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Q865225 Português

Analise o trecho a seguir.


“De repente lá vinha um homem a cavalo. Eram dois. Um senhor de fora, o claro de roupa. Miguilim saudou, pedindo a bênção. O homem trouxe o cavalo cá bem junto. Ele era de óculos, corado, alto, com um chapéu diferente, mesmo. – Deus te abençoe, pequenino. Como é teu nome? – Miguilim. Eu sou irmão do Dito. – E o seu irmão Dito é o dono daqui? – Não, meu senhor. O Ditinho está em glória.”

(ROSA, João Guimarães. Manuelzão e Miguilim. 9ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984).


No fragmento, o termo em destaque apresenta função sintática de

Alternativas
Q865224 Português

Considere o texto da charge e avalie as afirmações abaixo.


Imagem associada para resolução da questão


I – No primeiro quadrinho, o grau comparativo de superioridade para o adjetivo “grande”, é “maior”, e o superlativo absoluto é “máximo”.

II – No segundo quadrinho, a palavra “humanidade” adjetiva o termo “esfrangalhada”.

III – No terceiro quadrinho, há um adjetivo que qualifica uma locução pronominal com valor semântico de “ele”.

IV – No quarto quadrinho, o grau superlativo relativo de inferioridade para o adjetivo biforme “macabro” é “o menos macabro”.


Está correto apenas o que se afirma em

Alternativas
Q865222 Português

TEXTO II


                                   Em defesa da presença


      Apesar de não admitirmos, somos, em geral, péssimos ouvintes. E isso não é recente. Mas a habilidade de trazer mais atenção às conversas, em tempos de redes sociais, só tem piorado.

      Ao constatar que processamos apenas 25% do que nos é informado verbalmente, pesquisas realizadas na década de 1950 já apontavam para uma necessidade de melhorarmos nossa habilidade de trazer mais atenção às conversas – que, na maioria das vezes, não passam de monólogos cruzados. O problema é que, comprovadamente, só percebemos essa falha nos outros.

      De lá para cá, ganhamos vários meios de expor nossa privacidade e opiniões, sem precisar oferecer a contrapartida que costumamos evitar. Socializamos nosso egocentrismo e ele vai desequilibrando ainda mais a relação entre a escuta e a expressão. Quanto ao seu desempenho, os smartphones são extremamente tentadores justamente por alimentarem nossa tendência de falar mais que ouvir, de aparecer mais que comparecer e de escapar daquilo que demanda energia mental.

      Temos que ensinar que não há curtidas ou visualizações suficientes para superar o valor de uma grande amizade. Boas conversas, pessoas interessadas e inteiramente presentes, estas, sim, são, possivelmente, a única forma de nos salvar das aflições que crescem até ganhar definição nos dicionários. Mas construir relações significativas é um exercício trabalhoso, que exige uma série de capacidades encontradas nos raros bons ouvintes: generosidade, para oferecer tempo e presença; disposição, para ouvir com interesse sincero; vulnerabilidade, para mostrar-se desarmado e inteiro; e tolerância, para administrar frustrações e aceitar diferenças, sem julgá-las nem as comparar.

(MÜLLER, Michelle. Em defesa da presença. In.: Psique, Ciência & Vida. São Paulo: 2017, ano 12, edição 136, p. 16 – Adaptado).

Na coesão textual, muitas vezes, um determinado termo se refere a algo que ainda vai ser enunciado na frase. Um exemplo em que o termo destacado apresenta essa particularidade pode ser encontrado em
Alternativas
Q865220 Português

TEXTO II


                                   Em defesa da presença


      Apesar de não admitirmos, somos, em geral, péssimos ouvintes. E isso não é recente. Mas a habilidade de trazer mais atenção às conversas, em tempos de redes sociais, só tem piorado.

      Ao constatar que processamos apenas 25% do que nos é informado verbalmente, pesquisas realizadas na década de 1950 já apontavam para uma necessidade de melhorarmos nossa habilidade de trazer mais atenção às conversas – que, na maioria das vezes, não passam de monólogos cruzados. O problema é que, comprovadamente, só percebemos essa falha nos outros.

      De lá para cá, ganhamos vários meios de expor nossa privacidade e opiniões, sem precisar oferecer a contrapartida que costumamos evitar. Socializamos nosso egocentrismo e ele vai desequilibrando ainda mais a relação entre a escuta e a expressão. Quanto ao seu desempenho, os smartphones são extremamente tentadores justamente por alimentarem nossa tendência de falar mais que ouvir, de aparecer mais que comparecer e de escapar daquilo que demanda energia mental.

      Temos que ensinar que não há curtidas ou visualizações suficientes para superar o valor de uma grande amizade. Boas conversas, pessoas interessadas e inteiramente presentes, estas, sim, são, possivelmente, a única forma de nos salvar das aflições que crescem até ganhar definição nos dicionários. Mas construir relações significativas é um exercício trabalhoso, que exige uma série de capacidades encontradas nos raros bons ouvintes: generosidade, para oferecer tempo e presença; disposição, para ouvir com interesse sincero; vulnerabilidade, para mostrar-se desarmado e inteiro; e tolerância, para administrar frustrações e aceitar diferenças, sem julgá-las nem as comparar.

(MÜLLER, Michelle. Em defesa da presença. In.: Psique, Ciência & Vida. São Paulo: 2017, ano 12, edição 136, p. 16 – Adaptado).

Segundo o texto, as pesquisas realizadas na década de 1950 já apontavam que
Alternativas
Q865219 Português

TEXTO II


                                   Em defesa da presença


      Apesar de não admitirmos, somos, em geral, péssimos ouvintes. E isso não é recente. Mas a habilidade de trazer mais atenção às conversas, em tempos de redes sociais, só tem piorado.

      Ao constatar que processamos apenas 25% do que nos é informado verbalmente, pesquisas realizadas na década de 1950 já apontavam para uma necessidade de melhorarmos nossa habilidade de trazer mais atenção às conversas – que, na maioria das vezes, não passam de monólogos cruzados. O problema é que, comprovadamente, só percebemos essa falha nos outros.

      De lá para cá, ganhamos vários meios de expor nossa privacidade e opiniões, sem precisar oferecer a contrapartida que costumamos evitar. Socializamos nosso egocentrismo e ele vai desequilibrando ainda mais a relação entre a escuta e a expressão. Quanto ao seu desempenho, os smartphones são extremamente tentadores justamente por alimentarem nossa tendência de falar mais que ouvir, de aparecer mais que comparecer e de escapar daquilo que demanda energia mental.

      Temos que ensinar que não há curtidas ou visualizações suficientes para superar o valor de uma grande amizade. Boas conversas, pessoas interessadas e inteiramente presentes, estas, sim, são, possivelmente, a única forma de nos salvar das aflições que crescem até ganhar definição nos dicionários. Mas construir relações significativas é um exercício trabalhoso, que exige uma série de capacidades encontradas nos raros bons ouvintes: generosidade, para oferecer tempo e presença; disposição, para ouvir com interesse sincero; vulnerabilidade, para mostrar-se desarmado e inteiro; e tolerância, para administrar frustrações e aceitar diferenças, sem julgá-las nem as comparar.

(MÜLLER, Michelle. Em defesa da presença. In.: Psique, Ciência & Vida. São Paulo: 2017, ano 12, edição 136, p. 16 – Adaptado).

Considere apenas as ideias do texto e avalie as afirmações a seguir.


I – O que leva as pessoas a serem péssimos ouvintes é o fato de sentirem pouco prazer pelas conversas diretas.

II – O desempenho social é melhor, mais rápido e mais intenso por meio dos smartphones do que pelo encontro presencial.

III – O escutar é fundamental para se construírem boas relações, embora exija constantemente atenção e ações diferenciadas.

IV – A construção de relações significativas implica, entre outros aspectos, em ser possível lidar com situações novas, sem perder a conexão humana.


Está correto apenas o que se afirma em

Alternativas
Q862208 Inglês
The correct way of writing the cardinal number 30,000 using words is __________.
Alternativas
Q862207 Inglês
The word “inform”, in bold in the text, is a verb in the __________.
Alternativas
Q862206 Inglês
Choose the best alternative to complete the blank in the text.
Alternativas
Q862205 Inglês
The word “can”, in bold in the text, expresses ________.
Alternativas
Q862204 Inglês
The word “anyway”, underlined in the text, was used to __________.
Alternativas
Q862203 Inglês
According to the text, the narrator doesn’t like Christmas, possibly because __________.
Alternativas
Q862201 Inglês

Read the text and answer question


     Good day! My name is Sheila. I’m from Melbourne, Australia. My ___________ is from Montreal, Canada. We live in Sydney. A lot of ___________ living in Australia come from other ___________. 


Choose the best alternative to complete the blanks in the text: 

Alternativas
Q862200 Inglês

Read the text and answer question

Imagem associada para resolução da questão


The words “at hand”, underlined in the text, mean _____. 

Alternativas
Q862199 Inglês
Read the text and answer question

      A __________ fact about Australia is that one Australian family in three (that’s approximately 33%) speak another language, apart from English. 
The word “approximately”, in bold in the text, means __________.
Alternativas
Q862198 Inglês
Read the text and answer question

      A __________ fact about Australia is that one Australian family in three (that’s approximately 33%) speak another language, apart from English. 
Choose the best alternative to complete the blank in the text.
Alternativas
Q862197 Inglês
The word “yourself”, in bold in the text, is a __________ pronoun.
Alternativas
Q862196 Inglês
The adjective “healthier”, underlined in the text, is a ____________.
Alternativas
Q862195 Inglês
In the sentence “It’s never too late to make changes to prevent diseases that may end your flying career”, the modal verb “may” expresses __________.
Alternativas
Q862194 Inglês
According to the text, in order to live a healthy life for years, you should __________.
Alternativas
Q862193 Inglês

Read the text and answer question

I am from New Zealand, which is _____ country that is in _____ Pacific Ocean. Wellington is _____ name of _____ capital of my country. 


Choose the best alternative to complete the blanks in the text. 

Alternativas
Respostas
6741: C
6742: D
6743: A
6744: A
6745: D
6746: B
6747: B
6748: A
6749: B
6750: B
6751: A
6752: B
6753: D
6754: B
6755: C
6756: B
6757: D
6758: D
6759: C
6760: C