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Sobre a utilização dos cimentos cirúrgicos, analise as afirmativas abaixo.
I. Protege a ferida após a cirurgia.
II. Proporciona conforto para o paciente.
III. Favorece a formação de tecido de granulação.
IV. Obtém e mantém a adaptação do retalho ao osso subjacente.
Estão corretas as afirmativas
Analise as assertivas a abaixo, sobre fatores que afetam os resultados clínicos da regeneração tecidual guiada (RTG) em furcas.
I. Evidências significantes têm demonstrado que o tratamento de envolvimentos de furca grau II maxilares e grau III maxilares e mandibulares com RTG é imprevisível.
II. Melhoras clínicas podem ser esperadas no tratamento de furcas grau II mandibulares e furcas grau III maxilares.
III. A grande variabilidade nos resultados, após tratamento de furcas grau II mandibulares com RTG, provavelmente está relacionada aos fatores relativos aos defeitos infra-ósseos.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Preencha as lacunas abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta.
O sangramento característico da cirurgia periodontal é normalmente controlado por compressão (gaze estéril umedecida com solução salina). Porém, em caso de pequenas hemorragias, recomenda-se utilizar ______________ e ______________.
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma abaixo sobre o Lúpus Eritematoso bucal. A seguir, marque a opção com a sequência correta.
( ) Inclui duas formas tradicionais maiores: o LE discoide (DLE) e o LE sistêmico (SLE).
( ) São características das lesões bucais, as alterações epiteliais.
( ) Apresenta como agente etiológico causador o HSV-2.
( ) É um grupo de desordens autoimunes do tecido conjuntivo.
“Essa espécie foi primeiramente reconhecida como um possível patógeno periodontal devido à sua presença frequente e em números elevados em lesões de periodontite agressiva localizada em comparação com amostras de placa provenientes de outras condições clínicas, incluindo periodontite, gengivite e saúde periodontal.”
(LINDHE, Jan; KARRING, Thorkild; LANG, Niklaus Peter. Tratado de Periodontia Clínica e Implantologia Oral. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2010.)
O excerto acima se refere ao patógeno causador de doença periodontal
Analise as afirmativas a abaixo sobre alguns dos sinais e sintomas clínicos das doenças periodontais.
I. As formas de doença periodontal se caracterizam pelas alterações de cor, textura gengival, vermelhidão e exsudato, assim como por um aumento da tendência de sangramento à sondagem no sulco gengival/bolsa periodontal.
II. Os tecidos periodontais podem exibir resistência reduzida à sondagem, aumentando a profundidade clínica de sondagem e/ou recessão tecidual.
III. Estágios avançados de periodontite também podem estar associados ao aumento da mobilidade dentária, assim como à migração ou perda do dente.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Analise as afirmativas abaixo sobre a mucosa perimplantar, tecido mucoso que circunda os implantes dentários.
I. Suas características são estabelecidas durante o processo de cicatrização da ferida que ocorre posteriormente ao fechamento do retalho mucoperiosteal, após a instalação do implante (procedimento de 1 estágio) ou após a conexão do pilar (procedimento de 2 estágios).
II. Sua cicatrização resulta no estabelecimento de uma inserção de tecido mucoso (inserção transmucosa) ao implante, que serve como um selo que impede que produtos provenientes da cavidade oral alcancem o tecido ósseo, garantindo, assim, a osseointegração e rígida fixação do implante.
III. A gengiva em dentes e a mucosa em implantes dentários têm as mesmas características quanto à composição do tecido conjuntivo, ao alinhamento dos feixes de fibras colágenas e à distribuição de estruturas vasculares no compartimento apical da barreira epitelial.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma abaixo sobre o sorriso gengival. A seguir marque a opção com a sequência correta.
( ) Na presença de um sorriso gengival, é mais estético que a gengiva marginal dos molares esteja no mesmo nível.
( ) Um sorriso é tido como gengival se mais de 3mm de gengiva é visível durante um sorriso moderado.
( ) Uma quantidade excessiva de tecido mole é antiestética em si, pois a maneira cujo excesso tecidual está disposto em relação aos dentes e aos lábios diz respeito à estética.
( ) É o paciente que deve considerar se o sorriso gengival é feio em função de sua própria concepção, da opinião de seu meio de convívio etc.
Tendo em vista a subclassificação da periodontite agressiva em formas localizada e generalizada, associe as duas colunas relacionando essa subclassificação com suas respectivas características.
SUBCLASSIFICAÇÃO
(1) Periodontite Agressiva Localizada (LAP)
(2) Periodontite Agressiva Generalizada (GAP)
CARACTERÍSTICA
( ) normalmente afeta pessoas abaixo de 30 anos, mas pode acometer pacientes com mais idade.
( ) apresentação localizada no primeiro molar/incisivo com perda de inserção interproximal em pelo menos dois dentes permanentes.
( ) perda de inserção interproximal generalizada afetando pelo menos três dentes permanentes.
( ) forte resposta do anticorpo sérico a agentes infectantes.
( ) natureza episódica pronunciada da destruição da inserção e do osso alveolar.
( ) resposta insuficiente do anticorpo sérico a agentes infectantes.
( ) acometimento circumpuberal.
A sequência correta dessa classificação é
O diagnóstico das condições do tecido periodontal de cada dente na dentição pode ser dado a partir do uso de um critério geral. Diante do exposto, associe as duas colunas relacionando o diagnóstico e o seu critério geral.
DIAGNÓSTICO
(1) Periodontite Superficial
(2) Gengivite
(3) Periodontite Profunda
(4) Periodontite Inter-radicular
CRITÉRIO GERAL
( ) sangramento à sondagem (BoP); não há perda da PAL nem de osso alveolar; profundidade da bolsa à sondagem (PPD) ≤ 3mm; pseudobolsas.
( ) profundidade da bolsa à sondagem (PPD) horizontal ≤ 3mm: Fl superficial; profundidade da bolsa à sondagem (PPD) horizontal > 3mm: Fl profunda.
( ) profundidade da bolsa à sondagem (PPD) ≤ 5mm independentemente da morfologia da lesão periodontal; perda óssea angular e/ou horizontal.
( ) profundidade da bolsa à sondagem (PPD) ≥ 6mm independentemente da morfologia da lesão periodontal; perda óssea angular e/ou horizontal.
A sequência correta dessa classificação é
Texto II
Pasmo sempre quando acabo qualquer coisa. Pasmo e desolo-me. O meu instinto de perfeição deveria inibir-me de acabar; deveria inibir-me até de dar começo. Mas distraio-me e faço. O que consigo é um produto, em mim, não de uma aplicação de vontade, mas de uma cedência dela. Começo porque não tenho força para pensar; acabo porque não tenho alma para suspender. Este livro é a minha cobardia.
A razão por que tantas vezes interrompo um pensamento com um trecho de paisagem, que de algum modo se integra no esquema, real ou suposto, das minhas impressões, é que essa paisagem é uma porta por onde fujo ao conhecimento da minha impotência criadora. Tenho a necessidade, em meio das conversas comigo que formam as palavras deste livro, de falar de repente com outra pessoa, e dirijo-me à luz que paira, como agora, sobre os telhados das casas, que parecem molhados de tê-la de lado; ao agitar brando das árvores altas na encosta citadina, que parecem perto, numa possibilidade de desabamento mudo; aos cartazes sobrepostos das casas ingremadas, com janelas por letras onde o sol morto doira goma húmida.
Por que escrevo, se não escrevo melhor? Mas que seria de mim se não escrevesse o que consigo escrever, por inferior a mim mesmo que nisso seja? Sou um plebeu da aspiração, porque tento realizar; não ouso o silêncio como quem receia um quarto escuro. Sou como os que prezam a medalha mais que o esforço, e gozam a glória na peliça [...].
Escrever, sim, é perder-me, mas todos se perdem, porque tudo é perda. Porém eu perco-me sem alegria, não como o rio na foz para que nasceu incógnito, mas como o lago feito na praia pela maré alta, e cuja água sumida nunca mais regressa ao mar.
(PESSOA, Fernando. Livro do Desassossego: composto por Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa. Org. Richard
Zenith. 3ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.)
“Tenho a necessidade, em meio das conversas comigo que formam as palavras deste livro, de falar de repente com outra pessoa, e dirijo-me...” (2º§).
Os sujeitos de “formam” e “dirijo”, no trecho acima, são, respectivamente:
Texto II
Pasmo sempre quando acabo qualquer coisa. Pasmo e desolo-me. O meu instinto de perfeição deveria inibir-me de acabar; deveria inibir-me até de dar começo. Mas distraio-me e faço. O que consigo é um produto, em mim, não de uma aplicação de vontade, mas de uma cedência dela. Começo porque não tenho força para pensar; acabo porque não tenho alma para suspender. Este livro é a minha cobardia.
A razão por que tantas vezes interrompo um pensamento com um trecho de paisagem, que de algum modo se integra no esquema, real ou suposto, das minhas impressões, é que essa paisagem é uma porta por onde fujo ao conhecimento da minha impotência criadora. Tenho a necessidade, em meio das conversas comigo que formam as palavras deste livro, de falar de repente com outra pessoa, e dirijo-me à luz que paira, como agora, sobre os telhados das casas, que parecem molhados de tê-la de lado; ao agitar brando das árvores altas na encosta citadina, que parecem perto, numa possibilidade de desabamento mudo; aos cartazes sobrepostos das casas ingremadas, com janelas por letras onde o sol morto doira goma húmida.
Por que escrevo, se não escrevo melhor? Mas que seria de mim se não escrevesse o que consigo escrever, por inferior a mim mesmo que nisso seja? Sou um plebeu da aspiração, porque tento realizar; não ouso o silêncio como quem receia um quarto escuro. Sou como os que prezam a medalha mais que o esforço, e gozam a glória na peliça [...].
Escrever, sim, é perder-me, mas todos se perdem, porque tudo é perda. Porém eu perco-me sem alegria, não como o rio na foz para que nasceu incógnito, mas como o lago feito na praia pela maré alta, e cuja água sumida nunca mais regressa ao mar.
(PESSOA, Fernando. Livro do Desassossego: composto por Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa. Org. Richard
Zenith. 3ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.)
Texto II
Pasmo sempre quando acabo qualquer coisa. Pasmo e desolo-me. O meu instinto de perfeição deveria inibir-me de acabar; deveria inibir-me até de dar começo. Mas distraio-me e faço. O que consigo é um produto, em mim, não de uma aplicação de vontade, mas de uma cedência dela. Começo porque não tenho força para pensar; acabo porque não tenho alma para suspender. Este livro é a minha cobardia.
A razão por que tantas vezes interrompo um pensamento com um trecho de paisagem, que de algum modo se integra no esquema, real ou suposto, das minhas impressões, é que essa paisagem é uma porta por onde fujo ao conhecimento da minha impotência criadora. Tenho a necessidade, em meio das conversas comigo que formam as palavras deste livro, de falar de repente com outra pessoa, e dirijo-me à luz que paira, como agora, sobre os telhados das casas, que parecem molhados de tê-la de lado; ao agitar brando das árvores altas na encosta citadina, que parecem perto, numa possibilidade de desabamento mudo; aos cartazes sobrepostos das casas ingremadas, com janelas por letras onde o sol morto doira goma húmida.
Por que escrevo, se não escrevo melhor? Mas que seria de mim se não escrevesse o que consigo escrever, por inferior a mim mesmo que nisso seja? Sou um plebeu da aspiração, porque tento realizar; não ouso o silêncio como quem receia um quarto escuro. Sou como os que prezam a medalha mais que o esforço, e gozam a glória na peliça [...].
Escrever, sim, é perder-me, mas todos se perdem, porque tudo é perda. Porém eu perco-me sem alegria, não como o rio na foz para que nasceu incógnito, mas como o lago feito na praia pela maré alta, e cuja água sumida nunca mais regressa ao mar.
(PESSOA, Fernando. Livro do Desassossego: composto por Bernardo Soares, ajudante de guarda-livros na cidade de Lisboa. Org. Richard
Zenith. 3ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.)
Preencha as lacunas abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta.
O aspecto tipológico ao qual está filiado esse texto é o ______________. Assim, através do _______________, ele representa, pelo discurso, experiências vividas.