosse realmente mudança. Retardara-se e repreendera os meninos, que se adiantavam, aconselhara-os a poupar forças. A verdade é que não queria afastar-se da fazenda. A viagem parecia-lhe sem jeito, nem acreditava nela. Prepararaa lentamente, adiara-a, tornara a prepará-la, e só se resolvera a partir quando estava definitivamente perdido. Podia continuar a viver num cemitério? Nada o prendia àquela terra dura, acharia um lugar menos seco para enterrar-se. Era o que Fabiano dizia, pensando em coisas alheias: o chiqueiro e o curral, que precisavam conserto, o cavalo de fábrica, bom companheiro, a égua alazã, as catingueiras, as panelas de losna, as pedras da cozinha, a cama de varas. E os pés dele esmoreciam, as alpercatas calavam-se na escuridão. Seria necessário largar tudo? As alpercatas chiavam de novo no caminho coberto de seixos.

                                                                                                             (Graciliano Ramos, Vidas Secas)

Leia os versos de João Cabral de Melo Neto.

                                     Somos muitos Severinos

                                      iguais em tudo e na sina:

                                     a de abrandar estas pedras

                                     suando-se muito em cima,

                                     a de tentar despertar

                                     terra sempre mais extinta,

                                     a de querer arrancar

                                     algum roçado da cinza.

É correto afirmar que os versos do poeta pernambucano



Alternativas
Q559833 Português

      Fizeram alto. E Fabiano depôs no chão parte da carga, olhou o céu, as mãos em pala na testa. Arrastara-se até ali na incerteza de que aquilo fosse realmente mudança. Retardara-se e repreendera os meninos, que se adiantavam, aconselhara-os a poupar forças. A verdade é que não queria afastar-se da fazenda. A viagem parecia-lhe sem jeito, nem acreditava nela. Prepararaa lentamente, adiara-a, tornara a prepará-la, e só se resolvera a partir quando estava definitivamente perdido. Podia continuar a viver num cemitério? Nada o prendia àquela terra dura, acharia um lugar menos seco para enterrar-se. Era o que Fabiano dizia, pensando em coisas alheias: o chiqueiro e o curral, que precisavam conserto, o cavalo de fábrica, bom companheiro, a égua alazã, as catingueiras, as panelas de losna, as pedras da cozinha, a cama de varas. E os pés dele esmoreciam, as alpercatas calavam-se na escuridão. Seria necessário largar tudo? As alpercatas chiavam de novo no caminho coberto de seixos.

                                                                                                             (Graciliano Ramos, Vidas Secas)

Levando-se em conta o teor da obra de que o trecho foi retirado, é correto afirmar que a viagem de Fabiano e sua família
Alternativas
Q559832 Português
Leia o texto e analise as afirmações.

      Comida de boa qualidade na lata do lixo. Gente com fome e sem ter o que comer. Duas realidades tão próximas que sempre tiraram o sono da economista Luciana Chinaglia Quintão. Em 1999, ela decidiu botar a mão na massa e agir. Com fome de resultados, criou a ONG Banco de Alimentos, em São Paulo.

      A tarefa parecia simples, mas tinha proporções enormes: retirar os alimentos de onde sobram e entregar onde faltam. No começo, só mercados de frutas e verduras apostaram em doar para a moça sonhadora. Movida pela solidariedade, de porta em porta, ela visitou 400 empresas de alimentos industrializados e não recebeu nenhuma ajuda.

      Foi só uma questão de tempo e perseverança. [...] Hoje o Banco de Alimentos transporta pelas ruas congestionadas de São Paulo cerca de 44 toneladas de comida por mês.

                                                                                     (www.almanaqueabril.com.br, janeiro de 2010)

I. Considerando os sentidos estabelecidos no texto, um título adequado a ele e em conformidade com a norma padrão no que diz respeito aos aspectos de regência é: Banco de Alimentos busca onde sobra e leva aonde falta.

II. O texto está organizado na sequenciação, ou seja, marca- ‑se pela temporalidade, o que significa que ele é predominantemente narrativo.

III. Nas expressões – Gente com fome... e Com fome de resultados... – o termo fome apresenta o mesmo sentido.

Está correto o que se afirma em


Alternativas
Q559831 Português
___________  moro fora do Brasil. Sou baiana e, cada vez que volto a Salvador, fico chocada, constrangida e enojada com essa prática ____________ e __________, não dizer, machista dos meus conterrâneos – não se veem mulheres fazendo xixi na rua. Mas, antes de prender os __________ , tente encontrar um banheiro público em Salvador. Se encontrar, tente entrar – normalmente estão trancados –, e tente então não passar ____________ . Vamos copiar a Europa na proibição, mas também na infraestrutura.

                                                                                          (Seção “Leitor", Veja, 14.07.2010. Adaptado)

Os espaços do texto devem ser preenchidos, correta e respectivamente, com:


Alternativas
Q559830 Português
Leia a charge.

                             Imagem associada para resolução da questão

                                                        (www.acharge.com.br)

Sobre a linguagem empregada em – Passa por cima que eu tô com pressa! – é correto afirmar que exemplifica a variedade


Alternativas
Q550609 Libras

A Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS - foi reconhecida pela Nação brasileira como a Língua Oficial da Pessoa Surda, com a publicação da Lei nº 10.436, de 24-4-2002 e da Lei nº 10.098, de 19-12-2002.

De acordo com o Art. 1°, A Língua de Sinais “é reconhecida como meio legal de comunicação e expressão. [...] Parágrafo único. Entende-se como Língua Brasileira de Sinais - Libras a forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constitui um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil.”

Quando nos referimos às línguas de sinais, sabemos que não são universais e que possuem características linguísticas específicas, tal como nas línguas orais. Podemos ainda afirmar que a Libras é considerada um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos que apresenta as seguintes características linguísticas:

Alternativas
Q546000 Português
Considere o poema abaixo, “A cantiga", de Adélia Prado:

 
Imagem associada para resolução da questão
Acerca desse poema, é INCORRETO afirmar que

Alternativas
Q545998 Português

O poema abaixo, “Gioconda (Da Vinci)", de Carlos Drummond de Andrade, refere-se a uma célebre tela renascentista:

Imagem associada para resolução da questão
NÃO se pode afirmar que o poema 




Alternativas
Q545997 Português
Sobre o romance Capitães da areia, de Jorge Amado, é INCORRETO afirmar que
Alternativas
Q545996 Português

Acerca da protagonista do romance Iracema, de José de Alencar, pode-se dizer que

I. é uma heroína romântica, tanto por sua proximidade com a natureza, quanto por agir em nome do amor, a ponto de romper com a sua própria tribo e se entregar a Martim.

II. é uma personagem integrada à natureza, mas que se corrompe moralmente depois que se apaixona por um homem branco civilizado e se entrega a ele.

III. possui grande beleza física, descrita com elementos da natureza, o que faz da personagem uma representação do Brasil pré- colonizado.

Está(ão) correta(s)

Alternativas
Q545995 Português
Os trechos a seguir, que estão fora de ordem, fazem parte de um texto coeso e coerente.

I. Estudos feitos com várias profissões que trabalham em turnos mostram que ficar acordado por mais de 19 horas ou ter uma jornada de trabalho superior a 12 horas provoca sintomas semelhantes ao de um porre.

II. Se essas duas condições se sobrepõem numa madrugada, as consequências negativas se potencializam ao extremo.

III. As reações ficam mais lentas e o julgamento da realidade é comprometido.

IV. Um piloto dormir no manche do avião é uma cena muito mais rara do que um motorista de ônibus ou caminhão cochilar no volante. Mas pode acontecer.

V. No caso da aviação, há ainda o agravante de que os pilotos trabalham a 10 mil metros do solo, no comando de aeronaves complexas e delicadas, às vezes com mais de uma centena de passageiros a bordo.
(Em: Pesquisa Fapesp, agosto/2009. Adaptado) 

Assinale a opção que apresenta a melhor sequência. 


Alternativas
Q529023 Inglês

                         The Big Destructiveness Of The Tiny Bribe


                                                                                         Alexandra Wrage 03.01.2010


      The smallest bribes can be the most vexing. Not suitcases full of money and transfers to offshore accounts, but the thousands of everyday payments people make to Indian building inspectors, Chinese customs officials and Nigerian airport functionaries, just to get things done. They’re payments for routine government services that a government official is legally obliged to perform but for which he’s hoping to skim off a little extra.

      Unlike more serious bribes, these very modest payouts, formally known as “facilitating payments”, are not against the laws of the U.S., Canada, Australia, New Zealand or South Korea, when made abroad. They’re illegal for Great Britain, but the Serious Fraud Office there has taken the extraordinary public position that they’re unlikely to give rise to a prosecution.

      Why don’t governments that lead the fight against large-scale bribery fall in line with what is already the practice of many major companies? They don’t want to outlaw such small-scale graft in foreign places, they say, because they don’t have the manpower to prosecute violators. By that logic, communities with just enough resources to handle murder and armed robbery would give a green light to shoplifting. You’d think a government could at least go after a few high-profile cases to set an example and a precedent. Permitting these smaller payments has to impede the effort to crack down on the larger ones. Companies know this.

      “Facilitating” bribes are not tips. Tipping is voluntary, and you decide to do it after a service has been rendered. You don’t pay it at the outset to induce the waiter to bring the food, and you can always go somewhere else to eat next time should the service be bad. Nor are they welfare for underpaid civil servants. If government workers are underpaid, we should compensate them for the cost of customs inspections or airport security by aboveboard means, through taxation and so forth. Payment to individuals not only slows service but also encourages entrepreneurial civil servants to increase their income by creating more and greater obstacles.

      Nor are they a mere distraction from the fight against bigger bribes. Rather, they fuel the problem. Junior officials who look for small bribes rise to higher positions by paying off those above them. Corruption creates pyramids of illegal payments flowing upward. Legalizing the base of the pyramid gives it a strong and lasting foundation.

       Nor are these payments legal where they’re made. They may not be banned by the wealthy countries mentioned above, but they are outlawed in the countries where they’re actually a problem. Do developed countries want to say they wouldn’t tolerate such payments at home but don’t care if they’re made abroad? And since they’re illegal in the countries where they’re paid, companies can’t put them on their books. The classic cover for a bribe is to call it a “consulting fee”, but that is a books and records violation that is illegal in any country.


                                                                                                             (www.forbes.com. Adaptado.)

No trecho do quinto parágrafo – Nor are they welfare for underpaid civil servants. – a palavra they refere-se a

Alternativas
Q529022 Inglês

                         The Big Destructiveness Of The Tiny Bribe


                                                                                         Alexandra Wrage 03.01.2010


      The smallest bribes can be the most vexing. Not suitcases full of money and transfers to offshore accounts, but the thousands of everyday payments people make to Indian building inspectors, Chinese customs officials and Nigerian airport functionaries, just to get things done. They’re payments for routine government services that a government official is legally obliged to perform but for which he’s hoping to skim off a little extra.

      Unlike more serious bribes, these very modest payouts, formally known as “facilitating payments”, are not against the laws of the U.S., Canada, Australia, New Zealand or South Korea, when made abroad. They’re illegal for Great Britain, but the Serious Fraud Office there has taken the extraordinary public position that they’re unlikely to give rise to a prosecution.

      Why don’t governments that lead the fight against large-scale bribery fall in line with what is already the practice of many major companies? They don’t want to outlaw such small-scale graft in foreign places, they say, because they don’t have the manpower to prosecute violators. By that logic, communities with just enough resources to handle murder and armed robbery would give a green light to shoplifting. You’d think a government could at least go after a few high-profile cases to set an example and a precedent. Permitting these smaller payments has to impede the effort to crack down on the larger ones. Companies know this.

      “Facilitating” bribes are not tips. Tipping is voluntary, and you decide to do it after a service has been rendered. You don’t pay it at the outset to induce the waiter to bring the food, and you can always go somewhere else to eat next time should the service be bad. Nor are they welfare for underpaid civil servants. If government workers are underpaid, we should compensate them for the cost of customs inspections or airport security by aboveboard means, through taxation and so forth. Payment to individuals not only slows service but also encourages entrepreneurial civil servants to increase their income by creating more and greater obstacles.

      Nor are they a mere distraction from the fight against bigger bribes. Rather, they fuel the problem. Junior officials who look for small bribes rise to higher positions by paying off those above them. Corruption creates pyramids of illegal payments flowing upward. Legalizing the base of the pyramid gives it a strong and lasting foundation.

       Nor are these payments legal where they’re made. They may not be banned by the wealthy countries mentioned above, but they are outlawed in the countries where they’re actually a problem. Do developed countries want to say they wouldn’t tolerate such payments at home but don’t care if they’re made abroad? And since they’re illegal in the countries where they’re paid, companies can’t put them on their books. The classic cover for a bribe is to call it a “consulting fee”, but that is a books and records violation that is illegal in any country.


                                                                                                             (www.forbes.com. Adaptado.)

No trecho do segundo parágrafo – They're illegal for Great Britain, but the Serious Fraud Office there has taken the extraordinary public position that they're unlikely to give rise to a prosecution. – a palavra unlikely indica

Alternativas
Q529018 Inglês

                         The Big Destructiveness Of The Tiny Bribe


                                                                                         Alexandra Wrage 03.01.2010


      The smallest bribes can be the most vexing. Not suitcases full of money and transfers to offshore accounts, but the thousands of everyday payments people make to Indian building inspectors, Chinese customs officials and Nigerian airport functionaries, just to get things done. They’re payments for routine government services that a government official is legally obliged to perform but for which he’s hoping to skim off a little extra.

      Unlike more serious bribes, these very modest payouts, formally known as “facilitating payments”, are not against the laws of the U.S., Canada, Australia, New Zealand or South Korea, when made abroad. They’re illegal for Great Britain, but the Serious Fraud Office there has taken the extraordinary public position that they’re unlikely to give rise to a prosecution.

      Why don’t governments that lead the fight against large-scale bribery fall in line with what is already the practice of many major companies? They don’t want to outlaw such small-scale graft in foreign places, they say, because they don’t have the manpower to prosecute violators. By that logic, communities with just enough resources to handle murder and armed robbery would give a green light to shoplifting. You’d think a government could at least go after a few high-profile cases to set an example and a precedent. Permitting these smaller payments has to impede the effort to crack down on the larger ones. Companies know this.

      “Facilitating” bribes are not tips. Tipping is voluntary, and you decide to do it after a service has been rendered. You don’t pay it at the outset to induce the waiter to bring the food, and you can always go somewhere else to eat next time should the service be bad. Nor are they welfare for underpaid civil servants. If government workers are underpaid, we should compensate them for the cost of customs inspections or airport security by aboveboard means, through taxation and so forth. Payment to individuals not only slows service but also encourages entrepreneurial civil servants to increase their income by creating more and greater obstacles.

      Nor are they a mere distraction from the fight against bigger bribes. Rather, they fuel the problem. Junior officials who look for small bribes rise to higher positions by paying off those above them. Corruption creates pyramids of illegal payments flowing upward. Legalizing the base of the pyramid gives it a strong and lasting foundation.

       Nor are these payments legal where they’re made. They may not be banned by the wealthy countries mentioned above, but they are outlawed in the countries where they’re actually a problem. Do developed countries want to say they wouldn’t tolerate such payments at home but don’t care if they’re made abroad? And since they’re illegal in the countries where they’re paid, companies can’t put them on their books. The classic cover for a bribe is to call it a “consulting fee”, but that is a books and records violation that is illegal in any country.


                                                                                                             (www.forbes.com. Adaptado.)

O tema principal do texto é:
Alternativas
Q529016 Inglês

Instrução: Leia o artigo 11 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, em inglês, para responder a questão, assinalando a alternativa que completa corretamente as respectivas lacunas.


The Universal Declaration of Human Rights


Article 11

(1) Everyone charged with a penal offence has the right to be presumed innocent —— 71 proved guilty according to law in a public trial at which he —— 72 all the guarantees necessary for his defence.

(2) No one shall be held guilty of any penal offence on account of any act or omission — 73 — did not constitute a penal offence, under national or international law, at the time when it was committed. Nor shall a heavier penalty be imposed than the one that was applicable at the time the penal offence was committed.

(www.un.org. Adaptado.)


Alternativas
Q529015 Inglês

Instrução: Leia o artigo 11 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, em inglês, para responder a questão, assinalando a alternativa que completa corretamente as respectivas lacunas.


The Universal Declaration of Human Rights


Article 11

(1) Everyone charged with a penal offence has the right to be presumed innocent —— 71 proved guilty according to law in a public trial at which he —— 72 all the guarantees necessary for his defence.

(2) No one shall be held guilty of any penal offence on account of any act or omission — 73 — did not constitute a penal offence, under national or international law, at the time when it was committed. Nor shall a heavier penalty be imposed than the one that was applicable at the time the penal offence was committed.

(www.un.org. Adaptado.)



Alternativas
Q529013 Português

Assinale a alternativa em que os termos preenchem corretamente as lacunas do texto:


A Lei da Ficha Limpa é uma prova da evolução do processo democrático no país. As coisas estão andando na direção correta e numa velocidade até razoável.

O movimento contra a corrupção tomou corpo. A Lei da Ficha Limpa teve o apoio de 1,6________ de assinaturas. Ayres Britto, chamado de ingênuo________ quatro anos, ontem comemorava: “Como disse Victor Hugo, ‘não há nada mais poderoso do que a força de uma ideia_________ tempo chegou’ ”.

(Folha de S.Paulo, 12.06.2010. Adaptado.)

Alternativas
Respostas
13701: A
13702: D
13703: C
13704: E
13705: A
13706: C
13707: B
13708: D
13709: B
13710: A
13711: D
13712: E
13713: C
13714: E
13715: B
13716: C
13717: D
13718: C
13719: A
13720: A