Questões Militares
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Observe:
I- É tensão do Governo realizar um censo ainda este ano.
II- Para ascender socialmente, não hesitava em realizar transações espertas.
III- Todos os dias iam cassar animais selvagens, por isso tinham ouvidos apurados aos paços das presas.
Considerando a frase em que aparecem, há duas palavras com grafia incorreta no mesmo período em
Leia:
Vai minha tristeza e diz a ela
que sem ela não pode ser.
Diz-lhe numa prece
que ela regresse,
porque eu não posso mais sofrer.
Chega de saudade,
a realidade é
que sem ela não há paz,
não há beleza, é só tristeza
e a melancolia que não sai de mim,
não sai de mim, não sai...
Quanto à classificação das orações subordinadas destacadas acima, a sequência correta é:
Leia:
O Parque Pedra Azul, um verdadeiro espetaculo da natureza, fica a 80 quilometros de Vitoria (ES). Quando o turista jovem for visitar esse local, alem de aventuras e de uma paisagem paradisiaca, encontrara chales estrategicamente instalados e com preços acessiveis.
(Obs.: Foi retirado propositadamente o acento gráfico de algumas palavras.)
Quanto às palavras do texto acima, pode-se afirmar que devem receber acento gráfico
Observe:
Alma minha gentil que te partiste
tão cedo desta vida descontente
repousa lá no Céu eternamente,
e viva eu cá na terra sempre triste. (Camões)
Que figura de linguagem está presente no verso destacado acima?
Leia:
Albert Einstein, Ernest Rutherford e muitos outros são gênios não porque estivessem certos sempre, mas porque suas certezas mudaram o rumo da ciência. Thomas Edison, o maior inventor de todos os tempos, dizia que os erros mostram os caminhos que não devem voltar a ser trilhados.
São pronomes indefinidos
And Now, Robodoc!
A robot in California performs its first invasive surgery on a human patient.
Medical robots in the U.S. have been used to locate hard-to-find tumors and guide a surgeon’s scalpel, but have never actually performed surgery on people. Now that line has been crossed. At Sutter General Hospital in Sacramento, California, a 90-kg machine called Robodoc has operated on its first human patient: a 64-year-old man with a bad hip.
The robot played a key role in a total hip replacement, one of 500,000 such operations performed each year. The trick in these procedures is to create a snug hole into which the artificial hip snaps. The standard method is to jam a cutting tool into the thighbone with a handheld mallet. Robodoc, using the high-speed drill at the end of its mechanical arm, can ream a cavity that is 20 times as precise.
Robosurgery doesn’t have to stop at the hip. In Europe, where officials are less squeamish about such things, robots have assisted in operations on the brain, the prostate and the inner ear.
(Time International, November 23 1992, p.15)
And Now, Robodoc!
A robot in California performs its first invasive surgery on a human patient.
Medical robots in the U.S. have been used to locate hard-to-find tumors and guide a surgeon’s scalpel, but have never actually performed surgery on people. Now that line has been crossed. At Sutter General Hospital in Sacramento, California, a 90-kg machine called Robodoc has operated on its first human patient: a 64-year-old man with a bad hip.
The robot played a key role in a total hip replacement, one of 500,000 such operations performed each year. The trick in these procedures is to create a snug hole into which the artificial hip snaps. The standard method is to jam a cutting tool into the thighbone with a handheld mallet. Robodoc, using the high-speed drill at the end of its mechanical arm, can ream a cavity that is 20 times as precise.
Robosurgery doesn’t have to stop at the hip. In Europe, where officials are less squeamish about such things, robots have assisted in operations on the brain, the prostate and the inner ear.
(Time International, November 23 1992, p.15)
And Now, Robodoc!
A robot in California performs its first invasive surgery on a human patient.
Medical robots in the U.S. have been used to locate hard-to-find tumors and guide a surgeon’s scalpel, but have never actually performed surgery on people. Now that line has been crossed. At Sutter General Hospital in Sacramento, California, a 90-kg machine called Robodoc has operated on its first human patient: a 64-year-old man with a bad hip.
The robot played a key role in a total hip replacement, one of 500,000 such operations performed each year. The trick in these procedures is to create a snug hole into which the artificial hip snaps. The standard method is to jam a cutting tool into the thighbone with a handheld mallet. Robodoc, using the high-speed drill at the end of its mechanical arm, can ream a cavity that is 20 times as precise.
Robosurgery doesn’t have to stop at the hip. In Europe, where officials are less squeamish about such things, robots have assisted in operations on the brain, the prostate and the inner ear.
(Time International, November 23 1992, p.15)
And Now, Robodoc!
A robot in California performs its first invasive surgery on a human patient.
Medical robots in the U.S. have been used to locate hard-to-find tumors and guide a surgeon’s scalpel, but have never actually performed surgery on people. Now that line has been crossed. At Sutter General Hospital in Sacramento, California, a 90-kg machine called Robodoc has operated on its first human patient: a 64-year-old man with a bad hip.
The robot played a key role in a total hip replacement, one of 500,000 such operations performed each year. The trick in these procedures is to create a snug hole into which the artificial hip snaps. The standard method is to jam a cutting tool into the thighbone with a handheld mallet. Robodoc, using the high-speed drill at the end of its mechanical arm, can ream a cavity that is 20 times as precise.
Robosurgery doesn’t have to stop at the hip. In Europe, where officials are less squeamish about such things, robots have assisted in operations on the brain, the prostate and the inner ear.
(Time International, November 23 1992, p.15)
Marque a opção CORRETA quanto à classificação das orações acima:
Leia os trechos abaixo, retirados do livro “Recordações do escrivão Isaías Caminha".
"Embora não tendo mais a velha crença, de que eles fossem inspirados pelos deuses, o meu respeito baseava-se em motivos mais modernos, concordes com o feitio de pensar do nosso tempo. Imaginava-os com uma tresdobrada força de sentidos e inteligência (...)" “Vi-o durante uma hora olhar tudo sem interesse e só houve um movimento vivo e próprio, profundo e diferencial, na sua pessoa, quando por perto de uma fornida (...)"
Sobre os trechos é CORRETO afirmar que:
Leia o trecho abaixo, extraído da obra “Recordações do escrivão Isaías Caminha".
“(...) me pus em plena cidade, na praça para onde dava a estação, tive decepção. Aquela praça
inesperadamente feia, fechada em frente por um edifício sem gosto, ofendeu-me como se
levasse uma bofetada.”
É CORRETO afirmar sobre a passagem acima:
Observe a citação abaixo da obra “Recordações do escrivão Isaías Caminha”.
“Senti-me humilhado, esmagado, enfraquecido por uma vida de estudo, a servir de joguete, de irrisão a esses poderosos todos por aí. ”
A palavra grifada pode ser entendida por:
TEXTO II
E se ninguém morresse?
Viver para sempre não é sonho assim tão distante. Já tem muitos cientistas ambicionando a imortalidade — e com resultados significativos. Pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisas Oncológicas da Espanha injetaram uma enzima em ratos que, ao melhorar a eficácia da divisão celular, aumentou em 50% a expectativa de vida das cobaias. Outros investigam as células-tronco e têm esperança de que elas ajudarão na renovação eterna das células.
Mas não importa por qual caminho vier, assim que o remédio da imortalidade estiver desenvolvido, ele será privilégio de gente milionária. Já existem remédios que custam R$ 1 milhão ao ano (como o que trata uma síndrome rara, em que o sistema imunológico destrói os glóbulos vermelhos do doente durante a noite), e talvez uma pílula da vida eterna não saísse por menos dinheiro. Ainda assim uma parte dos 9 milhões de milionários do mundo toparia comprar o medicamento. E, daqui a 20 anos, quando a patente do remédio expirasse, o genérico da pílula da imortalidade ficaria acessível a todos. Isso quer dizer que, em poucas décadas, mais da metade das pessoas que morrem todos os anos de doenças cardíacas ou câncer — males que serão evitados com o remédio da imortalidade — deixariam de bater as botas. São 32 milhões de pessoas ao ano que continuarão vivinhas — e superpovoando o planeta.
Com tanta gente, dificilmente escaparíamos do controle da natalidade, da legalização do aborto, da crise ambiental e da escassez de alimentos. Mas nem tudo seria desgraça. Num planeta de imortais, à beira de um colapso ecológico, é possível que as soluções ambientais surgissem mais rapidamente. Afinal, quando a ameaça de destruição deixar de ser um problema só para as gerações futuras, todos vão ter de se mexer. Ninguém vai querer estar vivo quando o mundo acabar, certo?
In: revista Superinteressante. ed. 281. Ago/2010