Questões Militares
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Considere o seguinte texto:
Wenn Autos brennen: Gewinnen oder verlieren linke Ideen bei jungen Menschen? Radikalisieren sich diese sogar? Wie rebellisch ist die junge Linke?
ZEIT Campus ONLINE: Herr Willems, in Hamburg haben zu G20 Zehntausende Linke demonstriert, nicht ausschließlich friedlich. Über das zwiegespaltene Verhältnis linker Jugendlicher zu Gewalt haben Sie erst kürzlich eine Studie veröffentlicht. Glauben Sie, linke Ideen verlieren oder gewinnen nach G20 bei jungen Menschen?
Helmut Willems: Durch die Art der Demonstrationen und der Berichterstattung wurden linke Ideen ja gar nicht wirklich transportiert. Man musste schon sehr genau hinschauen, um die großen linken Themen, wie soziale Ungleichheit oder weltweite Armut, zu finden. Insofern haben diejenigen, die für die Gewalt verantwortlich sind, sich einen Bärendienst geleistet: Weil statt möglicherweise legitimer Argumente die Krawalle im Mittelpunkt standen, glaube ich nicht, dass linke Inhalte dadurch jetzt mehr Unterstützung erfahren.
ZEIT Campus ONLINE: Kann die momentane Aufmerksamkeit nicht dazu anregen, sich näher mit linken Perspektiven auseinanderzusetzen?
Willems: Bedingt. Ich denke, junge Menschen, die gerade eine politische Identität entwickeln und die sich fragen, wie sie sich für die großen Themen von Klimaschutz bis zu Menschenrechten einbringen können, werden erst mal abgestoßen.
Disponível:http://www.zeit.de/campus/2017-07/g20-protest-linke-ideen-gewalt-jugend-debatte-interview
Levando em consideração o texto apresentado, é correto afirmar que Herr Willems:
Considere o seguinte texto:
Panda Power gegen den Klimawandel
Mitten in China, etwa 300 Kilometer westlich von Peking, ging Ende Juni die wohl niedlichste Solaranlage der Welt ans Netz: Ein riesengroßer Panda, der die Welt ein Stückchen besser macht und nun ein Gebiet nahe der chinesischen Stadt Datong sein Zuhause nennen kann.
Die Idee für dieses außergewöhnliche Projekt hatte die "Panda Green Energy Group", die ihre Photovoltaikanlagen nämlich – ihrem Namen gerecht – in Form großer Pandas baut. Mit dieser Anlage soll rund eine Millionen Tonne Kohle eingespart und durch die klimafreundliche Sonnenenergie ersetzt werden.
(Disponível:http://www.geo.de/geolino/natur-und-umwelt/16734-rtkl-erneuerbare-energien-die-niedlichste-solaranlage-der-welt .)
Levando em consideração o texto apresentado, assinale a alternativa correta.
“Canção para álbum de moça”:

Considerando o poema acima e o livro de que ele é parte integrante – Claro Enigma (1951), de Carlos Drummond de
Andrade –, assinale a alternativa correta.
Considere o trecho que vem na sequência da fala de Castanhari.
E outra coisa que você podia fazer é não apoiar pessoas de políticas do mal ou contra os refugiados da Síria. Porque no meio disso tudo tem pessoas ignorantes que dizem que os refugiados da Síria são todos terroristas. Porque no meio disso tudo, o que as pessoas precisam é de países dispostos a estender a mão para elas. Porque no meio de todo esse sofrimento, dessa guerra, de toda essa morte, a única esperança que um refugiado tem de ter uma vida normal está nas mãos de um país vizinho disposto a estender a mão pra essa pessoa. [...]
Assinale a alternativa que sintetiza o trecho em formato de discurso indireto
Texto 2
LIVROS
Os livros, penso que são
Como portas encantadas,
Que levam a lindas terras,
Onde moram anões e fadas.
Lugares longe e tão belos
Aonde eu não podia ir,
Mas, agora, com esta porta,
É só ter cuidado e... abrir.
(LOVE, Adelaide. LIVRO: O MUNDO DA CRIANÇA,vol. 2, editora DELTA S.A., Rio de Janeiro.)
As frases abaixo foram retiradas dos textos 1 e 2, explorando os vocábulos onde e aonde.
-> “Onde eu conserto?” (Texto 1)
-> “– Ei, onde você achou isso?” (Texto 1)
-> “Onde moram anões e fadas.” (Texto 2)
-> “− Aonde eu não podia ir,... (Texto 2)
Assinale a letra correspondente à alternativa que preenche corretamente as lacunas das frases com as palavras onde ou aonde.
I. ___________ você colocou o livro, Pedro?
II. Os lugares ________ praticamos a leitura imperam o silêncio.
III. Os livros levam-me _________? A mundos antes inimagináveis!
IV. As aventuras são descobertas através de vários horizontes. __________ devo dirigir-me nestas viagens para obter esclarecimentos?
V. ____________ Pedro quer chegar com essa atitude de dominar todos os jogos?
Leia o trecho seguinte e responda ao item.
“Astuta que só ela, mandou uma mensagem de volta para o sobrinho: o livro é uma tecnologia tão incrível que você precisa ser mais esperto para fazê-lo funcionar...”
Leia o trecho seguinte e responda ao item.
“Astuta que só ela, mandou uma mensagem de volta para o sobrinho: o livro é uma tecnologia tão incrível que você precisa ser mais esperto para fazê-lo funcionar...”
Parágrafo 2
“A tia é uma escritora. Astuta que só ela, mandou uma mensagem de volta para seu sobrinho: „O livro é uma tecnologia tão incrível que você precisa ser mais esperto para fazê-la funcionar...‟”.
Parágrafo 8
“A tia riu e respondeu:”
Agora, analise a postura da tia da personagem protagonista e assinale a verdadeira intenção dela ao dar um livro de presente de aniversário a Pedro.
I. Surpreender o garoto com um presente inusitado.
II. Apresentar novas possibilidades de lazer.
III. Despertar no garoto o gosto pela leitura.
IV. Desafiar Pedro, devido à arrogância do garoto.
V. Distribuir o produto de seu trabalho.


Leia os Textos 04 e 05 para responder ao item.

Sobre as tirinhas de Garfield, é correto afirmar que:
TEXTO 04
Você já ouviu falar em nota fiscal? Aquele papelzinho que recebemos quando fazemos alguma compra no mercado ou em lojas... E para o que serve a nota, você sabe? E para que o governo saiba quanto o estabelecimento está vendendo e o quanto tem que ser pago de imposto. Mas que imposto é esse? É o ICMS - Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, valor que está incluído no preço de todas as mercadorias que adquirimos e deve ser repassado ao Estado. Então fica assim: a gente vai numa loja comprar uma bolsa que custa cem reais, por exemplo. Desses cem reais, uma parte fica com o lojista e outra parte é o imposto, que ele deve entregar ao Estado. Mas como o Estado vai saber quanto o lojista vendeu? Através da nota fiscal! E é por isso que sempre precisamos exigir a nota fiscal quando compramos alguma coisa, para que o Estado receba esses valores. [...] Consumidor consciente sempre exige a nota fiscal! Isso também é ser cidadão! [...].
Fonte:IntpV/www.educacaofiscal.rs.gov.br/Material/Lists/iVíaterinl/Attachnients/jl/Caderno%20do%20Aluno2%C2%BA%20e%203%C2%BA%20Ano.pdf. Acesso em: 10 set. 2017. Adaptado.
TEXTO 04
Você já ouviu falar em nota fiscal? Aquele papelzinho que recebemos quando fazemos alguma compra no mercado ou em lojas... E para o que serve a nota, você sabe? E para que o governo saiba quanto o estabelecimento está vendendo e o quanto tem que ser pago de imposto. Mas que imposto é esse? É o ICMS - Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, valor que está incluído no preço de todas as mercadorias que adquirimos e deve ser repassado ao Estado. Então fica assim: a gente vai numa loja comprar uma bolsa que custa cem reais, por exemplo. Desses cem reais, uma parte fica com o lojista e outra parte é o imposto, que ele deve entregar ao Estado. Mas como o Estado vai saber quanto o lojista vendeu? Através da nota fiscal! E é por isso que sempre precisamos exigir a nota fiscal quando compramos alguma coisa, para que o Estado receba esses valores. [...] Consumidor consciente sempre exige a nota fiscal! Isso também é ser cidadão! [...].
Fonte:IntpV/www.educacaofiscal.rs.gov.br/Material/Lists/iVíaterinl/Attachnients/jl/Caderno%20do%20Aluno2%C2%BA%20e%203%C2%BA%20Ano.pdf. Acesso em: 10 set. 2017. Adaptado.
Muita gente se irrita, e tem razão, com o uso indiscriminado dos celulares. Fossem só para falar, já seria ruim. Mas servem também para tirar fotografias, e com isso somos invadidos no Facebook com imagens de gatos subindo na cortina, focinhos de cachorro farejando a câmera, pratos de torresmo, brownie e feijoada. Se depender do que vejo com meus filhos — dez e 12 anos -, o tempo dos “selfies” está de todo modo chegando ao fim. Eles já começam a achar ridícula a mania de tirar retratos de si mesmos em qualquer ocasião. Torna-se até um motivo de preconceito para com os colegas.
“Fulaninha? Tira foto na frente do espelho.” Hábito que pode ser compreensível, contudo. Imagino alguém dedicado a melhorar sua forma física, registrando seus progressos semanais. Ou apenas entregue, no início da adolescência, à descoberta de si mesmo.
A bobeira se revela em outras situações: é o caso de quem tira um “selfie” tendo ao fundo a torre Eiffel, ou (pior) ao lado de, sei lá, Tony Ramos ou Cauã Reymond.
Seria apenas o registro de algo importante que nos acontece — e tudo bem. O problema fica mais complicado se pensarmos no caso das fotos de comida. Em primeiro lugar, vejo em tudo isso uma espécie de degradação da experiência.
Ou seja, é como se aquilo que vivemos de fato — uma estada em Paris, o jantar num restaurante — não pudesse ser vivido e sentido como aquilo que é.
Se me entrego a tirar fotos de mim mesmo na viagem, em vez de simplesmente viajar, posso estar fugindo das minhas próprias sensações. [...]
Pode ser narcisismo, é claro. Mas o narcisismo não precisa viajar para lugar nenhum. A complicação não surge do sujeito, surge do objeto. O que me incomoda é a torre Eiffel: o que fazer com ela? O que fazer de minha relação com a torre Eiffel?
Poderia unir-me a paisagem, sentir como respiro diante daquela triunfal elevação de ferro e nuvem, deixar que meu olhar atravesse o seu duro rendilhado que fosforesce ao sol, fazer-me diminuir entre as quatro vigas curvas daquela catedral sem clero e sem paredes.
Perco tempo no centro imóvel desse mecanismo, que é como o ponteiro único de um relógio que tem seu mostrador na circunferência do horizonte. Grupos de turistas se fazem e desfazem, há ruídos e crianças.
Pego, entretanto, o meu celular: tiro uma foto de mim mesmo na torre Eiffel. O mundo se fechou no visor do aparelho. Não por acaso eu brinco, fazendo uma careta idiota: dou de costas para o monumento, mas estou na verdade dando as costas para a vida. [...]
Talvez as coisas não sejam tão desesperadoras. Imagine-se que daqui a cem anos, depois de uma guerra atômica e de uma catástrofe climática que destruam o mundo civilizado, um pesquisador recupere os “selfies” e as fotos de batata frita.
“Como as pessoas eram felizes naquela época!” A alternativa seria dizer: “Como eram tontas! Dependerá, por certo, dos humores do pesquisador.
COELHO, Marcelo. Disponível em: <http://www1 .folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/162525 selfies.shtml>. Acesso em 19 mar. 2017
A oração destacada em: “O problema fica mais complicado SE PENSARMOS NO CASO DAS FOTOS DE COMIDA.” expressa, no contexto, ideia de:

