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Começa processo para tombar Pedra Pintada
Conforme o procurador da República Fernando Machiavelli Pacheco é necessário iniciar o processo de tombamento para proteger o sítio arqueológico. “Depois de concluir o processo, a comunidade poderá, inclusive, desenvolver o turismo de forma sustentável no local”, disse. O procurador da República Fernando Machiavelli Pacheco conversou com a comunidade, ouviu algumas reivindicações e falou da preocupação das instituições na defesa do patrimônio histórico e defesa dos direitos indígenas, além de outros temas relativos à manutenção da posse da Terra Indígena, do fornecimento de energia elétrica - ainda inexistente-, do acesso à saúde e à educação. SÍTIO - A Pedra Pintada fica no interior da Terra Indígena São Marcos e a visitação ao sítio, só é permitida atualmente, pela Fundação Nacional do Índio. A Pedra tem mais de 35 metros de altura, com altitude de 83 metros em relação ao nível do mar. Dentro da pedra é possível encontrar uma caverna, além de pinturas rupestres, pedaços de cerâmicas, machadinhas, entre outros artefatos. Por fora da rocha, há pinturas em cor branca rosada.
Disponível em http://folhabv.com.br/Noticia_Impressa.php?id=142770, acesso em 22/12/12.
I - No terceiro parágrafo, “é necessário” está no singular, tendo em vista que o sujeito é introduzido por um verbo no infinitivo.
II - No quarto parágrafo, os verbos “ouviu” e “falou” estão no singular, pois possuem o mesmo sujeito que “conversou”.
III - Há casos, como do verbo “haver”, último período do texto, em que o verbo não varia por ausência de sujeito na frase.
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Conforme o procurador da República Fernando Machiavelli Pacheco é necessário iniciar o processo de tombamento para proteger o sítio arqueológico. “Depois de concluir o processo, a comunidade poderá, inclusive, desenvolver o turismo de forma sustentável no local”, disse. O procurador da República Fernando Machiavelli Pacheco conversou com a comunidade, ouviu algumas reivindicações e falou da preocupação das instituições na defesa do patrimônio histórico e defesa dos direitos indígenas, além de outros temas relativos à manutenção da posse da Terra Indígena, do fornecimento de energia elétrica - ainda inexistente-, do acesso à saúde e à educação. SÍTIO - A Pedra Pintada fica no interior da Terra Indígena São Marcos e a visitação ao sítio, só é permitida atualmente, pela Fundação Nacional do Índio. A Pedra tem mais de 35 metros de altura, com altitude de 83 metros em relação ao nível do mar. Dentro da pedra é possível encontrar uma caverna, além de pinturas rupestres, pedaços de cerâmicas, machadinhas, entre outros artefatos. Por fora da rocha, há pinturas em cor branca rosada.
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Conforme o procurador da República Fernando Machiavelli Pacheco é necessário iniciar o processo de tombamento para proteger o sítio arqueológico. “Depois de concluir o processo, a comunidade poderá, inclusive, desenvolver o turismo de forma sustentável no local”, disse. O procurador da República Fernando Machiavelli Pacheco conversou com a comunidade, ouviu algumas reivindicações e falou da preocupação das instituições na defesa do patrimônio histórico e defesa dos direitos indígenas, além de outros temas relativos à manutenção da posse da Terra Indígena, do fornecimento de energia elétrica - ainda inexistente-, do acesso à saúde e à educação. SÍTIO - A Pedra Pintada fica no interior da Terra Indígena São Marcos e a visitação ao sítio, só é permitida atualmente, pela Fundação Nacional do Índio. A Pedra tem mais de 35 metros de altura, com altitude de 83 metros em relação ao nível do mar. Dentro da pedra é possível encontrar uma caverna, além de pinturas rupestres, pedaços de cerâmicas, machadinhas, entre outros artefatos. Por fora da rocha, há pinturas em cor branca rosada.
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Conforme o procurador da República Fernando Machiavelli Pacheco é necessário iniciar o processo de tombamento para proteger o sítio arqueológico. “Depois de concluir o processo, a comunidade poderá, inclusive, desenvolver o turismo de forma sustentável no local”, disse. O procurador da República Fernando Machiavelli Pacheco conversou com a comunidade, ouviu algumas reivindicações e falou da preocupação das instituições na defesa do patrimônio histórico e defesa dos direitos indígenas, além de outros temas relativos à manutenção da posse da Terra Indígena, do fornecimento de energia elétrica - ainda inexistente-, do acesso à saúde e à educação. SÍTIO - A Pedra Pintada fica no interior da Terra Indígena São Marcos e a visitação ao sítio, só é permitida atualmente, pela Fundação Nacional do Índio. A Pedra tem mais de 35 metros de altura, com altitude de 83 metros em relação ao nível do mar. Dentro da pedra é possível encontrar uma caverna, além de pinturas rupestres, pedaços de cerâmicas, machadinhas, entre outros artefatos. Por fora da rocha, há pinturas em cor branca rosada.
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Conforme o procurador da República Fernando Machiavelli Pacheco é necessário iniciar o processo de tombamento para proteger o sítio arqueológico. “Depois de concluir o processo, a comunidade poderá, inclusive, desenvolver o turismo de forma sustentável no local”, disse. O procurador da República Fernando Machiavelli Pacheco conversou com a comunidade, ouviu algumas reivindicações e falou da preocupação das instituições na defesa do patrimônio histórico e defesa dos direitos indígenas, além de outros temas relativos à manutenção da posse da Terra Indígena, do fornecimento de energia elétrica - ainda inexistente-, do acesso à saúde e à educação. SÍTIO - A Pedra Pintada fica no interior da Terra Indígena São Marcos e a visitação ao sítio, só é permitida atualmente, pela Fundação Nacional do Índio. A Pedra tem mais de 35 metros de altura, com altitude de 83 metros em relação ao nível do mar. Dentro da pedra é possível encontrar uma caverna, além de pinturas rupestres, pedaços de cerâmicas, machadinhas, entre outros artefatos. Por fora da rocha, há pinturas em cor branca rosada.
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Conforme o procurador da República Fernando Machiavelli Pacheco é necessário iniciar o processo de tombamento para proteger o sítio arqueológico. “Depois de concluir o processo, a comunidade poderá, inclusive, desenvolver o turismo de forma sustentável no local”, disse. O procurador da República Fernando Machiavelli Pacheco conversou com a comunidade, ouviu algumas reivindicações e falou da preocupação das instituições na defesa do patrimônio histórico e defesa dos direitos indígenas, além de outros temas relativos à manutenção da posse da Terra Indígena, do fornecimento de energia elétrica - ainda inexistente-, do acesso à saúde e à educação. SÍTIO - A Pedra Pintada fica no interior da Terra Indígena São Marcos e a visitação ao sítio, só é permitida atualmente, pela Fundação Nacional do Índio. A Pedra tem mais de 35 metros de altura, com altitude de 83 metros em relação ao nível do mar. Dentro da pedra é possível encontrar uma caverna, além de pinturas rupestres, pedaços de cerâmicas, machadinhas, entre outros artefatos. Por fora da rocha, há pinturas em cor branca rosada.
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I. A regra que estabelece a escrita com “z” em “localizado” é a mesma da escrita de “análize”.
II. A origem das palavras influencia na sua escrita.
III. Em “Terra Indígena São Marcos” as palavras “Terra” e “Indígena” poderiam ser escritas com as iniciais minúsculas.
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Disponível em http://folhabv.com.br/Noticia_Impressa.php?id=142770, acesso em 22/12/12.
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Conforme o procurador da República Fernando Machiavelli Pacheco é necessário iniciar o processo de tombamento para proteger o sítio arqueológico. “Depois de concluir o processo, a comunidade poderá, inclusive, desenvolver o turismo de forma sustentável no local”, disse. O procurador da República Fernando Machiavelli Pacheco conversou com a comunidade, ouviu algumas reivindicações e falou da preocupação das instituições na defesa do patrimônio histórico e defesa dos direitos indígenas, além de outros temas relativos à manutenção da posse da Terra Indígena, do fornecimento de energia elétrica - ainda inexistente-, do acesso à saúde e à educação. SÍTIO - A Pedra Pintada fica no interior da Terra Indígena São Marcos e a visitação ao sítio, só é permitida atualmente, pela Fundação Nacional do Índio. A Pedra tem mais de 35 metros de altura, com altitude de 83 metros em relação ao nível do mar. Dentro da pedra é possível encontrar uma caverna, além de pinturas rupestres, pedaços de cerâmicas, machadinhas, entre outros artefatos. Por fora da rocha, há pinturas em cor branca rosada.
Disponível em http://folhabv.com.br/Noticia_Impressa.php?id=142770, acesso em 22/12/12.
I - A palavra “integrantes”, no primeiro parágrafo, é pouco específica.
II - No primeiro parágrafo, “sítio arqueológico” explica “Pedra Pintada”, anteriormente expressa.
III - “Localizado”, no primeiro parágrafo, tem como referente direto “Pedra Pintada”.
1o- “Primeiro, como laço afetivo.”
2 ° - "... pode-se pôr sentimento numa mensagem eletrônica.”
3o- “Além do lado afetivo, há outro: a carta como documento histórico...”
4o- “Mas o tom é absolutamente íntimo.”
Essa frase assume, nesse parágrafo, a função de uma figura de linguagem denominada
I. Uma pessoa, num cantinho do universo, sentou-se numa mesa, escolheu o papel, uma caneta, e começou a escrever para você.
II.Não há comparação entre um cartão que você custa a jogar fora e uma mensagem eletrônica.
III .Na literatura romântica, por exemplo, tem as cartas de amor entre Elizabeth Barret Browing e seu futuro marido Robert Browing.
I. Mesmo que o cartão seja descartado, tal qual normalmente acontece com a mensagem eletrônica, seu valor é ainda maior que o desta.
II. Os recursos eletrônicos, de certa forma, cerceiam o tom íntimo que caracteriza as cartas.
III. Montaigne foi um grande filósofo, um exemplo de excelência nessa área do saber, para os romanos.
Está (estão) correta(s)
A significant area of interest within the US Army empirical literature on leadership is emotional intelligence (EI), which in recent years has been the focus of considerable attention in relationship to leadership efficacy. Emotional intelligence involves an awareness of one’s own emotions as well as the ability to control them, social awareness of others and their emotions, and the capacity to understand and manage relationship and social networks.
In understanding others’ emotions, an important contributing factor to the success of the more effective military officers is their ability to empathize with their subordinates. In discussing empathy, FM (Field Manual) 6-22 defines it as “the ability to see something from another person’s point of view, to identify with and enter into another person’s feelings and emotions”. Empathy is not typically a quality that most soldiers would readily identify as an essential characteristic to effective leadership or necessary to producing positive organizational outcomes, but it is an important quality for competent leadership, especially as it relates to EI.
A significant area of interest within the US Army empirical literature on leadership is emotional intelligence (EI), which in recent years has been the focus of considerable attention in relationship to leadership efficacy. Emotional intelligence involves an awareness of one’s own emotions as well as the ability to control them, social awareness of others and their emotions, and the capacity to understand and manage relationship and social networks.
In understanding others’ emotions, an important contributing factor to the success of the more effective military officers is their ability to empathize with their subordinates. In discussing empathy, FM (Field Manual) 6-22 defines it as “the ability to see something from another person’s point of view, to identify with and enter into another person’s feelings and emotions”. Empathy is not typically a quality that most soldiers would readily identify as an essential characteristic to effective leadership or necessary to producing positive organizational outcomes, but it is an important quality for competent leadership, especially as it relates to EI.
Madrid (CNN) - “The people, united, will never be divided!” yells the crowd, angrily waving banners and placards. “To fight is the only way!” Dog-walkers, mothers with strollers, and pensioners carrying shopping bags join the crowd. These people on the sidewalk are no curious neighbors. Indeed, many of them are complete strangers to the family living on the fifth floor, but they are all here to protect Rocio from eviction - being forced to leave her property by legal process.
Rocio and her son, now 17 and in high school, moved from Ecuador in 2003, when times were good and jobs plentiful in Spain. But then the global financial crisis hit, bringing Spain’s economy down, Rocio lost her two jobs - in a shop, and as a cleaner. For a while, Rocio got by on benefits, but then those stopped too. She is an example of the crisis many Spaniards face as the country deals with the highest unemployment rate since the Civil War in the 1930s, and a recession entering its second year. “I can’t stand the thought of living on the streets with my son, but I have no idea where else to go”, she says.
Rocio’s story is echoed by others all over Spain. It is this fear that took many Spanish citizens to action. Many of those people who are outside the door of Rocio’s apartment block are supporters of “Stop Desahucios” (Stop Evictions), part of the Platform of People Affected by Mortgages (PAH - Plataforma de Afectados por la Hipoteca), a group that campaigns to prevent banks and authorities from eviction because of the country’s economic crisis. They accuse the banks and authorities of “real estate terrorism”.
There are also the mass marches of the 15-M movement - also known as the “Indignados”. Activist Dante Scherma, 24, says citizens were not used to speaking out on political issues. “The 15-M movement made people talk about social issues, and about politics in normal conversations - in cafés, restaurants, bars - where before they only talked about football or fashion.”
Back in Vicalvaro, the moment of truth has arrived, but the crowd - now shouting at the police, insisting they have to stop forcing families to leave their properties - appears to have had an impact. Lawyers from the PAH explain that Rocio will be able to stay - for a while, at least. For those working to stop Spain’s eviction epidemic, today has seen a small and temporary victory. For those demonstrating about cuts, corruption and lack of cash, the protests will go on.
In the sentence “...insisting they have to stop forcing families to leave their properties...”, the words they and their respectively refer to
Madrid (CNN) - “The people, united, will never be divided!” yells the crowd, angrily waving banners and placards. “To fight is the only way!” Dog-walkers, mothers with strollers, and pensioners carrying shopping bags join the crowd. These people on the sidewalk are no curious neighbors. Indeed, many of them are complete strangers to the family living on the fifth floor, but they are all here to protect Rocio from eviction - being forced to leave her property by legal process.
Rocio and her son, now 17 and in high school, moved from Ecuador in 2003, when times were good and jobs plentiful in Spain. But then the global financial crisis hit, bringing Spain’s economy down, Rocio lost her two jobs - in a shop, and as a cleaner. For a while, Rocio got by on benefits, but then those stopped too. She is an example of the crisis many Spaniards face as the country deals with the highest unemployment rate since the Civil War in the 1930s, and a recession entering its second year. “I can’t stand the thought of living on the streets with my son, but I have no idea where else to go”, she says.
Rocio’s story is echoed by others all over Spain. It is this fear that took many Spanish citizens to action. Many of those people who are outside the door of Rocio’s apartment block are supporters of “Stop Desahucios” (Stop Evictions), part of the Platform of People Affected by Mortgages (PAH - Plataforma de Afectados por la Hipoteca), a group that campaigns to prevent banks and authorities from eviction because of the country’s economic crisis. They accuse the banks and authorities of “real estate terrorism”.
There are also the mass marches of the 15-M movement - also known as the “Indignados”. Activist Dante Scherma, 24, says citizens were not used to speaking out on political issues. “The 15-M movement made people talk about social issues, and about politics in normal conversations - in cafés, restaurants, bars - where before they only talked about football or fashion.”
Back in Vicalvaro, the moment of truth has arrived, but the crowd - now shouting at the police, insisting they have to stop forcing families to leave their properties - appears to have had an impact. Lawyers from the PAH explain that Rocio will be able to stay - for a while, at least. For those working to stop Spain’s eviction epidemic, today has seen a small and temporary victory. For those demonstrating about cuts, corruption and lack of cash, the protests will go on.
