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Deus, na sua bondade infinita, desejou salvar o mundo. O acontecimento único, totalmente singular e originário da encarnação do filho de Deus acontece na pessoa de Jesus Cristo: “O Verbo se fez carne e habitou no meio de nós.” (Jo, 1.14).
No processo de salvação, Jesus se apresenta como natureza
A teologia cristã reúne as informações extraídas da pesquisa teológica, organiza-as em áreas afins, explica as aparentes contradições e fornece um sistema explicativo que engloba ramos como a teologia doutrinal, a teologia dogmática e a teologia filosófica.
Qual teologia cristã formula uma descrição ordenada, racional e coerente da fé e crenças cristãs?
Leia atentamente a citação a seguir:
“Não é uma doutrina. Mas uma forma de interpretar e viver a doutrina. É assumir a letra das doutrinas e normas sem cuidar de seu espírito e de sua inserção no processo sempre cambiante da história, que obriga a contínuas interpretações e atualizações, exatamente para manter sua verdade essencial. ” (BOFF, 2011, p. 25).
No que tange à definição de fundamentalismo religioso é correto afirmar que é
Jesus pregou uma mensagem inovadora e original no seu tempo: “o Reino de Deus está próximo, convertei-vos e crede no evangelho.” (Mc 1). Essa passagem resume todas as suas palavras proféticas durante a sua existência e missão no mundo.
Sobre a importância de Jesus de Nazaré para o mundo ocidental e as principais propostas e críticas trazidas por Ele, é incorreto afirmar que
Para Berkhof (2003), o pecado é um mal moral. Muitos nomes empregados nas Escrituras para designar o pecado indicam o seu teor moral.
Posto isto, todos os nomes descritos abaixo são usados nas Escrituras, exceto
Os cinco primeiros livros do Antigo Testamento: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio é o primeiro testemunho escrito dos mandamentos, “leis” e “instruções”, como fundamento obrigatório da vida e do comportamento do povo judeu.
Nesse sentido, qual é o nome dado a esses livros pelo Judaísmo?
No Evangelho de (Mt 17, 1-9) o evangelista descreve a transfiguração de Jesus. Ele leva três discípulos até um monte alto. Enquanto está orando, Jesus é transfigurado diante deles. Os discípulos veem seu rosto brilhar como o sol e suas roupas se tornaram tão brancas e brilhantes como a luz.
No Evangelho da transfiguração, quais foram os três discípulos escolhidos por Jesus?
Associe as duas colunas relacionando a crença às respectivas características.
Crenças
(1) Judaísmo
(2) Cristianismo
(3) Protestantismo
(4) Budismo
Características
( ) Não tem Deus, seu modelo nasceu na Índia há cerca de 2.500 anos, o principal livro sagrado chama-se os Três Cestos. Toda família tem em casa um altar para as orações.
( ) É uma das religiões mais antigas do mundo. Crê que Deus está presente em toda a História. Tem um livro sagrado cuja tradição quer dizer “ensino”. Ali está a história do povo e a lei de Deus. A grande festa é a do Perdão.
( ) Descende do Judaísmo e tem um profeta enviado por Deus para salvar a humanidade, o qual pagou o preço com seu sangue na cruz.
( ) Foi constituída na Idade Média como forma de protesto contra a Igreja Católica.
A sequência correta dessa associação é
De acordo com Bloch, citado por Alves (2001, p.119), “Onde está a esperança, ali também está a religião”.
Essa ideia permite concluir que a
“Em 1517, por exato no dia 31 de Outubro, Martinho Lutero, professor de teologia da Universidade de Wittemberg, afixou na porta de uma igreja daquela cidade um documento em que eram expostas 95 (noventa e cinco) teses contra o comportamento da Igreja Católica.” (ELTON, 1974, p.2).
Assinale a alternativa que expressa corretamente um dos objetivos de Martinho Lutero.
Qual crítica foi formulada pelo luteranismo à Igreja Católica naquela época?
Observe atentamente o texto a seguir.

Considere o texto da charge e avalie as afirmações a seguir.
I – No 3º quadrinho, o substantivo “gente”, precedido do artigo “a”, passa a ser pronome, emprega-se com a linguagem cerimoniosa e exige o verbo na terceira pessoa do plural.
II – “Intermediário”, no 4o quadrinho, possui relação sinonímica com o vocábulo “agente”.
III – Quanto à posição, a sílaba tônica nas palavras “escrevo” e “depois” é a final.
Está correto apenas o que se afirma em
Analise o fragmento de texto a seguir, de autoria do romancista alagoano Graciliano Ramos.
A arma do escritor é o lápis
“Deve-se escrever da mesma maneira como as lavadeiras lá de Alagoas fazem seu ofício. Elas começam com uma primeira lavada, molham a roupa suja na beira da lagoa ou do riacho, torcem o pano, molham-no novamente, voltam a torcer. Colocam o anil, ensaboam e torcem uma, duas vezes. Depois que enxáguam, dão mais uma molhada, agora jogando a água com a mão. Batem o pano na laje ou na pedra limpa, e dão mais uma torcida e mais outra, torcem até não pingar do pano uma só gota. Somente depois de feito tudo isso é que elas dependuram a roupa lavada na corda ou no varal, para secar. Pois quem se mete a escrever devia fazer a mesma coisa; a palavra não foi feita para enfeitar, brilhar como ouro falso; a palavra foi feita para dizer”.
Disponível em: <http://averdade.org.br/2014/02/graciliano-ramos-arma-escritor-e-o-lapis/> . Acesso em: 27 mar. 2017- Adaptado)
Em qual das alternativas a relação lógico-semântica estabelecida está correta?
Analise o texto publicitário a seguir, considerando o gênero textual.

Qual interpretação é possível?
Cumulonimbus-informáticos
Há, pairando sobre nossas cabeças, gigantescas nuvens informacionais, ameaçando-nos com seus raios, trovões e ventanias. As tormentas já iniciam suas precipitações e começam a cair sobre nós. Nós somos o seu elemento. A faísca que produz o ribombar do trovão e a própria tempestade.
1. Que estamos fazendo com nossos sistemas cibernético-informacionais? Acaso paramos de pensar autonomamente com nossas próprias cabeças? Quiçá cessamos de procurar e manter o conhecimento por nós mesmos, intuitivamente, sensivelmente, abdutivamente, humanamente – como sempre fizemos, indagamos –, de buscar o sentido, o significado, a importância e a razão seminal de tudo que há à nossa volta? Daquilo que foi concebido, refletido e significado axiologicamente através dos tempos imemoriais, entregando tudo isso “de bandeja” – o melhor de nós e de nossa civilização – às máquinas e aos sistemas informacionais que nós mesmos construímos e usamos? Seria isso – resumidamente – o que está a ocorrer conosco nesses dias velozes e acríticos que vivemos na atualidade?
2. Você que me lê, por exemplo, nesse exato momento, não tem mais sequer que pensar, raciocinar, localizar-se por si, com livre arbítrio e autonomia, pois há – certamente – um aplicativo muito prático e conveniente fazendo isso por você, e muito mais, o tempo todo. Substituindo-nos acintosamente, explicitamente, trivialmente, das tarefas mais banais até às mais complexas, delicadas e especializadas. E nós ainda nos tranquilizamos em saber que, se ocorrer algo de fato importante no nosso planeta, e até fora dele, seremos informados de imediato.
3. O sistema faz isso quase que automaticamente. Do mesmo modo que não é mais necessário também guardar, anotar ou memorizar nomes e sobrenomes do dia a dia das relações societais, ou ainda direções e caminhos a serem trilhados nas urbes ou fora delas. O mesmo acontece com os dados e as imagens, pois certamente seu celular ou seu tablet pretensamente inteligentes, grandes feras no assunto, fazem isso e muito mais por você.
4. Uma delícia – convenhamos – e uma tragédia também. Sim, pois na cibercultura, a verdade, a notícia, o valor, a relevância – e, no extremo, o significado, não têm caráter único, sofrem alterações e são ditados pelo sistema e seus incontáveis aparatos. Todavia, o fato refutável que não pode ser ignorado é que estamos completamente deslumbrados com o que criamos, e que acolhemos essas novas tecnologias sem o menor sacrifício.
5. Não sabemos praticamente quase nada acerca desse novo modo de viver que começamos a cristalizar. Mas é em rede que nos reconhecemos, mensuramos nossas necessidades. E quem não souber decifrar os seus sinais e signos será, simplesmente, tragado por suas imposições, contingências e ressignificações cada vez mais presentes. O que não pode deixar de ser percebido é que uma ubiquidade onipresente está transformando significativamente as relações sociais. E o faz rapidamente. Não é algo simplesmente bom ou ruim, é simplesmente diferente e está marcando a nossa época, os nossos hábitos, a nossa cultura e os nossos tempos.
6. Bem depois, quando tudo se autodeterminar e se acalmar, em conformidade diametral com as sensibilidades sociais, é que nós poderemos – talvez – verificar o que sobrou do nosso antigo e milenarizado mundo não informatizado, analógico e enciclopédico, aquele ao qual estávamos tão confortavelmente acostumados, e, também, sermos capazes de mensurar que outro mundo novo é esse – cibertecnologizado – que edificamos em seu lugar, mesmo que sejamos críticos em relação a ele ou que nos cause desconforto. O resto são arbitrariedades ou especulações.
(QUARESMA, Alexandre. Cumulonimbus-Informáticos. Revista Sociologia, ano VII, edição 67, p. 65 – Adaptado)
Cumulonimbus-informáticos
Há, pairando sobre nossas cabeças, gigantescas nuvens informacionais, ameaçando-nos com seus raios, trovões e ventanias. As tormentas já iniciam suas precipitações e começam a cair sobre nós. Nós somos o seu elemento. A faísca que produz o ribombar do trovão e a própria tempestade.
1. Que estamos fazendo com nossos sistemas cibernético-informacionais? Acaso paramos de pensar autonomamente com nossas próprias cabeças? Quiçá cessamos de procurar e manter o conhecimento por nós mesmos, intuitivamente, sensivelmente, abdutivamente, humanamente – como sempre fizemos, indagamos –, de buscar o sentido, o significado, a importância e a razão seminal de tudo que há à nossa volta? Daquilo que foi concebido, refletido e significado axiologicamente através dos tempos imemoriais, entregando tudo isso “de bandeja” – o melhor de nós e de nossa civilização – às máquinas e aos sistemas informacionais que nós mesmos construímos e usamos? Seria isso – resumidamente – o que está a ocorrer conosco nesses dias velozes e acríticos que vivemos na atualidade?
2. Você que me lê, por exemplo, nesse exato momento, não tem mais sequer que pensar, raciocinar, localizar-se por si, com livre arbítrio e autonomia, pois há – certamente – um aplicativo muito prático e conveniente fazendo isso por você, e muito mais, o tempo todo. Substituindo-nos acintosamente, explicitamente, trivialmente, das tarefas mais banais até às mais complexas, delicadas e especializadas. E nós ainda nos tranquilizamos em saber que, se ocorrer algo de fato importante no nosso planeta, e até fora dele, seremos informados de imediato.
3. O sistema faz isso quase que automaticamente. Do mesmo modo que não é mais necessário também guardar, anotar ou memorizar nomes e sobrenomes do dia a dia das relações societais, ou ainda direções e caminhos a serem trilhados nas urbes ou fora delas. O mesmo acontece com os dados e as imagens, pois certamente seu celular ou seu tablet pretensamente inteligentes, grandes feras no assunto, fazem isso e muito mais por você.
4. Uma delícia – convenhamos – e uma tragédia também. Sim, pois na cibercultura, a verdade, a notícia, o valor, a relevância – e, no extremo, o significado, não têm caráter único, sofrem alterações e são ditados pelo sistema e seus incontáveis aparatos. Todavia, o fato refutável que não pode ser ignorado é que estamos completamente deslumbrados com o que criamos, e que acolhemos essas novas tecnologias sem o menor sacrifício.
5. Não sabemos praticamente quase nada acerca desse novo modo de viver que começamos a cristalizar. Mas é em rede que nos reconhecemos, mensuramos nossas necessidades. E quem não souber decifrar os seus sinais e signos será, simplesmente, tragado por suas imposições, contingências e ressignificações cada vez mais presentes. O que não pode deixar de ser percebido é que uma ubiquidade onipresente está transformando significativamente as relações sociais. E o faz rapidamente. Não é algo simplesmente bom ou ruim, é simplesmente diferente e está marcando a nossa época, os nossos hábitos, a nossa cultura e os nossos tempos.
6. Bem depois, quando tudo se autodeterminar e se acalmar, em conformidade diametral com as sensibilidades sociais, é que nós poderemos – talvez – verificar o que sobrou do nosso antigo e milenarizado mundo não informatizado, analógico e enciclopédico, aquele ao qual estávamos tão confortavelmente acostumados, e, também, sermos capazes de mensurar que outro mundo novo é esse – cibertecnologizado – que edificamos em seu lugar, mesmo que sejamos críticos em relação a ele ou que nos cause desconforto. O resto são arbitrariedades ou especulações.
(QUARESMA, Alexandre. Cumulonimbus-Informáticos. Revista Sociologia, ano VII, edição 67, p. 65 – Adaptado)
A melhoria do desempenho da Administração Pública requer, dentre outros, aprimorar a qualidade da oferta dos serviços à população, formar equipes comprometidas com os objetivos das instituições e obter ganhos em produtividade.
Diversas técnicas e modelos existem para que uma organização, mesmo pública, possar alcançar melhor desempenho. Associe corretamente alguns deles com uma de suas respectivas características:
Técnica / Modelo
1 - Kaizen
2 - Qualidade total
3 - Benchmarking
4 - Balanced Scorecard (BSC)
5 - Aprendizagem organizacional
Características
( ) Propicia um contexto para que as decisões relacionadas com as operações cotidianas possam ser alinhadas com a estratégia e a visão organizacional.
( ) Tem como meta a definição de objetivos de gestão e sua legitimação por meio de comparações externas.
( ) Considera que a mudança é endêmica. Nada é estático e nem há manutenção do status quo, pois tudo deve ser revisto continuamente.
( ) Constrói relações colaborativas no sentido de dar força aos conhecimentos, experiências, capacidades e maneiras de fazer as coisas que as pessoas devem utilizar.
( ) Nele, o controle burocrático _rígido, unitário e centralizador_ cede lugar para o controle pelas pessoas envolvidas _solto, coletivo e descentralizado.
A sequência correta dessa associação é
A Lei Complementar nº 101, de maio de 2000 - Lei de Responsabilidade Fiscal - representa um código de boa conduta das finanças públicas, estabelecendo instrumentos de transparência da gestão fiscal.
A respeito destes instrumentos, é correto afirmar que
Durante a elaboração do orçamento surgem situações não previstas, sendo comum a insuficiência de dotações. Para retificar tais situações, a Lei nº 4.320, de 17 de março de 1964, estabelece alguns mecanismos visando a continuidade da ação administrativa.
Considerando uma situação em que o orçamento de determinado órgão público contém o crédito adequado, mas a dotação respectiva apresenta saldo insuficiente para o atendimento de despesas necessárias, qual o melhor mecanismo a ser utilizado?