Questões Militares Comentadas para médico clínico

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Q700252 Medicina
Pneumonias são doenças inflamatórias agudas de causa infecciosa que acometem os espaços aéreos e são causadas por vírus, bactérias ou fungos. Em relação a esse tema, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q700250 Medicina
A asma tem um impacto importante na vida dos pacientes, seus familiares e no sistema de saúde. Embora não exista cura, o manejo adequado baseado na parceria médico-paciente pode resultar em controle da doença. São indicações de transferência de tratamento da asma para UTI, exceto:
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Q700249 Medicina
O diagnóstico clínico da asma é sugerido por um ou mais sintomas, como dispneia, tosse crônica, sibilância, opressão ou desconforto torácico, sobretudo à noite ou nas primeiras horas da manhã. Em relação a essa doença, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q700247 Medicina
A febre de origem obscura é definida como a febre maior ou igual a 38,3°C em diversas ocasiões, com duração maior que três semanas e que possui diagnóstico incerto após uma semana de investigação hospitalar, de acordo com a classificação de Petersdorf e Beeson em 1961. Nesse sentido, assinale a alternativa que não contém uma causa clássica de febre de origem obscura segundo essa classificação.
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Q700245 Medicina
A endocardite infecciosa é uma infecção microbiana da superfície endocárdica do coração, que vem sendo classificada como “aguda” ou “subaguda”, com base no tempo, na severidade da apresentação clínica e na progressão para doença intratável. De acordo com o exposto, assinale a alternativa que consiste em um fenômeno embólico apresentado na endocardite infecciosa.
Alternativas
Q700244 Medicina
A pielonefrite é uma infecção aguda, geralmente bacteriana, dos rins e pelve renal. Sobre essa doença, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q700242 Medicina
A Febre Amarela é uma doença febril aguda, de curta duração e de gravidade variável, cujo agente etiológico é um arbovírus do gênero Flavivirus. Em relação a essa doença, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q700241 Medicina
A dengue é uma doença transmitida pelo mosquito A. aegypti e causa grandes problemas em território nacional. Em relação à classificação das formas de apresentação da dengue, assinale a alternativa que não indica gravidade.
Alternativas
Q700239 Medicina
Analise as afirmativas abaixo, marque (V) para as afirmativas que correspondem a critérios diagnósticos para o diabetes e (F) para as que não fazem parte de tais critérios. A seguir, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta. ( ) Glicemia de jejum maior ou igual a 126mg/dl. ( ) Glicemia duas horas pós-TOTG maior ou igual a 200mg/dl. ( ) Hemoglobina glicada maior ou igual a 6,5%. ( ) Glicemia maior ou igual a 200mg/dl em um paciente com sintomas clássicos de hiperglicemia ou crise hiperglicêmica.
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Q700235 Medicina
A terapia medicamentosa depende do tipo de dislipidemia. De acordo com o exposto, associe corretamente o tipo de dislipidemia a seu respectivo tratamento. (1) Reduzir LDL-c                                         (2) Reduzir triglicerídeos                            (3) Elevar HDL-c                                        ( ) Exercício físico, vinho, ácido nicotínico, fibratos. ( ) Dieta, fibratos, ácido nicotínico, ácido ômega-3. ( ) Estatinas, ezetimibe, resinas de troca. 
A sequência correta é
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Q700234 Medicina
“Arsênio, 80 anos, negro, hipertenso há 30 anos, dá entrada no pronto-socorro devido a uma crise convulsiva. O acompanhante refere que o paciente fazia uso de quatro anti-hipertensivos, mas que há 12 dias parou de tomar os medicamentos. Após a suspensão, não vinha se sentindo bem, com queixas de náuseas, vertigem, dificuldade para enxergar e cefaleia. Ao exame físico, apresenta-se torporoso, pupilas fotorreagentes, com ausência de sinais neurológicos focais. Ausência de rigidez de nuca, Kernig negativo, Brudzinski negativo. Corado, hidratado, acianótico, anictérico e afebril. PA = 258 x 164mmHg, FC = 88bpm, RR2T, presença de B4, bulhas normofonéticas sem sopros. FR = 17irpm, MV presente universalmente, abdômen inocente e MMII sem alterações.” Qual a principal hipótese diagnóstica?
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Q700231 Medicina
“Tayson, 10 anos, apresenta um quadro de hematúria dismórfica, edema, hipertensão arterial e oligúria. A mãe relata que há cinco semanas seu filho apresentou impetigo na face. Exames complementares apresentaram ASLO negativo, Anti-DNAse B positivo e queda de complemento (C3).” Diante do caso, qual o provável diagnóstico?
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Q700230 Medicina
Na criança portadora de Síndrome Nefrótica por Lesão Mínima, é necessário buscar a causa dessa alteração, que pode ser uma doença grave em estágio inicial. Qual das alternativas abaixo apresenta uma condição associada à Síndrome Nefrótica por Lesão Mínima?
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Q700228 Medicina
“Dona Cidinha, 55 anos, é uma paciente com queixas de dor crônica. Na consulta para acompanhamento de sua polimialgia reumática, estava febril e sentindo-se cansada, além de ter perdido peso nas últimas semanas. Relata também que vinha sentindo uma dor de cabeça que a incomodava e uma dor ao mastigar. O médico solicitou VHS, que se apresentava aumentado.” Nesse sentido, qual o provável diagnóstico de dona Cidinha?
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Q700227 Medicina
“Pedro, 40 anos, procurou atendimento médico por apresentar um quadro febril agudo acompanhado de cefaleia. Ao exame físico, percebeu-se rigidez de nuca e sinais de Kernig e Brudzinski positivos. Suspeitando de meningite, foi realizado punção liquórica que apresentou diplococos gram-positivos.” Sobre a principal hipótese diagnóstica, assinale a alternativa incorreta.
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Q699684 Português

Texto II para responder à questão.

Os astrônomos

    O lugar de estudo era isso. Os alunos se imobilizavam nos bancos: cinco horas de suplício, uma crucificação. Certo dia vi moscas na cara de um, roendo o canto do olho, entrando no olho. E o olho sem se mexer, como se o menino estivesse morto. Não há prisão pior que uma escola primária do interior. A imobilidade e a insensibilidade me aterram. Abandonei os cadernos e as auréolas, não deixei que as moscas me comessem. Assim, aos nove anos ainda não sabia ler. [...]

    Emília respondeu com uma pergunta que me espantou. Por que não me arriscava a tentar a leitura sozinho?

    Longamente lhe expus a minha fraqueza mental, a impossibilidade de compreender as palavras difíceis, sobretudo na ordem terrível em que se juntavam. Se eu fosse como os outros, bem; mas era bruto em demasia, todos me achavam bruto em demasia.

    Emília combateu a minha convicção, falou-me dos astrônomos, indivíduos que liam no céu, percebiam tudo quanto há no céu. [...] Ora, se eles enxergavam coisas tão distantes, por que não conseguiria eu adivinhar a página aberta diante dos meus olhos? Não distinguia as letras? Não sabia reuni-las e formar palavras?

    Matutei na lembrança de Emília. Eu, os astrônomos, que doidice! Ler as coisas do céu, quem havia de supor? E tomei coragem, fui esconder-me no quintal, com lobos, o homem, a mulher, os pequenos, a tempestade na floresta, a cabana do lenhador. Reli as folhas já percorridas. E as partes que se esclareciam derramavam escassa luz sobre os pontos obscuros. Personagens diminutas cresciam, vagarosamente me penetravam a inteligência espessa. Vagarosamente.

    Os astrônomos eram formidáveis. Eu, pobre de mim, não desvendaria os segredos do céu. Preso à terra, sensibilizar-me-ia com histórias tristes, em que há homens perseguidos, mulheres e crianças abandonadas, escuridão e animais ferozes.

(Graciliano Ramos (1892/1953). “Os astrônomos”, in: Infância. Rio de Janeiro: Record, 2006. Adaptado.)

O emprego do verbo “haver”, no último parágrafo, torna-o impessoal, de acordo com o significado apresentado. O mesmo ocorre em:
Alternativas
Q699683 Português

Texto II para responder à questão.

Os astrônomos

    O lugar de estudo era isso. Os alunos se imobilizavam nos bancos: cinco horas de suplício, uma crucificação. Certo dia vi moscas na cara de um, roendo o canto do olho, entrando no olho. E o olho sem se mexer, como se o menino estivesse morto. Não há prisão pior que uma escola primária do interior. A imobilidade e a insensibilidade me aterram. Abandonei os cadernos e as auréolas, não deixei que as moscas me comessem. Assim, aos nove anos ainda não sabia ler. [...]

    Emília respondeu com uma pergunta que me espantou. Por que não me arriscava a tentar a leitura sozinho?

    Longamente lhe expus a minha fraqueza mental, a impossibilidade de compreender as palavras difíceis, sobretudo na ordem terrível em que se juntavam. Se eu fosse como os outros, bem; mas era bruto em demasia, todos me achavam bruto em demasia.

    Emília combateu a minha convicção, falou-me dos astrônomos, indivíduos que liam no céu, percebiam tudo quanto há no céu. [...] Ora, se eles enxergavam coisas tão distantes, por que não conseguiria eu adivinhar a página aberta diante dos meus olhos? Não distinguia as letras? Não sabia reuni-las e formar palavras?

    Matutei na lembrança de Emília. Eu, os astrônomos, que doidice! Ler as coisas do céu, quem havia de supor? E tomei coragem, fui esconder-me no quintal, com lobos, o homem, a mulher, os pequenos, a tempestade na floresta, a cabana do lenhador. Reli as folhas já percorridas. E as partes que se esclareciam derramavam escassa luz sobre os pontos obscuros. Personagens diminutas cresciam, vagarosamente me penetravam a inteligência espessa. Vagarosamente.

    Os astrônomos eram formidáveis. Eu, pobre de mim, não desvendaria os segredos do céu. Preso à terra, sensibilizar-me-ia com histórias tristes, em que há homens perseguidos, mulheres e crianças abandonadas, escuridão e animais ferozes.

(Graciliano Ramos (1892/1953). “Os astrônomos”, in: Infância. Rio de Janeiro: Record, 2006. Adaptado.)

De acordo com as características predominantes que caracterizam o texto quanto à tipologia textual, indique o fragmento a seguir que não possui a mesma classificação.
Alternativas
Q699682 Português

Texto II para responder à questão.

Os astrônomos

    O lugar de estudo era isso. Os alunos se imobilizavam nos bancos: cinco horas de suplício, uma crucificação. Certo dia vi moscas na cara de um, roendo o canto do olho, entrando no olho. E o olho sem se mexer, como se o menino estivesse morto. Não há prisão pior que uma escola primária do interior. A imobilidade e a insensibilidade me aterram. Abandonei os cadernos e as auréolas, não deixei que as moscas me comessem. Assim, aos nove anos ainda não sabia ler. [...]

    Emília respondeu com uma pergunta que me espantou. Por que não me arriscava a tentar a leitura sozinho?

    Longamente lhe expus a minha fraqueza mental, a impossibilidade de compreender as palavras difíceis, sobretudo na ordem terrível em que se juntavam. Se eu fosse como os outros, bem; mas era bruto em demasia, todos me achavam bruto em demasia.

    Emília combateu a minha convicção, falou-me dos astrônomos, indivíduos que liam no céu, percebiam tudo quanto há no céu. [...] Ora, se eles enxergavam coisas tão distantes, por que não conseguiria eu adivinhar a página aberta diante dos meus olhos? Não distinguia as letras? Não sabia reuni-las e formar palavras?

    Matutei na lembrança de Emília. Eu, os astrônomos, que doidice! Ler as coisas do céu, quem havia de supor? E tomei coragem, fui esconder-me no quintal, com lobos, o homem, a mulher, os pequenos, a tempestade na floresta, a cabana do lenhador. Reli as folhas já percorridas. E as partes que se esclareciam derramavam escassa luz sobre os pontos obscuros. Personagens diminutas cresciam, vagarosamente me penetravam a inteligência espessa. Vagarosamente.

    Os astrônomos eram formidáveis. Eu, pobre de mim, não desvendaria os segredos do céu. Preso à terra, sensibilizar-me-ia com histórias tristes, em que há homens perseguidos, mulheres e crianças abandonadas, escuridão e animais ferozes.

(Graciliano Ramos (1892/1953). “Os astrônomos”, in: Infância. Rio de Janeiro: Record, 2006. Adaptado.)

Os astrônomos eram formidáveis. Eu, pobre de mim, não desvendaria os segredos do céu. Preso à terra, sensibilizar-me-ia com histórias tristes [...]” (6º§). Nas alternativas a seguir, os vocábulos acentuados do trecho anterior foram colocados em pares com palavras também acentuadas graficamente. Dentre os pares formados, indique o que apresenta igual justificativa para tal evento.
Alternativas
Q699681 Português

Texto II para responder à questão.

Os astrônomos

    O lugar de estudo era isso. Os alunos se imobilizavam nos bancos: cinco horas de suplício, uma crucificação. Certo dia vi moscas na cara de um, roendo o canto do olho, entrando no olho. E o olho sem se mexer, como se o menino estivesse morto. Não há prisão pior que uma escola primária do interior. A imobilidade e a insensibilidade me aterram. Abandonei os cadernos e as auréolas, não deixei que as moscas me comessem. Assim, aos nove anos ainda não sabia ler. [...]

    Emília respondeu com uma pergunta que me espantou. Por que não me arriscava a tentar a leitura sozinho?

    Longamente lhe expus a minha fraqueza mental, a impossibilidade de compreender as palavras difíceis, sobretudo na ordem terrível em que se juntavam. Se eu fosse como os outros, bem; mas era bruto em demasia, todos me achavam bruto em demasia.

    Emília combateu a minha convicção, falou-me dos astrônomos, indivíduos que liam no céu, percebiam tudo quanto há no céu. [...] Ora, se eles enxergavam coisas tão distantes, por que não conseguiria eu adivinhar a página aberta diante dos meus olhos? Não distinguia as letras? Não sabia reuni-las e formar palavras?

    Matutei na lembrança de Emília. Eu, os astrônomos, que doidice! Ler as coisas do céu, quem havia de supor? E tomei coragem, fui esconder-me no quintal, com lobos, o homem, a mulher, os pequenos, a tempestade na floresta, a cabana do lenhador. Reli as folhas já percorridas. E as partes que se esclareciam derramavam escassa luz sobre os pontos obscuros. Personagens diminutas cresciam, vagarosamente me penetravam a inteligência espessa. Vagarosamente.

    Os astrônomos eram formidáveis. Eu, pobre de mim, não desvendaria os segredos do céu. Preso à terra, sensibilizar-me-ia com histórias tristes, em que há homens perseguidos, mulheres e crianças abandonadas, escuridão e animais ferozes.

(Graciliano Ramos (1892/1953). “Os astrônomos”, in: Infância. Rio de Janeiro: Record, 2006. Adaptado.)

De acordo com o conteúdo textual, ou seja, a progressão dos fatos apresentados e a exposição de sentimentos e reflexões vividas pelo personagem, é possível sintetizar a ideia central em:
Alternativas
Q699679 Português

Texto II para responder à questão.

Os astrônomos

    O lugar de estudo era isso. Os alunos se imobilizavam nos bancos: cinco horas de suplício, uma crucificação. Certo dia vi moscas na cara de um, roendo o canto do olho, entrando no olho. E o olho sem se mexer, como se o menino estivesse morto. Não há prisão pior que uma escola primária do interior. A imobilidade e a insensibilidade me aterram. Abandonei os cadernos e as auréolas, não deixei que as moscas me comessem. Assim, aos nove anos ainda não sabia ler. [...]

    Emília respondeu com uma pergunta que me espantou. Por que não me arriscava a tentar a leitura sozinho?

    Longamente lhe expus a minha fraqueza mental, a impossibilidade de compreender as palavras difíceis, sobretudo na ordem terrível em que se juntavam. Se eu fosse como os outros, bem; mas era bruto em demasia, todos me achavam bruto em demasia.

    Emília combateu a minha convicção, falou-me dos astrônomos, indivíduos que liam no céu, percebiam tudo quanto há no céu. [...] Ora, se eles enxergavam coisas tão distantes, por que não conseguiria eu adivinhar a página aberta diante dos meus olhos? Não distinguia as letras? Não sabia reuni-las e formar palavras?

    Matutei na lembrança de Emília. Eu, os astrônomos, que doidice! Ler as coisas do céu, quem havia de supor? E tomei coragem, fui esconder-me no quintal, com lobos, o homem, a mulher, os pequenos, a tempestade na floresta, a cabana do lenhador. Reli as folhas já percorridas. E as partes que se esclareciam derramavam escassa luz sobre os pontos obscuros. Personagens diminutas cresciam, vagarosamente me penetravam a inteligência espessa. Vagarosamente.

    Os astrônomos eram formidáveis. Eu, pobre de mim, não desvendaria os segredos do céu. Preso à terra, sensibilizar-me-ia com histórias tristes, em que há homens perseguidos, mulheres e crianças abandonadas, escuridão e animais ferozes.

(Graciliano Ramos (1892/1953). “Os astrônomos”, in: Infância. Rio de Janeiro: Record, 2006. Adaptado.)

Após a apresentação do discurso de Emília de forma indireta, segue-se uma reflexão em que pode ser identificada uma ideia comparativa, tal pode ser comprovado através do trecho:
Alternativas
Respostas
801: C
802: A
803: B
804: D
805: D
806: A
807: C
808: B
809: D
810: D
811: C
812: D
813: D
814: A
815: A
816: D
817: B
818: B
819: B
820: B