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Q3664092 Português
Texto para responder à questão.


OMS aumenta para 300 minutos a recomendação de atividade física semanal


         Um ano atípico gera mudanças nas rotinas. Em 2020, com o fechamento e redução de capacidade das academias e centros de treinamento, muitas pessoas deixaram de realizar atividades físicas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), um em cada quatro adultos e quatro em cada cinco adolescentes no mundo não realizam exercícios físicos suficientes para manter uma vida ativa e saudável.

       Em novas diretrizes, a OMS aumentou a recomendação do tempo desejável de atividades físicas: 300 minutos semanais de exercícios moderados para adultos, e, em média, 60 minutos por dia para crianças e adolescentes. A mudança expõe a preocupação da Organização com o sedentarismo que mata até 5 milhões de pessoas todos os anos.

      Em entrevista, o diretor de Promoção da Saúde da OMS, Ruediger Krech, alertou para o risco da falta de atividades físicas da população em geral. “Se não nos mantivermos ativos, temos o risco de criar uma nova pandemia de problemas de saúde como resultado do comportamento sedentário.” 


Disponível em: <https://fiochpe.org.br/oms-aumenta-para-300-minutos-a-recomendacao-de-atividade-fisica-semanal/ >.
Acesso em: 26 ago. 2025.
De acordo com as novas diretrizes da OMS citadas no texto, o tempo desejável de atividades físicas
Alternativas
Q3664091 Matemática
Texto para responder à questão.


OMS aumenta para 300 minutos a recomendação de atividade física semanal


         Um ano atípico gera mudanças nas rotinas. Em 2020, com o fechamento e redução de capacidade das academias e centros de treinamento, muitas pessoas deixaram de realizar atividades físicas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), um em cada quatro adultos e quatro em cada cinco adolescentes no mundo não realizam exercícios físicos suficientes para manter uma vida ativa e saudável.

       Em novas diretrizes, a OMS aumentou a recomendação do tempo desejável de atividades físicas: 300 minutos semanais de exercícios moderados para adultos, e, em média, 60 minutos por dia para crianças e adolescentes. A mudança expõe a preocupação da Organização com o sedentarismo que mata até 5 milhões de pessoas todos os anos.

      Em entrevista, o diretor de Promoção da Saúde da OMS, Ruediger Krech, alertou para o risco da falta de atividades físicas da população em geral. “Se não nos mantivermos ativos, temos o risco de criar uma nova pandemia de problemas de saúde como resultado do comportamento sedentário.” 


Disponível em: <https://fiochpe.org.br/oms-aumenta-para-300-minutos-a-recomendacao-de-atividade-fisica-semanal/ >.
Acesso em: 26 ago. 2025.
Considerando a correção matemática, o período “um em cada quatro adultos e quatro em cada cinco adolescentes no mundo não realizam exercícios físicos suficientes para manter uma vida ativa e saudável” é equivalente a
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Q3664090 Matemática
Gui Khury dá inédita manobra 900 graus no park para ir à final da Copa do Mundo de Roma

     Considerado um grande fenômeno do skate vertical, com direito a título mundial e feitos registrados no Livro do Recordes na modalidade não olímpica, Gui Khury, de 16 anos, decidiu se jogar de vez também no skate park para buscar vaga nas Olimpíadas de Los Angeles 2028. E, logo na semifinal da primeira etapa da temporada 2025 da Copa do Mundo, em Roma, na Itália, o curitibano virou, neste sábado, o primeiro skatista a encaixar um “900 graus” em uma competição oficial no park.


Disponível em: <https://ge.globo.com/skate/noticia/2025/06/07/gui-khury-da-inedito-900- graus-no-park-na-etapa-de-roma-da-copa-do-mundo-assista.ghtml>. Acesso em: 26 ago. 2025, com adaptações.

ara realizar a manobra descrita no texto, que consiste em dar giros no ar, em torno do próprio corpo, quantos giros devem ser realizados pelo atleta?
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Q3664083 Português
Texto para responder à questão.


Capoeira


     A Capoeira é uma arte marcial que foi amplamente difundida no Brasil a partir do século XX. Além de ser uma atividade esportiva divertida para todas as idades, ela traz consigo uma parte incrível da história brasileira. Os escravos africanos inventaram a capoeira no início do século XVI, em combinação com influências brasileiras. Eles fingiam que essa arte marcial era uma dança para enganar os senhores de escravos que não queriam vê-los lutando. Esse elemento cultural acompanha o esporte até hoje, ajudando-o a se popularizar e a se espalhar por lugares como Europa, Ásia, Austrália, EUA e Canadá.


Disponível em: <https://ofolhetimcultural.com.br/conheca-alguns-esportes-que-foram-criados-no-brasil/>.
Acesso em: 2 set. 2025, com adaptações.
Na descrição das ações realizadas no trecho "Os escravos africanos inventaram a capoeira... Eles fingiam que essa arte marcial era uma dança", as formas verbais destacadas estão conjugadas no
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Q3664082 Português
Texto para responder à questão.


Capoeira


     A Capoeira é uma arte marcial que foi amplamente difundida no Brasil a partir do século XX. Além de ser uma atividade esportiva divertida para todas as idades, ela traz consigo uma parte incrível da história brasileira. Os escravos africanos inventaram a capoeira no início do século XVI, em combinação com influências brasileiras. Eles fingiam que essa arte marcial era uma dança para enganar os senhores de escravos que não queriam vê-los lutando. Esse elemento cultural acompanha o esporte até hoje, ajudando-o a se popularizar e a se espalhar por lugares como Europa, Ásia, Austrália, EUA e Canadá.


Disponível em: <https://ofolhetimcultural.com.br/conheca-alguns-esportes-que-foram-criados-no-brasil/>.
Acesso em: 2 set. 2025, com adaptações.
Na frase “...era uma dança para enganar os senhores de escravos...”, a conjunção “para” estabelece uma relação de
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Q3664081 Português
Texto para responder à questão.


Capoeira


     A Capoeira é uma arte marcial que foi amplamente difundida no Brasil a partir do século XX. Além de ser uma atividade esportiva divertida para todas as idades, ela traz consigo uma parte incrível da história brasileira. Os escravos africanos inventaram a capoeira no início do século XVI, em combinação com influências brasileiras. Eles fingiam que essa arte marcial era uma dança para enganar os senhores de escravos que não queriam vê-los lutando. Esse elemento cultural acompanha o esporte até hoje, ajudando-o a se popularizar e a se espalhar por lugares como Europa, Ásia, Austrália, EUA e Canadá.


Disponível em: <https://ofolhetimcultural.com.br/conheca-alguns-esportes-que-foram-criados-no-brasil/>.
Acesso em: 2 set. 2025, com adaptações.
Na frase “...ajudando-o a se popularizar...”, o pronome oblíquo “-o” foi empregado para garantir a coesão do texto e evitar a repetição de
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Q3664080 Português
Texto para responder à questão.


Capoeira


     A Capoeira é uma arte marcial que foi amplamente difundida no Brasil a partir do século XX. Além de ser uma atividade esportiva divertida para todas as idades, ela traz consigo uma parte incrível da história brasileira. Os escravos africanos inventaram a capoeira no início do século XVI, em combinação com influências brasileiras. Eles fingiam que essa arte marcial era uma dança para enganar os senhores de escravos que não queriam vê-los lutando. Esse elemento cultural acompanha o esporte até hoje, ajudando-o a se popularizar e a se espalhar por lugares como Europa, Ásia, Austrália, EUA e Canadá.


Disponível em: <https://ofolhetimcultural.com.br/conheca-alguns-esportes-que-foram-criados-no-brasil/>.
Acesso em: 2 set. 2025, com adaptações.
De acordo com o texto, os escravos africanos disfarçavam a capoeira como uma dança para
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Q3664079 Português
Texto para responder à questão.


   “Menino, menino”, a voz do pai chamou pela casa antes do sol nascer.

    Era um convite para o despertar.

   Os irmãos mais velhos já estavam de pé. Mas Julim, que dormia em sua rede, queria era ficar um pouco mais no seu sonho.

   O pai tentava de novo, “Menino, menino, levanta!”. E aquela voz se misturava à bagunça do seu sono.

   Os sons viravam ruído de bichos e de natureza, rumor de vento e cheiro de chuva.

   “Menino, menino”, escutava outra vez. Então Julim se levantou da rede.

   Uma chama de luz do candeeiro iluminava o breu antes dos pássaros se levantarem em alvoroço, antes do galo anunciar que o dia ia raiar.

   Enquanto o sol coloria o horizonte, homens, mulheres e crianças se movimentavam para os campos de arroz.

   “É bom que tragam as crianças”, dizia o chefe aos trabalhadores. “As crianças correm pelos campos e as pragas, assustadas, vão embora.”

   Julim pensava que as pragas deviam ser terríveis.

   As crianças corriam pelo arrozal com caniços e galhos secos. Quem os visse rindo e gritando, diria que era mais uma brincadeira.

   Mas a aparência de diversão se desfazia quando o pai falava: “Meninos, meninos, não deixem o chupim levar o arroz, meninos”.

   “Então a praga é o chupim? Mas que mal pode fazer um passarinho?”, pensou Julim.

   Ele balançava o seu galho bem devagarinho para não os assustar.

   O menino tinha aprendido a amar os passarinhos. Com tanto arroz nos campos, alguns grãos não fariam falta. Afinal, eles eram tão pequeninos...


VIEIRA JUNIOR, Itamar. Chupim. São Paulo: Baião, 2024.
A partir da leitura do texto, assinale a alternativa que apresenta a principal razão para o pai de Julim e o chefe do campo quererem as crianças na plantação.
Alternativas
Q3664078 Português
Texto para responder à questão.


   “Menino, menino”, a voz do pai chamou pela casa antes do sol nascer.

    Era um convite para o despertar.

   Os irmãos mais velhos já estavam de pé. Mas Julim, que dormia em sua rede, queria era ficar um pouco mais no seu sonho.

   O pai tentava de novo, “Menino, menino, levanta!”. E aquela voz se misturava à bagunça do seu sono.

   Os sons viravam ruído de bichos e de natureza, rumor de vento e cheiro de chuva.

   “Menino, menino”, escutava outra vez. Então Julim se levantou da rede.

   Uma chama de luz do candeeiro iluminava o breu antes dos pássaros se levantarem em alvoroço, antes do galo anunciar que o dia ia raiar.

   Enquanto o sol coloria o horizonte, homens, mulheres e crianças se movimentavam para os campos de arroz.

   “É bom que tragam as crianças”, dizia o chefe aos trabalhadores. “As crianças correm pelos campos e as pragas, assustadas, vão embora.”

   Julim pensava que as pragas deviam ser terríveis.

   As crianças corriam pelo arrozal com caniços e galhos secos. Quem os visse rindo e gritando, diria que era mais uma brincadeira.

   Mas a aparência de diversão se desfazia quando o pai falava: “Meninos, meninos, não deixem o chupim levar o arroz, meninos”.

   “Então a praga é o chupim? Mas que mal pode fazer um passarinho?”, pensou Julim.

   Ele balançava o seu galho bem devagarinho para não os assustar.

   O menino tinha aprendido a amar os passarinhos. Com tanto arroz nos campos, alguns grãos não fariam falta. Afinal, eles eram tão pequeninos...


VIEIRA JUNIOR, Itamar. Chupim. São Paulo: Baião, 2024.
Quanto à tonicidade das palavras “convite”, “dormia” e “aflitos”, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3664077 Português
Texto para responder à questão.


   “Menino, menino”, a voz do pai chamou pela casa antes do sol nascer.

    Era um convite para o despertar.

   Os irmãos mais velhos já estavam de pé. Mas Julim, que dormia em sua rede, queria era ficar um pouco mais no seu sonho.

   O pai tentava de novo, “Menino, menino, levanta!”. E aquela voz se misturava à bagunça do seu sono.

   Os sons viravam ruído de bichos e de natureza, rumor de vento e cheiro de chuva.

   “Menino, menino”, escutava outra vez. Então Julim se levantou da rede.

   Uma chama de luz do candeeiro iluminava o breu antes dos pássaros se levantarem em alvoroço, antes do galo anunciar que o dia ia raiar.

   Enquanto o sol coloria o horizonte, homens, mulheres e crianças se movimentavam para os campos de arroz.

   “É bom que tragam as crianças”, dizia o chefe aos trabalhadores. “As crianças correm pelos campos e as pragas, assustadas, vão embora.”

   Julim pensava que as pragas deviam ser terríveis.

   As crianças corriam pelo arrozal com caniços e galhos secos. Quem os visse rindo e gritando, diria que era mais uma brincadeira.

   Mas a aparência de diversão se desfazia quando o pai falava: “Meninos, meninos, não deixem o chupim levar o arroz, meninos”.

   “Então a praga é o chupim? Mas que mal pode fazer um passarinho?”, pensou Julim.

   Ele balançava o seu galho bem devagarinho para não os assustar.

   O menino tinha aprendido a amar os passarinhos. Com tanto arroz nos campos, alguns grãos não fariam falta. Afinal, eles eram tão pequeninos...


VIEIRA JUNIOR, Itamar. Chupim. São Paulo: Baião, 2024.
A frase “É bom que tragam as crianças” é um exemplo de discurso
Alternativas
Q3664076 Português
Texto para responder à questão.


   “Menino, menino”, a voz do pai chamou pela casa antes do sol nascer.

    Era um convite para o despertar.

   Os irmãos mais velhos já estavam de pé. Mas Julim, que dormia em sua rede, queria era ficar um pouco mais no seu sonho.

   O pai tentava de novo, “Menino, menino, levanta!”. E aquela voz se misturava à bagunça do seu sono.

   Os sons viravam ruído de bichos e de natureza, rumor de vento e cheiro de chuva.

   “Menino, menino”, escutava outra vez. Então Julim se levantou da rede.

   Uma chama de luz do candeeiro iluminava o breu antes dos pássaros se levantarem em alvoroço, antes do galo anunciar que o dia ia raiar.

   Enquanto o sol coloria o horizonte, homens, mulheres e crianças se movimentavam para os campos de arroz.

   “É bom que tragam as crianças”, dizia o chefe aos trabalhadores. “As crianças correm pelos campos e as pragas, assustadas, vão embora.”

   Julim pensava que as pragas deviam ser terríveis.

   As crianças corriam pelo arrozal com caniços e galhos secos. Quem os visse rindo e gritando, diria que era mais uma brincadeira.

   Mas a aparência de diversão se desfazia quando o pai falava: “Meninos, meninos, não deixem o chupim levar o arroz, meninos”.

   “Então a praga é o chupim? Mas que mal pode fazer um passarinho?”, pensou Julim.

   Ele balançava o seu galho bem devagarinho para não os assustar.

   O menino tinha aprendido a amar os passarinhos. Com tanto arroz nos campos, alguns grãos não fariam falta. Afinal, eles eram tão pequeninos...


VIEIRA JUNIOR, Itamar. Chupim. São Paulo: Baião, 2024.
Assinale a alternativa que contém a principal característica psicológica de Julim.
Alternativas
Q3664075 Português
Texto para responder à questão.


   “Menino, menino”, a voz do pai chamou pela casa antes do sol nascer.

    Era um convite para o despertar.

   Os irmãos mais velhos já estavam de pé. Mas Julim, que dormia em sua rede, queria era ficar um pouco mais no seu sonho.

   O pai tentava de novo, “Menino, menino, levanta!”. E aquela voz se misturava à bagunça do seu sono.

   Os sons viravam ruído de bichos e de natureza, rumor de vento e cheiro de chuva.

   “Menino, menino”, escutava outra vez. Então Julim se levantou da rede.

   Uma chama de luz do candeeiro iluminava o breu antes dos pássaros se levantarem em alvoroço, antes do galo anunciar que o dia ia raiar.

   Enquanto o sol coloria o horizonte, homens, mulheres e crianças se movimentavam para os campos de arroz.

   “É bom que tragam as crianças”, dizia o chefe aos trabalhadores. “As crianças correm pelos campos e as pragas, assustadas, vão embora.”

   Julim pensava que as pragas deviam ser terríveis.

   As crianças corriam pelo arrozal com caniços e galhos secos. Quem os visse rindo e gritando, diria que era mais uma brincadeira.

   Mas a aparência de diversão se desfazia quando o pai falava: “Meninos, meninos, não deixem o chupim levar o arroz, meninos”.

   “Então a praga é o chupim? Mas que mal pode fazer um passarinho?”, pensou Julim.

   Ele balançava o seu galho bem devagarinho para não os assustar.

   O menino tinha aprendido a amar os passarinhos. Com tanto arroz nos campos, alguns grãos não fariam falta. Afinal, eles eram tão pequeninos...


VIEIRA JUNIOR, Itamar. Chupim. São Paulo: Baião, 2024.
O foco narrativo do texto é em terceira pessoa. Assinale a alternativa que apresenta uma explicação para essa afirmação.
Alternativas
Q1371681 Português

TEXTO VI

Imagem associada para resolução da questão


Os sinais de pontuação, na referida publicidade, contribuem para seu significado, ao expressarem

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Q1371680 Português

TEXTO V

Vídeo da Leo Burnett para campanha brasileira de adoção de animais mostra o lado nada fofo da venda de cachorros

Imagem associada para resolução da questão


A nova campanha criada pela agência Leo Burnett para a ONG paulistana PEA - Projeto Esperança Animal - chama a atenção pela qualidade e reforça a conscientização contra a compra de animais e a favor da adoção.

O vídeo de lançamento da campanha “Nada fofo” mostra de forma brilhante os bastidores cruéis da indústria dos filhotes de cães para venda em pet shops e feiras. Com o uso de bonecos animados manualmente e uma música composta especialmente para a peça, o vídeo de pouco mais de dois minutos e meio cativa e educa.

A ideia é mostrar ao possível comprador de filhotes que não se pode deixar levar pelo olhar inocente dos pequenos, é preciso agir com a razão. [...]

(Texto adaptado) Disponível em: <https://acontecendoaqui.com.br/propaganda/>. Acesso em: 10 jul. 2019.


De acordo com a imagem e o texto que se refere a ela, no slogan “Comprar um filhote de raça pode ser nada fofo", é correto concluir que

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Q1371679 Literatura

TEXTO IV

GATO E SAPATO

(Compositores: Sérgio Sá e Cristina Reis; intérprete: Patrícia Marx)

Teto de sol ou de lua

Comida de quem lhe der

Cama pelo chão da rua

Aos pés de um poste qualquer


Feito de gato e sapato

Vida sem dono de cão

Voz que não pode falar, de fato

Mas uiva cada vez mais

Por compaixão


Oh, mundo gigante!

Ah, busca constante

Onde tudo é quase nada

Pois nada é bastante...


Bicho esquecido da gente

Gente a vagar que nem bicho

Numa mistura indigente

Catando resto de lixo


Na Bíblia a verdade grita

Leis sagradas no Alcorão

Lições de amor no Bhagavad-Gita

Aos mestres dizemos sim, vivendo não

Disponível em: : <https://www.letras.mus.br/patricia-marx/2000345>. Acesso em: 10 jul. 2019 

As notícias a seguir foram baseadas em diversas páginas da internet e trazem como tema comum os animais. A partir da leitura dessas manchetes, indique qual delas aponta uma atitude semelhante ao propósito do eu lírico com a letra da música.
Alternativas
Q1371676 Português

TEXTO III

O FAZENDEIRO, SEU FILHO E O BURRO

    Um fazendeiro e seu filho viajavam para o mercado, levando consigo um burro. Na estrada, encontraram umas moças salientes, que riram e zombaram deles:

    - Já viram que bobos? Andando a pé, quando deviam montar no burro?

    O fazendeiro, então, ordenou ao filho:

    - Monte no burro, pois não devemos parecer ridículos.

    O filho assim o fez.

    Daí a pouco, passaram por uma aldeia. À porta de uma estalagem estavam uns velhos que comentaram:

    - Ali vai um exemplo da geração moderna: o rapaz, muito bem refestelado no animal, enquanto o velho pai caminha, com suas pernas fatigadas.

    - Talvez eles tenham razão, meu filho, disse o pai. Ficaria melhor se eu montasse e você fosse a pé. Trocaram então as posições.

    Alguns quilômetros adiante, encontraram camponesas passeando, as quais disseram:

    - A crueldade de alguns pais para com os filhos é tremenda! Aquele preguiçoso, muito bem instalado no burro, enquanto o pobre filho gasta as pernas. -

    Suba na garupa, meu filho. Não quero parecer cruel - pediu o pai.

    Assim, ambos montados no burro, entraram no mercado da cidade.

    - Oh!!! Gritaram outros fazendeiros que se encontravam lá. Pobre burro, [...] carregando uma dupla carga! Não se trata um animal desta maneira. Os dois precisavam ser presos. Deviam carregar o burro às costas, em vez de este carregá-los.

    O fazendeiro e o filho saltaram do animal e carregaram-no. Quando atravessavam uma ponte, o burro, que não estava se sentindo confortável, começou a escoicear com tanta energia que os dois caíram na água.

(Texto adaptado) Disponível em:  <http://www.botucatu.sp gov.br/Eventos/2007/contHistorias/bauhistorias.pdf>  Acesso em: 10 jul. 2019.

Imagem associada para resolução da questão "Nunca ninguém disse que ele era um grande cachorro — ou mesmo um bom cachorro. Ele era tão selvagem quanto uma banshee irlandesa e tão forte quanto um touro. Ele atravessava a vida alegremente com um gosto mais frequentemente associado aos desastres naturais. Ele foi o único cão que conheci que foi expulso da escola de adestramento”. E continuei: “Marley mastigava almofadas, destruía telas, babava e revirava latas de lixo. Quanto à sua mente, vamos apenas dizer que ele perseguiu seu rabo até o dia em que morreu, aparentemente convencido de que estava a ponto de realizar um grande feito canino”. Ele não era só isso, no entanto, e descrevi sua intuição e empatia, sua delicadeza com crianças, seu coração puro. O que eu realmente queria contar era como este animal tocara nossas almas e nos ensinara algumas das lições mais importantes de nossas vidas. “Uma pessoa pode aprender muito com um cão, mesmo com um cão maluco como o nosso”, escrevi. “Marley me ensinou a viver cada dia com alegria e exuberância desenfreadas, aproveitar cada momento e seguir o que diz o coração. Ele me ensinou a apreciar coisas simples — um passeio pelo bosque, uma neve recém-caída, uma soneca sob o sol de inverno. E enquanto envelhecia e adoecia, ensinou-me a manter o otimismo diante da adversidade. Principalmente, ele me ensinou sobre a amizade e o altruísmo e, acima de tudo, sobre lealdade incondicional”. Era um conceito interessante que só então, após a morte dele, eu compreendia inteiramente. Marley como mentor. Como professor e exemplo. Seria possível para um cachorro — qualquer cachorro, mas principalmente um absolutamente incontrolável e maluco como o nosso — mostrar aos seres humanos o que realmente importava na vida? Eu acreditava que sim. Lealdade. Coragem. Devoção. Simplicidade. Alegria. E também as coisas que não tinham importância. Um cão não precisa de carros modernos, palacetes ou roupas de grife. Símbolos de status não significam nada para ele. Um pedaço de madeira encontrado na praia serve. Um cão não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Um cão não se importa se você é rico ou pobre, educado ou analfabeto, inteligente ou burro. Se você lhe der seu coração, ele lhe dará o dele. É realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa ou não. Enquanto eu escrevia a coluna de despedida para Marley, descobri que tudo estava bem à nossa frente, se apenas pudéssemos ver. Às vezes, era preciso um cachorro com mau hálito, péssimos modos e intenções puras para nos ajudar a ver. Terminei minha coluna, entreguei-a ao meu editor e peguei o carro para voltar para casa, sentindo-me de algum modo mais leve, quase flutuando, como se tivesse me livrado de um peso que nem sabia que carregava. (Texto adaptado). Disponível em:<http://colegioplante.com.br/wp-content/uploads/2016/05/IVIarley-Eu-John-Grogan.pdf>. Acesso em: 10 jul. 2019. 


Tanto o texto I quanto o texto III nos mostram a relação do homem com um animal. No primeiro, com um cachorro; no segundo, com um burro. A partir dessa premissa, é correto afirmar que
Alternativas
Q1371675 Português

TEXTO III

O FAZENDEIRO, SEU FILHO E O BURRO

    Um fazendeiro e seu filho viajavam para o mercado, levando consigo um burro. Na estrada, encontraram umas moças salientes, que riram e zombaram deles:

    - Já viram que bobos? Andando a pé, quando deviam montar no burro?

    O fazendeiro, então, ordenou ao filho:

    - Monte no burro, pois não devemos parecer ridículos.

    O filho assim o fez.

    Daí a pouco, passaram por uma aldeia. À porta de uma estalagem estavam uns velhos que comentaram:

    - Ali vai um exemplo da geração moderna: o rapaz, muito bem refestelado no animal, enquanto o velho pai caminha, com suas pernas fatigadas.

    - Talvez eles tenham razão, meu filho, disse o pai. Ficaria melhor se eu montasse e você fosse a pé. Trocaram então as posições.

    Alguns quilômetros adiante, encontraram camponesas passeando, as quais disseram:

    - A crueldade de alguns pais para com os filhos é tremenda! Aquele preguiçoso, muito bem instalado no burro, enquanto o pobre filho gasta as pernas. -

    Suba na garupa, meu filho. Não quero parecer cruel - pediu o pai.

    Assim, ambos montados no burro, entraram no mercado da cidade.

    - Oh!!! Gritaram outros fazendeiros que se encontravam lá. Pobre burro, [...] carregando uma dupla carga! Não se trata um animal desta maneira. Os dois precisavam ser presos. Deviam carregar o burro às costas, em vez de este carregá-los.

    O fazendeiro e o filho saltaram do animal e carregaram-no. Quando atravessavam uma ponte, o burro, que não estava se sentindo confortável, começou a escoicear com tanta energia que os dois caíram na água.

(Texto adaptado) Disponível em:  <http://www.botucatu.sp gov.br/Eventos/2007/contHistorias/bauhistorias.pdf>  Acesso em: 10 jul. 2019.

No trecho "Suba na garupa, meu filho", a vírgula foi utilizada para
Alternativas
Q1371673 Português

TEXTO III

O FAZENDEIRO, SEU FILHO E O BURRO

    Um fazendeiro e seu filho viajavam para o mercado, levando consigo um burro. Na estrada, encontraram umas moças salientes, que riram e zombaram deles:

    - Já viram que bobos? Andando a pé, quando deviam montar no burro?

    O fazendeiro, então, ordenou ao filho:

    - Monte no burro, pois não devemos parecer ridículos.

    O filho assim o fez.

    Daí a pouco, passaram por uma aldeia. À porta de uma estalagem estavam uns velhos que comentaram:

    - Ali vai um exemplo da geração moderna: o rapaz, muito bem refestelado no animal, enquanto o velho pai caminha, com suas pernas fatigadas.

    - Talvez eles tenham razão, meu filho, disse o pai. Ficaria melhor se eu montasse e você fosse a pé. Trocaram então as posições.

    Alguns quilômetros adiante, encontraram camponesas passeando, as quais disseram:

    - A crueldade de alguns pais para com os filhos é tremenda! Aquele preguiçoso, muito bem instalado no burro, enquanto o pobre filho gasta as pernas. -

    Suba na garupa, meu filho. Não quero parecer cruel - pediu o pai.

    Assim, ambos montados no burro, entraram no mercado da cidade.

    - Oh!!! Gritaram outros fazendeiros que se encontravam lá. Pobre burro, [...] carregando uma dupla carga! Não se trata um animal desta maneira. Os dois precisavam ser presos. Deviam carregar o burro às costas, em vez de este carregá-los.

    O fazendeiro e o filho saltaram do animal e carregaram-no. Quando atravessavam uma ponte, o burro, que não estava se sentindo confortável, começou a escoicear com tanta energia que os dois caíram na água.

(Texto adaptado) Disponível em:  <http://www.botucatu.sp gov.br/Eventos/2007/contHistorias/bauhistorias.pdf>  Acesso em: 10 jul. 2019.

No texto III, no trecho "...o rapaz, muito bem refestelado no animal, enquanto o velho pai caminha, com suas pernas fatigadas.", o termo em destaque estabelece relação de
Alternativas
Q1370907 Raciocínio Lógico

Gabriela adora resolver desafios matemáticos. Certo dia, ela pegou seu livro de desafios e encontrou o seguinte problema: Na figura abaixo, em cada quadradinho, é escrito um número igual à multiplicação dos números que estão nos dois quadradinhos abaixo dele. Complete todos os quadrados e, em seguida, escreva o valor da soma de todos os números dos quadradinhos.


Imagem associada para resolução da questão


Se Gabriela resolveu certo o problema, ela encontrou o resultado

Alternativas
Q1370904 Raciocínio Lógico

Nos cartões abaixo estão escritos cinco números.


Imagem associada para resolução da questão


Qual é o maior número que pode ser obtido alinhando-se os cartões lado a lado?

Alternativas
Respostas
61: B
62: D
63: A
64: D
65: A
66: B
67: D
68: B
69: C
70: A
71: A
72: D
73: E
74: D
75: A
76: A
77: A
78: D
79: B
80: B